Postado em 21 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Fonte: Agência Câmara
O ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira criticou a independência do Banco Central (BC), durante audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Dívida Pública. Ele destacou que o BC elabora políticas fundamentais para o país – como de juros e de câmbio -, diretamente relacionadas à vida das pessoas, tarefa que, avalia, deve ser entregue aos representantes eleitos pelo povo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
O governador Roberto Requião defendeu nesta terça-feira o aprofundamento do debate sobre a política econômica brasileira em 2010. “Ou bem somos uma nação, ou um mercado à disposição do mundo. Atualmente, o Banco Central tem muita gente competente para cuidar da moeda, mas nenhuma sensibilidade social”, afirmou, na abertura da reunião semanal da Escola de Governo, no auditório do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.
Requião elogiou a participação de prefeitos paranaenses num debate sobre a política econômica brasileira promovido pela Paraná Educativa, que reuniu os economistas Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES, Nildo Ouriques e César Rissete, do Sebrae. “Fiquei vivamente impressionado com as perguntas inteligentes, pertinentes e bem estruturadas dos nossos prefeitos, com quem faço questão de me congratular”, falou. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Capital
Por Luis Nassif
A crise de 2008 expôs de maneira ampla as vulnerabilidades do Banco Central para enfrentar o turbilhão. A entrevista do diretor de Política Monetária, Mário Torós, ao Valor Econômico detalhando as estratégias do banco e levando à sua demissão é sintomática sobre os problemas da captura de agências públicas pelo mercado.
A crise brasileira do ano passado foi fundamentalmente centrada no mercado de crédito. Da noite para o dia o crédito bancário foi suspenso, tanto nas linhas externas quanto internas. Com a suspensão do crédito externo, os clientes prime se voltaram para o mercado doméstico, expulsando pequenas e médias empresas.
O desafio maior consistia em recompor rapidamente o crédito e impedir o aprofundamento da crise. Em circunstâncias normais, as factorings poderiam suprir o mercado de médias e pequenas empresas. Mas aí os erros do BC começaram a aflorar.
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Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Redução de 1,5 ponto porcentual leva Selic a 11,25% e abre caminho para que a taxa chegue a 1 dígito
Por Fabio Graner
Com uma decisão antecipada pela maioria do mercado, por causa dos desastrosos números do Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre de 2008 e da produção industrial em janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu ontem reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 1,5 ponto porcentual. A medida reduz o juro a 11,25% ao ano, igual à taxa do período de setembro de 2007 a abril de 2008, a menor da série histórica. O movimento também abre caminho para a taxa brasileira, uma das maiores do mundo, chegar ainda este ano a um dígito. Um corte da magnitude de ontem ocorreu pela última vez em novembro de 2003.
Ao contrário do que ocorreu em janeiro, a decisão da diretoria colegiada do BC foi unânime e tomada em tempo relativamente curto, cerca de duas horas. Dessa forma, a autoridade monetária tenta fortalecer sua posição no debate político do juro, pois uma decisão dividida poderia dar força aos críticos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
>Por Célia Froufe>
Essas sondagens são comuns, pelo que apurou a AE. Geralmente, são feitas até a sexta-feira que antecede a reunião do Copom. Desta vez, no entanto, a avaliação do BC, segundo as fontes, é de que o PIB mais fraco do que o esperado (caiu 3,6% no quarto trimestre) teria tornado defasadas as estimativas anteriores. E isso teria contribuído para o BC refazer a consulta ao mercado.
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Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de São Paulo
Ao anunciar que os bancos estão ampliando as operações de crédito, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, não levou em conta a forte redução dos prazos dos créditos, como também não reconheceu que o grande concorrente das pessoas jurídicas e físicas é o próprio BC, com as operações de open market, que dão aos bancos a opção de aplicar a curtíssimo prazo, sem risco e com boa remuneração (pela Selic).
Os bancos e fundos têm mais de R$ 340 bilhões aplicados em operações de curtíssimo prazo, um excesso de liquidez que poderia ser dirigido a operações de crédito de maior prazo, o que certamente contribuiria para impulsionar as atividades empresariais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London setembro dEurope/London 2008
*Heldo Siqueira
Um questionamento recorrente entre os economistas é a possibilidade de existência de uma autoridade monetária neutra em relação às questões políticas. Parece que estamos passando por um período de teste dessa tese. Muitos acreditavam que as políticas dos bancos centrais dos países desenvolvidos eram independentes, e ao BC brasileiro deveria ser dada a mesma autonomia. Nesse caso, a análise da situação por que passam os países desenvolvidos em comparação ao Brasil deve ser importante.
No caso do Banco da Inglaterra, a decisão dessa semana foi por manter a taxa básica de juros em 5% ao ano. Além disso, em abril desse ano, já houve a decisão da autoridade monetária em baixar em 0,25 pp a taxa de juros. (clique aqui para ler sobre as decisões do Banco da Inglaterra) O resultado, é uma inflação de 4,4%, quando a meta é de 2%. (clique aqui para ler os dados na página do Banco da Inglaterra). Provavelmente, em abril a inflação já havia desviado da meta, mas o independente Banco da Inglaterra tomou uma iniciativa inflacionária. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por Katia Alves
O BC deverá elevar mais os juros visando apreciar o real, e a economia tenderá a se desacelerar mais fortemente.
A taxa de câmbio, que, aparentemente, encontrou resistências à queda e inverteu sua trajetória na semana passada, apesar de termos mais de US$ 200 bilhões em reservas cambiais e de o Banco Central ter acelerado o aumento da taxa de juros. Sabemos que pelo menos 70% do comportamento da inflação no Brasil é explicado pela variação na taxa de câmbio.
Por Yoshiaki Nakano
Publicado na Folha
Apesar de o Banco Central acelerar a elevação da taxa de juros, a apreciação do real pode ter chegado ao seu pico e, pelas razões que aponto abaixo, deslocado as expectativas e invertendo sua trajetória. No primeiro semestre, as empresas estrangeiras remeteram para o exterior mais de US$ 18 bilhões em lucros e dividendos, ampliando o déficit em transações correntes de forma alarmante.
Da mesma forma, US$ 15 bilhões saíram da Bolsa de Valores de São Paulo no mesmo período, fazendo o Índice Bovespa desabar. Todos esses fatos não apontam ainda para uma tendência persistente, mas são sinalizações preocupantes de que precisam ser acompanhados de perto, pois podem representar um ponto de inflexão da economia brasileira.
O elemento crítico é a taxa de câmbio, que, aparentemente, encontrou resistências à queda e inverteu sua trajetória na semana passada, apesar de termos mais de US$ 200 bilhões em reservas cambiais e de o Banco Central ter acelerado o aumento da taxa de juros. Sabemos que pelo menos 70% do comportamento da inflação no Brasil é explicado pela variação na taxa de câmbio. Leia o resto do artigo »
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