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Blog do Desemprego Zero

Superando o fracasso, artigo de Joseph E. Stiglitz

Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

“Diante dos problemas fundamentais em sua aplicação, o fracasso de Copenhague não deveria surpreender”.  Clique aqui para ler mais.

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De Schumpeter à P&G: uma jornada de maturação da gestão, artigo de Maximiliano Carlomagno

Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

“O estagio atual, em fase de consolidação, que classificamos como gestão da inovação aberta, é uma abordagem estratégica, aberta e gerenciada de processos inovadores”. Clique aqui para ler mais.

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Esse século 21 não vamos jogar fora

Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Fonte: Blog.planalto.gov.br

Tornar o produto brasileiro mais competitivo nos mercados interno e externo. Este foi o desafio lançado pelo presidente Lula em discurso para empresários do setor de comércio exterior. Num jantar de confraternização promovido pela Apex-Brasil, Lula explicou que o governo do DF adquiriu vagões para o metrô junto a uma indústria em São Paulo ao custo de R$ 5 milhões. O mesmo produto – inclusive com ar condicionado – foi adquirido pelo metrô Rio pela metade do preço de uma indústria chinesa.

O presidente valeu-se deste caso para enfatizar que as indústrias brasileiras precisam ser mais competitivas para enfrentarem o comércio global. Ele pediu que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o BNDES promovam um estudo que permita achar soluções para inserir mais empresas no mercado externo. Lula cobrou também maior presença do Banco do Brasil em outros países. “Não podemos ficar esperando que alguém faça por nós disse. Ele também explicou que algumas potências, como por exemplo os Estados Unidos, não têm tanto peso na economia mundial como tinham no passado. Leia o resto do artigo »

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País deverá manter políticas que deram certo, entrevista com Mozart Neves Ramos

Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Para dirigente do Todos pela Educação, Brasil superou descontinuidade no setor

Em maio deste ano, educadores e autoridades se reunirão em Brasília para definir o Plano Nacional de Educação, documento que vai renovar as diretrizes da política pública de educação para os próximos dez anos.

O químico Mozart Neves Ramos, presidente-executivo do Todos pela Educação, movimento educacional patrocinado, entre outras empresas, por Banco Real, Itaú Unibanco, Gerdau, Suzano e Odebrecht, elegeu a Conferência Nacional de Educação (Conae) como um dos acontecimentos mais relevantes do ano para o setor, porque o resultado do evento deverá “enterrar de vez o mal da descontinuidade” na área, justamente em um período eleitoral.

“É importante considerar os avanços, a sociedade não comporta mais descontinuidade”, afirma Mozart, que, entre 1996 e 2003, foi reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e secretário de Educação do Estado nordestino. Além de defender a manutenção dos avanços, como os modelos de financiamento e de avaliação, Mozart espera que o plano dê prioridade a grandes metas, como a universalização do ensino médio e a melhor formação no fundamental. Ele diz ainda que o investimento brasileiro em educação é baixo e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu a chance de liderar uma transformação do setor. “Uma lacuna do governo Lula foi ele não ter, como o grande líder que é, conclamado a sociedade para a causa da educação”, lamenta. A seguir, a entrevista com o dirigente do Todos pela Educação:

- Como o sr. avalia o que tem sido feito na área educacional? Leia o resto do artigo »

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Federação Nacional de Engenheiros quer aumentar oferta de profissionais

Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Fonte: Jornal da Ciência

Faltam engenheiros no país. O diagnóstico não é novo, mas torna-se cada vez mais preocupante diante dos próximos eventos que o Brasil irá sediar, como a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016, além de projetos como a exploração da camada pré-sal.

Diante desse cenário, a Federação Nacional de Engenheiros (FNE) vai promover uma campanha durante o ano letivo de 2010 para despertar o interesse de estudantes do ensino médio pela carreira.

A entidade produziu um vídeo que explica quais são as áreas de atuação da profissão e as oportunidades no mercado de trabalho. “Também faremos palestras para conversar com o estudantes”, explica o presidente da FNE, Murilo Pinheiro. Leia o resto do artigo »

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A engenharia e a competitividade do Brasil

Postado em 10 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

“Para vencer o grande desafio de formar engenheiros, um conjunto complexo de tarefas e atores deve estar articulado”

Alan Barbiero, engenheiro agrônomo, é presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes); Flávio Antônio dos Santos, engenheiro elétrico, é vice-presidente da Andifes; Gustavo Balduino, engenheiro mecânico, é secretário-executivo da Andifes. Artigo publicado na “Folha de SP”:

Com o crescimento e o desenvolvimento do Brasil, que aumenta sua inserção internacional entre as potências emergentes, a educação, a ciência, a tecnologia e a inovação -e, em particular, a capacidade de fazer engenharia- tornam-se ferramentas estratégicas.

Sendo assim, o deficit na formação de recursos humanos na área de engenharia tem preocupado. Essa defasagem se apresenta com o crescimento do PIB, com o necessário aumento da infraestrutura e com os avanços da indústria. Logo, é uma questão estratégica. Para aumentar o número de engenheiros no Brasil, é preciso intensificar as ações dos governos, das universidades, do setor produtivo e do Congresso. Leia o resto do artigo »

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O que nos dizem os rankings de inovação sobre o Brasil e o mundo?

Postado em 5 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

“Rankings de inovação tendem a ficar cada vez mais comuns e nem sempre é recomendável que seus resultados sejam imediatamente aceitos como expressões únicas de verdades incontestáveis”

Ronaldo Mota é secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia e professor titular de Física da Universidade Federal de Santa Maria. Foi secretário de Educação Superior e de Educação a Distância do Ministério da Educação. Artigo enviado pelo autor para o “JC e-mail“:

A recomendável sabedoria ao lidar com rankings é manter a necessária desconfiança, inerente aos seus limites naturais. São indicadores e números tentando captar essências, nem sempre com pleno sucesso. São importantes fotografias de algum tempo passado pretendendo explicar o filme do futuro. Mesmo assim, por outro lado, é desaconselhável desconsiderar esses rankings ou menosprezá-los, dado que podem ser fontes interessantes de análise, às vezes imprescindíveis para formulação adequada de políticas públicas.

Inovação tende a ser cada vez mais um item fundamental para medir o atual estágio de cada país ou região e especialmente útil para apontar possibilidades futuras e potenciais efetivos de desenvolvimento. Assim, rankings de inovação tendem a ficar cada vez mais comuns e nem sempre é recomendável que seus resultados sejam imediatamente aceitos como expressões únicas de verdades incontestáveis. Até mesmo porque, por ser conceito relativamente recente, os parâmetros da inovação são menos padronizados e ainda em processo de consolidação. Leia o resto do artigo »

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Alô, dinamarqueses: “Nem vocês podem controlar essa Conferência”

Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Os dinamarqueses investiram enorme quantidade de dinheiro para converter Copenhague em capital da conferência que salvaria o planeta. Seria ótimo, se a conferência estivesse realmente interessada em salvar o mundo. Mas, dado que não está… então os dinamarqueses puseram-se freneticamente a tentar meter-nos num novo design. Considerem-se os protestos do fim-de-semana. No fim, havia cerca de 1.100 presos. A marcha foi festiva e pacífica, mas difícil. A mensagem foi “O clima não negocia” – e os negociadores ocidentais tinham parado de negociar. O artigo é de Naomi Klein. Clique aqui para ler mais.

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