Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Autor(es): MARCELO VIANA
Correio Braziliense – 25/01/2010
Secretário de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e Especialista em políticas públicas e gestão governamental
O aumento da população, o dinamismo econômico, a ascensão da nova classe média e os avanços tecnológicos traduzem-se em demandas por mais e melhores serviços públicos de crescente complexidade, associados, paradoxalmente, a processos novos de trabalho mais simples e mais rápidos. O desafio que se coloca é a construção de um Estado “inteligente”, que seja instrumento da ação coletiva dessa sociedade em transformação na consecução de estratégia nacional de desenvolvimento.
Esse novo papel estratégico do Estado é incompatível com a passividade neoliberal, o que ficou claro nas repercussões da crise que atingiu o mundo a partir de 2008. Por seu lado, com o avanço da democracia, não se cogita o retorno ao modelo tecnocrático do passado. Espaços hierarquizados estão lenta e gradativamente sendo substituídos por organizações estruturadas de forma mais horizontal, com crescente participação cidadã na formulação, na implementação, na avaliação e no controle de políticas públicas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“Vou cobrar o (ministro Sergio) Rezende que até o final de 2010 invista os R$ 41 bilhões que destinamos para o PAC de ciência e tecnologia”, afirmou o presidente. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Demais países do Bric formam muito mais engenheiros do que o Brasil. Isso compromete o processo de inovação no país
Fonte: Jornal da Ciência
A escassez de mão de obra é uma das grandes preocupações do setor da construção civil no Brasil. Roberto Lobo, presidente do Instituto Lobo e ex-reitor da Universidade de São Paulo (USP), estima que para cada US$ 1 milhão investidos em novas construções é necessário um novo engenheiro.
“Só para concluir as obras do Programa de Aceleração do Crescimento serão necessários 500 mil trabalhadores”, diz Lobo.
- Quantos engenheiros se formam por ano no Brasil?
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de engenheiros formados no Brasil em 2008 foi de 30 mil. Mas os demais países do Bric (Rússia, Índia e China) formam muito mais engenheiros do que nós. Na Rússia são 120 mil, na Índia, 200 mil, e na China, 300 mil. Comparando o percentual de engenheiros formados em relação ao total de estudantes que concluem o ensino superior, no Brasil, eles correspondem a apenas 5%. No Japão, 19% dos formados estão nas áreas de engenharia; na Coréia, 25%; e na Rússia, 18%.
- A produção científica na área de engenharia no país é relevante? Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
A China anunciou nesta quinta-feira um crescimento econômico de 8,7% em 2009, superando até mesmo as estimativas mais otimistas feitas pelo governo local e colocando o país no caminho para assumir o posto de segunda economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Estudo da Unesco, com 128 nações, mostra que Brasil está atrás de Paraguai e Argentina; qualidade é o gargalo
O alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que o Brasil conquistou há dois anos não chegou à educação. O relatório Educação para Todos, divulgado ontem pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), mostra que a baixa qualidade do ensino nas escolas deixa as crianças para trás. É diretamente responsável por colocar o País na 88ª posição no Índice de Desenvolvimento Educacional (IDE), com resultado 0,883 (a nota varia de 0 a 1, sendo 1 a mais alta). O Brasil está atrás de Paraguai, Equador e Bolívia. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Dilma defenderá Estado forte para embalar ”novo desenvolvimentismo”
Programa petista em discussão mescla incentivos ao investimento público e privado com distribuição de renda. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Delfim Netto
É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados num novo padrão de energia independente da utilização do petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos o longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e felizmente superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“A perversa realidade brasileira evidencia que, embora sejamos destacáveis produtores de conhecimento, somos tímidos transmissores do mesmo via inovação acessível às empresas”
Ronaldo Mota é secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da C&T e professor titular de Física da Universidade Federal de Santa Maria. Foi secretário de Educação Superior e de Educação a Distância do Ministério da Educação. Artigo enviado ao “JC e-mail“:
Estamos tão acostumados com associar pesquisadores com universidades que a muitos pode soar estranho o título acima. No entanto, parte dos problemas que vivenciamos hoje com relação às dificuldades em transferir conhecimento para o setor produtivo, viabilizando um crescimento científico e tecnológico sustentável, passa por nos habituarmos que empresa também é lugar para nossos mestres e doutores. Leia o resto do artigo »
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