Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Em 2002, uma promissora empresa sem fins lucrativos que queria colocar em contato professores em busca de suprimentos básicos para a sala de aula e doadores dispostos a fornecê-los quase malogrou em razão do receio dos doadores de que, apesar do objetivo digno, a empresa não seria capaz de executar sua missão de forma competente.
Quanta diferença hoje: passados alguns anos, a Donorschoose é uma empresa próspera. Contudo, a experiência quase fatal por que passou foi uma das razões pelas quais uma equipe de pesquisadoras acadêmicas se viu compelida a explorar de que maneira consumidores, investidores e outros com alguma participação na vida da empresa insistiam em classificá-la recorrendo a estereótipos, muitas vezes desabonadores. O estudo – o primeiro desse tipo jamais feito – mostra que o consumidor, de modo geral, vê de forma estereotipada as empresas sem fins lucrativos como a Donorschoose.org, classificando-as de simpáticas, generosas e solícitas, mas sem a competência necessária para produzir bens ou serviços de alta qualidade e incapazes de gerir negócios financeiramente sadios. Por outro lado, as empresas com fins lucrativos são vistas como mais competentes do ponto de vista do balanço de pagamentos, mas não necessariamente mais conscientes do ponto de vista social. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Júlio Gomes de Almeida
O percurso da indústria nacional nos últimos 25 anos pode ser considerado um caso de insucesso porque a sua participação no PIB de um país que ainda tem renda per capita baixa regrediu significativamente, ao contrário de outros países emergentes. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
O período de junho de 2003 a julho de 2008 foi o melhor para a economia brasileira nos últimos 30 anos, segundo estudo divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Nesses cinco anos, a indústria se expandiu, as vendas do comércio registraram alta e a geração de emprego e renda cresceu. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Do IEDI:
“O Brasil tem passado por mudança de perfil produtivo distinta, com redução na participação da atividade manufatureira em sua estrutura produtiva. Se, na média do período 1972/1980, respondia por 30% do valor adicionado (VA) total, em 2007, respondia por 23,7%, 6,3 pontos percentuais a menos. Ou seja, ocorreu uma desindustrialização relativa na economia brasileira. Isso, considerando a referida base de dados que trabalha com valores constantes de 1990 (em dólar).”
Clique aqui para ler mais.
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Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
By Thomas I. Palley
In this paper the author argues that the interpretation of the financial crisis as a Minsky crisis is misleading, as the processes identified in Minsky’s financial instability hypothesis, even when playing a critical role in the crisis, are part of a larger economic drama involving the neoliberal growth model. Interpretation of the financial crisis as a purely financial crisis–in the spirit of a pure Minsky crisis–and the attendant policy prescription of simply fixing the financial system may, in fact, worsen stagnation.
Link: http://www.networkideas.org/featart/dec2009/Minsky.pdf
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Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Em uma co-edição da Boitempo e da Editora da Fundação Perseu Abramo, o livro “Brasil, entre o passado e o futuro” busca contribuir com o debate sobre o que virá após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para tanto, contou com a colaboração de alguns intelectuais – integrantes do governo ou não – que nunca deixaram de pensar e sistematizar ideias sobre o processo em curso no país: Marco Aurélio Garcia, Emir Sader, Marcio Pochmann, Guilherme Dias, Luiz Dulci, Nelson Barbosa, José Antonio Pereira de Souza e Jorge Mattoso. Além dos artigos, completa o volume uma entrevista com a ministra Dilma Rousseff, feita por Garcia, Sader e Mattoso. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Com uma comparação dos incentivos fiscais para inovação adotados no Brasil e em países selecionados e a identificação de lacunas no sistema brasileiro de incentivos, o IEDI dá início a uma série de estudos sob a temática geral de “Desafios da Inovação”. Inovação é o que em última análise promove o crescimento de longo prazo de uma economia e assegura sua competitividade a nível global, razão pela qual, no modo de ver do IEDI, deve figurar no primeiro bloco de preocupações de um programa de desenvolvimento econômico para o país e merecer os melhores esforços na formulação da política econômica. A série “Desafios da Inovação” procura dar subsídios para impulsionar a inovação no Brasil. Abordará diversos aspectos que envolvem o tema: financiamento, políticas de demanda (compras governamentais), comércio exterior de bens de conteúdo tecnológico, estrutura industrial e inovação, questões institucionais (insegurança jurídica e outros temas) e programas mobilizadores. Clique aqui para ler mais.
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