Postado em 18 dEurope/London setembro dEurope/London 2008
Thomas Palley
The U.S. financial system is caught in a destructive liquidation trap that has falling asset prices cause financial distress, in turn compelling further asset sales and price declines. If unaddressed, it risks sending the economy into deep recession – or even depression.
Current conditions are the result of bursting of the house price bubble and the end of two decades of financial exuberance. That exuberance was fostered by a cocktail of forces.
First, economic policy replaced wages and productive investment as the engines of growth with debt and asset inflation. Second, greed and free market ideology combined to promote excessive risk-taking and restrain regulators. This was encouraged by audacious claims that mathematical economic models mapped reality and priced uncertainty, making old-fashioned precautions redundant.
Recognition of the scale of financial folly has created a rush for liquidity. This is causing huge losses, triggering margin calls and downgrades that cause more selling, damage confidence, and further squeeze credit. That is the paradox of deleveraging. One firm can, but the system as a whole cannot.
Having failed to prevent the bubble, regulatory policy is now amplifying its deflation. One reason is mark-to-market accounting rules that force companies to take losses as prices fall. A second reason is rigid capital standards.
Application of mark-to-market rules in an environment of asset price volatility can create a vicious cycle of accounting losses that drive further price declines and losses. Meanwhile, capital standards require firms to raise more capital when they suffer losses. That compels them to raise money in the midst of a liquidity squeeze, resulting in fresh equity sales that cause further asset price declines.
Bad debts will have to be written down, but it is better to write them down in orderly fashion rather than through panicked deleveraging that pulls down good assets too. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Valor Econômico, 11/04/2008
Por Cristiane Perini Lucchesi
“Agora somos todos keynesianos”. A famosa frase – dita pelo monetarista Milton Friedman em 1965 à revista “Time” e pelo ex-presidente americano Richard Nixon ao acabar com o padrão ouro, em 1971 – está de volta à ordem do dia. Afinal, o livre e desregulamentado mercado dá sinais de fraqueza inconteste e tem pedido cada vez mais a ajuda do Estado. A inadimplência nas hipotecas americanas gerou uma crise de solvência entre os bancos dos países ricos que foram, pouco a pouco, socorridos pelos diversos governos.
A necessidade de ampliação dos gastos públicos para evitar uma recessão maior passou a ser defendida por personalidades tão díspares quanto o presidente americano George W. Bush, passando por seu secretário do Tesouro, Henry Paulson, pelo diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, e pelos candidatos democratas à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Barack Obama. Bancos centrais, governos e até mesmo instituições financeiras privadas passaram a discursar em favor de mudanças na regulamentação para o sistema financeiro e de melhorias na atuação de entidades regulatórias em todo o mundo.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e o ministro da Economia, Alistair Darling, tiveram de explicar a nacionalização do Northern Rock em fevereiro, após o socorro público ao banco, com empréstimos que chegaram a 55 bilhões de libras esterlinas (US$ 109 bilhões). O presidente do Fed, Ben Bernanke, teve de ir ao Congresso na semana passada para justificar o empréstimo de US$ 30 bilhões feito para o JPMorgan comprar o quebrado Bear Stearns, aceitando como garantia justamente títulos chamados de “lixo tóxico”, vinculados a hipotecas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Fonte: Focus – BC (21 de fevereiro de 2008).
O relatório de mercado do BC brasileiro menciona que: “Enquanto no ano 2000 as reservas representavam apenas 15,2% do total da dívida externa do país, ao final de 2007 esse grau de cobertura já atingia 91,2%. Na comparação com a dívida de curto prazo por vencimento residual, as reservas, que em 2000 representavam 60,4% daquele total, já representavam, ao final de 2007, quase o triplo dos compromissos anuais projetados”.
Se o mundo enfrenta os dilemas da crise norte-americana, por que não seguir as recomendações keynesianas do senhor Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI? O PAC e os serviços públicos tão carentes de investimentos agradeceriam muito.
bacen1sustentabilidade-externa.pdf
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