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Blog do Desemprego Zero

Brasil perde espaço para China na Argentina

Postado em 29 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Folha de São Paulo

Por GUILHERME BARROS

O Brasil deixou de exportar um volume de US$ 90 milhões para a Argentina no primeiro quadrimestre do ano pela substituição de produtos brasileiros por chineses no país. Segundo levantamento da Fiesp, a participação brasileira na pauta de importação argentina está em trajetória de queda enquanto a China ganha mercado.
O efeito contrário, ou seja, a substituição de importações argentinas da China por produtos do Brasil, também ocorre, mas em menor intensidade. O cálculo da Fiesp é que o Brasil “roubou” da China um volume de exportações equivalente a US$ 36,6 milhões.
No saldo final, no entanto, a China levou uma vantagem de US$ 52,3 milhões sobre o Brasil no mercado argentino, apenas no primeiro quadrimestre.
“A Argentina deixar de comprar do Brasil para negociar com a China é um absurdo. É inadmissível o desvio do comércio no âmbito do Mercosul”, afirma o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Leia o resto do artigo »

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Boletim Semanal: Sadia e Perdigão, Petróleo, Dívida pública, Setor elétrico, Brasil e FMI, China, EUA

Postado em 16 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.41, ano 2 – 10/06/2009 a 16/06/2009 

Economia

Sadia e Perdigão: perda de empregos

Guerra do petróleo

A dívida pública e as gerações futuras

Política

SUGESTÕES CONCRETAS PARA O SETOR ELÉTRICO

O Brasil e o FMI

Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras? 

Internacional

China pode inflar nova bolha das commodities

O Programa de Emprego nos EUA

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Crédito acelera reação na China

Postado em 14 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Financiamentos dobram em relação a 2008 e produção industrial tem retomada mais rápida que o esperado

Fonte: O Estado de S. Paulo

Cláudia Trevisan

A China surpreendeu os analistas e apresentou em maio uma série de indicadores que apontam a retomada da atividade econômica em velocidade mais rápida que a esperada. A produção industrial teve a maior alta dos últimos oito meses, o volume de crédito bancário dobrou em relação a igual período de 2008, os investimentos tiveram alta de 39% e as vendas no varejo subiram 15,2%.

Os dados foram divulgados um dia depois do anúncio de queda de 26% nas exportações de maio, em um indício de que a recuperação do país tem sido alimentada por fatores domésticos, entre os quais o mais importante é o pacote de estímulo de US$ 585 bilhões divulgado em novembro.

A produção industrial do mês passado aumentou 8,9%, depois de subir 7,3% em abril e apenas 3,8% nos dois primeiros meses do ano. Mas o índice ainda está bem abaixo dos 16% registrados em maio de 2008. Leia o resto do artigo »

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China pode inflar nova bolha das commodities

Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Compras chinesas para estocagem têm pressionado os preços

Fonte: O Estado de s. Paulo

Por Keith Bradsher, THE NEW YORK TIMES, HONG KONG

As frequentes compras feitas pela China ajudaram a elevar o preço das commodities em todo o mundo na última primavera, mas um número de indícios cada vez maior sugere que boa parte dessas compras tenha o objetivo de estabelecer estoques e esse consumo pode não ser sustentável.

Ao menos 90 cargueiros repletos de minério de ferro estão ociosos nos portos chineses, esperando até duas semanas para desembarcar porque as operações de estocagem estão sobrecarregadas, disseram executivos de transporte marítimo. Ainda assim, a produção de aço está se recuperando muito lentamente na China e as exportações continuam enfraquecidas.

Executivos do ramo das commodities e dos transportes marítimos descrevem o acúmulo chinês de uma gama de commodities, como o alumínio, cobre, níquel, latão, zinco, canola e soja. Em abril, a China começou a estocar quantidades significativas de petróleo. Leia o resto do artigo »

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O Oriente chega mais perto

Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Valor 

Por Sergio Leo

O Brasil sofrerá menos com a crise mundial, em parte por ter diversificado seus mercados de exportação, procurando clientes em todos os recantos do mundo. Em resposta à crise, e em consequência de um poderoso movimento internacional de deslocamento do eixo econômico do globo, o comércio do Brasil volta, porém, a concentrar-se rapidamente. Desta vez, em torno de mercados povoados por consumidores inteligentes de tez amarela e olhos puxados. A rápida ascensão da China como o principal destino das vendas brasileiras ao exterior é só um aspecto da emergência da Ásia como polo dinâmico do comércio mundial.

Nesta semana, quando chegar em Pequim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será pressionado por integrantes do próprio governo a falar de comércio. É a Embraer, que teme perder encomendas de sua filial na China para empresas aeronáuticas, concorrentes chineses puro-sangue. São os exportadores de carne suína e frango, que consideram o empurrão presidencial fundamental para mover as forças do mercado chinês. Lula deve atender às demandas dos empresários, mas quer, também, falar de política. Leia o resto do artigo »

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China vira principal comprador do Brasil

Postado em 4 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Com alta de 61% nas compras, China passa os EUA na lista de importadores

Por Márcia De Chiara

A China está salvando as exportações brasileiras em meio à recessão global. Em março, pela primeira vez o país foi o principal destino dos produtos nacionais, desbancando a liderança histórica dos Estados Unidos. As exportações para China no primeiro trimestre cresceram 62,67% em valor e 41,47% em quantidade na comparação com o mesmo período de 2008.

Os principais beneficiados foram os produtores de soja, celulose, minério de ferro e petróleo. Essas quatro commodities respondem por 76,6% da receita de exportações brasileiras para o país, aponta a Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex).

“No pior dos mundos, o Brasil está melhor”, afirma Miguel Daoud, economista-chefe da consultoria Global Financial Advisor e especialista em China. Com a crise global, o governo chinês decidiu injetar quase US$ 600 bilhões na economia. O objetivo é estimular os negócios e mudar o modelo de economia exportadora para outro, voltado para o mercado interno. Esse pacote já começou a fazer efeito, com repercussões diretas no Brasil. Leia o resto do artigo »

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Brasil e China: negócios sem dólares

Postado em 5 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Lula propõe ao presidente chinês que o comércio entre os dois países seja feito em suas respectivas moedas

Por Lourival Sant’Anna

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs que o Brasil e a China utilizem as suas respectivas moedas no comércio entre si, em vez do dólar. Lula apresentou a ideia em reunião com o presidente Hu Jintao, na quinta-feira, em Londres, durante a cúpula do G-20. A proposta será agora estudada pelos chineses, segundo Lula, e voltará a ser discutida durante a visita do presidente brasileiro a Pequim, no dia 19 de maio.

A China e a Rússia propõem a criação de uma moeda internacional alternativa ao dólar. “Não sei se vai ser possível”, disse o presidente, reconhecendo que a iniciativa envolve dificuldades técnicas e até “convencer a sociedade”.

“Estamos tentando. Já fizemos com a Argentina. Queremos fazer com o Mercosul e com a América do Sul.” Segundo o presidente, a vantagem é que “um pequeno empresário não tem que ir atrás de dólar para comprar, ou seja, ele faz o negócio na moeda do seu país e nós fazemos na nossa”. Leia o resto do artigo »

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Pode a China crescer depressa na crise?

Postado em 22 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Fonte: Vermelho
Por Fang Gang, em Pequim*

A China vem crescendo ao ritmo anual médio de 9,8% há três décadas. Os últimos três meses, porém, foram acompanhados por desaceleração nas exportações, no investimento doméstico, na produção industrial e na receita tributária da China. Um desaquecimento de grandes proporções parece estar se configurando. Poderá o crescimento chinês rápido persistir? Eu creio que sim.

Operário da construcão trabalha em arranha-céu de Xangai

A China vem crescendo ao ritmo anual médio de 9,8% há três décadas. Durante a maior parte desse período os mercados mundiais estiveram favoráveis, sem grandes crises ou desaquecimentos econômicos ou financeiros. É verdade que houve crises regionais como a do sudeste asiático em 1997-98, o estouro da bolha habitacional do Japão em 1990 e da bolha hi-tech americana em 2000. Mas nenhuma foi obstáculo sério ao prolongado boom chinês.

Os últimos três meses, porém, foram acompanhados por desaceleração nas exportações, no investimento doméstico, na produção industrial e na receita tributária da China. Um desaquecimento de grandes proporções parece estar se configurando. Poderá o crescimento chinês rápido persistir? Eu creio que sim. Leia o resto do artigo »

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