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Blog do Desemprego Zero

PAC…iência?

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Fonte: Valor Econômico (06/02/2008)

David Kupfer é professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Grupo de Indústria e Competitividade (GIC-IE/UFRJ. Escreve mensalmente às quartas-feiras. www.ie.ufrj.br/gic E-mail: gic@ie.ufrj.br) 

Por razões que vão desde o aquecimento do mercado interno, que animou as empresas a ampliarem as fábricas, à apreciação cambial, que barateou o preço dos equipamentos, o ano de 2007 foi extremamente positivo para a formação de capital na economia brasileira. As estimativas dão conta de que, para um avanço do PIB da ordem de 5,2%, o investimento total terá crescido 12%, puxado pela expansão de 19,5% da produção e de 35% das importações de bens de capital, e também pelo desempenho recorde da construção residencial. No entanto, esse dinamismo do investimento não parece estender-se aos setores da infra-estrutura física, mesmo tendo sido eles o eixo central do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, principal iniciativa econômica do governo no ano recém-encerrado. 

Lançado há um ano como reflexo da generalização do consenso sobre a urgência em se recuperar e ampliar a infra-estrutura física do país, o PAC previa a aplicação de R$ 503,9 bilhões nas áreas de energia, transporte, habitação, saneamento e recursos hídricos entre 2007 e 2010. Desse valor, R$ 68 bilhões devem vir diretamente do orçamento da União, enquanto os recursos restantes devem ser alocados por empresas estatais (R$ 219 bilhões) e privadas (R$ 216,9 bilhões). No entanto, em termos concretos, de acordo com o balanço do primeiro ano publicado pelo governo, dos R$ 16,5 bilhões de recursos do orçamento que deveriam ter sido gastos em 2007, apenas R$ 5,4 bilhões – menos de um terço do previsto – foram efetivamente desembolsados. Quanto aos investimentos empresariais, não há ainda uma contabilidade que permita aferir o ritmo com que contribuíram para as obras de infra-estrutura ao longo de 2007. Um indicador sugestivo de que, também nas empresas, houve uma assimetria entre o comportamento do investimento total e em infra-estrutura é dado pela estatística de ingresso de investimentos externos diretos: para uma entrada total de capital externo para investimentos em 2007 de US$ 34,3 bilhões, recorde histórico, a parcela destinada aos setores de infra-estrutura limitou-se a cerca de US$ 3 bilhões, valor 32,5% abaixo do verificado em 2006 e que constitui o pior resultado observado nessa série desde 1996. Leia o resto do artigo »

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Conceição volta a rugir

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

A professora Maria da Conceição Tavares volta a conversar com o presidente Lula e adverte que o Brasil cometerá um erro crasso se vier a subir os juros diante da crise americana.

Fonte: IstoÉ Dinheiro (08/02/2008)

A aguerrida professora Maria da Conceição Tavares completará 78 anos no dia 30 de abril, está afastada da vida pública, mas nem de longe aposentou seu raciocínio cortante como uma faca. Não só se mantém atenta a tudo que acontece com a economia brasileira como dá sua opinião sempre que surge uma oportunidade. Foi o que fez no dia 31 de janeiro, quando aproveitou rápida passagem por Brasília para agendar uma visita ao presidente Lula. “Encontrei-o com uma cara ótima e de bem com a vida. Pareceu-me tranqüilo com a economia”, disse ela à DINHEIRO, na véspera do Carnaval. Conceição gostou do que viu e saiu do Palácio do Planalto confiante de que o governo não vai recuar no ritmo de seus investimentos. “Não estou pessimista. Gostei de ver os investimentos em infra-estrutura. O PAC vai muito bem, nas mãos competentes dessa menina Dilma Rousseff.” Leia o resto do artigo »

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Cooperação regional pelo desenvolvimento (UNCTAD)

Postado em 6 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

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Encontra-se disponível no site da UNCTAD o Trade and Development Report 2007: http://www.unctad.org/. Sob o tema ‘cooperação regional pelo desenvolvimento’, o TDR 2007 traz interessantes reflexões sobre os distintos processos de integração econômica vividos no mundo.

Diversas experiências são analisadas. O enfoque economicista é ultrapassado em prol de uma abordagem interdisciplinar, pois as próprias complexidades dos fenômenos assim o exigem. Não existem caminhos únicos e receitas universais. O experimentalismo precisa ser exercitado regionalmente em termos de inovações. Certamente as experiências institucionais exitosas oferecem ricos subsídios. Organizações mediadoras de conflitos e coordenadoras de ações desenvolvimentistas são cruciais. A relação de cooperação pelo desenvolvimento entre Estado e agentes privados precisa ser repensada.

No momento atual de grandes indefinições na América do Sul a democratização desse debate se faz um passo importante para que o Brasil priorize ações e projetos de desenvolvimento nacional.

Em síntese, não se deve contar apenas com o livre fluxo de capitais para que padrões de renda sejam elevados eqüitativamente no mundo, pois a lógica intrínseca do capital é a da concentração. Livre de restrições, o capital tende a fluir dos mais pobres para os mais ricos, sendo consumido ao invés de investido em projetos produtivos.

Com taxas de ocupação da força de trabalho variando entre 50% e 60%, um indicador que mede o número de pessoas ocupadas sobre a população com idade para trabalhar, a América Latina enfrenta sérios desafios no século XXI. O mero retorno às vantagens comparativas estáticas não se mostra capaz de superar os grandes desafios presentes. Sua crônica tendência inflacionária e a estrutural subutilização dos fatores de produção são produtos históricos do padrão tradicionalista de inserção no sistema econômico internacional.

O ajuste estrutural, por sua vez, que buscou na combinação vantagem comparativa estática e demanda externa não se revela capaz de equacionar os graves problemas socioeconômicos regionais. Os debates democráticos e social-desenvolvimentistas estão abertos.

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Tecnologia Investimentos em P&D dos países em desenvolvimento

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Análise IEDI (29/01/2008)

Os países em desenvolvimento que não integram a OCDE têm ampliado sua participação nas atividades mundiais de P&D nos últimos anos. Embora o relatório recentemente publicado pela OCDE (Science, Technology and Industry Scoreboard) e objeto de uma resenha hoje divulgada na Carta IEDI, alerte sobre a heterogeneidade e possível superestimação nos dados desses países, a amostra de vinte países pesquisados equivalia, em 2005, a 21,4% do total conjunto dos gastos com P&D (em dólar corrente com paridade de poder de compra) da OCDE e das economias não-membros da OCDE, contra 17% em 2000.

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Fonte: www.iedi.org.br

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O nome do desenvolvimento

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Cristovam Buarque, site oficial

Nada caracteriza melhor a vergonha social brasileira do que a naturalidade com que aceitamos haver “escola de rico” e “escola de pobre”. Em um país republicano decente, as pessoas podem ter roupa fina ou roupa simples, andar de carro ou de ônibus, morar em casa grande ou pequena, ter renda alta ou baixa, ser um rico proprietário ou pequeno proprietário. Mas não pode existir “saúde de rico” e “saúde de pobre”, nem “escola de rico” e “escola de pobre”.

Se a escola for igual, o atendimento médico tende a se igualar entre as pessoas de classes sociais diferentes. Por isso, o centro da transformação do Brasil em uma república decente está na escola igual para todos. Essa deve ser a meta daqueles que, ao longo de anos, lutam como militantes de esquerda por um Brasil livre, justo, eficiente. Antes, lutavam pela estatização do capital, a desapropriação de propriedade, a igualdade de renda. Isso não é possível hoje, nem é eticamente necessário. A utopia da esquerda, socialista ou não, é uma escola igual para todos.

O que faz uma sociedade ética é o acesso igual à educação, independentemente da renda dos pais, do tamanho da cidade e da região onde mora cada criança. Para o Nordeste, essa visão é fundamental para a luta pela derrubada do muro que nos separa das regiões desenvolvidas. Leia o resto do artigo »

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Desenvolvimento: uma perspectiva brasileira

Postado em 10 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Versão do artigo publicado na Revista Intellectus (http://www.intellectus.uerj.br/).

Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc. (Reggen/Unesco)     

Discutir o tema desenvolvimento nunca foi uma tarefa simples no Brasil. Desde os calorosos debates entre desenvolvimentistas e monetaristas na década de 1950, este tema tem sido alvo de polêmicas entre progressistas e conservadores. No entanto, houve épocas em que a temática do desenvolvimento ganhou os corações e as mentes de brasileiros e brasileiras: o governo democrático de JK (1956-1961), que soube elevar a auto-estima nacional ao nível dos desafios da época, é um exemplo de sinergia gerada entre os diversos setores da vida nacional.

A eleição presidencial de 2002 marcou, de certa forma, no Brasil, a retomada da idéia de projeto democrático nacional de desenvolvimento. O Estado nacional tem um papel importante no desenvolvimento do País. Todos os quatro principais candidatos, inclusive o do governo FHC, recusaram o modelo adotado na década de 1990: “mercados são bondes condutores da prosperidade, deixem apenas que eles funcionem!” Não é necessário divagar muito para ver que o agravamento da questão social no Brasil traz riscos à ordem democrática.

A precarização das relações de trabalho - desemprego e subemprego -, o aumento da violência e a ausência de perspectivas dos jovens são fatores que geram instabilidade social. Um indivíduo que caminhe pelas principais cidades do País pode facilmente constatar que a vida em uma nação com brutais desníveis socioeconômicos não pode ser tranqüila. Contrariando a lógica hegemônica, os quatros principais presidenciáveis daquele tempo convergiram na campanha para a importância do papel do Estado na promoção do bem-estar da nação. O Estado, por exemplo, deve formular e implementar políticas ativas para desenvolver regiões, gerando renda e ajudando a integrar os diversos mercados internos, de forma a criar sinergia entre os diversos elos das cadeias produtivas.

Buscar-se-á refletir de forma contextual e global sobre o tema desenvolvimento democrático a partir de uma perspectiva brasileira. Leia o resto do artigo »

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Artigo heterodoxo de Dani Rodrik, “Feasible Globalizations”.

Postado em 10 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Abstract:     

The nation-state system, democratic politics, and full economic integration are mutually incompatible. Of the three, at most two can be had together. The Bretton Woods/GATT regime was successful because its architects subjugated international economic integration to the needs and demands of national economic management and democratic politics. A renewed “Bretton-Woods compromise” would preserve some limits on integration, while crafting better global rules to handle the integration that can be achieved. Among “feasible globalizations,” the most promising is a multilaterally negotiated visa scheme that allows expanded (but temporary) entry into the advanced nations of a mix of skilled and unskilled workers from developing nations. Such a scheme would likely create income gains that are larger than all of the items on the WTO negotiating agenda taken together, even if it resulted in a relatively small increase in cross-border labor flows.

This paper can be downloaded without charge from the Social Science Research Network at: http://ssrn.com/abstract_id=349021

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Uma frágil Sudene tenta renascer

Postado em 7 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Por Tânia Bacelar de Araújo*

Criada por Juscelino, em dezembro de 1959, extinta por Fernando Henrique Cardoso em 2001, por simples Medida Provisória, a SUDENE tenta renascer desde o início do Governo Lula.

No início de seu Governo, o novo Presidente instituiu um Grupo de Trabalho Interministerial, que tive a honra de coordenar, para propor a recriação da instituição.

Respeitada pelo seu passado e pela contribuição que deu ao desenvolvimento da região, a primeira reação a essa iniciativa foi positiva. Todos pareciam querer ver sua volta. O tempo foi revelando que as aparências encobriam uma outra verdade: não há, na região e nem fora dela, apoio suficiente para o retorno de uma SUDENE forte.

http://www.blogdafolha.com.br/ver_post.php?id=6224&secao=artigos

*Doutora pela Universidade de Paris I, França, professora a UFPE e uma das idealizadoras da nova SUDENE.

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