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Blog do Desemprego Zero

O impacto mais profundo da crise

Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Fonte: IEDI

Ao contrário do que muitos imaginavam, o impacto da crise internacional sobre a indústria não foi localizado em alguns setores, que sabidamente sofreriam de qualquer forma os efeitos muito adversos da crise, especialmente em função da redução do crédito. Realmente, a produção de automóveis e motocicletas, segmentos amplamente dependentes do boom de crédito que vivia o Brasil, despencou. O IBGE chama atenção para a concessão de férias coletivas e a paralisação de produção nesses segmentos, medidas tomadas em face ao súbito aumento de estoques. Mas a queda não atingiu somente o setor de bens duráveis. A crise chegou também ao segmento de bens semiduráveis e não-duráveis, assim como aos de bens intermediários e, em menor escala, ao de bens de capital. Neste último caso, dois fatores concorreram para um desempenho “menos ruim” daquele observado nos demais segmentos: primeiro, a elevadíssima produção de aviões, a qual é classificada nesse setor; segundo, embora as decisões de investir já estejam caindo, isso leva um certo tempo para se refletir em redução de produção de bens de capital.

De fato, conforme mostram os dados do IBGE, todas as categorias de uso da indústria registraram decréscimo da produção em outubro. Na comparação com setembro, na série dessazonalizada, a queda mais acentuada ocorreu na categoria de bens de consumo duráveis, cuja produção registrou variação negativa de 4,7%. Em relação a outubro de 2007, o nível de atividade fabril dessa categoria decresceu 1,5%, menor taxa desde fevereiro de 2007 (-2,6%). A produção de bens intermediários recuou 3,0% na passagem setembro/outubro, já descontados os efeitos sazonais. Na comparação com outubro de 2007, tal categoria registrou queda de 2,4%, a menor taxa desde março de 2002 (-2,5%). O setor de bens de capital também teve desempenho negativo, porém em menor escala, ao apontar decréscimo de 0,5% em outubro com relação a setembro na série livre de efeitos sazonais. Por sua vez, a produção de bens de consumo semiduráveis e não-duráveis caiu 2,2% em outubro, na série dessazonalizada, e, na comparação com mesmo mês do ano anterior, cresceu apenas 0,6%.

Esses dados refletem, em suma, o grande e em parte surpreendente efeito da crise externa sobre a economia brasileira. Refletem também o atraso de medidas que o Brasil poderia ter adotado tão logo ficou evidente o aprofundamento da crise em 15 de setembro. As medidas tomadas pelo governo foram todas pertinentes, exceto no que diz respeito à política monetária, que deveria ter reduzido a taxa de juros da economia. Mas, as ações tomadas vieram com retardo e, em alguns casos, tiveram alcance apenas parcial, como nas áreas do câmbio, que não evitaram a fortíssima desvalorização da moeda, e na área do crédito, setor em que houve forte retração das atividades acompanhada de grande elevação de custo e redução de prazos. Os resultados da indústria podem estar refletindo também certo componente de excesso de cautela por parte de consumidores e empresários, os quais aguardam uma definição mais clara do quadro econômico e, nesse meio tempo, restringem seus gastos e investimentos. Esse é um sinal de que se o governo adotar medidas mais eficazes nas áreas fiscal, monetária e creditícia, a economia e a indústria poderão registrar desempenhos melhores do que o observado em outubro.

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Saída de capitais do país é a maior desde 1999

Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Fonte: Folha de S. Paulo, 04/12/08.

O fluxo de capital externo para o Brasil voltou a bater recorde de baixa, segundo dados do Banco Central. No mês passado, as remessas de recursos para o exterior superaram os ingressos em US$ 7,159 bilhões -alta de 54% em relação ao saldo negativo de outubro.

Pelo segundo mês seguido, a saída de divisas ocorrida em novembro foi a mais alta registrada pelo BC desde janeiro de 1999. Naquela época, pressionado por uma grande desconfiança dos investidores na economia brasileira, o governo abandonou seu regime de câmbio controlado, e o real sofreu uma maxidesvalorização.

Com esses últimos resultados, o saldo positivo acumulado no ano está cada vez menor. Até novembro, a entrada líquida de dólares foi de US$ 5,4 bilhões, menos de 10% dos US$ 82,1 bilhões que ingressaram no país no mesmo período de 2007.

A diferença entre os números observados entre outubro e novembro está na origem das maiores saídas de divisas. Dois meses atrás, era grande a influência das operações de comércio exterior. Com o agravamento da crise, a oferta de linhas de crédito para exportação sofreram forte queda, afetando a capacidade da balança comercial em trazer dólares para o Brasil.

Nas últimas semanas, a quantidade de financiamentos disponíveis para exportadores não conseguiu voltar aos patamares observados antes da crise, mas se recuperaram em relação a outubro. Com isso, a quantidade de capital externo trazido ao país pelo comércio exterior subiu de US$ 1,610 bilhões para US$ 3,139 bilhões entre um mês e outro.

As chamadas operações financeiras, por sua vez, apresentaram resultados ainda piores no mês passado. O segmento, que inclui empréstimos e investimentos estrangeiros, entre outros itens, foi responsável pela saída de US$ 10,298 bilhões do país em novembro, 65% a mais do que em outubro.

Neste ano, a saída de dólares do país por meio do segmento financeiro somou US$ 42,6 bilhões, um número que contrasta com o saldo positivo de US$ 8,6 bilhões apurado no mesmo período do ano passado. Boa parte desse dinheiro foi retirada do país por investidores estrangeiros.

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Cadê a blindagem que estava aqui?

Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Por Clóvis Rossi

Fonte: Folha de S.Paulo, 04/12/08.

Era uma vez um tempo em que o Brasil estava blindado contra a crise externa. No máximo, haveria por aqui uma “marolinha”, lembra-se? Agora, já são duas as consultorias (Morgan Stanley, norte-americana, e LCA, brasileira) falando não mais em desaceleração, mas em recessão -os tais dois trimestres consecutivos de retração da economia.

Não sei se vem “marolinha” ou recessão por aí. Mas sei que foram pouquíssimos os economistas/consultorias que não falaram em blindagem. Ou pelas formidáveis reservas, ou pelo formidável mercado interno, ou porque os emergentes salvariam o mundo, ou por qualquer outra tese que, agora, se desmancha no ar cada vez que sai um novo dado da vida real.

O que acho, honestamente, é que a Folha, para não dizer todo o jornalismo brasileiro, deveria adotar como regras pétreas de seu “Manual da Redação” os seguintes elementos: 1 – Todo economista/consultoria que errar por mais de 5% suas previsões sobre PIB, câmbio, juros etc.

fica definitivamente riscado da agenda de fontes. Nunca mais será ouvido.

Vinicius Torres Freire, esse excelente colunista, me diz que, se aplicada, a regra nos deixaria com zero fontes. Ótimo. Cometeríamos nossos próprios erros em vez de sermos cúmplices de erros alheios.

2 – Toda vez que se publicar palpite de economista/consultoria, seria obrigatório mencionar quais interesses estão em jogo, se ele tem ou recomenda aplicações no dólar ou contra o dólar, nos juros altos ou baixos, e assim por diante.

O leitor teria pelo menos um elemento para julgar se o palpite vem do cérebro do consultado ou do bolso. 3 – No fim de cada ano ou trimestre, seria publicada a lista completa de palpites dessa turma toda, ao lado dos dados da realidade, para que o leitor possa saber quem chuta bem e quem chuta mal.

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La moral y la debacle

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

by Robert Skidelsky

Texto em inglês  

Después de la Primera Guerra Mundial, H.G. Wells escribió que había una carrera entre la moral y la destrucción. Decía que la humanidad debía abandonar sus actitudes guerreras o la tecnología la destruiría.

El pensamiento económico, sin embargo, transmitía una idea muy distinta del mundo. Aquí la tecnología reinaba merecidamente. Prometeo era un monarca benévolo que repartía los frutos del progreso entre su pueblo. En el mundo de los economistas, la moral no debía tratar de controlar la tecnología sino adaptarse a sus demandas. Sólo haciéndolo podría asegurarse el crecimiento y la eliminación de la pobreza. La moral tradicional se diluyó a medida que la tecnología multiplicó el poder productivo.

Nos hemos aferrado a esta fe en la salvación tecnológica mientras las viejas creencias decaen y la tecnología se vuelve cada vez más inventiva. Nuestra fe en el mercado – porque el mercado es la partera de la invención tecnológica-fue el resultado de esto. En nombre de esta fe hemos adoptado la globalización, la más amplia extensión posible de la economía de mercado.

En aras de la globalización, las comunidades de desvirtúan, los empleos se deslocalizan y las habilidades se reconfiguran continuamente. Sus apóstoles nos dicen que el deterioro indiscriminado de gran parte de las cosas que le dan sentido a la vida es necesario para lograr “la asignación eficiente del capital” y la “reducción de los costos de las transacciones”. La moral que se resiste a esa lógica es tachada de “obstáculo al progreso”. La protección -esa obligación que debe el fuerte al débil-se convierte en proteccionismo, un mal que engendra guerras y corrupción.

El hecho de que la debacle financiera global actual es consecuencia directa de la adoración de Occidente de dioses falsos es una idea que no se puede discutir, y mucho menos reconocer. Una de sus deidades principales es la “hipótesis del mercado eficiente” -la creencia de que el mercado fija con exactitud los precios de todas las transacciones en todo momento y evita manías y pánicos. El lenguaje teológico que podría haber denunciado la contracción del crédito como “la consecuencia del pecado”, el castigo por el enorme despilfarro, ya no se puede utilizar. Leia o resto do artigo »

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Recuperação só em 2010

Postado em 2 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Fonte: CartaCapital

Colunista de CartaCapital e professor da New York University, Nouriel Roubini tem o apelido de Mr. Doom (em tradução livre, Senhor do Fim dos Tempos), por sua visão pessimista da crise mundial. Ainda que seja um entusiasta de Barack Obama e sua equipe econômica, ele considera que o mal já foi feito e que apenas em 2010, se políticas corretas forem adotadas, o mundo vai se recuperar da recessão. Ele prevê que países emergentes, como Brasil, Rússia e China, vão passar por uma aterrissagem turbulenta (hard landing) e defende mais gastos dos governos em infra-estrutura e benefícios às camadas mais carentes, para que o consumo seja estimulado.

CartaCapital: Qual a sua avaliação sobre a equipe econômica anunciada pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama?

Nouriel Roubini: Eu considero o time econômico excelente, especialmente Timothy Geithner, secretário do Tesouro, Christina Romer, diretora do Conselho de Assuntos Econômicos, e Lawrence Summers, diretor do Conselho Econômico Nacional. Eles são economistas de primeira linha, todos com muita experiência em políticas econômicas nacionais e mercados financeiros. Eles são fortes e muito espertos.

CC: Obama só vai assumir o poder em 2009. O que pode acontecer até lá?

NR: Existe um bom grau de coordenação e cooperação entre Obama e seu time com a Casa Branca, o Tesouro e o Federal Reserve (Fed). Claro que é um período de transição, necessário para a elaboração detalhada de programas econômicos e das decisões de política fiscal que terão de ser tomadas. Tenho certeza de que será uma transição suave.

CC: Quais são as primeiras medidas que Obama deveria tomar?

NR: Há várias. Em primeiro lugar, os Estados Unidos precisam de um estímulo fiscal muito grande, porque o consumo privado está em colapso. Precisamos de mais gastos do governo em infra-estrutura, dar ajuda a governos estaduais e municipais, em benefício dos pobres, para incentivar a demanda. Se isso não for feito, a recessão será mais grave e esta é uma medida urgente. Em segundo lugar, temos de acelerar o processo de recapitalização do sistema financeiro. É preciso mais capital do governo aos bancos, corretoras e companhias de seguro, com o Fed e o Tesouro em estreita colaboração nesse processo. É necessário descongelar o mercado de crédito, ainda semiparalisado. Leia o resto do artigo »

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Alternativas para o Brasil sair da Crise (seminário aberto)

Postado em 28 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

O Monitor Mercantil organiza, na próxima, semana, em parceria com Corecon-RJ, AFBNDES, Aepet, ABI e outras entidades, o seminário Alternativas para o Brasil sair da Crise, na ABI, Rua Araújo Porto Alegre 71, Centro.

A abertura será terça (02/12), às 19h, com a presença do governador do Paraná, Roberto Requião.

Quarta e quinta (03 e 04/12), vão ser realizadas mesas de manhã (09h30m) e de tarde (14h30′), com Carlos Lessa, o embaixador Samuel Guimarães, João Paulo de Almeida Magalhães, Theotonio dos Santos, entre outros especialistas e intelectuais de renome internacional.

A entrada é gratuita e será concedido certificado a quem participar.

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“Governo vendeu ilusões para obter apoio”, afirma Paulo Hartung

Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Valor Econômico, 27/11/2008.

No comando de um Estado de vocação exportadora – o Espírito Santo -, o governador Paulo Hartung (PMDB) acha que o melhor período para o Congresso aprovar a reforma tributária passou e a votação do projeto deve ser adiada. O motivo: a crise financeira internacional. “Nós já estamos vivenciando a crise”, disse Hartung em conversa ontem com o Valor.

“Vamos cortar um dobrado enorme em 2009, uma incerteza enorme sobre as receitas públicas, e não podemos adicionar mais incerteza num ambiente desses”, disse o governador capixaba. “A agenda 2009 complicou muito. Nos já temos problemas demais para tratar ano que vem para adicionar mais um”. 

O governador do Espírito Santo cita o caso de quatro grandes empresas instaladas no Espírito Santo para demonstrar que não há exagero no que afirma: 

1- A Arcelor Mittal Tubarão (antiga Companhia Siderúrgica de Tubarão, a CST) desligou um de seus altos-fornos. É a primeira vez que isso ocorre, em seus 30 anos de existência; 

2- A Vale já parou três usinas de “pelotização” no porto de Tubarão e começou um lento processo de demissão; 

3- A Aracruz, uma empresa com bons fundamentos, estava na contramão da questão financeira e está revendo contratos com fornecedores; 

4- A Samarco, localizada na região Sul do Estado, parou duas de suas três usinas de “pelotização” e deu férias coletivas aos funcionários. 

O Espírito Santo se posiciona contra a oportunidade de votação da reforma na mesma semana em que o secretário da Fazenda de outro Estado do Sudeste, São Paulo, condenou a pressa da Câmara em votar o projeto e foi acusado de agir por motivos eleitorais do governador José Serra pelo relator da proposta de emenda constitucional, o deputado Sandro Mabel (PR-GO). 

Hartung elogia tanto o relator Mabel quanto o presidente da comissão especial, deputado Antonio Palocci (PT-SP), a quem classificou de “parceiros”. Os dois, segundo Hartung, fazem um grande esforço para a “reforma andar, o problema é que a hora não pode ser essa, e o projeto tem de ser mais abrangente, na hora em que andar”. 

Hartung tem dúvidas técnicas sobre o projeto. Acha, a exemplo de outros governador, que a proposta não passa de uma unificação do ICMS, quando deveria ser um instrumento de desenvolvimento regional e da redução da carga. Ele pergunta quem vai ganhar e perder, como ocorre em toda reforma tributária. “A União”, questiona, para responder em seguida com outra pergunta: “Tá sobrando dinheiro”?  Leia o resto do artigo »

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Nada será como antes…

Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

As instituições não podem permanecer imóveis diante de uma sociedade em plena mutação e em um mundo globalizado. Torna-se urgente redefinir o papel do Estado que, nos últimos anos, na Europa e América Latina, foi enfraquecido pelo lobby da governança mundial das agências internacionais.

Por Marilza de Melo Foucher

Fonte: LMD Brasil

Talvez a crise financeira e econômica impulsionada pelo templo do capitalismo neoliberal seja salutar para a social-democracia e a esquerda democrática, levando-as a pensar na redefinição do papel do Estado no socialismo democrático. O capitalismo, como previu Marx se fez universal e, hoje, assistimos a sua crise. Entretanto, devemos tirar lições do acontecido no século passado, não ceder a falsas verdades, manteve um pensamento aberto a outros pontos de vista. O momento é de balanço e busca de alternativas para o enfrentamento da globalização excludente, o que depende da capacidade de esquerda para criar um novo universo político de transformação social de re-politização global da realidade.

A esquerda européia não deve se contentar em fazer o diagnóstico da crise financeira. Ela deve reagir e fazer proposições face à desordem internacional deixada pela governança mundial e ditada pela doutrina neoliberal. Infelizmente, entre 1980 e 1990, anos em que a democracia social esteve no poder em vários países europeus, a reação crítica à globalização econômica foi mínima. Tampouco houve oposição ao modo de governança mundial não compartilhada – consolidada no início dos anos 1990 pelas grandes organizações internacionais (FMI e Banco Mundial). Os governos das grandes potências, ditos socialistas ou social-democratas, preferiram legitimar um novo imperialismo (multilateral), que, operado em forma de consórcio internacional, passou a ditar normas diretivas como referências maiores da doutrina econômica neoliberal.

As agências multilaterais prescreveram o receituário da “boa governança”, que refletia o poder hegemônico das finanças dos detentores do capital (norte-americanos e, em seguida, europeus). Eles pretendiam administrar o aparelho de Estado dos países do Sul, pelo centro do sistema do capitalismo mundial, neutralizando, dessa forma, o poder dos Estados como entidades reguladoras. Assim, os países periféricos, incluindo os emergentes, passaram a ser mais e mais desconsiderados no cenário internacional.

O mundo global em meio às normas neoliberais teria somente dois atores principais: as empresas e os consumidores. Para os teóricos da governança mundial, a concepção do Estado-Nação deveria ser enterrada. Esse passou a ser visto como intruso pelos novos teóricos. No seu lugar, deveria aparecer o Estado empreendedor – um bom acionista. Nesse sentido, se analisarmos a reação do presidente Bush, dos EUA, do presidente francês Sarkozy e da União Européia à crise, podemos afirmar que eles agem em coerência com a lógica neoliberal: o Estado intervém para salvar os bancos comerciais e passa ser acionista. Enquanto isso, na França, Sarkozy privatiza os serviços públicos e vai suprimir 13.600 postos de trabalho no setor da educação. O resto é retórica para ocupar o espaço da cena internacional e esquecer o resultado nefasto de sua política econômica destinada aos ricos. Leia o resto do artigo »

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