Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Para Yvo de Boer, a próxima conferência climática pode terminar como a de Copenhague
Ele comandou a Conferência do Clima da ONU, a COP-15, em Copenhague, em dezembro, um dos encontros que mais mobilizou líderes e a opinião pública do mundo. Apostou alto num grande acordo que não aconteceu, por conta da batalha entre grandes emissores, como China e EUA.
Em entrevista exclusiva, o secretário-executivo da Convenção da ONU sobre o Clima, Yvo de Boer, diz que não aposta num novo acordo no próximo encontro sobre clima, no México, em novembro: “Só aposto quando sei que vou ganhar”. De Boer avalia os acertos e os erros de Copenhague e diz que os países em desenvolvimento estavam certos ao não ceder às nações ricas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Chove há 43 dias em São Paulo. Há 72 pessoas mortas. Nenhuma metrópole do mundo se corrompeu a ponto de permitir, como São Paulo, construir tantas peças de concreto num espaço sem verde. São Paulo é um exemplo de como a corrupção destruiu o meio ambiente, impediu que a cidade respirasse, aumentou a temperatura e provocou chuva. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 6 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: CartaCapital
Pouco conhecido e muito falado, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães deixou a Secretaria de Relações Exteriores do Itamaraty para ocupar, há duas semanas, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Trata-se do homem acusado de tentar doutrinar diplomatas e de ser o representante do anti-imperialismo mais retrógrado nas relações internacionais do governo Lula.
O tempo lhe deu razão ao defender a política Sul-Sul, de favorecimento das relações com a África e os vizinhos sul-americanos. Em entrevista exclusiva à CartaCapital, o embaixador, que aos 70 anos estava às vésperas de se aposentar do serviço público, assume seu nacionalismo e as restrições à globalização, e acusa os governos anteriores de terem se alinhado “em excesso” aos EUA.
Chamado de “guru de Hugo Chávez” pelo próprio Lula, Guimarães recebeu do presidente a incumbência de planejar estratégias para 2022, quando se completam 200 anos de independência. Muito embora, para o autor de Quinhentos Anos de Periferia (Contraponto Editora), o futuro do “país do futuro” já tenha chegado. “Ainda há muito a ser feito, mas o Brasil está deixando a periferia, sem dúvida.”
CartaCapital: Depois de anos no Itamaraty, o senhor está estranhando a mudança para outro ministério? Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Ecologista do Inpa condena hidrelétricas na Amazônia e diz como é possível aliar desenvolvimento com preservação.
Fonte: Revista IstoÉ (13/02/2008)
Quando o tema é aquecimento global, Philip Fearnside, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, é o segundo cientista mais citado no mundo nos últimos dez anos, de acordo com o Science Citation Index. O levantamento, feito por meio de referências em revistas na área, revela a importância científica de suas pesquisas na Amazônia, onde desembarcou em 1976. Formado em biologia pela Universidade do Colorado e Ph.D. em ecologia pela Universidade de Michigan, aos 57 anos Fearnside comanda uma equipe que mapeia os serviços ambientais prestados pela floresta. Sua proposta é ousada e radical: ele sugere que os países do mundo paguem pelos benefícios ecológicos que a floresta traz, como organismo que regula o fluxo de chuvas, a temperatura e evita o agravamento do efeito estufa. Para Fearnside, o ressarcimento material por esses benefícios produzidos pela floresta garantiria a qualidade de vida da sua população, mantendo preservada a Amazônia.
Ele critica as medidas anunciadas pelo governo, como a suspensão de autorizações para desmatamento em 36 municípios da Amazônia, e diz que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) poderá ser ainda mais prejudicial para a conservação da região. Pessimista em relação à influência do aquecimento global, Fearnside estima que até 2080 poderá ocorrer o fim da floresta. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Eduardo Kaplan Barbosa*
O Ministro do Longo Prazo, Mangabeira Unger, manifestou interesse em incluir a região da Amazônia na agenda de desenvolvimento brasileiro, e por isso tem recebido diversos ataques (clique aqui para ler a reportagem em ” O Globo “).
Desenvolvimento Ecologicamente Sustentável
Depois de décadas em que o Brasil privilegiou o crescimento econômico a qualquer preço, sem considerar os impactos ambientais, o senso comum atual a respeito da Amazônia Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Rodrigo Loureiro Medeiros*
“(…) estabelecer prioridades em função de objetivos sociais coerentes e compatíveis com o esforço de acumulação seria a única forma de liberar a economia da tutela das grandes empresas”. – Celso Furtado, O mito do desenvolvimento econômico (Paz e Terra, 1974).
Considerado pela ONU como o Ano Internacional do Planeta Terra, 2008 promete interessantes debates desenvolvimentistas. Embora já se tenha adentrado formalmente no século XXI, observa-se a tradicional inércia brasileira. Certamente essa assertiva vale para muitos países ibero-americanos. Divididos pelo enfrentamento de problemas do passado e os desafios do futuro, essas sociedades escorregam no presente.
Uma coisa é clara: dificilmente os desafios do presente podem ser integralmente superados com soluções do passado. O mundo se tornou mais complexo, mais acelerado e menos generoso. Países retardatários não podem, portanto, contar com a boa vontade do sistema internacional. Leia o resto do artigo »
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