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Blog do Desemprego Zero

No colo do estado

Postado em 23 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Por Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa

CartaCapital

A semana pareceu começar bem para as bolsas. Depois de despencarem por um precipício que parecia sem fundo, os índices tiveram uma forte recuperação na segunda-feira 13, dando aos mais otimistas – ou ingênuos – a impressão de que a crise já chegara ao fundo do poço.

O fato novo era o compromisso de seis países da Zona do Euro com um total de 1,32 trilhão de euros (1,8 trilhão de dólares) para garantir empréstimos interbancários e capitalizar seus bancos. A Alemanha reservou 500 bilhões, a França, 360 bilhões, Holanda, Espanha, Áustria e Portugal mais 460 bilhões. Somando os 400 bilhões de libras do Reino Unido e os 350 bilhões de coroas da Noruega, a vaquinha européia totaliza 1,87 trilhão de euros ou 2,55 trilhões de dólares. Além disso, a Itália prometeu disponibilizar “o quanto for necessário” e a Suécia e a Polônia sinalizaram planos semelhantes. Na quinta-feira 16, a Suíça anunciou que compraria 60 bilhões de dólares em ativos hipotecários do UBS, além de uma participação de 9% por 5,25 bilhões.

Com isso, a região, que até então não articulava uma política conjunta ante a crise, cobriu a aposta dos Estados Unidos. Um dos piores temores do mercado financeiro, o colapso do euro e da União Européia, foi afastado. O mercado financeiro europeu reagiu com euforia e o resto do mundo o acompanhou. O Índice Dow Jones saltou 11,1%, para 9.388 – uma alta de 936 pontos, a maior da história -, e o Ibovespa teve alta de 14,7%, a maior em dez anos.

Foi como se um doente conseguisse do SUS os recursos para iniciar o tratamento de uma cirrose recém-diagnosticada e comemorasse com uma bebedeira homérica. Mas a sobriedade retornou à maioria dos mercados na tarde de terça-feira e à Europa na quarta. No final do pregão da quarta-feira, os ganhos da segunda haviam sido devolvidos. Que os governos europeus mostrem disposição e capacidade de luta conjunta contra o risco de uma depressão é, sem dúvida, uma boa notícia. Nenhum mercado vale mais que o governo que o garante e se dispõe, na emergência, a converter empréstimos privados em dívida pública – sendo a Islândia (quadro à página 30) o contra-exemplo definitivo. Mas os efeitos da crise sobre a economia real mal começaram a aparecer, bem como a verdadeira extensão dos prejuízos causados pela turbulência dos últimos meses. A queda catastrófica das bolsas talvez tenha reduzido o preço de certas empresas a patamares atraentes. Mas é muito provável, ao menos no caso dos EUA, que seja maior o número das que estão em dificuldades piores do que deixaram transparecer até agora e que acabarão por vir à tona em breve, juntamente com outras notícias economicamente negativas. Leia o resto do artigo »

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O excesso de pró-atividade

Postado em 23 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Luís Nassif

Desde que começou a crise, Lula caiu de cabeça em um ritmo frenético de trabalho. Não passa dia sem que o governo tome decisões.

É bom? De um lado, sim: mostra capacidade de decisão. De outro lado, não. Não basta decidir. Nem basta tomar medidas consideradas corretas sem avaliar todos seus desdobramentos.

Tome-se o caso de ontem. Uma Medida Provisória permitindo aos bancos públicos adquirirem bancos privados. Segundo o governo, uma medida meramente defensiva visando aumentar a segurança do mercado. Segundo o mercado, uma medida que prenunciava uma crise bancária. Ou seja, o resultado foi o inverso do esperado.

Outro caso, a crise do subprime brasileiro. O Banco Central está feito barata tonta, sem ter conseguido ainda mapear os estragos. Enquanto não mapeia, permite toda sorte de boatos e um trancamento adicional do crédito – ninguém vai emprestar para uma empresa sem saber a totalidade da sua exposição nesse jogo.

Quando defendi, aqui, uma espécie de Sala de Situação, o objetivo era uma estrutura formal que organizasse as informações. Há um sem-número de desdobramentos da crise que exige discernimento e visão sistêmica do que está ocorrendo, assim como das implicações sobre os diversos setores de medidas tomadas.

Nessas horas, hiperatividade é tão ruim quanto a inação.

Nos tempos das vacas gordas, o Banco Central – através desse gênio da raça, o Alexandre Schwartsman – tomou a decisão de permitir ao exportador mais tempo com os dólares fora antes de interná-los.

A idéia seria reduzir o fluxo cambial para impedir uma maior apreciação do real. Era uma tolice completa, conforme foi alertado. Enquanto a situação estivesse calma e os juros internos muito acima do internacional, o exportador continuaria trazendo dólares normalmente. A medida seria inócua.  Quando o quadro invertesse, não traria mais dólares. A medida acentuaria a crise. Leia o resto do artigo »

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Subestimar a crise: a retórica brasileira

Postado em 22 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Carlos Lessa

Publicado no Valor Econômico, 22/10/2008

A globalização financeira construiu um gigantesco castelo de cartas com dimensão cósmica e uma multiplicação de andares. O PIB mundial, ou seja, a totalidade da atividade econômica, em um ano, de todos os países do mundo, soma, segundo o International Settlements, pouco mais de US$ 65 trilhões; os ativos financeiros (toda a dívida primária) estariam acima de US$ 130 trilhões; os derivativos e outras alquimias financeiras são estimados por aquele estabelecimento (ninguém tem certeza), com prudência, em mais de US$ 600 trilhões.

Sobre a base real, em duas décadas e meia, os bancos e os agentes do mercado de capitais montaram este “palácio de ficções” e “soldaram as cartas” com a cola da confiança recíproca. A atual crise dissolveu a cola e o encolhimento de confiança vem desmontando seções e andares do edifício financeiro. As cartas não se depositam apenas sobre o PIB, mas transmitem a enfermidade dos andares superiores para o piso da economia real. Auxílios de governo, desde o Proer americano até as estatizações parciais de bancos europeus, tentam restaurar a confiança, porém parecem, dialeticamente, tornar mais escassa a confiança recíproca.

Nos EUA, é cada vez mais freqüente o prognóstico de uma recessão em 2009. O governo espanhol já anunciou que entrará, necessariamente, numa recessão. A Islândia (que o discurso neoliberal exaltava como modelo de êxito) estatizou seu principal banco e anuncia um pacote de resgate de com o FMI. O bancos da OECD vacilam. Na conservadora Suíça, o UBS, seu maior banco, já falou de perdas de US$ 40 bilhões. As Bolsas de Valores e de Mercadorias vivem, aos solavancos, trajetórias inequivocamente descendentes. A China anuncia declínio de sua taxa de crescimento. A Argentina fala em estatizar a previdência privada complementar. Os preços das commodities desabam. Em todo o mundo interligado surgem problemas de crédito (menos na China, que participou da globalização mercantil mas jamais permitiu a articulação financeira interna com o castelo de cartas). Bancos quebram, ou desaparecem. Os governos improvisam “Proers”, reduzem juros e – suprema heresia em relação ao neoliberalismo – assumem participações acionárias, bloqueiam pagamentos de dividendos e reduzem os salários dos executivos dos bancos semi-estatizados.

Enquanto isso, num país tropical “deitado eternamente em berço esplêndido”, se sucedem declarações como “a crise não atravessará o Atlântico”, para mais à frente afirmar que o Brasil “será atingido apenas por uma marolinha”. O mais alto dirigente do país recomendou que as pessoas mantenham o consumo e, pouco depois, em outro local, aconselhou a poupança; o presidente da Febraban declarou que não havia “problema de crédito no país”; o ministro do Planejamento afirmou que “meteria a faca” no gasto público. A projeção oficial afirma que o país crescerá, em 2009, 4%.

O presidente do Banco Central diz que o Brasil está “blindado contra a crise”. Adverte, contudo, que “mesmo um carro blindado pode tombar por um erro de direção”, insinuando que é motorista experiente em “dirigir carros blindados”. Leia o resto do artigo »

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A teoria e a lógica desenvolvimentista

Postado em 13 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

* Heldo Siqueira

Freqüentemente nos deparamos com a distinção entre economistas liberais e desenvolvimentistas. Trata-se de um entendimento incompleto, afinal, em certo sentido, todos os economistas são desenvolvimentistas, no sentido de buscarem, ao menos em discurso, o desenvolvimento econômico através da elaboração das recomendações de política econômica.

Os liberais, por um lado, acreditam que o motor do desenvolvimento é a busca pelo lucro individual. A impessoalidade do mercado garante a justiça das negociações, favorecendo o espírito empreendedor e levando a eficiência econômica. Por isso, defendem a liberalização dos mercados, para fazer florescer esse espírito competitivo, levando ao desenvolvimento econômico. Nesse caso, a atuação do Estado, frequentemente voltada para alguns grupos específicos, gera ineficiência econômica, pois garante remunerações a agentes ineficientes. A tarefa do Estado, nesse caso, se encerrara em garantir o cumprimento das regras do mercado (segurança, marco jurídico, marco regulatório, e em alguns casos, saúde e educação). Leia o resto do artigo »

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Europa debate medidas anticrise; Sarkozy pede “plano ambicioso”

Postado em 12 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Folha On-line

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou neste domingo, antes da Cúpula do Eurogrupo em Paris, que espera a adoção de um “plano ambicioso, coordenado, que dê soluções” para a crise financeira. Os chefes de Estado e de governo dos países do Eurogrupo, além do presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, e do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, se reúnem hoje.

“Espero um plano ambicioso, coordenado, que dê soluções”, afirmou o presidente em exercício da União Européia, ao receber o presidente da Comissão européia, Jose Manuel Barroso.

Os dois se encontraram antes de uma reunião em Paris que terá chefes de Estado e de governos dos 15 países da zona euro. Ainda antes da Cúpula, Sarkozy e Barroso se reúnem ainda com o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que não faz parte do Eurogrupo.

“Receberemos o primeiro-ministro britânico para explicar-lhe o que vamos propor ao Eurogrupo. Quarta-feira tentaremos colocar toda a Europa na mesma direção coordenada e ambiciosa”, disse o presidente francês. ‘Isto é o que eu espero, é que a Europa fale em uma só voz.”

A chanceler alemã, Angela Merkel, se encontrou com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, para discutir medidas contra a crise 

O objetivo do encontro de Paris passa por abrir a porta a uma nacionalização parcial dos bancos, coordenar as intervenções de cada Estado, garantir os depósitos dos poupadores, garantir os intercâmbios diários entre entidades e controlar as remunerações dos dirigentes

Ontem, porém, Sarkozy e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, rejeitaram um plano conjunto de resgate financeiro nos moldes do aprovado pelos Estados Unidos. Apesar disso, segundo as palavras ditas ontem por Merkel, “somente um ato de Estado pode devolver a confiança necessária”.

Uma cúpula européia dos 27 países-membros da UE ocorrerá quarta e quinta-feira em Bruxelas. A de hoje reúne apenas as 15 nações da zona euro.

Neste domingo, Barroso afirmou, por sua vez, que a Europa deve ir além das decisões do G7, tomadas sexta-feira em Washington. Os ministros das finanças dos sete países mais industrializados do mundo anunciaram um acordo sobre as medidas coordenadas para recapitalizar os bancos em dificuldades e desbloquear o crédito do mercado interbancário, sem no entanto especificar como irão colocar em prática tais compromissos.

Medidas européias

Segundo diversos veículos de comunicação locais, as medidas que o Eurogrupo adotar podem ir na mesma linha que as adotadas por Londres, que pôs à disposição dos bancos um fundo de 35 bilhões de libras para facilitar os créditos em troca de as entidades permitirem ao Estado vigiar sua gestão e a remuneração de seus dirigentes.

Além disso, o governo britânico se comprometeu a garantir os intercâmbios bancários para facilitar o funcionamento diário do sistema financeiro. Leia o resto do artigo »

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As provas são irrefutáveis

Postado em 11 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Mino Carta

“Agora sou eu quem pergunta aos meus pacientes botões qual seria a razão pela qual figuras como Gilmar Mendes, ou como Daniel Dantas, contam com o pronto amparo da mídia nativa. Arrisco-me a um palpite: antes de qualquer outro interesse eventualmente em jogo, trata-se talvez de exercer a proteção corporativa, pontual e inexorável entre aqueles que, de uma forma ou de outra, participam dos mesmos privilégios e os mantêm com a ferocidade necessária. Os donos do poder, dispostos a vender a alma para deixar as coisas como estão”.

Que diria o atento leitor, o cidadão honrado, ao ser informado que o supremo representante da Justiça brasileira compra terrenos de 2 milhões de reais por um quinto do valor? E que diria ao verificar que, ao aliar à atividade de magistrado a de empresário da educação, fecha contratos sem licitação para cursos diversos com entidades estatais as mais variadas, desde a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional até o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação? É de se supor que o cidadão em pauta ficaria entre atônito e espantado. Leia o resto do artigo »

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Crise financeira nos EUA (para entender as notícias)

Postado em 11 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Luís Nassif

1. Não dê muita atenção a entrevistas com economistas. Quem tem informações a dar são os operadores, os tesoureiros, os financistas especialistas em sistema financeiro. No tiroteio atual, modelos macro-econômicos não servem para nada.

2. Dentre os economistas, dê atenção aos que têm pensamento sistêmico e conhecimento histórico. Vale muito mais a visão de conjunto de Delfim Netto, Nakano. Quando ler um economista falando sobre inflação e Selic (Schwartsman) ou contas públicas (Velloso), pode passar batido: é falta do que falar, porque é falta de entender.

3. Conforme alertei no último post sobre “como entender”, o ponto central era a capitalização (isto é, a nacionalização) do sistema bancário mundial (particularmente EUA e Europa). Essa discussão já está vencida. Você precisa prestar atenção, agora, ao noticiário sobre o tamanho do rombo comparado com a capacidade dos Tesouros nacionais. Se o rombo for muito maior, a saída será emissão desenfreada e inflação mundial.

4. No caso brasileiro, o ponto imediato a ser analisado é a conversa que o BC terá com bancos e empresas que entraram na aventura do swap reverso. Se Henrique Meirelles fosse minimamente pró-ativo e responsável, em vez de ir aos EUA receber prêmios inexpressivos, estaria em reunião direta com esses atores, buscando saídas para o impasse. Na próxima semana, se não houver essa concatenação promovida pelo Banco Central, vão pipocar ações judiciais de empresas não querendo pagar e bancos sem recursos. E mais pólvora no noticiário.

5. Fique atento também aos leilões de dólares por parte do BC. Se começar a gastar as reservas por aí, trate você também de comprar dólares, porque o piloto sumiu.

6. Nos próximos dias, caso o BC não atue rapidamente, o travamento da liquidez começará a afetar as empresas da economia real. Haverá uma sucessão de notícias ruins. O papel do BC será o de garantir linhas de financiamento do comércio exterior e prover crédito direto para as empresas. Se se limitar a soltar o compulsório, não vai destravar o crédito. Dinheiro que cair no caixa do banco, o banco não passará para frente. Possivelmente, cairá lentamente a ficha das autoridades monetárias, que logo à frente acionarão os bancos públicos para prover essa liquidez. Leia o resto do artigo »

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O abalo dos muros

Postado em 10 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Frei Betto

Folha de S.Paulo, 5.10.2008

NO PRÓXIMO ano, completam-se 20 anos da queda do Muro de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes dos maiores bancos e instituições financeiras.

O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova Amsterdam deu lugar a Nova York.

O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o dogma da imaculada concepção do livre mercado como única panacéia para o bom andamento da economia.

Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro. Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.

Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise, apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$ 700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo consumido em um ano naquele país) a serem injetados para anabolizar o sistema financeiro.

O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854 milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral da FAO (Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Leia o resto do artigo »

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