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Blog do Desemprego Zero

Desafios da Sociedade da Informação: uma visão de futuro sobre proteção das infraestruturas críticas

Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

“No Brasil, por infraestruturas críticas (IC) entende-se como sendo as instalações, serviços, bens, e sistemas que, se forem interrompidos ou destruídos, provocarão sério impacto social, econômico, político, internacional ou à segurança do Estado e da sociedade”.

Fonte: Jornal da Ciência

Claudia Canongia é doutora em gestão da inovação, pesquisadora tecnologista do Inmetro e assessora técnica do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC) do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSIPR). Artigo enviado pela autora ao “JC e-mail”:

Inicialmente lembro que, em setembro passado, este jornal da SBPC divulgou texto de minha autoria, intitulado “Passos recentes do governo brasileiro em prol da construção da trilha da segurança cibernética para o país”, que desenvolvi com base em estudos recentes, e, dando continuidade aos estudos relativos às transformações e novas exigências da Sociedade da Informação, a síntese ora apresentada vem complementar os conteúdos anteriormente disseminados. Leia o resto do artigo »

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Americanos poluem em média quase 400 vezes mais que burundianos

Postado em 2 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

O Burundi é um dos países com o menor índice de poluição per capita do planeta. Uma pessoa nos Estados Unidos polui o planeta quase 400 vezes mais do que um burundiano, segundo dados do governo americano. Clique aqui para ler a matéria na BBC Brasil.

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Mudanças climáticas e desenvolvimento nacional

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil

Há uma desconfiança generalizada no ar quanto à capacidade do encontro de Copenhague de definir efetivos acordos políticos sobre os cortes de emissões dos países ricos. Os países emergentes, por sua vez, também precisariam apresentar ações sustentáveis.

Nesse sentido, chama atenção a proposta chinesa. Segundo informações das agências internacionais de notícias, os chineses estão propondo cortar, até 2020, de 40% a 45% na sua “intensidade de carbono” em relação aos níveis de 2005.

Por intensidade de carbono chinesa deve-se compreender o montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB). Não se pode deixar de notar como os chineses estão preocupados em conciliar crescimento econômico com ganhos graduais de eficiência e produtividade. Leia o resto do artigo »

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A apologia da CEPAL: requisitos para vencer o subdesenvolvimento

Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Escrito por Octávio Rodriguez, um proeminente técnico da CEPAL, a empreitada de “O Estruturalismo Latino-americano” é ambiciosa. Mais do que uma reconstituição histórica do pensamento econômico e social, o livro procura codificar as “idéias-chave” do estruturalismo, mostrar sua articulação como corpo doutrinário relativamente coeso e reivindicar a sua atualidade como alternativa racional ao neoliberalismo e ao marxismo. O artigo é de Plínio de Arruda Sampaio Jr., para o sexto número do Jornal de Resenhas, que acaba de ser lançado.

Fonte: Carta Maior

Plínio de Arruda Sampaio Jr. – Jornal de Resenhas

O ESTRUTURALISMO LATINO-AMERICANO

Octavio Rodríguez

Tradução: Maria Alzira Brum Lemos

CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA/CEPAL

698 p., R$ 89,00

“O Estruturalismo Latino-Americano” é um substancioso compêndio sobre a formação, consolidação, desdobramento e metamorfose da corrente de pensamento vinculada à tradição política e ideológica do reformismo burguês – tradição que tem como denominador comum a crença de que é perfeitamente possível realizar a utopia de um capitalismo civilizado na periferia do sistema econômico mundial. Escrito por Octávio Rodriguez, um proeminente técnico da CEPAL, a empreitada é ambiciosa. Mais do que uma reconstituição histórica do pensamento econômico e social, o livro procura codificar as “idéias-chave” do estruturalismo, mostrar sua articulação como corpo doutrinário relativamente coeso e reivindicar a sua atualidade como alternativa racional ao neoliberalismo e ao marxismo.

Tendo como referência fundamental as idéias elaboradas no âmbito da CEPAL, o trabalho de Rodriguez não apenas sintetiza e completa seu livro anterior, Teoria do subdesenvolvimento da CEPAL, escrito no final da década de 1970, como amplia o espectro da análise, incluindo temáticas que extrapolam o âmbito estrito da reflexão econômica e incorporando movimentos teóricos que se afastam explicitamente a filiação ao estruturalismo, como é o caso da chamada “Escola de Campinas”, capitaneada por João Manuel Cardoso de Mello e Maria da Conceição Tavares, e da reflexão de Celso Furtado a partir de suas obras O mito do desenvolvimento e Prefácio à nova economia política. Leia o resto do artigo »

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Obesidade corporativa

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Thomaz Wood Jr.

Na edição de outubro da revista McKinsey Quarterly, Suzanne Heywood, Dennis Layton e Risto Penttinen propõem uma dieta alternativa. Segundo os autores, uma pesquisa mostrou que 79% das companhias cortaram custos em resposta à recente crise econômica, mas apenas 53% dos executivos acreditam que as reduções ajudaram as empresas. O problema, argumentam os consultores, é que os cortes são feitos de forma linear, sem considerar as necessidades estratégicas.

Em lugar dessa dieta atrapalhada, Heywood, Layton e Penttinen apresentam três alternativas. A primeira é “reestruturar olhando para o futuro”, ou seja, considerar a visão de longo prazo da empresa e dar prioridade para os negócios que poderão sustentar essa visão, desfazendo-se ou reduzindo o peso dos demais. A segunda alternativa é “cortar a gordura”: criar uma base de custos e identificar ganhos potenciais a partir dessa base. Na mira, a redução de níveis hierárquicos, a eliminação de funções redundantes, o enxugamento das áreas corporativas e a busca de ganhos de produtividade. A terceira alternativa é “desenvolver capacidades específicas”: identificar os pontos fracos da organização, aqueles que impedem uma melhoria do desempenho, e concentrar esforços para melhorá-los. (Clique aqui para ler mais.)

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Porque o câmbio é fundamental

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif (Blog)

Vamos entender de forma simplificada o efeito câmbio sobre a economia brasileira.

Os personagens do jogo:

* Empresa Interna

* Empresa Externa

* Fornecedor Interno (que vende para a Empresa Interna)

* Fornecedor Externo

* Consumidor Interno (que é o trabalhador da Empresa Interna)

* Consumidor Externo

O que ocorre nesse universo quando a moeda nacional (o real) se valoriza em relação à moeda internacional (o dólar): Leia o resto do artigo »

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Cinco propostas para o Brasil

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Roberto Mangabeira Unger

Artigo publicado na FSP de 15/11/09

O futuro, não o passado, é o tema de uma grande eleição, como será a de 2010. O assunto central há de ser como superar a contradição central do Brasil: uma vitalidade imensa ainda coexiste, para a maioria dos brasileiros, com a falta de instrumentos e de capacitações.

Hoje essa vitalidade está encarnada, sobretudo, em classe média surpreendente, que inaugura cultura de autoajuda e de iniciativa. Já está no comando do imaginário popular. A revolução brasileira de agora é consumar as inovações institucionais que permitam à maioria seguir o caminho dessa vanguarda de batalhadores e de emergentes. Leia o resto do artigo »

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Cai o mito do real desvalorizado

Postado em 18 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif (blog)

Quando o mercado fechou ontem, primeiro dia após o anúncio da demissão de Mário Torós do cargo de Diretor de Política Monetária do Banco Central, os juros futuros tinham caído. De ontem para hoje, o DI (Depósito Interbancário) de janeiro de 2011 caiu de 10,27% ao ano para 10,20% ao ano. O DI de julho de 2010, de 9,14% para 9,10% ao ano.

Qual a lógica? De acordo com a retórica terrorista do mercado, se sai um diretor ortodoxo e há sinais de afrouxamento da política monetária, os juros podem cair no curto prazo, mas deveriam subir no longo – porque, pela leitura do mercado, o afrouxamento da política monetária produziria mais inflação obrigando, mais à frente, a outro movimento de alta nas taxas.

Nada disso ocorreu. Pelo contrário, o mercado sequer reagiu à declaração do Ministro da Fazenda Guido Mantega, de que a taxa ideal para o dólar é em R$ 2,60. Nesse nível, declarou Mantega, não tem China, Coréia ou Japão que segure o Brasil.

O significado desse jogo é que começa a cair o último grande mito da economia brasileira, que é a taxa de câmbio baixa. Leia o resto do artigo »

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