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Blog do Desemprego Zero

Saving the Financial System

Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Thomas I. Palley

Página do autor

A friend told me the economist Charles Kindelberger had two rules for a credit economy. Rule one was everybody should know that if they get over-extended they will not be bailed-out. Rule two was if everybody gets over-extended they must be bailed out. The U.S. economy has over-extended itself, triggering rule two. But that still leaves open how a bailout should be designed since designs are not all equal.

Currently, two models are on the table. One is the Paulson model (also supported by Bernanke) that proposes government buy the bad assets of financial institutions. The other is a Buffett-style recapitalization model that would have government invest in and recapitalize banks, just as Warren Buffett has done for Goldman Sachs.

The underlying problem is the financial system is short of capital owing to massive asset depreciation. This shortage is impeding provision of credit, which threatens to tank the economy by interrupting normal commerce.

Banks are caught in a pincer preventing them raising capital. On one hand, if they sell assets to cleanse their balance sheets and make themselves more attractive to investors, this could cause such large losses as to trigger bankruptcy. On the other hand, uncertainty about bank worth means the market is demanding such onerous terms for fresh capital that banks are unable to meet them. Leia o resto do artigo »

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Capitalismo vive seu Ensaio sobre a Cegueira

Postado em 3 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

No cinema e no romance não há forças de redenção para a anomia descrita por Saramago. Algo semelhante parece ocorrer nesses dias marcados por um certo conformismo bovino na fila do matadouro. Reside aí, talvez, a verdadeira dimensão sistêmica da crise. Não se trata apenas de um atributo de abrangência econômica, mas sim da virtual incapacidade política de seus protagonistas para acionar uma mudança de rumo.

Saul Leblon

Carta Maior

Numa das cenas do filme “Ensaio sobre a Cegueira”, adaptação de Fernando Meirelles para o romance de Saramago, o personagem pergunta à esposa cuja visão subsiste na solidão de um mundo que perdeu a capacidade de enxergar e se auto-gerir: “Há sinais de governo?”

A resposta é dada pelo angustiante passeio da câmera nas ruas de uma metrópole onde nada funciona. O que as lentes mostram são bandos esfarrapados e famintos vagando sem destino. Modalidades previsíveis da barbárie preenchem um hiato em que o Estado desmoronou e os valores da convivência humana se eclipsaram. A auto-regulação dos mercados não funcionou.

Quem assistir ao filme nesses dias de convulsão financeira dificilmente resistirá à analogia. A crise iniciada nos EUA, que aos poucos contamina o resto do planeta, é o Ensaio sobre a Cegueira de quem vive sob a supremacia dos mercados desregulados no alvorecer do século XXI. Da esquerda à direita, dos trabalhadores aos banqueiros, passando por governantes, economistas e líderes políticos quase ninguém consegue enxergar a real extensão de um colapso que se arrasta desde agosto de 2007. Num crescendo ele se derrama de um setor a outro, salta de país a país como uma fatalidade intangível e ingovernável cuja visita cabe apenas aguardar. Mais inquietante, sobretudo, é a invisibilidade de alternativas que possam conduzir a sociedade a uma nova visão da economia e do seu desenvolvimento, escapando à propagação inexorável de solavancos que eclodem em intervalos cada vez menores, com virulência cada vez maior (1987 -1988-2001-2003-2007-2008). Leia o resto do artigo »

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Los problemas de Estados Unidos van más allá de Wall Street

Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

by Martin Feldstein

Texto em inglês

A menos de dos meses de las elecciones presidenciales estadounidenses, gran parte de la atención se centra en el estado de la economía del país y los retos que representará para el próximo presidente.

Nos encontramos en medio de una crisis financiera causada por la grave distorsión de los precios de todo tipo de riesgos y por el colapso de la burbuja inmobiliaria que se desarrolló en la primera mitad de esta década. Lo que comenzó como un problema con las hipotecas basura se ha propagado ahora a la generalidad de las viviendas, así como a otras clases de bienes. El problema de la vivienda está contribuyendo a la crisis financiera, lo que a su vez está reduciendo la disponibilidad de crédito necesario para sostener la actividad económica.

De hecho, la crisis financiera se ha agravado en las últimas semanas, lo que se refleja en la intervención por parte de la Reserva Federal de EE.UU. de las cuasi-estatales entidades de crédito Fannie Mae y Freddie Mac -que pueden costarle a los contribuyentes estadounidenses cientos de miles de millones de dólares-, así como la bancarrota de Lehman Brothers y la venta de Merrill Lynch. En último término, estos fracasos financieros reflejan la espiral descendente de los precios de las viviendas y el creciente número de casas con un valor patrimonial negativo, es decir, con una importante deuda hipotecaria por sobre los valores de mercado.

El valor patrimonial negativo es importante porque, por lo general, las hipotecas en los Estados Unidos son préstamos “sin recurso”. Si un propietario deja de pagar, los acreedores pueden embargar la casa, pero no pueden embargar otras propiedades ni ingresos para pagar un saldo negativo. Incluso en los estados en que las hipotecas no son préstamos “sin recurso”, por lo general los acreedores no apuntan a los bienes o los ingresos de las personas que no siguen pagando.

No podemos estar seguros de cuánto más caerán los precios. Los expertos señalan que se necesita otro 15% para volver al camino previo a la burbuja, pero no hay nada que detenga esta baja una vez que llegue a ese punto. La creciente brecha entre las deudas hipotecarias y los precios de las viviendas seguirá aumentando el índice de deuda impaga. Muchos propietarios que pueden pagar las mensualidades de su hipoteca preferirán caer en impago, vivir de alquiler y esperar a comprar nuevamente cuando que los precios hayan bajado todavía más. Leia o resto do artigo »

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As razões da oposição ao Plano Paulson

Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Proposta do Secretário do Tesouro dos EUA, Hank Paulson, desperta forte reação na sociedade ao propor o resgate dos banqueiros ricos e não dos devedores pobres. Entre os que se opõem a proposta estão nomes como George Soros, Paul Krugman e Michael Moore. Segundo Moore, republicanos estão usando seus velhos truques de provocar medo e confusão “para continuar eles mesmos e o 1% da classe alta, obscenamente ricos”.

Por Oscar Ugarteche

Fonte: Carta Maior

A manhã do dia 29 de setembro de 2008 foi marcada pelo debate no Congresso dos Estados Unidos sobre a proposta elaborada pelo Secretário do Tesouro, Hank Paulson, para comprar ativos dos bancos de investimentos. Essa iniciativa, encontrou forte reação na sociedade que a recebeu como um resgate dos banqueiros ricos e não dos devedores pobres, e gerou também uma polêmica internacional. Diferentes vozes, como a do investidor George Soros, o professor Paul Krugman e o cineasta Michael Moore, entre outros, expressaram sua reprovação à idéia. Uma lista de professores norte-americanos assinou uma carta onde, em essência, criticam o conceito de resgate bancário, considerando-o como um subsídio aos investidores pago pelos contribuintes. Os investidores que assumiram os ricos também devem pagar as perdas, diz a carta.

Nem todas as quebras, acrescenta o documento, envolvem riscos sistêmicos. Assim, nem a missão da nova agência que seria criada com os 700 bilhões de dólares de ajuda, nem o seu âmbito estariam claros. Se os contribuintes devem ser obrigados a comprar ativos suspeitos e opacos de vendedores preocupados, as condições, ocasiões e métodos de tais comprar deveriam ser claros e as operações de compra submetidas a uma supervisão. Essas condições não faziam parte do plano. A carta dos acadêmicos termina dizendo que se o plano for aprovado tal como formulado, trará efeitos para uma geração de norte-americanos. “Com todos seus problemas recentes, os mercados de capital privado são dinâmicos e inovadores e trouxeram uma prosperidade ímpar aos EUA. Debilitar esses mercados com interrupções de curto prazo é uma prática desesperadamente míope”, critica.

Michael Moore, cineasta crítico dos republicanos, afirmou que não importam o que digam e quantas palavras atemorizantes pronunciem, estão utilizando seus velhos truques de provocar medo e confusão para continuar eles mesmos e o 1% da classe alta, obscenamente ricos. Lendo os primeiros quatro parágrafos do artigo principal da edição de 22 de setembro do New York Times, pode-se ver do que realmente se trata: “No exato momento em que os formuladores de políticas trabalhavam nos detalhes do plano de 700 bilhões de dólares para socorrer o setor financeiro, Wall Street começou a buscar formas de se aproveitar disso. As empresas financeiras estão trabalhando para que sejam cobertas todas as formas de investimento problemáticas, não somente aquelas relacionadas às hipotecas. Ao mesmo tempo, as empresas financeiras estão manobrando astutamente para vigiar todos os valores dos livros das instituições financeiras nas quais o Tesouro planeja intervir, o que poderia garantir-lhes milhões de dólares ao ano em honorários. Ninguém quer ficar de fora da proposta do Tesouro para adquirir valores das instituições financeiras”. Incrível. Wall Street e seus defensores criaram esse desastre e agora vão limpá-lo como delinqüentes. Até Rudy Giuliani está trabalhando para que sua empresa seja contratada (e paga) para realizar “consultorias” sobre o resgate financeiro, denuncia Moore. Leia o resto do artigo »

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Anatomía de una crisis

Postado em 28 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

by Barry Eichengreen

Texto em inglês

Salir de la debacle financiera en la que estamos inmersos actualmente requiere entender cómo caímos en ella en primer lugar. La causa fundamental, según personas como John McCain, fue la codicia y la corrupción en Wall Street. Aunque no soy nadie para negar la existencia de este tipo de motivos básicos, insistiría en que la crisis tiene sus raíces en decisiones políticas clave que se remontan a décadas atrás.

En Estados Unidos, hubo dos decisiones clave. La primera, en los años 1970, desreguló las comisiones que se les pagaban a los agentes de bolsa. La segunda, en los años 1990, eliminó las restricciones de la Ley Glass-Steagall a la combinación de banca comercial y banca de inversión. En los días de las comisiones fijas, los bancos de inversión podían llevar una vida confortable registrando operaciones de bolsa. La desregulación trajo aparejados competencia y menores márgenes. La eliminación de Glass-Steagall entonces les permitió a los bancos comerciales involucrarse en los otros cotos tradicionales de los bancos de inversión.

En respuesta, los bancos de inversión se lanzaron a nuevos negocios como la creación y distribución de complejos instrumentos derivados. Pidieron dinero prestado y lo pusieron a trabajar para sustentar su rentabilidad. Esto dio lugar a las primeras causas de la crisis: el modelo de creación y distribución de securitización y el uso extensivo del apalancamiento.

Es importante observar que estas fueron consecuencias no buscadas de decisiones políticas esencialmente sensatas. En igualdad de condiciones, la desregulación les permitió a los pequeños inversores comercializar acciones de manera más económica, lo que los volvió más ricos. Pero otras cosas no eran iguales. En particular, el hecho de que los bancos de inversión, que fueron lanzados a actividades más riesgosas por estos cambios de políticas, estuvieran completamente fuera de la red regulatoria fue una receta para el desastre.

De la misma manera, eliminar la Ley Glass-Steagall fue esencialmente sensato. Los conglomerados les permiten a las instituciones financieras diversificar sus negocios, y la asociación con bancos comerciales les permite a los bancos de inversión financiar sus operaciones utilizando depósitos relativamente estables en lugar de mercados de dinero volubles. Este modelo ha demostrado su viabilidad en Europa durante siglos y sus ventajas son evidentes en Estados Unidos, incluso ahora con la compra de Merrill Lynch por parte de Bank of America. Leia o resto do artigo »

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“O dólar acabou”, avalia Carlos Lessa

Postado em 27 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o economista Carlos Lessa nada na contra-corrente do comissariado federal: identifica riscos imediatos para a economia brasileira, com o agravamento da crise nos Estados Unidos.

Congressistas democratas e republicanos se reuniram ontem com o presidente dos EUA, George W. Bush, para discutir o pacote anticrise. Participaram do encontro os candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain. A proposta do Tesouro americano prevê US$ 700 bilhões para a compra de títulos de risco. O acordo final ainda não foi fechado.

Para Lessa, “o dólar acabou” e seria preciso que um novo “Bretton Woods” estabelecesse novos parâmetros para a economia mundial. Em entrevista a Terra Magazine, expõe:

- Só tem um jeito. A Rússia já propôs, e a França também: reunir as potências do mundo e definir um novo acordo de Bretton Woods. O dólar acabou. Mas o problema é o seguinte: os Estados Unidos não vão deixar que o dólar acabe… O que os americanos vão tentar fazer é distribuir essa conta pelo mundo inteiro.

O economista demonstra segurança ao defender que “a crise está entrando no Brasil”, apesar da tranqüilidade alardeada pela equipe do presidente Lula. O modelo de crescimento nacional, em sua opinião, está fundado em bolhas de crédito – e direciona a atenção aos créditos fáceis na venda de automotores. Faz outro diagnóstico:

- Pra você ter uma idéia: as empresas no Brasil tomam 10% do total de crédito de empresa no exterior. Só que os bancos do exterior pararam de emprestar. Por que o Banco Central reduziu os depósitos obrigatórios dos bancos? Sabe por quê? Para tentar gerar um espaço de crédito pra essas empresas que não têm mais crédito. Quem diria que um país tupiniquim, com doutor (Henrique) Meirelles todo-poderoso, pagando os mais altos juros do mundo, que tem US$ 207 bilhões na reserva, ia ter que fazer isso?

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, chegou a afirmar que os bancos brasileiros não tinham problema de liquidez. Adiante, um recuo. O BC anunciou anteontem a elevação da liquidez para bancos pequenos. Injeção de R$ 13,2 bilhões no mercado. Crítico da política monetária, Lessa elabora perguntas inquietantes:

1. “Não quero falar nada, mas quanto o Bradesco já perdeu? Quanto o Itaú já perdeu? Ninguém sabe. Eles não vão falar. Mas os bancos são encadeados uns com os outros.”

2. “Como levaram o crescimento da economia brasileira? Pelo endividamento das famílias, não pelo investimento das empresas, não pelo investimento público.”

Leia a entrevista

Terra Magazine – O pacote de US$ 700 bilhões do governo Bush é um bom caminho para combater a crise? Como o senhor analisa esse plano emergencial?

Carlos Lessa – É preciso ter duas coisas em consideração. Primeiro, o poder norte-americano. Na história da humanidade, nunca houve uma sociedade tão poderosa quanto os Estados Unidos. É um poder militar, é um poder cultural enorme, mas a chave desse poder chama-se dólar, por uma razão muito simples: as reservas de todos os bancos centrais do mundo são lastreadas, predominantemente, em títulos do Tesouro norte-americano. Os Estados Unidos têm uma vantagem estratégica sobre qualquer outro País: o que ele emite, é dívida. Mas é a riqueza dos outros. Então, quem emite a riqueza, no caso os Estados Unidos, tem mais poder do que ter Forças Armadas.

Essa crise americana foi, na verdade, o jogo financeiro dos bancos americanos que, em última instância, debilitou profundamente o dólar. Ninguém sabe o tamanho do buraco. A informação que se tem é que são de US$ 14 trilhões as operações imobiliárias. Porém, ninguém sabe como é que isto foi, pela ginástica da alquimia financeira; derivativos em cima de derivativos – o derivativo pega um papel ruim e converte em papel bom -, derivando de tal maneira que vou dar a seguinte informação: o País mais conservador do mundo é a Suíça. Leia o resto do artigo »

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A crise de Wall Street equivale à queda do Muro de Berlim

Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Economia de 2001, sustenta que a crise de Wall Street evidencia que o modelo de fundamentalismo de mercado não funciona. Para ele, a crise que sacudiu Wall Street é para esse modelo o equivalente ao que foi a queda do Muro de Berlim para o comunismo. Stiglitz critica a complexidade dos produtos financeiros que provocaram a crise e os incentivos ao risco dos sistemas de recompensa dos executivos.

“Se não tivéssemos disseminado o risco por todo o mundo, a crise seria muito pior. Uma coisa que agora se entende, a conseqüência dessa crise, é a informação assimétrica da globalização. Na Europa, por exemplo, não se sabia muito bem que as hipotecas norte-americanas são hipotecas sem lastro: se o valor da casa baixa mais que o da hipoteca, pode-se devolver a chave ao banco e ir embora. Na Europa, a casa serve de garantia, mas o tomador do empréstimo segue endividado, aconteça o que aconteça. Este é um dos perigos da globalização: o conhecimento é local, sabe-se muito mais sobre sua própria sociedade do que sobre as outras”.

“O programa da globalização esteve estreitamente ligado aos fundamentalistas do mercado: a ideologia dos mercados livres e da liberalização financeira. Nesta crise, observamos que as instituições mais baseadas no mercado da economia mais baseada no mercado vieram abaixo e correram a pedir a ajuda do Estado. Todo mundo dirá agora que este é o final do fundamentalismo de mercado. Neste sentido, a crise de Wall Street é para o fundamentalismo de mercado o que a queda do Muro de Berlim foi para o comunismo: ela diz ao mundo que este modo de organização econômica é insustentável. Em resumo, dizem todos, esse modelo não funciona. Este momento assinala que as declarações do mercado financeiro em defesa da liberalização eram falsas”.

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¿Quedó en el pasado el crecimiento impulsado por las exportaciones?

Postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

by Dani Rodrik

Texto em inglês

Durante cinco décadas, los países en desarrollo que han podido formar industrias exportadoras competitivas se han visto recompensados con asombrosas tasas de crecimiento: Taiwán y Corea del Sur en los años sesenta; los países del sureste asiático como Malasia, Tailandia y Singapur en los años setenta; China en los años ochenta y, en última instancia, India en los años noventa.

En todos estos casos,  y en algunos otros, -otra vez, principalmente en Asia-, las reformas internas seguramente habrían producido crecimiento independientemente del comercio internacional. Sin embargo, es difícil que ese crecimiento hubiera sido igual de elevado -de un histórico 10% per capita al año o más- sin una economía global capaz de absorber las exportaciones de estos países.

Muchos países están tratando de imitar este modelo de crecimiento, pero rara vez han tenido éxito porque no existen las condiciones internas previas. Si entramos a los mercados mundiales sin contar con políticas dinámicas que aseguren la competitividad de algunas industrias modernas de manufacturas o de servicios, probablemente seguiremos siendo exportadores empobrecidos de recursos naturales y productos de uso intensivo de mano de obra como las prendas de vestir.

Sin embargo, los países en desarrollo compiten para establecer zonas de exportación y subsidiar operaciones de montaje para las compañías multinacionales. La lección es clara: el crecimiento generado por las exportaciones es el camino a seguir.

Pero, ¿cuánto durará? Si bien es riesgoso tratar de hacer pronósticos económicos, hay señales que indican que estamos en la cúspide de una transición hacia un nuevo régimen en el que las reglas del juego no serán ni de lejos tan favorables para las estrategias centradas en la exportación.

La desaceleración de las economías avanzadas es la amenaza más inmediata. Tanto Europa como los Estados Unidos están entrando en una recesión, y crece el temor de que el colapso financiero resultante de la debacle de las hipotecas de alto riesgo no se ha resuelto. Todo esto sucede en un momento en que las presiones inflacionarias entorpecen los remedios monetarios y fiscales de costumbre. El Banco Central Europeo, muy enfocado en la estabilidad de los precios, ha estado aumentando las tasas de interés y puede ser que la Reserva Federal de los Estados Unidos pronto haga lo mismo. Así pues, las economías desarrolladas sufrirán durante un tiempo, lo que tendrá implicaciones evidentes para la demanda de exportaciones procedentes de los mercados emergentes.

Encima de todo, es casi seguro que estalle el problema de los desequilibrios globales de cuenta corriente. Los mercados emergentes y los países en desarrollo tuvieron en 2007 un superávit de 631 mil millones de dólares, dividido casi en partes iguales entre los países asiáticos y los Estados exportadores de petróleo. Esto representa el 4.2% del PIB conjunto de esos países. Los Estados Unidos por sí solos tuvieron un déficit en cuenta corriente de 739 mil millones de dólares (el 5.3% de su PIB). En este patrón de balanzas de cuenta corriente, ni los factores económicos ni los políticos son sostenibles, especialmente en un ambiente de recesión. Leia o resto do artigo »

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