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Blog do Desemprego Zero

Enfrentando os desafios atuais

Postado em 5 dEurope/London julho dEurope/London 2010

Ainda não conhecemos todos os efeitos que as sucessivas crises internacionais terão na distribuição de forças entre os países do mundo. Sabemos que os países desenvolvidos, a despeito de ainda serem os principais atores, perdem credibilidade e a influência que tinham nos fóruns de debates e nas tomadas de decisão multilaterais. Mas é interessante entender a forma como os principais formadores de opinião do país interpretam essas mudanças. E me surpreendeu a opinião do ex-presidente da república Fernando Henrique Cardoso (clique para ler o artigo do ex-presidente).

A crise americana no final de 2008 provocou dificuldades na maioria dos países que tinha sua economia baseada nas exportações para os EUA. Os países europeus e alguns dos países em desenvolvimento sentiram o golpe e tiveram taxas de crescimento bem reduzidas em 2009. O Brasil conseguiu minimizar os efeitos da crise com incentivos ao consumo e à manutenção do nível de emprego. Mais que isso, o país que não sofreu com recessão em 2009 cresce a taxas ainda mais elevadas esse ano. Trata-se de reconhecer qual a verdadeira necessidade que o mercado internacional tem a cumprir no desenvolvimento da economia nacional.

Ou seja, o país assumiu uma postura de enfrentar a crise através da valorização do mercado interno. Não se trata de abrir mão do mercado internacional, mas modificar o tipo de inserção no mundo.

Essa alternativa vai de encontro ao consenso estabelecido durante os anos 1990 de que países em desenvolvimento não possuíam mercado consumidor para sustentar o crescimento a taxas elevadas. Economicamente, essa tese baseava-se na idéia de que a poupança interna era insuficiente para financiar o investimento necessário para o crescimento. Portanto, a única alternativa era especializarem-se em produtos para exportação e procurar desenvolverem-se vendendo para o exterior.

As crises nos países desenvolvidos mostra é que a poupança deles estava baseada em especulação imobiliária, no caso dos EUA, e incentivos fiscais no caso europeu. O que ruiu com a crise não foram apenas os lucros dos acionistas, mas toda a base da ideologia que os sustentava. Ora, se os EUA podiam lastrear crédito com especulação imobiliária e a Europa pode manter incentivos fiscais para criar investimento, então a poupança não é uma dádiva da natureza, mas uma construção, que em doses erradas pode trazer sérias conseqüências negativas.

Vivemos um momento parecido com o do final dos anos 70, quando o equilíbrio de forças mundial teve seu último abalo. Naquele momento, foram as dificuldades com o preço petróleo que provocaram todos os problemas financeiros que se seguiram. O Brasil, como todos os países que dependiam de importações de petróleo sofreu com a crise, o que estancou o crescimento. O problema é diferente hoje, somos autossuficientes na maioria dos insumos e temos boas relações com os vendedores daqueles que precisamos. Se os insumos não são o problema e nem a poupança, temos outros desafios a enfrentar.

Os desafios nessa situação são diversos de simplesmente achar recursos para financiar o desenvolvimento. Os problemas de infra-estrutura devem ser resolvidos com ampliação do investimento. A maioria desses investimentos traz benefícios para todo o país ao mesmo tempo. São, por excelência, bens públicos. Não há problema em financiar com dinheiro de impostos, desde que sejam gastos com transparência. O principal entrave para o desenvolvimento acelerado pode ser o desenvolvimento de tecnologia, mas mesmo esse problema pode ser resolvido com investimentos. Os impactos ambientais devem ser avaliados por especialistas, que devem entender a importância do que está sendo tratado, sem desviar dos critérios técnicos.

Não podemos desperdiçar essa oportunidade enfrentando problemas do passado sem analisar as diferenças que a realidade atual difere do passado.

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IPEA: Sensor Econômico

Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Setor produtivo mantém confiança. Clique aqui para ler mais.

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A oposição dependendo de Serra

Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Maria Inês Nassif

Do Valor Econômico de 26/11/2009:

Decisão deve afunilar nas mãos de um só

O resultado da última pesquisa CNT-Sensus, divulgada na segunda-feira, reflete em números uma realidade que já estava presente há pelo menos dois meses nas análises e nos debates internos dos partidos de oposição. Essas análises justificaram as pressões de parcelas do PSDB, do DEM e do PPS sobre o candidato tucano com mais votos nas pesquisas, José Serra, para que ele decida até o final do ano se será o candidato a presidente da República pela coligação. As informações de dentro do bloco oposicionista já apontavam a tendência registrada na pesquisa CNT-Sensus trazida a público essa semana, cujos dados foram coletados entre 16 e 20 de novembro.

Moveram as pressões sobre Serra: o fato de os índices de intenção de voto em Dilma Rousseff, a candidata do presidente Lula e do PT, estarem subindo devagar, mas sustentadamente; a lenta e constante queda de Serra nas pesquisas de intenção de voto; a constatação de que a candidatura de Ciro Gomes (PSB) produziu, sim, estrago nas intenções de voto à oposição, em especial se o candidato for o governador de São Paulo; a percepção de que Dilma saiu de uma posição de fragilidade, logo após um traumático tratamento de saúde – durante o qual manteve pouca exposição pública e índices quase declinantes de intenções de voto – para outro, em que assumiu a sua posição de candidata e se manteve ao lado de Lula, caracterizando-se como aquela a quem os simpatizantes do presidente devem transferir o voto. Leia o resto do artigo »

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Carta IEDI n. 385 – Produtividade na Indústria no Primeiro Semestre de 2009

Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

A produtividade industrial apresentou queda de 8,0% no primeiro semestre de 2009, seguindo a contração de 13,4% na produção física e de 5,8% nas horas pagas. O resultado bastante negativo no semestre mostra que houve uma pequena recuperação ao longo dos primeiros meses do ano, pois no primeiro trimestre o recuo na produtividade foi de 10,0%. Em termos de tendência da produtividade observa-se que o ajuste para minorar os impactos da crise pelas empresas tem sido na direção de reduzir o emprego e as horas pagas.

Como a interrupção da trajetória de crescimento no último trimestre de 2008 implicou também a interrupção do ciclo expansivo de investimentos produtivos, e a correlação entre investimento e produtividade é positiva, a expectativa é a de que uma retomada do crescimento da produtividade a taxas sustentáveis dependerá da retomada dos investimentos, o que não está claro de ocorrer em futuro próximo. Clique aqui para ler mais.

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Carta IEDI n. 376 – Resultados Contrários da Produção e do Emprego na Indústria

Postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Dois fatos concernentes à indústria chamaram a atenção no mês de junho. Um relacionado à produção e outro, ao emprego. O crescimento bastante fraco, de 0,2%, da produção industrial no mês de junho com relação a maio (dados dessazonalizados) decorreu, sobretudo, da queda de 2,0% da produção industrial no estado de São Paulo. Após cinco resultados positivos no ano (2,3%, 0,7%, 1,0%, 0,9% e 2,3%, de janeiro a maio, nessa ordem), esse recuo de 2,0% pode ser um fato isolado, mas causa alguma preocupação, pois poderá comprometer o segundo semestre se, de fato, a indústria paulista não reagir de modo mais consistente. Como se sabe, a indústria de São Paulo tem participação relevante no parque industrial brasileiro e é um grande demandante de bens e serviços de outras regiões, ou seja, ela “puxa” fortemente outras atividades econômicas que não estão no seu próprio estado.

De modo geral, ainda na passagem de maio para junho, observa-se que, das catorze regiões contempladas pela pesquisa do IBGE, oito apresentaram elevação da produção. Com taxas de variação positivas, aparecem: Pará (10,2%), Goiás (7,4%), Bahia (7,2%), Minas Gerais (3,3%), região Nordeste (2,9%), Santa Catarina (1,4%), Rio Grande do Sul (1,1%) e Rio de Janeiro (0,5%). Entre as regiões que registraram variação negativa, destaca-se, além de São Paulo, o Paraná, cuja produção recuou 9,0%. O que se pode notar é, por um lado, um sinal positivo mais robusto em alguns estados e, por outro lado, certa estabilidade ou mesmo um recuo em outras regiões. O fato é que, devido às suas características industriais, os ajustes dos níveis de produção nas diferentes regiões do País vêm se apresentando de modos distintos. Aliás, essa é a marca encontrada no fechamento do primeiro semestre deste ano. Leia mais…

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O caminho da economia global

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Nouriel Roubini

A recessão global poderá terminar no fim deste ano, e não mais cedo, e a recuperação global em 2010 será anêmica e muito abaixo da tendência, pois as famílias, firmas e instituições financeiras alavancadas e com problemas de renda/lucro têm limitada sua capacidade de captar recursos, emprestar e gastar. Enquanto isso, uma tempestade de déficits fiscais persistentemente grandes e acúmulo de dívida pública, a monetarização desses déficits que acabará elevando a expectativa de inflação, o aumento da renda dos títulos do governo, a alta dos preços do petróleo, os lucros baixos, os empregos que continuam caindo e o crescimento estagnado se aproximam um pouco mais no radar dessa perspectiva econômica global nebulosa. Leia mais…

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Lula vai soltar o Cacciola, roubar o erário agora pode…

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Desculpe, Dr Cacciola, tudo não passou de um lamentável equívocoFonte: Conversa Afiada

Saiu no Estadão, pág. B3:

“Socorro financeiro ganha carta-branca. Acordo entre PT (quá, quá, quá! – PHA) e PSDB (muito natural … PHA) dá poderes ao governo para defender bancos… (Acordo) permitiu a aprovação de uma emenda à Medida Provisória 449 que concede verdadeira anistia aos ministros de Estado, presidentes de Banco Central e demais funcionários públicos que estão sendo processados por tomar decisões em defesa da solvência dos bancos que o Ministério Publico considerou crimes contra  sistema financeiro … se o agente que praticou ato ilegal não pode ser condenado, quem se beneficiou dele também não. Cacciola, portanto, poderia pedir à Justiça o mesmo beneficio …”

Isso era o que Fernando Henrique Cardoso mais queria.

Ele fez o Proer e morria de medo de ir em cana.

Ele fez a privatização e, como no México, no Peru e na Argentina, podia dar um bolo danado. Leia o resto do artigo »

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ENTREVISTA: AÉCIO NEVES

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Gobernador de Minas Gerais y aspirante a la presidencia brasileña

“Debemos decidir qué Brasil queremos después de Lula”

Fonte: EL PAIS (Espanha)

FERNANDO GUALDONI – Madrid – 08/05/2009  

El panorama político brasileño está revuelto. El 25 de abril, la superministra Dilma Rousseff, mano derecha del presidente Lula y aspirante a sucederle, reveló que padecía cáncer. Se le extirpó un tumor del sistema linfático y ahora debe someterse a quimioterapia. Rousseff, que tiene 61 años, no trabaja menos de 15 horas al día. Tiene a su cargo el ambicioso programa de crecimiento económico para evitar que la crisis se cebe con Brasil y desde hace unos meses una campaña electoral en marcha. La preferida de Lula para abanderar el Partido de los Trabajadores (PT) tiene mucho terreno que remontar frente al socialdemócrata José Serra -alcalde de São Paulo- y el socialista Ciro Gomes.

Neves disputa a José Serra la candidatura de la socialdemocracia

“No creo que lo que le ha pasado a Dilma cambie, de momento, el panorama electoral. (…) El partido de Lula ha cerrado filas de inmediato en torno a Dilma”, explica Aécio Neves, gobernador del poderoso Estado de Minas Gerais -es la tercera región más rica y representa el 10% del PIB nacional-, durante su reciente visita a Madrid. Como Serra, también aspira a ser el candidato del Partido Socialdemócrata de Brasil (PSDB) para la presidencia. El gobernador es cauteloso al hablar de Dilma, y es que tal vez él, mejor que nadie, entiende los efectos de un problema de salud sobre la carrera política. Es nieto de Tancredo Neves, el primer presidente electo de Brasil tras 20 años de dictadura. En 1985, un día antes de asumir el cargo, Neves cayó enfermo hasta su muerte. En su lugar gobernó el vicepresidente José Sarney, que lo hizo hasta 1990.

La enfermedad de Rousseff disparó inmediatamente el rumor de que una parte del PT iba a reavivar la campaña para reformar la Constitución y permitir a Lula un tercer mandato, una tentación que ronda en la región en países como Bolivia, Colombia, Ecuador y en la que Venezuela ha caído con creces. “Esto es improbable”, dice Neves. “Lula ha dicho que no se presentará para un tercer mandato y estoy seguro de que lo que dice es verdad”. “Ahora, sí creo que Lula volverá a competir por la presidencia”, afirma. Neves coincide con muchos analistas: Lula volverá para 2015.

Sin el presidente Lula y con la principal candidata en pleno tratamiento contra el cáncer, el PT sabe que tiene un problema. En Brasil nadie habla públicamente de reemplazar a Rousseff. Todo lo contrario, Lula le ha reafirmado su apoyo y sus rivales evitan politizar la enfermedad de la ministra. Pero lo cierto es que nadie en el PT desconoce que el tratamiento frenará la campaña de Rousseff, que aspiraba a llegar a fin de año con el 20% de intención de voto, casi el doble de la popularidad que tiene ahora.

De tener que hallar un reemplazo en el PT, quien más suena es Patrus Ananias, ministro de Desarrollo Social. Este paisano de Neves -ambos son de Belo Horizonte- tiene a su cargo Bolsa Familia, el principal programa social de Brasil y uno de los más grandes del mundo en su clase. Puesto en marcha en 2003, ya cubre casi a 10 millones de familias. Los beneficiarios obtienen una mensualidad y acceso a los derechos sociales básicos: salud, alimentación y educación. A cambio, las familias deben mantener a los niños y adolescentes en edad escolar en el sistema de enseñanza, mantener al día el calendario de vacunación, etcétera. El programa ha sido elogiado internacionalmente y muchos países estudian su implantación.

“Bolsa Familia es un programa de choque para reducir la pobreza. No se puede eternizar porque puede acabar creando un clientelismo político insano. Ahora tenemos que dar un paso más, lograr que esas personas se incorporen al mercado laboral, progresen por sí mismas…”, explica Neves. “Por eso, más que definir a un candidato para las elecciones del año próximo, lo que debemos decidir es qué Brasil queremos después de Lula. Esto es lo realmente importante”, añade. Leia o resto do artigo »

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