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Blog do Desemprego Zero

Os números do IDH

Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de São Paulo

Elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2009 registra alguns importantes avanços do Brasil, com relação ao ano anterior. Embora o País tenha perdido cinco posições no ranking do IDH de 182 nações, passando da 70ª posição, em 2008, para o 75º lugar, o levantamento mostra que o País vem conseguindo manter um ritmo de crescimento consistente e que é, hoje, o mais acelerado em toda a América Latina. 

Liderado no levantamento deste ano pela Noruega, pela Austrália e pela Islândia, ficando a França, o Japão e os EUA na 9ª, 10ª e 13ª posições, o IDH é calculado pelo Pnud com base no cruzamento de informações relacionadas à riqueza, nível de escolaridade, saúde e esperança média de vida. Como o Pnud também leva em conta as taxas de expansão da economia de cada país, as posições no ranking do IDH flutuam ou mudam, conforme o aumento ou a redução do PIB per capita de cada uma das 182 nações.  Leia o resto do artigo »

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Montadoras chinesas vêm para o Brasil

Postado em 31 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Pelo menos três montadoras já negociam locais para suas fábricas

Fonte: O Estado de S. Paulo

Por Raquel Landim

As montadoras chinesas preparam seu desembarque no mercado brasileiro com uma avidez capitalista que em nada lembra as companhias que surgiram após a revolução comandada por Mao Tsé-tung. Além da Chery, que acaba de lançar o utilitário esportivo Tiggo no País, a Build Your Dreams (BYD) e a Jianghuai Automotive Co. (JAC) têm planos concretos para entrar no Brasil nos próximos dois anos. Um escritório de advocacia brasileiro está assessorando outras duas fabricantes de caminhões chinesas, mas não revelou os nomes.

“A JAC está muito confiante de que vai transformar o mercado brasileiro em sua base para a América Latina. Estamos, com sucesso, nos países em volta do Brasil”, disse a gerente regional do negócio de caminhões leves, Sammi Shang. A BYD, que tem entre seus sócios o megainvestidor Warren Buffet, disse que “a competição com as montadoras tradicionais é forte no Brasil”. “Mas estamos seguros que vamos atingir uma fatia considerável de mercado no futuro próximo.” Leia o resto do artigo »

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Após dois anos de superávit, Brasil volta a importar lácteos

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo

BALANÇA COMERCIAL DO LEITE NO PRIMEIRO SEMESTRE APURA DÉFICIT DE US$ 35,4 MILHÕES

Crise econômica mundial reduz demanda, custo de matéria-prima sobe e movimento de valorização do real traz apreensão

Por GITÂNIO FORTES                                                                                                                   

Depois de dois anos em que as exportações superaram as importações, em 2009 o setor de lácteos no Brasil ensaia sentir de novo o sabor azedo do déficit. No primeiro semestre, os embarques foram superados pelas aquisições de outros passados em US$ 35,4 milhões. Em igual período do ano passado, foi registrado um superávit de US$ 139,8 milhões.
Os números mostram que as exportações brasileiras de leite em pó -90% do total vendido pelas empresas do país- e de leite condensado entraram na lista das vítimas do agravamento da crise mundial.
O ainda lento ritmo de recuperação da economia global e o movimento de valorização do real ante o dólar ampliam a apreensão dos exportadores. Leia o resto do artigo »

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Se correr, ele pega; se ficar, ele come; mas se mobilizar, é ele que se ferra

Postado em 28 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Paulo Metri 

Os ministros Lobão e Dilma vão aos Estados Unidos para uma reunião de executivos americanos e brasileiros, e para reuniões com autoridades americanas, incluindo o presidente Obama, com o tema principal dos debates sendo o pré-sal. Lembro, de pronto, que amigos me falam há anos sobre o Diálogo Interamericano, entidade com a qual as lideranças brasileiras submissas ao capital internacional, principalmente ao anglo-saxão, selam acordos antes de se candidatarem à Presidência da República, permitindo a elas ter acréscimos consideráveis em suas chances de vencer as eleições. Sempre achei que estes amigos tinham muito da “teoria da conspiração”, conceito exposto no filme de mesmo nome, em que o personagem principal via conspiração de grupos e países fortes em diversos atos e fatos. Hoje, começo a achar que existe a possibilidade de eles não estarem tão errados.

Mesmo que não haja a submissão criminosa e impatriótica citada, até porque ela seria um complô contra a sociedade brasileira, existe na atitude dos ministros, inquestionavelmente, um erro de prioridade e outro de entendimento sobre o que representa o pré-sal, ambos muito preocupantes. Erro de prioridade porque os ministros não explicaram, salvo engano, as novas medidas a serem tomadas com relação ao pré-sal para sindicatos, associações de funcionários, federações sindicais, centrais de trabalhadores e nem para nenhum movimento social. A classe trabalhadora e os movimentos sociais não precisam ser ouvidos, segundo os ministros? Pensam eles que estes grupos não têm para onde correr em 2010? Leia o resto do artigo »

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Um Bric “no topo do mundo”

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

O Brasil é o exemplo a ser seguido, mas, como bom caipira, fico desconfiado com tanto elogio para nosso país.

Em sua coluna de 12 deste mês, Clóvis Rossi escreveu que o Brasil, que agora deve participar do G14, chegou ao “topo do mundo”, mas continua caipira. Não sei se nosso problema é realmente o caipirismo. A dialética entre o elemento nacional e o cosmopolita foi sempre uma fonte fértil do progresso humano. Mas, como ao notável jornalista, também me preocupa esse “topo do mundo”. No início do século 20, os brasileiros foram vítimas do ufanismo local; no início do século 21, é a vez de sermos vítimas do ufanismo alheio. Viajo bastante, e nunca vi tanto elogio para o Brasil e para Lula como atualmente. Fico feliz pelo presidente, mas, como bom caipira, fico desconfiado com tanto elogio para nosso país. Leia mais…

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A volta da velha cantilena neoliberal

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: JB

Por J. Carlos de Assis

No auge do machismo dos anos 50, o humorista italiano Pitigrilli dizia de louras pouco inteligentes que eram incapazes de dizer três coisas bonitinhas sem acrescentar logo uma bobagem. O relatório recente da OCDE sobre o Brasil não consegue evitar a conclusão de que o país tem enfrentado a crise com relativa competência, mas não resiste em acrescentar que, para o futuro, precisa cortar gastos públicos a fim de não comprometer o crescimento a longo prazo.

Nenhuma política pública específica em nenhum país acerta 100%. A política fiscal do governo Lula para enfrentar os efeitos da crise acertou em 90%. A política monetária ficou a meio caminho, talvez 50%: não reduziu suficientemente os juros. Mas sabemos que ela nunca funciona mesmo com crise de demanda, em especial quando combinada com crises financeiras. Leia o resto do artigo »

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Crise do Senado reflete profunda ‘coronelização’ dos partidos políticos

Postado em 3 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por  Valéria Nader e Gabriel Brito   

Afundando num mar de lama e barbaridades republicanas, os brasileiros se perguntam, sem conseguir respostas, o que mais será necessário acontecer para que um dia tenhamos instituições minimamente respeitáveis. Em entrevista ao Correio da Cidadania, o filósofo Roberto Romano procura destrinchar aspectos que moldaram o perfil e os costumes do que se chama democracia no país.  

Romano lembra que um fator preponderante para a decadência dos parâmetros éticos é a peculiar confluência brasileira entre burocracia e relações de favor, em tese campos opostos da vida cotidiana. O professor da Unicamp ressalta que, após o engessamento causado por nossas ditaduras do século 20, o público ainda vive um lento processo de tomada de consciência, que ao menos vem servindo para elevar o nível de indignação das pessoas. Ademais, coloca na berlinda o atual papel do Senado, que num regime bicameral poderia se tornar menos representativo, com apenas um eleito por estado.  

Para ele, proceder a uma autêntica reforma política, cuja condição principal seria democratizar os processos decisórios internos de cada partido, é questão de ‘salvação nacional’, único modo de acabar com a onda de despolitização e descaracterização da própria prática política A única maneira de não vermos, como nas palavras do próprio, obscenidades como a imagem de Lula, Collor, Sarney e Calheiros em risos de bons confrades.   Leia o resto do artigo »

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Negócios com a China, mas não um “negócio da China”

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Valor 

Por Carlos Lessa

Com o desempenho espetacular da economia chinesa nas últimas duas décadas, apesar de ter sido atingida pela crise de seu principal parceiro, os EUA, a China logrou preservar em 2009 uma significativa taxa de investimento e um crescimento provável de 6% neste ano. O comércio exterior brasileiro com a China vem apresentando um ritmo expressivo de crescimento e, mantida essa tendência, o peso dos negócios com a China crescerá significativamente. Muitos registram com satisfação a perda de posição relativa do comércio Brasil-EUA.

Em tese, é conveniente para o Brasil aumentar exportações para a China. Entretanto, podem ser “negócios da China”. O Brasil é o grande supridor de minério de ferro da economia chinesa. No âmbito do Mercosul, as exportações siderúrgicas chinesas vêm deslocando o aço brasileiro. Não é um bom negócio comercial nem geopolítico estreitar laços de suprimento de exportações chinesas competitivas com manufaturados brasileiros. Um outro exemplo é, talvez, mais dramático: o Brasil dispõe de excelente couro verde bovino; a China (Hong Kong) e a Itália são grandes importadores desta matéria prima. Os chineses estão fabricando sapatos de couro brasileiro e deslocando o calçado brasileiro do mercado americano. A sofisticação chinesa é tal que têm sido contratados projetistas e especialistas brasileiros, desempregados nos pólos de Novo Hamburgo e Franca pela redução do mercado externo. Talvez venhamos a ver a espantosa venda de calçados “made in China” nos supermercados do Brasil. Equívoco deste tipo aconteceu com uma amiga, que comprou uma colcha em Tiradentes (MG), certa de estar levando para casa um artesanato regional, e descobriu a etiqueta “made in China”. Leia o resto do artigo »

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