Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Se os tucanos tivessem ganhado em 2002, hoje provavelmente a festa do pré-sal seria no Texas, ou em Cingapura – na sede da empresa que teria assumido o controle da Petrobrax. Os tempos do “pensamento subalterno”, os tempos de tirar os sapatos para os Estados Unidos, esses ficaram pra trás. “Altas personalidades naqueles anos chegaram a dizer que a Petrobras era um dinossauro – mais precisamente, o último dinossauro a ser desmantelado no país. E, se não fosse a forte reação da sociedade, teriam até trocado o nome da empresa”, disse o presidente Lula no lançamento do pré-sal. O artigo é de Rodrigo Vianna. Leia mais…
Postado em Desenvolvimento, Política Brasileira | Sem Comentários »
Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
By Thomas Palley
Project Syndicate
WASHINGTON, DC – President Barack Obama’s nomination of Ben Bernanke to a second term as Chairman of the United States Federal Reserve represents a sensible and pragmatic decision, but it is nothing to celebrate. Instead, it should be an occasion for reflection on the role of ideological groupthink among economists, including Bernanke, in contributing to the global economic and financial crisis.
The decision to nominate Bernanke is sensible on two counts. First, the US and global economies remain mired in recession. Though the crisis may be over in the sense that outright collapse has been avoided, the economy remains vulnerable. As such, it makes sense not to risk a shock to confidence that could trigger a renewed downturn. Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
“É consenso que o setor privado precisa investir mais em inovação, mas novo salto depende de indução do Estado”
Fonte: Jornal da Ciência
Leia o editorial:
A realização do 3º Congresso de Inovação na Indústria pela Confederação Nacional da Indústria, que também patrocina o Movimento Empresarial pela Inovação, demonstra que pesquisa e desenvolvimento (P&D) entraram para o rol de prioridades do setor. Empresas privadas brasileiras investem pouco em inovação, o que enfraquece um elo decisivo na cadeia da competitividade.
Vários outros países pelejam para aumentar o investimento em inovação como parcela do PIB e a fatia do setor privado nessa conta.
Segundo Jean Guinet, economista da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, apresenta grande inércia a correlação entre níveis baixos de PIB per capita, gasto em P&D e envolvimento privado em inovação. O Brasil é um caso de manual. Mesmo a meta modesta de elevar o investimento para 1,5% do PIB em 2010, com 0,65% de participação privada, ainda é encarada com ceticismo. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, política industrial | Sem Comentários »
Postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
O Brasil só alcançou altas taxas de crescimento enquanto administrava sua taxa de câmbio. Só voltará a alcançá-las quando voltar a fazê-lo. O Brasil só terá novamente altas taxas de crescimento econômico quando voltar a administrar taxas de câmbio. Leia mais…
Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
O Brasil teve duas experiências relevantes de política industrial. Uma, no período que vai do pós-guerra até o governo JK. Outra, no período de Ernesto Geisel na presidência, com o Plano Nacional do Desenvolvimento montado dentro de um ambiente autoritário – com as decisões e implementações sendo feitas centralizadamente. Leia mais em Luís Nassif (blog)…
Postado em Desenvolvimento, Política Brasileira, política industrial | Sem Comentários »
Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Em visita ao Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT), nesta quarta-feira (12/8), o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da C&T, Ronaldo Mota, alertou que as empresas que não têm condições de inovar não sobreviverão. Leia mais…
Postado em Desenvolvimento, política industrial | Sem Comentários »
Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Gustavo A. G. dos Santos e Rodrigo Medeiros
Fonte: Valor Econômico (12/08/2009)
Carro elétrico terá impacto profundo nas exportações brasileiras, muito dependentes de uma em breve anacrônica cadeia metal-mecânica
A crise financeira levou a GM à concordata, desmembramento e nacionalização. A estatização sempre foi tabu nos EUA. Para entendê-la, é preciso compreender a importância do setor.
Os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países desenvolvidos e tigres asiáticos e mais de dois terços das patentes industriais. Chamamos esses setores de indústrias centrais em artigo recente publicado na revista “Custo Brasil”, em março.
As indústrias centrais constituem a base das inovações e da competitividade das nações desenvolvidas, cujos gastos em P&D respondem por 70% dos globais. Quem deseja se tornar desenvolvido, precisa estar presente competitivamente nessas indústrias. Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Gustavo Santos, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, política industrial, Rodrigo Medeiros | 1 Comentário »
Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Marcio Holland
Fonte: Valor Econômico (05/08/2009)
O Brasil é um país de renda per capita média, de acordo com a generosa classificação do Banco Mundial. Mesmo sendo a nona economia industrial do mundo, ainda produz pouco menos de 2% do PIB mundial e contribui com menos de 1,5% do comércio mundial. Mais do que isso, mesmo com uma pauta de exportações razoavelmente diversificada se comparada com a de outras economias da América do Sul, o Brasil é basicamente um exportador de commodities. Exportamos muito do mesmo, cada vez mais do mesmo. Até quando crescemos nosso comércio mundial, estamos lá exportando cada vez mais do mesmo. Somos definitivamente uma economia pequena e pobre. Nada de ilusões.
Para se ter uma ideia, em 1990, quando o Brasil exportava pouco mais de 2% do total exportado para a China, 45% de tais exportações eram de produtos primários e baseados em recursos naturais. Hoje em dia, mandamos para a China, nosso principal parceiro comercial individual, mais de 85% destes mesmos produtos. Quase nada de produtos manufaturados e de média e alta tecnologia. Cada vez menos destes para Estados Unidos e Europa. Aos nossos produtos manufaturados e de média e alta tecnologia restam ainda nossos vizinhos sul-americanos. Os chineses, ao contrário, inundam o mundo como o maior exportador mundial, lado a lado com a poderosa Alemanha, com produtos predominantemente de alta tecnologia. A China é hoje muito mais um retrato de nossa maldição de recursos naturais do que de oportunidades de negócios. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, política industrial | Sem Comentários »