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Blog do Desemprego Zero

Dívida já custa 9 meses de trabalho, indica estudo

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Fonte: Agência Estado (13/04/2008)

O brasileiro precisa trabalhar cada vez mais para quitar dívidas de financiamentos. Hoje são necessários mais de nove meses de trabalho para pagar empréstimos. Em 2004, essa conta era inferior a seis meses, revela estudo do consultor para o sistema financeiro e economista pela Universidade de Brasília, Humberto Veiga. O aumento de 60% no comprometimento da renda com empréstimos em três anos é resultado do ritmo de crescimento do crédito ao consumidor, muito superior à massa de salários.

É exatamente esse descompasso entre o crédito e a massa salarial que deve funcionar como um freio no consumo daqui para frente. “Nem precisava subir os juros para arrefecer a economia”, diz Veiga. Em reunião marcada para esta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve elevar a taxa básica de juros, a Selic, hoje em 11,25% ao ano. A expectativa do mercado é de um acréscimo de 0,25 ponto porcentual. Mas há quem espere alta de até 0,5 ponto nos juros por causa do aumento da inflação. Leia o resto do artigo »

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Perspectivas econômicas da recauchutagem do continuísmo

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros*

O relatório de mercado do Banco Central do Brasil, o Boletim Focus (20/03/2008), vem apontando tendências preocupantes. Segundo as estimativas, há perspectivas de déficits em transações correntes para 2008 (US$-9,75 bilhões) e 2009 (US$-13,00 bilhões). O ritmo de crescimento econômico, por sua vez, deverá sofrer desaceleração nos próximos tempos, 4,5% para 2008 e 4,0% para 2009. Abaixo, portanto, dos 5,4% de 2007.

Onde estariam os efeitos multiplicadores do PAC?

Quanto à Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, o respectivo relatório aponta para 12,00%a.a., em 2008, e 11,75%a.a., em 2009. Profecias auto-realizáveis? Parece até um reforço, uma espécie de tropa de choque, para Meirelles manter elevada a taxa básica de juros brasileira. Não se pode deixar de notar que as médias das taxas básicas nominais dos países estão na casa de um dígito há algum tempo. Quando se descontam as respectivas inflações nacionais, há taxas básicas reais negativas. Leia o resto do artigo »

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