Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Capital
Por Delfim Netto
O criador da sigla BRIC, Jim O’Neill, sabia bem o que estava dizendo quando fez rasgados elogios à conduta do governo brasileiro no enfrentamento da crise que abalou os mercados financeiros a partir de setembro de 2008. Ele anda pelo mundo como chefe de pesquisa econômica global do Goldman Sachs. Esteve em São Paulo recentemente para palestras aos clientes do banco e falou da capacidade que a equipe dirigente do País revelou no auge da crise. Sua referência ao papel desempenhado pelo chefe da nação brasileira foi superlativa: “Dá para argumentar que o presidente Lula é o melhor e mais bem-sucedido gestor político desta década em um grande país”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: Valor Econômico (02.09.2009)
O economista anglo-neozelandês Robert Wade, 65, professor de política econômica e desenvolvimento da London School of Economics, não compartilha do otimismo que tem permeado os mercados nas últimas semanas quanto ao fim da crise econômica mundial. Em entrevista ao Valor, ele pintou um quadro preocupante. Disse que o movimento de recuperação industrial em curso no mundo desenvolvido é apenas uma recomposição de estoques. E que, por não ter sustentação, vai desaguar em nova crise em 2010, provocada pelos altos preços do petróleo e dos alimentos.
Com os países ricos retraídos e a China mantendo uma política exportadora agressiva, Wade avalia que os chamados países emergentes, como o Brasil, têm motivos para se preocupar, pois as exportações chinesas tendem a se direcionar para esses mercados. Não é a China, mas a especulação dos bancos ocidentais com dinheiro emprestado por seus governos para combater a crise que está elevando os preços do petróleo e dos alimentos, diz ele.
Além disso, o economista vê a formação de uma bolha imobiliária na China que deve estourar em algum momento, causando novo abalo. Segundo Wade, os empréstimos bancários na China cresceram mais de 60% no primeiro semestre deste ano, e o quadro em gestação é semelhante ao da crise asiática de 1997, o que a maioria dos economistas ainda rejeita.
Todo esse panorama, na sua avaliação, não é bom para o Brasil, país cuja economia ele diz não conhecer em profundidade. Para Wade, a estratégia comercial exportadora chinesa tem entre seus efeitos inibir a industrialização em países como o Brasil, mantendo-os majoritariamente como fornecedores de commodities. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) teve um efeito satisfatório sobre a economia brasileira ao manter 50 mil a 60 mil postos de trabalho diretos e indiretos no primeiro semestre de 2009. Essa é uma das principais conclusões da nota técnica Impactos da Redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de Automóveis, apresentada na sede da Fecomércio de São Paulo, na manhã desta terça-feira, dia 1º.
Os números foram revelados pelo diretor de Estudos Macroeconômicos (Dimac) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú, e pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Fábio Roitman. “Entre janeiro e junho, 1,420 milhão de veículos (automóveis e comerciais leves) foram vendidos no país. Destes, 191 mil podem ser atribuídos à medida de redução do IPI. Ou seja, 13,4% do que foi vendido é atribuído à redução do imposto”, afirmou Sicsú. A conta não inclui a venda de caminhões. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Carta Capital
Periscópio – Nouriel Roubini
Todas as economias foram afetadas pela crise, mas uma combinação de respostas políticas e fundamentos sólidos deu a alguns países, especialmente mercados emergentes, certa proteção. Esses mesmos pontos positivos podem levar os países destacados abaixo a se saírem melhor quando a recuperação global começar, ainda que suas taxas de crescimento permaneçam abaixo da tendência de 2003 a 2007.
O que há de comum entre esses países? Um aspecto principal é que eles tendem a ter menores vulnerabilidades financeiras, por causa de uma regulação mais restritiva e mercados financeiros menos desenvolvidos, assim como grandes e fortes mercados domésticos que sustentaram a demanda interna. Além disso, detinham recursos para utilizar, em políticas anticíclicas fiscais e monetárias, ações que não foram possíveis em crises anteriores. Em contraste, países que contraíram empréstimos para financiar o consumo doméstico nos dias de dinheiro fácil enfrentam agora agudas contrações econômicas. Apesar da relativa robustez destes últimos, entretanto, sua capacidades de retornar ao crescimento sustentado dependerá de reformas estruturais que deem suporte ao consumo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Comunicado da Presidência do Ipea revela que, mesmo em meio à instabilidade, houve melhora histórica nos indicadores
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta nesta terça-feira, dia 4, o Comunicado da Presidência nº 25, Desigualdade e Pobreza no Brasil Metropolitano Durante a Crise Internacional: Primeiros Resultados. O estudo revela que, ao contrário de outros períodos de grave manifestação de crise econômica no Brasil (1982-1983, 1989-1990 e 1998-1999), que causaram mais pobreza nas regiões metropolitanas, desta vez houve diminuição do empobrecimento no País desde o último trimestre de 2008. A melhora é considerada histórica.
O Comunicado da Presidência será divulgado às 14h, na sede do Ipea (SBS, Qd. 1, Ed. BNDES), pelo presidente do Instituto, Marcio Pochmann. Haverá transmissão on-line pelo site www.ipea.gov.br, e jornalistas interessados em fazer comentários ou perguntas poderão participar pelo e-mail coletiva@ipea.gov.br. É necessário fazer cadastro antecipado, enviando nome e veículo no qual trabalha para esse mesmo endereço eletrônico.
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Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009
AFBNDES (Associação dos Funcionários do BNDES) propõe debate sobre projetos que possam ir além do presente cenário nebuloso, seguindo a tradição nacional de ousar e se fortalecer na crise.
As questões a seguir foram formuladas pela coordenação do seminário para esquentar o debate que ocorrerá, de fato, no dia 4 de agosto, terça-feira, a partir das 14h30, no Auditório Reginaldo Treiger, no BNDES (Av. República do Chile, 100 – Rio de Janeiro). Confira as respostas e reflexões apresentadas pelos economistas do BNDES convidados para o evento: André Nassif (AP/DEPPO/GENPP), Fábio Giambiagi (AGR/DERIM) e Gustavo Galvão (AP/DEART/GEART). Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Conversa Afiada
Por Paulo Henrique Amorim
Saiu no Globo, na primeira página deste sábado:
“Governo errou total de mortos por gripe suína. O Ministério da Saúde reconheceu ter errado ao anunciar anteontem que o numero de mortos por gripe suína já chegara a 34. Cinco casos foram incluídos indevidamente na lista. Ontem, com a confirmação de mais quatro vitimas em São Paulo, o total de óbitos no Brasil chegou a 33.”
Este é o sexto título da primeira página do Globo contra o Governo Lula, neste sábado.
e todos os jornais impressos – em vias de extinção – do PiG (*), o Globo é o mais desatinado.A “notícia” sobre os números da gripe suína chega a ser ridícula.O Globo e a Globo joga todas as fichas na crise com que pretende derrubar o Presidente Lula.
Qual crise ?
Qualquer crise.
A do Sarney. (**)
A da Petrobrás.
A gripe suína.
Qualquer uma serve.
Desde que o Presidente Lula caia.
Ou não faça o sucessor.
Falta pouco para a eleição e o Globo, o PiG (*) e a elite branca (e separatista no caso de São Paulo) não têm candidato a Presidente da Republica. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: JB
Por J. Carlos de Assis
No auge do machismo dos anos 50, o humorista italiano Pitigrilli dizia de louras pouco inteligentes que eram incapazes de dizer três coisas bonitinhas sem acrescentar logo uma bobagem. O relatório recente da OCDE sobre o Brasil não consegue evitar a conclusão de que o país tem enfrentado a crise com relativa competência, mas não resiste em acrescentar que, para o futuro, precisa cortar gastos públicos a fim de não comprometer o crescimento a longo prazo.
Nenhuma política pública específica em nenhum país acerta 100%. A política fiscal do governo Lula para enfrentar os efeitos da crise acertou em 90%. A política monetária ficou a meio caminho, talvez 50%: não reduziu suficientemente os juros. Mas sabemos que ela nunca funciona mesmo com crise de demanda, em especial quando combinada com crises financeiras. Leia o resto do artigo »
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