Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Luís Nassif
Anos atrás, a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) anunciou uma política industrial. Não foi longe, especialmente porque o Ministério da Fazenda, do Ministro ao porteiro, era contrário a qualquer forma de política industrial. Tempos depois, foi anunciada uma segunda política industrial, privilegiando alguns setores mas especialmente políticas horizontais – como estímulo ao investimento e à inovação.
Devolveu ao BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) o vigor perdido, por muitos anos sem políticas pró-ativas. Essa mudança ajudou no segundo semestre do ano, quando foi necessária montar a política anticíclica que ajudou a reduzir os impactos da crise global, lembra Júlio César de Almeida, do IEDI (Instituto de Estudos de Desenvolvimento Industrial).
Mas quem moldará definitivamente o desenho do país nas próximas décadas será o câmbio. E o governo Lula continua permitindo a loucura iniciada no governo FHC, de perpetuação da apreciação cambial. Leia mais…< >< ><-->
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Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Eduardo Gomes e Rodrigo L. Medeiros
Fonte: Monitor Mercantil (01/08/09)
Há mais de 70 anos, John M. Keynes sugeriu que se fizesse de conta, num contexto de precárias condições, que o certo é errado e o errado é correto, pois o errado é útil e o certo não. Keynes observou que o desenvolvimento econômico decorreu da avareza, da usura e da precaução, atributos que ele pessoalmente desprezava.
A utopia keynesiana recomendava então que tais atributos precisariam continuar, por mais algum tempo, a serem “nossos deuses”. Os sistemas produtivos sinalizavam capacidade de liberar os seres humanos para o lazer e a cultura.
Com a gradual superação do contexto da escassez para o de afluência magistralmente descrito por John K. Galbraith em 1958, tudo indicava que a respectiva utopia não precisaria aguardar um século para que fosse realizada. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Esta edición de Nueva Sociedad se propone indagar en la relación Estado-mercado en tanto principio estructurador de la economía. Entre todas las conclusiones de los artículos hay una fundamental: aunque por momentos se los intente ubicar como iguales, Estado y mercado no son instituciones equivalentes. La idea es explorar algunas claves, no para volver al pasado sino para avanzar hacia el futuro, sobre dos ruedas, distintas entre sí pero inevitablemente unidas la una a la otra.
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Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Wilson José Vieira, Engenheiro Nuclear, Ph.D.
Fonte: Democracia e Transparência em C&T
A pós-graduação no Brasil é um sucesso inquestionável. Exibimos com legítimo orgulho a formação de quase 10.000 doutores por ano, mais de 2% da produção científica mundial, a 13ª posição no ranking de número de artigos científicos publicados, Petrobrás, Embraer, Embrapa e outros exemplos de nossa grandeza em Ciência e Tecnologia (C&T). Muito bom. Mas, podemos fazer melhor?
Somos um país enorme. O Brasil possui inúmeros professores e pesquisadores excelentes que o engrandecem mundialmente. Temos milhares de excelentes alunos que vão contribuir decisivamente para nosso desenvolvimento. Temos milhares de homens e mulheres altamente qualificados formados para ajudar no desenvolvimento de nossa sociedade e especializados nas várias subáreas de subáreas de subáreas do conhecimento científico. No entanto, também temos inúmeros professores e pesquisadores doutores que orientam dezenas de teses semelhantes, que publicam centenas de artigos semelhantes, que muitas vezes têm muito pouco a contribuir para o desenvolvimento em C&T e para a solução dos problemas reais do País.
O problema se agrava quando são escolhidas linhas de pesquisa de interesse dos países tecnologicamente dominantes e de suas grandes editoras de periódicos internacionais. Nesse caso, é possível que ciência, feita e paga aqui, possa eventualmente se transformar em tecnologia lá fora e, eventualmente, poderíamos importar produtos com essa tecnologia, pagando caro, muito caro. No entanto, esses trabalhos interessam muito mais aos próprios autores, cuja motivação principal é pertencer à “Casta dos Superbacharéis” (CB, Opinião, 7/2/09). Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Um dos ângulos mais complexos está nos campos da educação e da saúde, na valoração de seus benefícios.
Washington Novaes é jornalista
Fonte: Jornal da Ciência
Há poucas semanas (3/7) foi mencionado aqui o relatório produzido pela chamada Comissão Stiglitz-Sen-Fitoussi, liderada pelos Prêmios Nobel Joseph Stiglitz e Amartya Sen e encarregada pelo presidente da França de definir novos caminhos para avaliar a situação do mundo que superem as limitações dos indicadores apenas econômicos e financeiros – cuja precariedade ficou evidenciada na não-previsão da atual crise global.
Seria importante que muitas pessoas tomassem conhecimento dessa primeira versão já trabalhada durante mais de um ano e a discutissem, já que os autores pedem “contribuições da sociedade”.
O texto começa pela afirmação de que “há grande distância” entre as medidas comumente usadas por especialistas para avaliar importantes variáveis socioeconômicas (como crescimento, inflação, desigualdades sociais, etc.) e a percepção que delas tem a sociedade. O “gap” é tão profundo e universal, diz a comissão, que não pode ser explicado apenas por ilusões monetárias ou pela psicologia humana. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Nos seis primeiros meses da crise, a retração da indústria de transformação foi de 10,3%. Tomando-se só o 1º trim/2009, a queda foi maior, de 14,6%. Mais grave é que foram atingidos os fabricantes de bens de capital (média-alta tecnologia). Leia mais no IEDI…<-->
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Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
O Brasil é o exemplo a ser seguido, mas, como bom caipira, fico desconfiado com tanto elogio para nosso país.
Em sua coluna de 12 deste mês, Clóvis Rossi escreveu que o Brasil, que agora deve participar do G14, chegou ao “topo do mundo”, mas continua caipira. Não sei se nosso problema é realmente o caipirismo. A dialética entre o elemento nacional e o cosmopolita foi sempre uma fonte fértil do progresso humano. Mas, como ao notável jornalista, também me preocupa esse “topo do mundo”. No início do século 20, os brasileiros foram vítimas do ufanismo local; no início do século 21, é a vez de sermos vítimas do ufanismo alheio. Viajo bastante, e nunca vi tanto elogio para o Brasil e para Lula como atualmente. Fico feliz pelo presidente, mas, como bom caipira, fico desconfiado com tanto elogio para nosso país. Leia mais…
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Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Do Estadão
China vai usar reservas para comprar empresas
A China vai usar suas reservas internacionais, que já superam os US$ 2,132 trilhões, para expandir e apoiar aquisições de empresas no exterior pelas companhias chinesas, afirmou Wen Jiabao, o primeiro-ministro chinês. “Devemos acelerar a execução de “estratégias de saída” e combinar o uso de reservas de divisas com a “saída” das nossas empresas”, disse a diplomatas chineses, segundo informou o jornal britânico Finantial Times.
O governo quer que as empresas chinesas aumentem sua participação nas exportações mundiais, disse Wen. A estratégia de saída da crise para a China é o incentivo aos investimentos e aquisições no exterior, principalmente por grandes grupos industriais, de propriedade estatal, como a PetroChina, Chinalco, China Telecom e o Banco da China. Leia o resto do artigo »
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