O Brasil ainda não entrou em campo
Postado em 3 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: CartaCapital
Espera-se que na Copa do Mundo de 2014, a ser sediada no Brasil, os craques da seleção nacional mostrem habilidade e competência para marcar gols e segurar a taça de campeão em campo natal. Até lá, entretanto, um outro time, formado por gestores públicos e agentes privados, precisa revelar talento para garantir uma realização impecável do maior evento midiático do planeta. Mais do que assegurar ótima organização do Mundial de Futebol, com o pleno atendimento das exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), esses profissionais precisam fazer valer a primorosa oportunidade de o Brasil promover um salto de qualidade em sua infraestrutura, fortalecendo a capacidade competitiva do País na dinâmica econômica global, e deixar um legado importante para a qualidade de vida dos cidadãos das doze cidades-sede do torneio.
A se considerar, por enquanto, o andamento de muitos dos projetos já definidos mesmo antes do anúncio da realização da Copa do Mundo, o time tem dado mais caneladas do que feito belas jogadas. Deficiência de gestão dos projetos é a principal causa, mas ainda há tempo – pouco, é verdade – para ajustar taticamente o time. Exemplos de falhas e incorreções na execução dos projetos brotam aos montes pelo País. Em entrevista concedida há duas semanas, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador da Copa 2014, Ricardo Teixeira, foi categórico ao apontar os problemas de infraestrutura para a realização do torneio: “Temos três grandes problemas para a Copa: aeroporto, aeroporto e aeroporto”. Leia o resto do artigo »
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