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Blog do Desemprego Zero

Educação, inserção internacional e estratégia de desenvolvimento

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2010

Qualquer debate sério sobre um projeto de país não pode se furtar de discutir o papel da educação no processo de desenvolvimento econômico. Individualmente, é impossível conceber liberdade em seu sentido pleno sem oportunidades de desenvolvimento pessoal para todos. Coletivamente, a especialização de uma economia e sua capacidade competitiva esta intimamente ligada à qualidade de sua mão de obra. Nessas condições, chamam atenção análises sobre o ensino técnico em detrimento do ensino superior, como a discussão entre os presidenciáveis (clique aqui para ler sobre a opinião de um especialista).

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Postado em Destaques da Semana, Heldo Siqueira | Sem Comentários »

Enfrentando os desafios atuais

Postado em 5 dEurope/London julho dEurope/London 2010

Ainda não conhecemos todos os efeitos que as sucessivas crises internacionais terão na distribuição de forças entre os países do mundo. Sabemos que os países desenvolvidos, a despeito de ainda serem os principais atores, perdem credibilidade e a influência que tinham nos fóruns de debates e nas tomadas de decisão multilaterais. Mas é interessante entender a forma como os principais formadores de opinião do país interpretam essas mudanças. E me surpreendeu a opinião do ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso (clique para ler o artigo do ex-presidente).

A crise americana no final de 2008 provocou dificuldades na maioria dos países que tinha sua economia baseada nas exportações para os EUA. Os países europeus e alguns dos países em desenvolvimento sentiram o golpe e tiveram taxas de crescimento bem reduzidas em 2009. O Brasil conseguiu minimizar os efeitos da crise com incentivos ao consumo e à manutenção do nível de emprego. Mais que isso, o país que não sofreu com recessão em 2009 cresce a taxas ainda mais elevadas esse ano. Trata-se de reconhecer qual a verdadeira necessidade que o mercado internacional tem a cumprir no desenvolvimento da economia nacional.

Ou seja, o país assumiu uma postura de enfrentar a crise através da valorização do mercado interno. Não se trata de abrir mão do mercado internacional, mas modificar o tipo de inserção no mundo.

Essa alternativa vai de encontro ao consenso estabelecido durante os anos 1990 de que países em desenvolvimento não possuíam mercado consumidor para sustentar o crescimento a taxas elevadas. Economicamente, essa tese baseava-se na idéia de que a poupança interna era insuficiente para financiar o investimento necessário para o crescimento. Portanto, a única alternativa era especializarem-se em produtos para exportação e procurar desenvolverem-se vendendo para o exterior.

As crises nos países desenvolvidos mostra é que a poupança deles estava baseada em especulação imobiliária, no caso dos EUA, e incentivos fiscais no caso europeu. O que ruiu com a crise não foram apenas os lucros dos acionistas, mas toda a base da ideologia que os sustentava. Ora, se os EUA podiam lastrear crédito com especulação imobiliária e a Europa pode manter incentivos fiscais para criar investimento, então a poupança não é uma dádiva da natureza, mas uma construção, que em doses erradas pode trazer sérias conseqüências negativas.

Vivemos um momento parecido com o do final dos anos 70, quando o equilíbrio de forças mundial teve seu último abalo. Naquele momento, foram as dificuldades com o preço petróleo que provocaram todos os problemas financeiros que se seguiram. O Brasil, como todos os países que dependiam de importações de petróleo sofreu com a crise, o que estancou o crescimento. O problema é diferente hoje, somos autossuficientes na maioria dos insumos e temos boas relações com os vendedores daqueles que precisamos. Se os insumos não são o problema e nem a poupança, temos outros desafios a enfrentar.

Os desafios nessa situação são diversos de simplesmente achar recursos para financiar o desenvolvimento. Os problemas de infra-estrutura devem ser resolvidos com ampliação do investimento. A maioria desses investimentos traz benefícios para todo o país ao mesmo tempo. São, por excelência, bens públicos. Não há problema em financiar com dinheiro de impostos, desde que sejam gastos com transparência. O principal entrave para o desenvolvimento acelerado pode ser o desenvolvimento de tecnologia, mas mesmo esse problema pode ser resolvido com investimentos. Os impactos ambientais devem ser avaliados por especialistas, que devem entender a importância do que está sendo tratado, sem desviar dos critérios técnicos.

Não podemos desperdiçar essa oportunidade enfrentando problemas do passado sem analisar as diferenças que a realidade atual difere do passado.

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“SUS” da Educação muda papel do MEC

Postado em 30 dEurope/London março dEurope/London 2010

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A criação de um sistema nacional articulado de educação baseado no regime de colaboração entre União, Estados e municípios do Sistema Único de Saúde (SUS) vai depender de aprovação de lei complementar e mudanças na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) para se tornar realidade no país. O esboço dos primeiros artigos da futura legislação foi apresentado ontem durante o segundo dia de atividades da 1ª Conferência Nacional de Educação (Conae) e está sendo discutido pelos cerca de 3 mil delegados presentes ao encontro, que acontece em Brasília até quinta-feira. Clique aqui para ler mais.<-->

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Inovação como forma de crescimento sustentável

Postado em 29 dEurope/London março dEurope/London 2010

Em participação na 1ª Conferência Regional Sul de Ciência, Tecnologia e Inovação, secretário do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) defende a criação de programas e ações voltadas ao incentivo à inovação no país. Clique aqui para ler mais.

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Estudo questiona risco de escassez de engenheiros no país

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2010

Elaborado pelo Ipea, estudo não confirma que país precisa de mais engenheiros, enquanto o crescimento não passar de 5% ao ano

O atual ritmo de formação de engenheiros no Brasil é suficiente para suprir a demanda por profissionais dessa área se o ritmo de crescimento da economia nacional também se mantiver nos patamares de hoje e não ultrapassar os 5% ao ano, considerando o período 2009-2022. Clique aqui para ler mais.

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Conae: conferências e conseqüências

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2010

“Cada um de nós tem papel de protagonista na realização dos sonhos dos pioneiros da educação”Isaac Roitman é membro Titular da Academia Brasileira de Ciências e coordenador do Grupo de Trabalho de Educação da SBPC

Ainda no primeiro semestre de 2010, serão realizadas em Brasília duas importantes conferências nacionais, a Conferência Nacional de Educação (Conae, em março) e a Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI, em maio), esta com grande interface com a área de educação. As conferências nacionais são precedidas de conferências estaduais e municipais com ampla participação de diferentes segmentos da sociedade. Clique aqui para ler mais.

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Frente Plurissetorial vai atuar em defesa da Ciência, Tecnologia e Inovação

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2010

Instalação da frente está marcada para esta quarta-feira, 24 de março, às 14h30, na Câmara dos Deputados

Com o objetivo de articular ações governamentais para o desenvolvimento científico e tecnológico e de ampliar a capacidade de inovação no país, parlamentares, representantes do governo e do setor privado vão instalar nesta quarta-feira (24/3) a Frente Plurissetorial em Defesa da Ciência, Tecnologia e Inovação. Clique aqui para ler mais.

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Os caminhos da inovação

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2010

Por Luís Nassif. (Blog)

Um dos grandes desafios brasileiros, para as próximas décadas, será o de levar os conceitos de inovação para as pequenas e médias empresas.

Por inovação entenda-se não apenas produtos inovadores, mas toda modificação no processo de produção ou de gestão que permita ganhos para a empresa e para os consumidores. Por exemplo, mudar o sistema de vendas; ou descobrir um processo novo de administrar estoques, tudo se enquadra no conceito de inovação. Clique aqui para ler mais.

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