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Blog do Desemprego Zero

Mr. Paulson and the New Yazoo Land Scandal

Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

By Dr. Michael Hudson

         Present discussions of the mortgage mess are lapsing into an unreal world. Advocates of the $700 bailout are now rounding up a choir of voices to proclaim that the problem is simply a lack of liquidity. This kind of problem, we are told, can be solved “cleanly” (that is, with no Congressional add-ons to protect anyone except the major Bush Administration campaign contributors) by the Federal reserve “pumping credit” into the system by buying securities that have no market when “liquidity dries up.”

         What is wrong with this picture? The reality is that there is much too much liquidity in the system. That is why the yield on U.S. Treasury bills has fallen to just 0.16 percent – just one sixth of one percent! This is what happens when there is a flight to safety. By liquid investors. Many of which are now fleeing abroad, as shown by the dollar’s 3% plunge against the euro yesterday (Monday, Sept. 22).

         The question that the media avoid asking is what people are trying to be safe from? The answer should be obvious to anyone who has been reading about the junk mortgage problem. Investors – especially in Germany, whose banks have been badly burned – are seeking to be safe from fraud and misrepresentation. U.S. banks and firms have lost the trust of large institutional investors here and abroad, because of year after year of misrepresentation as to the quality of the mortgages and other debts they were selling. This is Enron-style accounting with an exclamation point – fraud on an unparalleled scale.

         How many tears should we shed for the victims? The Wall Street firms and banks stuck with junk mortgages are in the position of fences who believed that they had bought bona fide stolen money (“fallen off a truck”) from a bank-robbing gang, only to find that the bills they bought are counterfeit – with their serial numbers registered with the T-men to make spending the loot difficult. Their problem now is how to get this junk off their hands. The answer is to strike a deal with the T-men themselves, who helped them rob the bank in the first place.

         There is a long pedigree for this kind of behavior. And it always seems to involve a partnership between kleptocratic insiders and the Treasury. Today’s twist is that the banksters have lined up complicit accomplices from the accounting industry and bond-rating companies as well. The gang’s all here.

         In view of the mass media these days calling Henry Paulson the most powerful Treasury Secretary since Alexander Hamilton, I think it is relevant to look at two leading acts of Mr. Hamilton that represent remarkable precursors of Mr. Paulson’s present $800 billion “cash for trash” deal with the Bush Administration’s major Wall Street campaign contributors.

         The two most appropriate parallels are the government’s redemption of “continentals” – paper money issued by the colonies during the Revolutionary War – and the Yazoo land grants. During the Revolution, states had issued paper currency to pay the troops and meet other basic expenses. These paper notes had depreciated, hence the term “not worth a continental” (not least because of large-scale counterfeiting by the British to cause economic disruption here). In the crisis, men with hard cash went around buying continentals at a great discount. In one of the most notorious and debated acts of the Constitutional  Convention, the new United States Government redeemed this depreciated paper currency at par.

         It was like the Treasury today buying junk mortgages at face value. But it is in the ensuing Yazoo scandal that we find a perfect combination of financial and real estate fraud on a magnitude that helped establish some of America’s great founding fortunes, creating dynastic wealth that has survived down to the present day.

         The Yazoo land fraud in Bourbon County, Georgia is one of the most notorious incidents of our early Republic. In January 1795 the state sold 35 million acres to four land companies for less than 1½¢ an acre. This was the result of bribery arranged by James Wilson – whom George Washington subsequently rewarded by naming him to the Supreme Court. (Moral: Crime pays.) To add insult to injury, the state was paid in depreciated currency, the “continentals.” So great was the outcry that a new state legislature was elected, and revoked the sale in February 1796, accusing its beneficiaries of “improper influence.”

         But a month before this new legislature was convened, one of the companies (the Georgia Mississippi Land Company) sold over 10 million acres, nominally at 10¢ cents an acre, to the New England Mississippi Land Company, which was quickly organized for just this purpose by some eminent Bostonian speculators, headed by William Wetmore. Only part of the money actually was paid in cash, and the transaction was largely a paper one. The company quickly hired agents to began selling shares to the public. Widespread speculation ensued in many states, each new investor becoming a partisan urging the national and state governments go along with the original fraud.

         New fraudsters jumped on board. Patrick Henry (“Give me liberty, or give me death”) headed up the Virginia Yazoo Company, which made a deal with Virginia Governor Telfair to buy twenty million acres of land at a penny an acre – paid for with the worthless continentals. The public was furious, but the “free marketers” of the day asked, what was wealth, anyway, but a reward for risk-taking. Leia o resto do artigo »

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O fundo político da atual crise econômica

Postado em 18 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Entrevista com Michael Hudson

Fonte: Agência Carta Maior

Alguns trechos selecionados:

“A explicação mais rápida para o fato dos Democratas não terem tributado a riqueza está no poder dos lobistas, mercenários de interesses particulares, e no poder dos think tanks, contratados por eles para promover uma teoria econômica lixo. A maior parte da riqueza é obtida, hoje, por meio de privilégios fiscais especiais, e o setor financeiro é o maior contribuinte das campanhas políticas, seguido pelo setor dos bens imobiliários. Os Democratas têm suas bases, tradicionalmente, nas grandes cidades. E, como disse Thorstein Veblen, em Absentee Ownership, a política urbana é, substancialmente, um projeto de promoção dos bens imobiliários. (…) o preço que a economia dos EUA tem que pagar, em seu conjunto, por ter sucumbido a um processo de financeirização e privatização completamente disfuncional. A idéia de que uma economia que vai mal pode curar-se por si mesma faz parte da ideologia hostil ao trabalho do FMI e da propaganda da Escola de Chicago”.

“A lição que se pode tirar disso é que a fortaleza econômica consiste na capacidade de criar crédito que alimente o crescimento econômico. Mas o setor bancário privatizado está, neste mesmo momento, destruindo essa fortaleza nos EUA. Em vez de criar crédito para financiar a formação de capital, o que faz o sistema bancário são empréstimos destinados a salvar a nefasta piramidalização financeira. (…) uma causa importante de que a poupança vá parar nesses bancos é que as leis tributárias tornam mais rentável esse endividamento do que o investimento em capital industrial. O sistema tributário formou um mercado em que compensa mais especular do que investir na formação de novos meios de produção. O setor financeiro foi desregulamentado, segundo a lógica de que o que gera mais dinheiro é sempre o mais eficiente. O produto que estão vendendo os bancos é dívida, e ajuda a tomar o controle de empresas, ajuda as fusões e aquisições. O crédito é um produto cuja criação sai praticamente de graça”.

“Em 1985, havia nos EUA apenas 13 bilionários. Agora há mais de 1.000. Em 2005, somaram-se 227.000 novos milionários. Um relatório mostrou que a riqueza de todos os milionários norte-americanos juntos chegava a 30 trilhões de dólares, mais do que a soma do PIB da China, Japão, Brasil e a União Européia. Os ricos criaram agora sua própria economia para satisfazer suas necessidades, em uma época em que os aumentos de salário do trabalhador médio só consegue acompanhar a inflação e em que 36 milhões de seres humanos vivem, nos EUA, abaixo da linha de pobreza.”

“O problema é que o sistema econômico como tal está falido. Ou seja, que vamos voltar ao começo desta entrevista: o que vai ser necessário é uma alternativa para a teoria econômica pós-clássica dos Chicago Boys e seus amiguinhos, os lobistas financeiros”.

Íntegra da entrevista: Leia o resto do artigo »

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O tsunami financeiro

Postado em 16 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Fonte: Projeto Brasil

Enquanto o mundo caía, economistas reuniam-se no no 5o Fórum de Economia da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, para discutir a economia brasileira.

Nas apresentações, uma certeza e uma dúvida. A certeza é que se trata da maior crise financeira em um século. A dúvida é sobre a intensidade com que o país será afetado por ela.

Vamos entender um pouco a gênese da crise, para analisar, depois, os desdobramentos no Brasil. Desde os anos 60, as políticas econômicas sempre tiveram preocupação com o nível de liquidez da economia – isto é, de dinheiro em circulação.

Com o avanço da Internet e de novas formas de transação financeira, os conceitos convencionais tornaram-se obsoletos. Surgiu, então, uma nova maneira de tentar articular políticas monetárias: o chamado regime de metas inflacionárias.

Em vez de tentar entender as causas das crises, o sistema propunha atuar diretamente sobre os efeitos. Se a inflação (ou as expectativas de inflação) subia, havia um aumento de juros trazendo a inflação para baixo. Se a inflação não era ameaça, reduziam-se os juros.

Com esse modelo, as políticas monetárias tornaram-se frouxas. Especialmente depois que a China inundou o mundo com produtos de baixo custo, exercendo um efeito deflacionário sobre os preços.

Foi essa situação cômoda que levou o presidente do FED, Alan Greenspan, a reduzir substancialmente os juros e a descuidar da liquidez da economia. Como resultado, havia um excesso de dinheiro em circulação sendo carreado para os chamados ativos reais. Esses recursos iam de mercado em mercado, provocando bolhas especulativas.

É nesse contexto que um dos ativos demandados passaram a ser as economias dos emergentes.

Esse período de lambança desarmou os órgãos reguladores. Sempre que a situação permite ganhos financeiros para muitos, há uma tendência a afrouxar os controles e a considerar normais situações de claro descontrole, como a oferta absurda de crédito dos últimos anos.

Bancos, empresas, tomavam dinheiro emprestado, adquiriam ativos. Depois, com a valorização dos ativos tomavam mais dinheiro emprestado, em um círculo louco – semelhante ao que marcou a crise da economia japonesa.

Agora, o jogo acabou. Houve a primeira etapa da crise, que foi a quebradeira do subprime. Os fundos hedge passaram a especular com commodities. Agora houve a queda nas cotações, com novos desdobramentos.

As conseqüências dramáticas desse 15 de setembro são as seguintes:

1. Um trancamento do crédito mundial, uma brutal enxugamento da liquidez.

2. O risco de queima de ativos por bancos em dificuldades, ampliando a deflação mundial, com efeitos sobre a economia real dos Estados Unidos, União Européia, Inglaterra.

3. No caso do Brasil, uma enorme dificuldade futura em financiar os déficits em transações correntes. O que obrigará o governo, em breve, a trabalhar intensamente para manter o real desvalorizado e reduzir a vulnerabilidade externa.

4. Necessidade de fortalecer o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para compensar o trancamento do crédito e do próprio mercado de capitais com a crise.

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¿Tienen los bancos centrales una estrategia de salida?

Postado em 10 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

by Kenneth Rogoff

Texto em inglês

Un año después de que comenzara la crisis financiera mundial, varios bancos centrales fundamentales siguen extraordinariamente expuestos con los precarios sectores financieros privados de sus países. Hasta ahora, la estrategia de mantener los sistemas bancarios intubados con el crédito a corto plazo garantizado con cargo a  los contribuyentes ha sido lógico, pero tarde o temprano los bancos centrales deben desconectarlos. De lo contrario, acabarán, a su vez, en el servicio de cuidados intensivos, cuando las pérdidas por créditos fallidos inunden sus balances.

La idea de que las grandes economías del mundo afrontan simplemente un pánico a corto plazo parece cada vez menos sostenible. En cambio, está resultando patente que, después de un período de beneficios y crecimiento apoteósicos, el sector financiero debe pasar ahora por un período de consolidación y recortes. Hay que permitir que los bancos débiles quiebren o se fusionen con otros (y se pague a los depositantes corrientes con fondos estatales de seguros) para que surjan bancos fuertes con un nuevo vigor.

Si ése es el diagnóstico correcto de la “crisis financiera”, los intentos de bloquear una dinámica normal y sana sólo servirán en última instancia para prolongar y exacerbar el problema. No permitir la necesaria consolidación equivale a debilitar los mercados de crédito, no a fortalecerlos.

La Reserva Federal de los Estados Unidos, el Banco Central Europeo y el Banco de Inglaterra están particularmente expuestos. Colectivamente, han concedido centenares de  miles de millones de dólares en préstamos a corto plazo tanto a bancos tradicionales como a “bancos de inversión” complejos y no regulados. Muchos otros bancos centrales están observando, nerviosos, la situación, muy conscientes de que pronto podrían encontrarse en la misma posición, a medida que la economía mundial sigue debilitándose y las tasas de morosidad correspondientes a toda clase de deudas siguen aumentando.

Si los bancos centrales afrontan un golpe en gran escala a sus balances, no necesariamente será el fin del mundo. Ya ha ocurrido en ocasiones anteriores -por ejemplo, durante las crisis financieras del decenio de 1990-, pero la historia indica que la reparación del balance de un banco central nunca es agradable. Al haber de afrontar pérdidas de créditos, un banco central puede conseguir su escapatoria mediante la inflación o esperar a la recapitalización por los contribuyentes. Las dos soluciones son extraordinariamente traumáticas.

Una inflación desbocada causa toda clase de distorsiones e ineficiencias. (Y no se debe pensar que los bancos centrales hayan descartado el impuesto de la inflación. De hecho, la inflación se disparó durante el año pasado, con lo que facilitó oportunamente una necesaria corrección del precio real de las casas.) Por otra parte, los rescates con cargo a los contribuyentes raras veces son suaves y comprometen inevitablemente la independencia de los bancos centrales.

También se plantea una cuestión de equidad. El sector financiero ha producido beneficios extraordinarios, en particular en los países anglófonos, y, si bien el cálculo de las dimensiones del sector financiero resulta extraordinariamente difícil por su opacidad y complejidad, las estadísticas oficiales de los EE.UU. indican que las empresas financieras representaron una tercera parte, aproximadamente, de los beneficios empresariales americanos en 2006. Las gratificaciones multimillonarias en Wall Street y en la City de Londres han llegado a ser cosa corriente y las empresas financieras han predominado en las listas de donantes a todos los más importantes candidatos políticos a las elecciones presidenciales de los Estados Unidos que se celebrarán en 2008. Así, pues, ¿por qué han de ser los contribuyentes corrientes quienes paguen la cuenta del rescate del sector financiero? ¿Y por qué no el de las industrias automovilística y metalúrgica o cualquiera de las demás industrias que han sufrido recesiones en los últimos años? Este argumento resulta tanto más poderoso, si los bancos centrales recurren al “impuesto de la inflación”, que recae desproporcionadamente sobre los pobres, quienes tienen menos medios para protegerse de los aumentos de precios que socavan el valor de sus ahorros.

El economista británico Willem Buiter ha acusado sin rodeos a los bancos centrales y a los funcionarios de la Hacienda Pública de parcialidad del regulador a favor del sector financiero, en particular en los Estados Unidos. Se trata de una acusación grave, sobre todo en vista de las enormes incertidumbres que han afrontado los bancos centrales y los funcionarios de la Hacienda Pública, pero, si los funcionarios no hacen el ajuste a medida que avance la crisis, la acusación de Buiter puede parecer menos exagerada.

Así, pues, ¿cómo pueden los bancos centrales salir de ese profundo agujero? La clave es extremar la distinción entre empresas financieras cuyas dificultades se deben de verdad al pánico (y, por tanto, son temporales) y las que tienen problemas más estructurales.

Después de un período de expansión en gran escala durante el cual las dimensiones del sector de los servicios casi se duplicaron, cierta reducción es natural y normal. El problema de las hipotecas de alto riesgo desencadenó una reducción en las actividades principales de algunas entidades financieras, en particular sus negocios derivados y extraordinariamente beneficiosos. Cierta reducción del sector es inevitable. Los bancos centrales deben comenzar a fomentar la consolidación, en lugar de conceder crédito indiscriminadamente.

En principio, el sector financiero puede reducirse mediante la contracción proporcional de cada una de las entidades en un 15 por ciento, pongamos por caso, pero ésa no es la tónica típica de sector alguno. Si hay fondos soberanos que quieren entrar y mantener a flote empresas muy necesitadas de capital con la esperanza de una gran recuperación, se les debe permitir hacerlo, pero deben comprender que los grandes accionistas extranjeros pueden ser mucho menos eficaces que los locales con vistas a persuadir a los bancos centrales para que concedan líneas de crédito en gran escala y sin compromiso.

Ya es hora de hacer balance de la crisis y reconocer que el sector financiero está experimentando transformaciones fundamentales y no es simplemente la víctima del pánico especulativo contra los préstamos hipotecarios. Desde luego, una reglamentación mejor es parte de la respuesta a largo plazo, pero no es una panacea. Los actuales titulares de acciones de empresas y de bonos deben cargar con el costo principal o, si no, habrá pocas esperanzas de que actúen de forma más responsable en el futuro.

Kenneth Rogoff es profesor de Economía y Política Pública de la Universidad de Harvard y antes fue economista jefe del FMI.

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Mapa da recessão nos EUA

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Clique no mapa para aumentá-lo.

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México. Brasil. Argentina. México de novo. Tailândia. Indonésia. Argentina mais uma vez. E agora os EUA.

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

NYT, 18/01/2008.

Paul Krugman

A história se repetiu várias vezes nos últimos trinta anos. Investidores globais, decepcionados com os retornos recebidos, buscam por alternativas. Eles acreditam que encontraram o que procuram em um país ou outro. O dinheiro migra rapidamente.

Mas, no final, se torna claro que as oportunidades de investimento não eram o que pareciam, e o dinheiro rapidamente vai embora mais uma vez, com péssimas conseqüências para o ex-favorito financeiro. Essa é a história das múltiplas crises financeiras na América Latina e na Ásia. E também o que aconteceu nos EUA junto com a bolha imobiliária e de crédito. Nesses dias, estamos vivendo o que normalmente acontece com economias do terceiro mundo. Leia o resto do artigo »

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