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Blog do Desemprego Zero

Confissões e verdades raras

Postado em 7 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Thomaz Wood Jr.

Fonte: CartaCapital

Em meados da década de 1990, as empresas de consultoria estavam eufóricas. A liberalização econômica, iniciada na década anterior, implantara um clima de desassossego no mundo corporativo. Beneficiada pelo pânico latente, a indústria do conselho comemorava ano após ano crescimentos a taxas de dois dígitos. À luz da ribalta, sucediam-se cenas de superação e sucesso. Nos bastidores, entretanto, a realidade não era tão dourada. Eis que, na curvatura da década, um consultor anônimo publicou, na revista Fortune, uma inspirada diatribe. Sob o sugestivo título Confissões de um ex-Consultor, o impenitente autor revelou mazelas de seus pares e clientes.

Começou por explicar a necessidade de consultores: em uma escala de 0 a 10, os presidentes de empresas são nota 5; eles (e elas) são profissionais medianos, que circularam pela empresa tempo suficiente para mostrar que são minimamente confiáveis; então, precisam dos consultores para resolver os problemas mais difíceis. Os consultores, por sua vez, têm mais interesse nos problemas do que nas soluções, e raramente têm a experiência de implementar suas próprias receitas. Eles flanam de cliente em cliente sem nunca realmente fincar o pé na realidade; cultivam a arte de se fazerem indispensáveis; e gastam mais tempo tentando vender novos projetos para seus clientes do que resolvendo problemas. E arremata: “Você pode não estar doente, mas o diagnóstico de um consultor vai convencê-lo de que você está”. Curiosamente, algumas organizações viciam-se em consultores. Por falta de confiança em seus próprios quadros, elas terceirizam as decisões estratégicas, a gestão e até a liderança. Leia o resto do artigo »

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O compartilhamento do conhecimento cumpre o que promete?

Postado em 28 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Newsletter de Universia-Knowledge@Wharton

28 Novembro- 11 Dezembro, 2007

Durante quase duas décadas, empresas de consultoria, de tecnologia, companhias impulsionadas pelas atividades de pesquisa e desenvolvimento e outras organizações que recorrem de forma significativa à utilização do conhecimento investiram pesadamente em projetos de “gestão do conhecimento”. Tais iniciativas têm como objetivo facilitar a captura e a transferência do know-how da empresa estimulando dessa forma o aprendizado e a inovação.

No entanto, uma pesquisa feita por Martine Haas, professora de Administração da Wharton, em parceria com Mortem Hansen, professor de Empreendedorismo da INSEAD, mostra que as tentativas de compartilhamento do conhecimento quase sempre malogram e raras vezes resultam no aperfeiçoamento das tarefas realizadas dentro da empresa – podendo, inclusive, prejudicar o desempenho dos projetos. Contudo, as empresas que planejam cuidadosamente de antemão o lançamento de um projeto de compartilhamento de conhecimento, e dão todo o respaldo ao empreendimento no decorrer do seu processo, têm muito mais chances de valorizá-lo, observam os pesquisadores. Leia o resto do artigo »

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