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Blog do Desemprego Zero

Mãos ao alto, PIB

Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Continua a queda de braço entre o Ministério da Fazenda e os bancos em torno do juro. O lance mais recente da disputa retórica veio com a ata da reunião de janeiro do Comitê de Política Monetária, divulgada na quinta-feira 4. Trata-se de um documento pleno de imagens nebulosas, de modo a dar margem a interpretações díspares, como bem notou o ministro Guido Mantega. Dizendo-se em sintonia com
o BC, Mantega garante que o crescimento previsto de 5,2% em 2010 não resultará em inflação acima da meta. Já os bancos encontraram no texto a confirmação de que a taxa básica de 8,75% ao ano – a maior do mundo – subirá ainda no primeiro semestre. Clique aqui para ler mais.

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Boletim Semanal:BC, salário mínimo, PSDB, Senado, Gilmar Mendes, G20, Irã

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.43, ano 2 – 24/06/2009 a 30/06/2009  

Economia

Carta IEDI n. 368 – A Relevância de São Paulo na Indústria Regional e a Melhora do Emprego

O BC, câmbio e juros

POR QUE 80% DOS EMPREGOS GERADOS NO BRASIL SÃO DE APENAS E TÃO SOMENTE DE ATÉ 2 SALARIOS MÍNIMOS?

Palestra do economista e professor José Carlos de Assis NO LEVY INSTITUTE/BARDEN COLLEGE, NY

 Política

FHC é a favor da descriminalização da cocaína. Serra também é? O PSDB é?

Crise no Senado…

Relações perigosas

Internacional

Priorizar G 20 pode não ter sido melhor estratégia para o Brasil

Irão: A mentira das “eleições roubadas”

 

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Juro cai a 10,25%, o menor nível da história do País:

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil 

Com o corte de um ponto percentual na taxa Selic, o Banco Central (BC) colocou os juros nominais no menor patamar da história, a 10,25% ao ano. O juro real (descontada a inflação), que já era um dos mais baixos registrados no País, caiu para 5,88% ao ano. Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) – unânime e sem viés – o Brasil deixa a posição incômoda de líder mundial em juros reais. Levantamento da consultoria UpTrend aponta a China no topo do ranking, com 6,6% ao ano, seguido da Hungria com 6,4%. O Brasil é agora o terceiro na lista.

O corte realizado ontem, o terceiro consecutivo no ano e inferior à redução de 1,5 ponto percentual na reunião de março, veio em linha com as expectativas do mercado financeiro. Os primeiros sinais de recuperação do crédito doméstico, da atividade econômica e os chamados efeitos defasados da política monetária – que demoram até seis meses para se materializarem – já indicavam uma desaceleração no ritmo. No entanto, o comunicado divulgado pelo BC, ao informar a nova Selic, surpreendeu. Leia o resto do artigo »

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Comunicado do BC deixa em aberto novos cortes. Não tão substanciais

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Governo ressalta que diretoria do Banco Central está em ‘sintonia’ com as ações necessárias para enfrentar a crise

Por Beatriz Abreu

“Quando o Banco Central toma uma atitude como essa mostra um afinamento total com o governo”, disse uma fonte do Planalto. A sintonia parece tão ajustada que até mesmo a interpretação do comunicado do Copom ganha coerência quando o assunto é a forma de posicionamento da diretoria do BC. “Foi uma medida forte, sem dúvida. E o comunicado permite a leitura de que o Meirelles (Henrique Meirelles, presidente do Banco Central) está dizendo que não se sente obrigado a fazer cortes de 1,5 ponto porcentual mais uma vez”, comentou essa fonte.
No comunicado, o Banco Central reafirma que o foco da ação da política monetária é o controle da inflação. E deixou claro que o Copom vai acompanhar a evolução dos preços e os impactos dos cortes já realizados para avaliar o comportamento da meta de inflação, fixada em 4,5% para este ano.

“A leitura não pode ser outra”, disse ainda o assessor ao se referir ao trecho do comunicado em que o BC afirma que “acompanhará a evolução da trajetória prospectiva para a inflação até a sua próxima reunião, levando em conta a magnitude e a rapidez do ajuste da taxa básica de juros já implementado e seus efeitos cumulativos, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”. Leia o resto do artigo »

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“Banco Central é um banco. Devia prover o crédito; não agir como governo paralelo”

Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

ENTREVISTA: LUIZ GONZAGA BELLUZZO

Publicado em: Carta Maior 

Para o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, professor do Instituto de Economia da Unicamp, recusa do Banco Central em baixar os juros é a “reafirmação algo infantilizada de um princípio de independência que não hesita em colocar suas supostas prerrogativas à frente das prioridades da economia nacional num momento grave como esse”. O BC, acrescenta, deveria ter uma ação enérgica para prover o crédito e impedir a passagem da crise financeira para uma crise da economia real. 

A decisão não surpreendente do Banco Central brasileiro, cujo comitê de política monetária, o Copom, reafirmou na última quarta-feira a supremacia de um capricho ideológico contra as evidências econômicas, a sensatez política e as urgências da sociedade brasileira, reavivou a lembrança de um diagnóstico feito em 2003, pelo então recém-eleito Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. 

“Terceirizaram o Brasil”, desabafou o novo mandatário ao tomar conhecimento do excesso de poder investido nas agências reguladoras pelos entusiastas do Estado mínimo, que há pouco haviam deixado o Palácio do Planalto. 

Nos dias que antecederam a última reunião de 2008 do Copom, países com economias de escala e histórico distintos, como os EUA, a China, Japão, Inglaterra, Suécia e Tailândia, ademais do Banco Central Europeu , comando pelo nada heterodoxo Jean Claude Trichet, baixaram os juros. O mundo em geral opera atualmente em patamares cada vez mais distantes do pico mundial de 13,75% ostentado pela taxa Selic brasileira e reafirmado agora pela agência reguladora da moeda nativa. No Japão, por exemplo, a taxa básica é de 0,3%. Nos EUA, 1% e um novo corte não está descartado ainda este ano. 

Imediatamente ao pronunciamento do Copom, BCs da Suíça, Taiwan e Coréia do Sul reafirmam esse distanciamento em relação ao blindado da ortodoxia tropical. Na quinta-feira pela manhã, a Coréia do Sul, cuja moeda enfrenta ataques especulativos, reduziria a taxa de juro ao patamar mais baixo da história, 2%. 

A convergência mundial reflete uma ação coordenada de Estados e governos para resistir à “virada abrupta”. Ou seja, à passagem dura da crise financeira para uma crise da economia real. Trata-se de opor barreiras a uma espiral recessiva que se nutre de suas próprias crias e dejetos, desencadeando a partir daí um processo longo, penoso, quase incontrolável depois que se inicia.  Leia o resto do artigo »

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Focus (15/02/2008) – Banco Central do Brasil

Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Relatório de mercado do BC brasileiro prevê déficits em conta corrente para 2008 e 2009, além de crescimento econômico inferior ao de 2007. Certamente algo muito constrangedor para os mais ardorosos defensores do PAC, um conjunto desarticulado de obras públicas que combina o atendimento de demandas políticas locais com importantes projetos de infra-estrutura, como é o caso da ferrovia transnordestina.

A taxa Selic, por sua vez, deverá ser mantida na casa dos dois dígitos. Câmbio apreciado e a contenção das expansões das forças produtivas e do trabalho formal serão provavelmente as conseqüências vividas no Brasil.

bacen-focus-15-02-08.pdf 

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