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Blog do Desemprego Zero

Boletim semanal: Câmbio, Real, Lula, Emissões de carbono

Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.58, ano 2 – 17/11/2009 a 24/11/2009

Economia

Nova lógica das alianças internacionais

Porque o câmbio é fundamental

Cai o mito do real desvalorizado 

Política

As mudanças que virão na mídia

Lula, filho do Brasil, responde às críticas de FHC e Caetano

Cinco propostas para o Brasil

Internacional

Nova lógica das alianças internacionais

Site sobre emissões de carbono por país

The Ghost in the Recovery Machine

Ipea divulga balanço mundial da crise e desdobramentos

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Boletim semanal: Câmbio, Finanças, Política Industrial, Carro elétrico, América Latina

Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.50, ano 2 – 12/08/2009 a 18/08/2009  

Economia 

Ou se faz a reforma política ou o poder executivo continuará prisioneiro do poder econômico e das oligarquias

É o câmbio, sr. Presidente

Deixem os céticos das finanças nas rédeas

 Política 

O filme “O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO – ÚLTIMA FRONTEIRA”

Os ensaios de política industrial

Globo se alia aos EUA por bases americanas e contra pré-sal

Nacionalização da GM, o carro elétrico e o futuro do Brasil

Internacional  

Os latifúndios da informação

Latin American geopolitics

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Câmbio favorece negócio com os árabes

Postado em 16 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil

Por Roberto Tenório

A valorização do dólar nos últimos meses deverá impulsionar o volume dos negócios com produtos agropecuários entre o Brasil e os países árabes em 2009. Mesmo após o agravamento da crise, no segundo semestre de 2008, as exportações para os países árabes continuaram em expansão e fecharam acima das expectativas. O crescimento no terceiro trimestre também pode ser atribuído ao direcionamento dos produtos que deixaram de ser consumidos nos mercados europeu e americano, os que mais foram prejudicados com a crise. Nesse período, por exemplo, a receita com cafés cresceu 55,8% e a de carnes subiu 8% na comparação com 2007, segundo informações da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB).

“O problema de liquidez que afeta o mundo inteiro não é problema para os países árabes. A queda nas cotações do petróleo foram compensadas em parte pela valorização do dólar e isso poderá criar muitas oportunidades para os empresários brasileiros em 2009″, avalia Antônio Sarkis Júnior, presidente da CCAB. Ele acredita que ainda existem muitos mercados para serem explorados. “Sempre que fizemos projeções de crescimento das exportações elas foram superadas”, ressaltou. Ele disse ainda que o fluxo comercial entre Brasil e os países do bloco sempre foi equilibrado. “Em 2007, o Brasil foi superavitário na balança comercial e no ano passado foi a vez do Brasil”, conta. Leia o resto do artigo »

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Câmbio leva empresas a reduzir nível de emprego

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

A valorização do real frente ao dólar já provoca demissões em setores industriais tradicionalmente afeitos à exportação. Caso haja a manutenção das taxas de câmbio, o desemprego virá em 2009. Segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com a valorização do real, as indústrias com maior rentabilidade são as siderúrgicas, extrativa mineral, de autopeças, químicas, metalúrgicas, material de transporte e fertilizantes. Na contramão, os setores que amargam menor rentabilidade são os de celulose, petroquímico, vestuário, minerais não metálicos, têxtil, materiais elétricos e produtos alimentares. 

Publicado em: Gazeta Mercantil

Por: Leda Rosa

A valorização do real frente ao dólar já provoca demissões em setores industriais tradicionalmente afeitos à exportação. Áreas mais sensíveis às variações cambiais, entre elas a de madeira processada, estimam que, de maio a julho, as demissões atingiram 15 mil trabalhadores. Nas produtoras de calçados, vestuário e têxteis, ocorre a extinção de aproximadamente 200 mil vagas a cada ano. Nas fábricas, os empregados já sabem: caso haja a manutenção das taxas de câmbio, o desemprego virá em 2009.

“Nosso volume físico exportado tem caído, em média, 17%. Com tal encolhimento, produzimos menos e temos menor necessidade de mão-de-obra”, explica Antonio Rubens Camilott, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada (Abimci).

O contingente empregado pelo setor é de 2 milhões de trabalhadores. O executivo calcula que, se confirmadas as previsões de valorização do dólar, a escalada de demissões pode ser estancada ainda neste ano, no fim do quarto trimestre.

“As condições de competitividade estão permitindo uma formalização muito aquém do que poderíamos gerar”, diz Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). “Em vez de criar, no mínimo, mais de 160 mil empregos diretos por ano no setor, ficaremos com patamares reduzidos de 30, 40 mil postos de trabalho este ano”, diz o executivo. “A continuar o câmbio apreciado em 2009, com juros altos trazendo redução no nível de atividade econômica interna e queda de consumo, poderemos ter sim demissões formais”. Leia o resto do artigo »

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Os limites do câmbio

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Luís Nassif

Fonte: Projeto Brasil

Mensalmente, a Agência Dinheiro Vivo realiza um encontro de economistas de diversas áreas de especialização e tendências – o “Tornos e Planilhas” – tentando encontrar um denominador comum sobre as perspectivas da economia global e brasileira.

Há uma conclusão quase majoritária: a de que se está próximo do fim da trajetória de apreciação do real. Em algum momento haverá a reversão do câmbio.

Segundo Paulo Tenani, do UBS-Pactual, há duas forças puxando o dólar para baixo. Uma delas, a política de juros do Banco Central. A segunda, a constituição de reservas cambiais, que dá uma sobrevida ao processo de apreciação cambial -

Na outra ponta, há um fantasma cada vez mais presente, puxando o dólar para cima: a deterioração das contas externas brasileiras, que desde dezembro assumiu uma dinâmica explosiva.

Aí se esbarram em fatores extra-econômicos. Professor da PUC-SP, Antonio Correa de Lacerda vê a política monetária-cambial atrelada ao calendário eleitoral. A exemplo do primeiro governo FHC, o que se pretende é segurar a inflação, via câmbio até as eleições presidenciais de 2010.

Há um fato adicional, que poderá acelerar o desfecho: a queda nas cotações de commodities agrícolas, que começou a ficar mais nítida na última semana. José Vicente Ferraz, da Agra FNP vê como inevitável as cotações despencarem ante a perspectiva de um desaquecimento da economia global.

Ocorre que – conforme já escrevi várias vezes aqui – os mercados de commodities estão fundamentalmente alavancados por fundos hedge. Quando se sente que o caminho é a alta, os fundos entram pesados tornando mais agudo o movimento – o chamado “overshooting”. O mesmo ocorre no sentido inverso. E isso aparentemente começou.

Na economia global, as mudanças não se restringirão ao comportamento das commodities. Os grandes fundos estão com a mão no gatilho aguardando o início da reversão da desvalorização do dólar frente ao euro e às moedas asiáticas.

Até agora o ajuste do dólar foi feito em cima de países com câmbio flexível – Europa e América Latina, particularmente o Brasil.

No segundo tempo do jogo, prevê Tenani, o ajuste será bancado pelos países que até agora mantiveram suas moedas protegidas, especialmente a China, que será obrigada a permitir a valorização da sua moeda.

Esse movimento está sujeito a fricções variadas. A China tem uma necessidade enorme de manter altas taxas de crescimento. Nos próximos anos enfrentará desafios econômicos e sociais dos mais intensos. No campo industrial, a necessidade de continuar gerando empregos. Na agricultura, o fantasma apavorante da escassez de água. Hoje em dia, lembra Ferraz, a agricultura chinesa tem produtividade das mais altas devido à irrigação. Mas precisará dobrar a capacidade de sua agricultura e em breve se deparará com a escassez de água.

Todo esse quadro sugere que o Brasil deveria se preparar rapidamente para a hipótese de reversão do quadro de euforia que marcou a economia global nos últimos anos.

Mas as mudanças, por aqui, só ocorrem em períodos de crise. É a sina histórica do Brasil.

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Juros, câmbio e contas externas

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Folha de São Paulo

*CÉSAR BENJAMIN

Voltamos a depender de capitais de curto prazo para financiar um déficit externo crescente; já vimos esse filme.

O GOVERNO vem reagindo de maneira frouxa à mudança no cenário das contas externas. O problema é tratado de forma difusa, não sistemática, sem que ninguém se sinta claramente responsável por ele. Os resultados em transações correntes estão negativos desde outubro de 2007, e as piores expectativas têm sido sistematicamente superadas. A balança comercial brasileira começou a perder dinamismo em 2006, quando as exportações praticamente estagnaram (em “quantum”), enquanto as importações continuavam a crescer. De lá para cá, a situação tem se agravado com rapidez. O Ipea acaba de rever para baixo as suas previsões, passando a trabalhar com um saldo situado no intervalo entre US$ 21,6 bilhões e US$ 25,1 bilhões, apesar de os preços dos nossos principais produtos de exportação continuarem excepcionalmente altos. Se a melhor dessas hipóteses se realizar, teremos uma queda de quase 40% no saldo comercial em apenas um ano. Num saudável exercício de transparência, o Ipea divulgou uma Nota Técnica em que procura compreender o seu erro de previsão. “O principal fator responsável pela deterioração nas transações correntes”, diz a Nota, “foram as remessas de lucros e dividendos”, que quase dobraram, em 2008, quando comparadas com o mesmo período do ano passado. Leia o resto do artigo »

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“Estamos numa situação catastrófica”

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Em entrevista ao Jornal do Brasil, o embaixador Rubens Ricupero, negociador experiente em missões diplomáticas brasileiras nos anos 80 e 90. Alerta para a atual supervalorização do real, que anula conquistas comerciais do país. E acredita que o maior desafio do comércio exterior brasileiro não esta em Genebra, mas bem aqui em solo nacional, na atual política cambial que penaliza fortemente as exportações e pode conduzir o país ao colapso na balança comercial.

Por Leda Rosa

Publicado originalmente no JB Online

Como o senhor analisa o fracasso da Rodada Doha?

- Todos perdem. Índia e China, que bloquearam um avanço em agricultura, vão enfrentar uma atitude geral muito mais difícil em relação às concessões. O Brasil sai perdendo ainda mais, porque com interesse genuíno na agricultura chegou a fazer grande sacrifício para viabilizar o acordo. A OMC sai bastante enfraquecida, o que não é interesse de ninguém, porque é o único fórum que existe para 153 países. O Brasil nunca teria ganhado o caso do algodão contra os Estados Unidos ou o do açúcar contra a União Européia se não houvesse um sistema do tipo da OMC.

Agora a melhor alternativa é buscar acordos bilaterais?

- Não acredito muito na existência de boas alternativas nem na multiplicação de acordos bilaterais. Os acordos vão continuar a ser tão difíceis como eram na OMC. Isto varia de país para país, mas no caso do Brasil, cujo interesse maior se concentra na agricultura, o fato de ser na OMC ou bilateral não vai alterar muito. O Brasil não vai conseguir acesso mais fácil para os produtos agrícolas nos mercados da Índia e da China numa negociação bilateral. Também será muito difícil com os Estados Unidos e Europa, com os quais já estávamos negociando sem muito avanço.

Como devem ser os acordos no pós-Doha?

- A posição brasileira fez com o que o país fosse um pouco credor porque teve uma posição muito favorável, o fracasso não foi por nossa culpa e isto pode levar a alguma possibilidade de acordos estritos, concentrados em determinados produtos. O caso do etanol. Estávamos negociando cotas com a Europa, havia até uma boa perspectiva. Acredito em acordos pontuais, específicos, não grandes acordos, de tipo acordo de comércio, porque aí o Brasil tem uma situação muito difícil por causa do Mercosul. Leia o resto do artigo »

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Juros, câmbio e contas externas

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro  

“A política econômica atual amplia essas distorções. As famosas reservas de US$ 200 bilhões têm pés de barro, pois são a contrapartida de um passivo externo que é um múltiplo delas e não pára de crescer. Voltamos a depender de capitais de curto prazo para financiar um déficit externo crescente. São eles os principais beneficiários dos juros altos e do dólar barato. Já vimos esse filme mais de uma vez. Ele nunca acaba bem.” 

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: CÉSAR BENJAMIN 

Voltamos a depender de capitais de curto prazo para financiar um déficit externo crescente; já vimos esse filme  

O Governo vem reagindo de maneira frouxa à mudança no cenário das contas externas. O problema é tratado de forma difusa, não sistemática, sem que ninguém se sinta claramente responsável por ele. Os resultados em transações correntes estão negativos desde outubro de 2007, e as piores expectativas têm sido sistematicamente superadas. A balança comercial brasileira começou a perder dinamismo em 2006, quando as exportações praticamente estagnaram (em “quantum”), enquanto as importações continuavam a crescer. De lá para cá, a situação tem se agravado com rapidez. 

O Ipea acaba de rever para baixo as suas previsões, passando a trabalhar com um saldo situado no intervalo entre US$ 21,6 bilhões e US$ 25,1 bilhões, apesar de os preços dos nossos principais produtos de exportação continuarem excepcionalmente altos. Se a melhor dessas hipóteses se realizar, teremos uma queda de quase 40% no saldo comercial em apenas um ano. Num saudável exercício de transparência, o Ipea divulgou uma Nota Técnica em que procura compreender o seu erro de previsão. “O principal fator responsável pela deterioração nas transações correntes”, diz a Nota, “foram as remessas de lucros e dividendos”, que quase dobraram, em 2008, quando comparadas com o mesmo período do ano passado.  Leia o resto do artigo »

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