Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2010
Os dados divulgados hoje pelo IBGE permitem traçar um perfil dos setores industriais regionais do País no que diz respeito à distância que cada um deles guarda com relação aos níveis de produção do período pré-crise. Ao se considerar a série dessazonalizada do índice de produção industrial, observa-se que a indústria brasileira como um todo ainda apresenta, em janeiro de 2010, um nível de produção 4,9% abaixo do registrado em setembro de 2008 – mês em que ocorreu o agravamento da crise internacional. Pode-se afirmar que esse resultado reflete muito mais particularidades regionais do que a dinâmica da indústria nacional propriamente dita. Um indicador disso é o que vem ocorrendo com a indústria mais estruturada, diversificada e encadeada do Brasil, qual seja, a indústria de São Paulo, cujo nível de produção superou, em janeiro último, o patamar pré-crise: a produção paulista é 0,6% maior do que a produção correspondente a setembro de 2008. Nesse sentido, uma análise apoiada no centro industrial do país permite afirmar que a indústria brasileira superou a crise internacional. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010
A produção industrial cresceu em 13 das 14 regiões investigadas pelo IBGE em janeiro de 2010, na comparação com dezembro de 2009, segundo divulgou há pouco o instituto. Nessa comparação, as regiões que registraram os principais avanços foram o Espírito Santo (5,6%), Ceará e Pernambuco (com 5,4% cada) e Paraná (4,0%). As demais altas foram observadas nos seguintes locais: região Nordeste (3,7%), Rio Grande do Sul (3,2%), São Paulo (3,0%), Pará (3,0%), Bahia (2,5%), Goiás (2,2%), Minas Gerais (1,7%), Santa Catarina (1,1%) e Rio de Janeiro (0,3%). No caso do Amazonas, houve estabilidade (0,0%). Ainda ante o mês anterior, a produção industrial nacional cresceu 1,1%, conforme divulgou o IBGE no início da semana passada. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010
Grupo deverá definir, aprovar e promover políticas e projetos comuns para impulsionar, a partir das mais relevantes áreas do conhecimento, a meta da integração assumida pela Unasul
Representantes dos países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) reuniram-se em Quito, nos dias 1º e 2 de março, para elaborar o estatuto e o plano de ação do Conselho de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Inovação (Coseccti) da entidade. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
O Uruguai, há muito tempo estagnado, precisa de uma inteligência que recuse todas as ortodoxias. A regra que a preside é simples: quem não pensar por conta própria, quem não tiver uma estratégia nacional de desenvolvimento não sobreviverá. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
“Ao visitarmos as instituições chinesas percebe-se claramente o investimento prioritário em educação em todos os níveis, forte apoio à pesquisa científica e tecnológica, à inovação tecnológica e sofisticação do parque industrial”.
Wanderley de Souza é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e diretor de projetos do Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro-RJ). Clique aqui para ler mais.
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
O Tribunal de Contas da União (TCU) verificou que existem problemas sérios na política de desenvolvimento regional desenvolvida pelo governo federal, como o fato de cidades com renda mais alta receberam mais dinheiro do que municípios carentes e emendas parlamentares desviarem fundos de desenvolvimento regional de seus objetivos iniciais. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
A renda gerada por apenas cinco municípios representava quase 25% de todas as riquezas do país em 2007, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quarta-feira (16). Esses mesmos municípios concentravam 12,8% da população brasileira no mesmo ano.
Com a maior participação, apenas São Paulo concentrava 12% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2007. As demais participações entre as cinco maiores eram de Rio de Janeiro (5,2%), Brasília (3,8%), Belo Horizonte (1,4%) e Curitiba (1,4%).
Clique aqui para ler mais.
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Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Escrito por Octávio Rodriguez, um proeminente técnico da CEPAL, a empreitada de “O Estruturalismo Latino-americano” é ambiciosa. Mais do que uma reconstituição histórica do pensamento econômico e social, o livro procura codificar as “idéias-chave” do estruturalismo, mostrar sua articulação como corpo doutrinário relativamente coeso e reivindicar a sua atualidade como alternativa racional ao neoliberalismo e ao marxismo. O artigo é de Plínio de Arruda Sampaio Jr., para o sexto número do Jornal de Resenhas, que acaba de ser lançado.
Fonte: Carta Maior
Plínio de Arruda Sampaio Jr. – Jornal de Resenhas
O ESTRUTURALISMO LATINO-AMERICANO
Octavio Rodríguez
Tradução: Maria Alzira Brum Lemos
CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA/CEPAL
698 p., R$ 89,00
“O Estruturalismo Latino-Americano” é um substancioso compêndio sobre a formação, consolidação, desdobramento e metamorfose da corrente de pensamento vinculada à tradição política e ideológica do reformismo burguês – tradição que tem como denominador comum a crença de que é perfeitamente possível realizar a utopia de um capitalismo civilizado na periferia do sistema econômico mundial. Escrito por Octávio Rodriguez, um proeminente técnico da CEPAL, a empreitada é ambiciosa. Mais do que uma reconstituição histórica do pensamento econômico e social, o livro procura codificar as “idéias-chave” do estruturalismo, mostrar sua articulação como corpo doutrinário relativamente coeso e reivindicar a sua atualidade como alternativa racional ao neoliberalismo e ao marxismo.
Tendo como referência fundamental as idéias elaboradas no âmbito da CEPAL, o trabalho de Rodriguez não apenas sintetiza e completa seu livro anterior, Teoria do subdesenvolvimento da CEPAL, escrito no final da década de 1970, como amplia o espectro da análise, incluindo temáticas que extrapolam o âmbito estrito da reflexão econômica e incorporando movimentos teóricos que se afastam explicitamente a filiação ao estruturalismo, como é o caso da chamada “Escola de Campinas”, capitaneada por João Manuel Cardoso de Mello e Maria da Conceição Tavares, e da reflexão de Celso Furtado a partir de suas obras O mito do desenvolvimento e Prefácio à nova economia política. Leia o resto do artigo »
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