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Blog do Desemprego Zero

Leituras em Economia e Administração ( lançamento )

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Livro: Leituras em Economia e Administração

Organizador: Wilson Alves de Araújo

ISBN: 978-85-60951-02-4

Ano: 2008

Páginas: 150p

Editora: Opção livraria e editora

Contatos: editora@opcaolivros.com.br

Resenha escrita por Rodrigo Loureiro Medeiros*

Desde a década de 1970 observa-se uma seqüência de fatos que influenciou os rumos do sistema economia-mundo. A ruptura do padrão dólar-ouro, os choques do petróleo e a emergência do paradigma de produção flexível integram esse complexo quadro. O paradigma fordista foi cedendo gradualmente espaços para a eficiência do Sistema Toyota de Produção.

Para os países do denominado Terceiro Mundo, essas transformações viriam acompanhadas da elevação brutal da taxa básica de juros nos EUA. Governos conservadores anglo-saxônicos – Margaret Thatcher (GB) e Ronald Reagen (EUA) – promoviam ideologicamente um retorno ao clássico liberalismo econômico. A América ibérica, por sua vez, iria encarar a crise da dívida externa e a desorganização das finanças públicas ao longo dos anos 80. Na década seguinte, a onda neoliberal – desregulamentação, privatização e liberalização da conta de capitais – marcaria um processo de destruição não-criadora vivenciado pelos povos da região. O desemprego e a informalidade nos mercados avançavam nas respectivas economias e o tão sonhado projeto de integração sul-americana perdia fôlego.

Imersos em problemas internos e presos a uma agenda do passado, as sociedades ibero-americanas ingressariam no terceiro milênio com a árdua tarefa de enfrentar desafios de naturezas diversas. No campo das demandas sociais, as agendas de urgência não poderiam ser abandonadas. A estrutura econômico-produtiva, por sua vez, reclamava uma revisão em prol de uma maior competitividade internacional. O Leste asiático caminhava a passos largos para se tornar a oficina do mundo. Como os países ibero-americanos deveriam se posicionar? Leia o resto do artigo »

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Perspectivas econômicas da recauchutagem do continuísmo

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros*

O relatório de mercado do Banco Central do Brasil, o Boletim Focus (20/03/2008), vem apontando tendências preocupantes. Segundo as estimativas, há perspectivas de déficits em transações correntes para 2008 (US$-9,75 bilhões) e 2009 (US$-13,00 bilhões). O ritmo de crescimento econômico, por sua vez, deverá sofrer desaceleração nos próximos tempos, 4,5% para 2008 e 4,0% para 2009. Abaixo, portanto, dos 5,4% de 2007.

Onde estariam os efeitos multiplicadores do PAC?

Quanto à Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, o respectivo relatório aponta para 12,00%a.a., em 2008, e 11,75%a.a., em 2009. Profecias auto-realizáveis? Parece até um reforço, uma espécie de tropa de choque, para Meirelles manter elevada a taxa básica de juros brasileira. Não se pode deixar de notar que as médias das taxas básicas nominais dos países estão na casa de um dígito há algum tempo. Quando se descontam as respectivas inflações nacionais, há taxas básicas reais negativas. Leia o resto do artigo »

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Lula e Meirelles – Janus da parceria insossa

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Rodrigo L. Medeiros*

Conta o renomado historiador econômico David Landes, em ‘Dinastias’ (Elsevier, 2007), que John D. Rockefeller (1839-1937) começou a fazer caridade para limpar o nome da família da má fama de predadores adquirida pelos barões ladrões do capitalismo norte-americano. No entanto, o norte-americano médio ficara desconfiado no primeiro momento das reais intenções de Rockefeller.

O governador de Wisconsin, Robert La Follette disse: “Li ontem que Rockefeller compareceu novamente a um círculo de orações; amanhã, estará fazendo doações a alguma universidade. Ele dá com duas mãos, mas rouba com muitas” (FOLLETE apud LANDES, op. cit, p.231). Não se precisa gastar muito tempo para perceber que o capitalismo brasileiro não contou com os sentimentos de co-responsabilidade de um Rockefeller, que apesar de jogar duro na arena econômica, reconhecia a necessidade de serem criados bens públicos para sua sociedade. Leia o resto do artigo »

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Carta IEDI n. 303 – Os Resultados do PIB e a Dimensão Tecnológica do Crescimento Industrial

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2008

A Carta IEDI aborda dois assuntos referentes ao bom desempenho global da economia em 2007. As principais características da evolução do PIB, que alcançou 5,4%, é o primeiro deles. O segundo analisa o resultado da produção industrial brasileira, que alcançou 6% no ano passado, do ponto de vista da intensidade tecnológica.

Dois sérios problemas revelados pelos resultados do PIB devem merecer estudos e atenção:

(1) A contribuição negativa do comércio exterior de bens e serviços para o crescimento, que em 2007 chegou a 1,5 pontos percentuais. A valorização cambial, é claro, está na base de explicação desse resultado. Analistas não atribuem problema a esse resultado negativo de curto prazo, alegando que o mercado interno serve de compensação. Isso de fato ocorreu em 2007, podendo se repetir em 2008, mas leva a uma sobreutilização do mercado interno, requerendo um crescimento do consumo e do crédito tão acentuados que pode esbarrar em limites. Em uma hipótese ainda não vislumbrada, mas sempre possível, de menor dinamismo do mercado interno, o Brasil sentirá falta de políticas voltadas para assegurar um balanceamento maior entre fonte externa e interna de crescimento.

(2) Como outra conseqüência do câmbio valorizado, pode estar ocorrendo um empobrecimento das cadeias industriais de produção em um silencioso processo que a alta performance do crescimento da produção, mormente na indústria, parece não confirmar. Para pensar e aprofundar: segundo a pesquisa de produção industrial, a indústria de transformação acusou aumento real de 6% em 2007, mas, segundo os dados do PIB, foi menor o crescimento real do valor adicionado da indústria, 4,9%. Cresce a produção, porém com menor agregação de valor.

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Mais detalhes em: IEDI

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Brasil é lanterninha na média dos países emergentes

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Agência Estado (13/03/2008).

O crescimento médio da economia brasileira nos últimos cinco anos do governo Lula, de 3,8%, coloca o Brasil em 35º lugar em um ranking com 39 países emergentes que tiveram o desempenho de sua economia medido. O ranking foi elaborado pela Austin Rating.

Nos últimos cinco anos, o crescimento médio do conjunto de países avaliados foi de 5,6% ao ano. No resultado final, foi constatado que o País supera apenas Guatemala, México, El Salvador e Haiti. A expansão neste período, porém, supera o crescimento médio verificado nos dois mandatos do presidente Fernando Henrique Cardoso, de 2,3%.

“A gente tem de considerar que o histórico brasileiro ainda é de baixo nível de investimento e elevada taxa de juros”, afirma o economista-chefe da Austin, Alex Agostini. No topo da lista, aparecem a China (crescimento médio de 10,6%), Argentina (8,6%), Índia (8,5%), Venezuela (7,8%) e Ucrânia (7,6%). Enquanto a taxa de investimentos do Brasil em 2007 foi de 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB), a chinesa tem estado perto dos 40% nos últimos anos.

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 3 Comentários »

Renascimento Desenvolvimentista e Integração Econômica na América Latina

Postado em 29 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros (?)

Fonte: OBSERVATORIO IBEROAMERICANO DEL DESARROLLO LOCAL Y LA ECONOMÍA SOCIAL.

Resumo:

O artigo em questão aborda o renascimento do pensamento desenvolvimentista na América Latina. Suscitam releituras dos intelectuais desenvolvimentistas os fracassos das políticas neoliberais em fornecer respostas satisfatórias aos dilemas da região. A escola cepalina passa a ser um ponto de passagem intelectual obrigatório para se debater novos projetos. Como não existem soluções prontas ou mesmo transplantáveis, as sociedades latino-americanas enfrentam os desafios da experimentação institucional. Questões associadas a projetos de integração regional integram o escopo desse artigo.

Palavras-chave: pensamento desenvolvimentista; América Latina; novos projetos; experimentação; integração regional.

(?) Doutor em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ, pesquisador associado à REGGEN/UNESCO e membro da rede EFE do Levy Economics Institute of Bard College.

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INVESTIMENTO ESTRANGEIRO direto e INOVAÇÃO: um estudo sobre ramos selecionados da indústria no BRASIL

Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Por Marina Filgueiras Jorge

Fonte: IPEA – TEXTO PARA DISCUSSÃO No 1327.

Os resultados apresentados, no entanto, indicam, primeiro, que os efeitos indiretos da presença do IED não são tão significativos quanto os efeitos diretos; segundo, não sinalizam a existência de transformação estrutural por conta da penetração do capital estrangeiro; e, terceiro, mostram que há diferenças relevantes entre os setores.

Além disso, esperava-se que o maior investimento em P&D das empresas domésticas, junto ao transbordamento indireto das empresas estrangeiras, afetasse positivamente a produtividade das primeiras, uma vez que a realização de pesquisas em desenvolvimento de produtos e processos pode facilitar o aprendizado do conhecimento tecnológico mais avançado. Nesse sentido, as empresas com maior investimento em P&D deveriam ser as principais beneficiadas por uma eventual transferência de conhecimento de ETNs para empresas domésticas. Os resultados, no entanto, mostraram o contrário. Leia o resto do artigo »

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Preços altos escondem perdas nas exportações

Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Gazeta Mercantil (26 de fevereiro de 2008), Caderno A – Pág. 2.

Editorial

O saldo da balança comercial na quarta semana de fevereiro alcançou um déficit de US$81 milhões. Motivo: as importações no período foram de US$3,74 bilhões, média diária de US$749,8 milhões, quando as exportações atingiram só US$3,66 bilhões, média de US$733,3 milhões. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, frente a este resultado, informou que o último déficit semanal foi na terceira semana de maio de 2002, quando o saldo negativo bateu em US$31,3 milhões. Esse fato deve ser contraposto ao anúncio, também dessa semana, de que a Companhia Vale do Rio Doce obteve reajustes de 71% para o minério de ferro de Carajás e de 65% para as demais jazidas. A Vale justificou o aumento explicando que aumentou sua produção, de 2000 a 2007, em cerca de duas vezes, enquanto a China, a maior consumidora externa, aumentou a produção de aço em cinco vezes nesses anos. A maior dificuldade da empresa era sustentar investimentos que acompanhassem esse sensível crescimento de demanda. 

Há uma crença consolidada entre alguns analistas da corrente de comércio brasileira de que os preços em alta das commodities garantem um ganho nas relações de troca do Brasil com outros países e tudo indica que este aumento de preços tende a ser uma tendência bem mais longa do que antes era previsto. Nessa visão, o recorde no preço de comodities, em um País que as mantém como base da pauta, representa incremento adicional para o ingresso de dólares na balança comercial. Por essa razão, esses analistas esperam um superávit de cerca de US$28 bilhões, apenas pela alta no preço das comodities.  Leia o resto do artigo »

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