Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009
AFBNDES (Associação dos Funcionários do BNDES) propõe debate sobre projetos que possam ir além do presente cenário nebuloso, seguindo a tradição nacional de ousar e se fortalecer na crise.
As questões a seguir foram formuladas pela coordenação do seminário para esquentar o debate que ocorrerá, de fato, no dia 4 de agosto, terça-feira, a partir das 14h30, no Auditório Reginaldo Treiger, no BNDES (Av. República do Chile, 100 – Rio de Janeiro). Confira as respostas e reflexões apresentadas pelos economistas do BNDES convidados para o evento: André Nassif (AP/DEPPO/GENPP), Fábio Giambiagi (AGR/DERIM) e Gustavo Galvão (AP/DEART/GEART). Leia o resto do artigo »
Postado em Política Brasileira, Política Econômica | 1 Comentário »
Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Correio Braziliense
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social empresta cinco vezes mais e tem rendimento 50% superior à do Banco Mundial
Por Liana Verdini
O principal banco financiador de investimentos de longo prazo no Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, concorre em pé de igualdade com as maiores agências multilaterais de crédito do mundo. Embora tenha um patrimônio líquido menor do que o Banco Mundial (Bird) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por exemplo, o BNDES tem lucro maior e empresta muito mais (ver quadro). E o que faz um banco de fomento de um país de terceiro mundo ser mais efetivo e lucrativo do que instituições de atuação continental?
“Quando se comparam os lucros e os desembolsos do BNDES com os de agências multilaterais, o resultado chama a atenção”, reconhece Ernani Torres, superintendente da área de pesquisa e estudo do BNDES(1). “Mas precisamos observar que as agências emprestam para governos e para projetos de longo prazo. Estamos falando de operações de 15, 20, 25 anos. A instituição brasileira também faz empréstimos de longo prazo, como Itaipu, operação de 25 anos, mas há um volume considerável de financiamentos para compra de máquinas e equipamentos, que são de curto prazo.” Isso faz a carteira de empréstimos do banco girar com maior velocidade, aumentando os desembolsos e a lucratividade da instituição. Enquanto Bird e BID fazem operações com 15 e 25 anos, o prazo médio dos empréstimos do BNDES é de sete anos para os financiamentos via instituições financeiras. Leia o resto do artigo »
Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Cristiane Perini Lucchesi e Vera Saavedra Durão
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) poderá manter no exterior os recursos captados ontem no mercado internacional no valor de US$ 1 bilhão, com prazo de vencimento em 10 anos. O empréstimo para empresas brasileiras no mercado internacional seria uma das soluções em estudo no banco para evitar que a incidência do Imposto de Renda sobre a remessa do dinheiro do Brasil para o exterior encareça em 17,65% o custo do juro e das comissões de captação externa, segundo apurou o Valor.
A carga tributária eleva em quase dois pontos percentuais o custo do papel que tem que ser repassado para a cesta de moedas do BNDES e seria cobrada em algumas operações de crédito com os clientes do banco. A preocupação da instituição de fomento é de não encarecer demais o custo médio da cesta, que estava em 5,347% antes da nova captação.
O mercado externo estressado ontem não prejudicou a emissão do BNDES, que teve uma demanda total de mais de US$ 4 bilhões, segundo Alexei Remizov, executivo do HSBC, que liderou a transação junto com o Goldman Sachs. O Banco do Brasil e o Itaú Unibanco foram co-líderes. Leia o resto do artigo »
Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Valor Econômico
Por Cristiano Romero
O BNDES tem desempenhado papel crucial na expansão do setor elétrico brasileiro. O banco é hoje o principal financiador de longo prazo do setor. De 2003 a junho de 2008, apoiou 210 projetos, liberando R$ 32,2 bilhões para um investimento total de R$ 54,5 bilhões. Apenas em geração de energia elétrica, ajudou na expansão de 15% da potência instalada do país. Dois fatos concorreram decisivamente para esse fato: a instituição de um novo marco regulatório para o setor, em 2004; e a adoção da modalidade de financiamento conhecida, na expressão inglês, como “project finance”.
Nesse tipo de financiamento, o fluxo de caixa do projeto é a principal fonte de pagamento do serviço e da amortização do empréstimo. No financiamento corporativo tradicional, as garantias dos financiamentos são baseadas nos ativos dos investidores. Se estes não possuem ativos no valor exigido pelo financiador, o empréstimo não sai. O “project finance” é, portanto, ideal para viabilizar projetos de infraestrutura num país com escassez de capital, como o Brasil.
Antes, porém, é preciso fazer o dever de casa. O marco regulatório do setor elétrico, instituído pela Lei 10.848 e pelo decreto 5.163, ambos de 2004, procurou atrair investimentos tanto do setor privado quanto do público. Talvez, o ideal tivesse sido adotar um regime que estimulasse mais o investimento privado, dadas as limitações fiscais do Estado brasileiro, mas o fato é que o novo modelo, mesmo com suas imperfeições, deu previsibilidade ao setor elétrico, recuperou a capacidade de planejamento e garantiu a segurança do abastecimento, além de ter promovido a modicidade tarifária. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, Energia, Política Econômica | 4 Comentários »
Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Fonte: Gazeta Mercantil
Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foram recordes no primeiro trimestre deste ano. Eles apresentaram crescimento de 13% em comparação ao mesmo período do ano passado, alcançando cerca de R$ 19 bilhões. O desempenho foi puxado pelo setor de infraestrutura, com expansão de 21,4% e recursos da ordem de R$ 6,8 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses findos em março deste ano, os desembolsos do BNDES também foram recordes para o período, somando R$ 94 bilhões, com aumento de 35% sobre os 12 meses anteriores. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, afirmou ontem que, com base nos números, “já dá para dizer que o pior momento [da crise internacional no Brasil] já passou”. “Acho que as expectativas dos empresários já começam a se distender. Há compreensão de que a economia brasileira tem capacidade de sustentar o crescimento, que o mercado interno tem potencial de mostrar e de recuperar o crescimento neste ano”, disse.
Para Coutinho, isso não quer dizer que, “enquanto banqueiro público”, ele deva parar de trabalhar e de se esforçar. “Porque nós temos que remar para sustentar o crescimento da economia. Mas, a impressão que se tem é que, do ponto de vista do cálculo empresarial, as coisas começam a melhorar”, disse. Coutinho discordou da previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI), que sinaliza um crescimento de 1,3% para o Brasil este ano. “Eu estou mais para um número com um sinal positivo, entre 1,5% a 2%. Nós vamos lutar por isso”, disse. Coutinho afirmou ainda que o importante é que já existe um consenso de que a economia brasileira vai sair do último trimestre de 2009 e entrar em 2010 com uma taxa de crescimento entre 3% a 3,5%, “na margem, podendo acelerar para 4%. Esta convicção de que a economia vai acelerar o crescimento é algo que está ganhando corpo na percepção do sistema empresarial”.Ele estimou que a área de infra-estrutura vai continuar em expansão. Leia o resto do artigo »
Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 27 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Fonte: Correio Braziliense
Por Luciana Badin*
*Economista e pesquisadora do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase)
Em 13 de fevereiro, o BNDES realizou cerimônia, em sua sede no Rio de Janeiro, para lançar a segunda etapa do BNDES Transparente, quando foi anunciado que, pela primeira vez, todas as operações diretas e indiretas contratadas pelo banco estarão agora disponibilizadas no seu site. Na ocasião, o presidente da entidade, Luciano Coutinho, chegou a dizer que nenhuma outra instituição financeira similar ao BNDES, tal como o BID e o Banco Mundial, apresenta esse nível de transparência.
Postado em Política Brasileira, Política Econômica | 1 Comentário »
Postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: Gazeta Mercantil
Por Liliana Lavoratti
Os três bancos estaduais de desenvolvimento estão expandindo neste ano suas operações com o financiamento de empresas em estados limítrofes à sua área de atuação. Essas instituições – BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul), BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais) e Bandes (Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo) – começam a aplicar a Resolução 3.593, editada em julho de 2008 pelo Conselho Monetário Nacional e Banco Central.
A medida autoriza esses bancos a apoiar grupos empresariais fora do território dos governos estaduais que detêm o controle dessas instituições financeiras, criadas exclusivamente com a finalidade de estimular o crescimento econômico. Permite ainda que esses bancos operem no mercado de câmbio para importação e exportação, como Adiantamento de Contratos de Câmbio (ACC) e Adiantamento de Contratos de Exportação (ACE). Leia o resto do artigo »
Postado em Política Econômica | Sem Comentários »