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Blog do Desemprego Zero

Financial Hypocrisy – BY JOSEPH E. STIGLITZ

Postado em 26 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

O premio Nobel de Economia Joseph Stiglitz critica a hipocrisia financeira em torno à crise das “subprimes”… 

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“Liderança é conversa fiada” – revisitando a última entrevista de Peter Drucker (1909-2005).

Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

“Tenho idade para me lembrar de Franklin Delano Roosevelt e de Harry Truman. Embora Roosevelt tenha sido um grande líder, Truman foi o melhor presidente que os Estados Unidos já tiveram, e o que mais fez pelo país. Ele não gostava de visibilidade. Ao contrário, todos achavam que ele não era grande coisa, inclusive ele mesmo. Portanto, não vejo muito sentido nessa história de super-CEOs. Quanto aos altos salários, acho que são escandalosos. JP Morgan, que não era de forma alguma avesso ao dinheiro, disse em 1906 que qualquer empresa onde o alto escalão ganhasse mais de 20 vezes o salário médio dos empregados não poderia ser bem administrada. Ele se recusava a investir nesse tipo de negócio. Essa é ainda uma regra útil. É um erro afirmar que as escolas de negócios formam líderes. Sua tarefa consiste em formar medíocres competentes para que realizem um trabalho competente. Pode-se dizer o mesmo das faculdades de medicina. Sua função não é formar líderes, mas médicos que matem o menor número possível de pacientes. Permita-me dizer com toda a sinceridade: não acredito em líderes. Toda essa conversa sobre líderes é uma bobagem muito perigosa. É tudo conversa fiada. Entristece-me constatar que, encerrado o século 20, com líderes como Hitler, Stálin e Mao, as pessoas ainda estejam em busca de quem as comande, apesar de todo esse mau exemplo. Acho que tivemos carisma demais nos últimos 100 anos”.

entrevistapeterdrucker.pdf

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Focus (15/02/2008) – Banco Central do Brasil

Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Relatório de mercado do BC brasileiro prevê déficits em conta corrente para 2008 e 2009, além de crescimento econômico inferior ao de 2007. Certamente algo muito constrangedor para os mais ardorosos defensores do PAC, um conjunto desarticulado de obras públicas que combina o atendimento de demandas políticas locais com importantes projetos de infra-estrutura, como é o caso da ferrovia transnordestina.

A taxa Selic, por sua vez, deverá ser mantida na casa dos dois dígitos. Câmbio apreciado e a contenção das expansões das forças produtivas e do trabalho formal serão provavelmente as conseqüências vividas no Brasil.

bacen-focus-15-02-08.pdf 

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‘NO ESPELHO DA CHINA’ – artigo de Antonio Barros de Castro.

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

A escolha das transformações a serem priorizadas requer a elaboração de visões do futuro. Estas, ainda quando abertas a correções e aperfeiçoamentos, e desde que acompanhadas de propostas consistentes, persuasivas, privilegiadas por políticas eficazes, e amparadas por revisões da regulação, tendem a coordenar, potenciar e dar rumo às transformações.

no-espelho-da-china1.pdf

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Investimentos do exterior no Brasil e brasileiro no exterior

Postado em 14 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

 Por Carlos Lessa

Fonte: Valor Econômico (13/2/2008)

De forma esquemática e simplificada, quando o exterior investe no Brasil gera empregos e, por conseguinte, alimenta compras internas – e, ao obter lucros, pode tomar a decisão de remetê-los para fora ou reinvesti-los no Brasil. Esta segunda modalidade transfere para um outro momento a remessa de lucros para o exterior. Ela é legítima, mas é uma saída de recursos do país. A linha de defesa clássica do investimento estrangeiro sublinha que ele eleva o investimento no país, acima da poupança nacional. Teria o mérito adicional de transferir tecnologia e eventualmente desenvolvê-la. Finalmente, se exportasse, a filial estrangeira estaria gerando divisas e, se substituísse importações, auxiliando o Brasil nas transações externas. Quando brasileiros, pessoas jurídicas ou físicas, investem no exterior, em tese, por simetria, estariam gerando empregos lá fora e capturando rendimentos e dividendos para os residentes no Brasil. É óbvio, o melhor para o país acontece quando empresários e pessoas físicas nacionais investem aqui, pois seriam geradas rendas pelo emprego e capital que alimentariam virtuosamente a dinâmica nacional. 

O Banco Central informa que, em 2006, o Brasil recebeu investimentos estrangeiros de US$ 22,2 bilhões. A parcela virtuosa seria na indústria (US$ 8,7 bilhões). A surpresa está no investimento em atividades primárias, que deve estar associado à elevação do preço da terra agrícola. A maior parcela (US$ 12,1 bilhões) ocorreu no setor terciário e isto é um imbróglio que vai desde investimentos em instituições financeiras até aplicações em comércio, prestação de serviços, transporte etc. 

Em contraponto, desde 2003 cresce velozmente o investimento de brasileiros fora do Brasil. Saíram daqui US$ 1,4 bilhão em 2003; em 2005, US$ 10,1 bilhões; em 2006, a aceleração foi assustadora, atingindo US$ 32,3 bilhões, quase 50% a mais que os estrangeiros investiram no Brasil. É óbvio que não falta poupança aqui. Falta apetite dos empresários brasileiros para investirem em nosso país.  Leia o resto do artigo »

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Subdesenvolvimento Sustentável – resenha do livro de Argemiro Procópio

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Resenha de do livro “Subdesenvolvimento Sustentável”, de Argemiro Procópio, por Fábio Albergaria de Queiroz.

Fonte: Meridiano 47 (29/01/2008)

Subdesenvolvimento sustentável, assim Argemiro Procópio sugestivamente descreve o modelo de desenvolvimento predominante na região amazônica compartilhada por Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. Ao longo de sua exposição Procópio desnuda a realidade dos “oito amazônicos” ao apontar que a Hiléia, em pleno século XXI, ainda carrega consigo vários problemas estruturais, herança de um longo passado colonial.

Neste contexto, o autor nos apresenta a região como produtora de commodities e manufaturados com baixo valor agregado. Cita a mineração, a exploração madeireira e de metais preciosos, as redes do agronegócio da soja, da carne, do couro e, atualmente, da cana-de-açúcar como protagonistas do “continuum da sustentabilidade do subdesenvolvimento em novas versões da economia colonial nos oito países amazônicos”. Leia o resto do artigo »

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Brasil em 50º lugar na copa do mundo

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Alberto Passos Guimarães é pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Artigo publicado no Jornal do Brasil (11/02/2008):

Qual seria o impacto de uma manchete como esta no país? É difícil imaginar a escala da consternação e da revolta que uma noticia dessas produziria nos brasileiros.

Quantos debates, artigos, manifestações, interpretações, comissões de inquérito seriam provocadas por um desastre nesta escala?

O que seria da nossa auto-estima? Lembremos apenas que em 1950 o Brasil perdeu a final da Copa do Mundo em casa, classificando-se num invejável segundo lugar, mas o terremoto produzido foi tamanho que o jornalista Elio Gaspari o descreveu como “o nosso Pearl Harbor”. Leia o resto do artigo »

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Ativos financeiros crescem bem mais que “economia real”

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Fonte: Folha de S. Paulo (03/02/2008)

Por Cristiane Barbieri

Para economistas, esse descolamento é uma das causas para recentes crises financeiras e fortes oscilações nos mercados. 

Ativos como ações e títulos no mundo aumentaram 17% em volume em 2006; PIB global cresceu 8% nesse mesmo período. Os ativos financeiros -ações, debêntures, títulos públicos e depósitos bancários- estão cada vez maiores e mais distantes da chamada economia real. É o que mostra levantamento anual do McKinsey Global Institute, instituto de pesquisa da consultoria McKinsey, que acaba de ser publicado.

Segundo o estudo, os ativos financeiros têm crescido mais nos últimos anos do que na média histórica. Em 2006, o volume de ativos financeiros aumentou 17% em todo o mundo, atingindo US$ 167 trilhões. A tendência no ano passado continuou em alta. No início da década, os mesmos ativos beiravam os US$ 90 trilhões e, em 1980, eram de US$ 12 trilhões.

O PIB dos países também cresceu, porém a proporção foi bem menor. Em 2006, o crescimento dos bens e serviços produzidos em todo o mundo foi de quase 8% comparado a 2005 e alcançou US$ 48,3 trilhões. No início da década de 90, o PIB mundial girava em torno dos US$ 20 trilhões e, em 1980, era de US$ 10 trilhões.

Para economistas, o descolamento entre os ativos financeiros e a economia real foi uma das principais causas das recentes crises financeiras e das fortes oscilações nos mercados.

“Essa liqüidez fantástica viabilizou o mercado produtivo e fez explodir os investimentos diretos estrangeiros, os avanços tecnológicos e o comércio internacional”, afirma Antonio Corrêa de Lacerda, professor do departamento de economia da PUC-SP. “O lado ruim, no entanto, é a volatilidade.”

Isso porque aumentou o peso relativo das transações financeiras na economia. De acordo com o instituto McKinsey, o peso entre os ativos financeiros e a economia real se equivaliam em 1980. Em 2000, ele já era o triplo do PIB e, em 2006, ficou em 3,5 vezes.

“É um crescimento irracional, e a idéia de que haverá apenas uma correção não faz sentido”, diz Reinaldo Gonçalves, professor de economia internacional da UFRJ. “Não haverá parada suave para um mercado que vinha a 250 km/h.” Leia o resto do artigo »

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