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Blog do Desemprego Zero

Crise na Argentina

Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

Folha de S.Paulo, 11.01.2010

Um presidente eleito segundo todas as boas regras da democracia cria um fundo fiscal usando para isso uma parte modesta das reservas do país no banco central. O presidente desse banco, em nome da “independência do BC”, opõe-se ao uso das reservas do país depositadas no banco para constituir o fundo porque o governo teria outros recursos fiscais para pagar as dívidas. A presidente do país demite o presidente do banco por decreto. Indignação geral  – indignação da direita e da esquerda: dos que querem que se pague a dívida do Estado e dos que não querem. Esse país é a Argentina. A presidente é Cristina Kirchner, que, como seu marido, embora fiel à democracia, tem um estilo de governo autoritário que foi fundamental para que o país lograsse sair muito bem da grande crise de 2001. Agora, porém, em nome da democracia, da lei, e do princípio da independência do BC, a oposição de direita, que nunca se conformou com o êxito da redução da dívida externa lograda pelos Kirchner, e a oposição de uma esquerda que está sempre em busca do governo perfeito, apoiam o presidente do BC e criam uma grave crise política no país. Leia o resto do artigo »

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Nova lei de comunicação argentina compra briga contra monopólios

Postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Aprovada por ampla maioria, a “Nueva Ley de Medios” cria uma comissão bicameral de controle, um Conselho Federal de Comunicação Audiovisual e a figura do Defensor Público de consumidores de serviços audiovisuais. Entre outras coisas, a nova legislação estabelece que uma mesma empresa não possa possuir canais de TV aberta e a cabo, além de reduzir de 24 para dez o limite das concessões de rádio e TV em mãos de um mesmo proprietário. Leia mais em Carta Maior…

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El patrimonio de los Kirchner creció un 158 % en solamente un año

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

El patrimonio de la presidenta Cristina Fernández y su esposo Néstor Kirchner creció un 158 por ciento entre 2007 y 2008. Es decir pasó de 17,8 millones a 46 millones de pesos, según la declaración jurada de bienes de la jefa de Estado.

Los Kirchner habían declarado un patrimonio neto de $ 6.851.810 a su llegada al Gobierno en 2003, por lo que sus bienes se acrecentaron desde entonces en un 572 por ciento.

El aumento patrimonial registrado entre 2007 y 2008, afirmó Cristina, se basa en la venta de 16 inmuebles en la provincia de Santa Cruz por 14,5 millones de pesos, la casi triplicación de sus depósitos bancarios y la creación de nuevas empresas como Hotesur SA y Co Ma SA.

A través de estas dos firmas, la pareja expandió sus negocios hoteleros. La empresa Hotesur SA adquirió el año pasado el hotel Alto Calafate, el segundo más grande de esa ciudad. También se destaca la operación con terrenos fiscales en El Calafate que el ex presidente compró en 2006 por $ 132.079 y los vendió en enero de 2008 por $ 6.300.000, negocio con el que ganó $ 6.167.921. Esas tierras fiscales las compró durante la gestión del ex intendente Néstor Méndez y hoy son lentamente investigadas en otra causa.

Fonte: Clarín

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Argentina está melhor que o Brasil na crise

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

No primeiro trimestre de 2009, a balança comercial foi positiva, mostrando um superavit de 3.900 milhões de dólares. Por outro lado, a conta capital e financeira continuou a sua tendência descendente e fechou com um déficit de 1.831 mil

No primeiro trimestre de 2009, a balança comercial foi positiva, mostrando um superavit de 3.900 milhões de dólares. Por outro lado, a conta capital e financeira continuou a sua tendência descendente e fechou com um déficit de 1.831 mil dólares.

Embora o balanço de conta corrente foi positivo, é importante esclarecer que não foi devido ao aumento das exportações, mas uma forte queda das importações.

E.U. Exportação de serviços e para o primeiro trimestre de 2009, enquanto as importações diminuíram 26% o fizeram a uma taxa de 35%. Este diferencial é a razão para a queda excedente comercial. Algo comum em épocas de recessão, quando a demanda por produtos importados é reduzida, não só de bens de consumo, mas principalmente na capital e insumos.

clique aqui para ler

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Indústria argentina já prepara cortes de custos

Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Estadão

Preocupadas com a crise global, as indústrias na Argentina começam a reduzir custos, planejar demissões, adiar investimentos e se preparar para tempos duros. Isso ocorre nos setores automobilístico – onde as vendas caíram 1,5% em setembro e novas quedas estão previstas -, de autopeças e alimentos, entre outros.No campo, a queda mundial dos preços das commodities agrícolas também preocupa.

A presidente Cristina Kirchner está de olho na evolução das moedas dos vizinhos, sobretudo do real, para evitar perda de competitividade do peso. Lideranças empresariais pedem ao governo um dólar mais alto, de forma a reduzir eventuais “invasões” de produtos chineses ou brasileiros. Leia o resto do artigo »

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Com ajuste fiscal, país tenta conter agravamento da crise

Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O governo argentino deu início a um ajuste fiscal para compensar a perda de arrecadação e fazer frente ao pagamento dos juros da dívida. Os ajustes anunciados até agora não convenceram o mercado financeiro, que desde o início de agosto vem fugindo dos títulos da dívida argentina, jogando para baixo as cotações.

As duas maiores agências internacionais de risco de crédito, Moody´s e Standard and Poor´s, ameaçaram revisar para baixo a nota da Argentina.

E veja também entrevista com o principal articulador da oposição dentro do Partido Justicialista o ex-presidente Eduardo Duhalde (2001-2002). Por meio de seu Movimento Produtivo Argentino (MPA), organização que ele criou para “formar lideranças” (ao menos segundo os estatutos), Duhalde vem reunindo todos os peronistas dissidentes do que se convencionou chamar “kirchnerismo”. Como parte de suas articulações, o ex-presidente tem visitado o Brasil com alguma freqüência e tido audiências com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem se diz admirador.

Por Janes Rocha

Publicado originalmente no Valor

Após a derrota no Congresso, em julho, da tentativa de aprovação de um aumento dos tributos sobre a exportação de grãos, o governo argentino deu início a um ajuste fiscal para compensar a perda de arrecadação e fazer frente ao pagamento dos juros da dívida. O bilionário esquema de subsídios que sustenta a política econômica argentina há seis anos, que começou a ser desarmado em janeiro com um reajuste nas tarifas de transportes públicos, terá uma redução estimada em US$ 100 milhões com um reajuste de energia elétrica entre 10% e 30%, anunciado há dez dias. Ambos, transportes e energia, estavam com preços congelados desde 2003.

Também estão sendo cortados repasses às províncias e novos aumentos de tarifas estão para ser anunciados. Para este ano, os compromissos com a dívida no valor de US$ 8 bilhões estão equacionados. Mas há grande incerteza sobre como a Argentina vai arrumar os US$ 16 bilhões que vencem em 2009.

Os ajustes anunciados até agora não convenceram o mercado financeiro, que desde o início de agosto vem fugindo dos títulos da dívida argentina, jogando para baixo as cotações. Há uma cobrança cada vez maior sobre o governo, não só do mercado, mas de quase todos os economistas e analistas independentes e também da oposição, por conta da falta de uma política de controle da inflação e da suspensão das negociações para o pagamento da dívida com o Clube de Paris.

Na semana passada, as duas maiores agências internacionais de risco de crédito, Moody´s e Standard and Poor´s, ameaçaram revisar para baixo a nota da Argentina. Com isso, as cotações dos títulos da dívida externa mais negociados, o Discount em pesos e o Boden 12 (vencimento em 2012), desabaram.

O título Discount caiu 3,7% na sexta-feira e o Boden 12 caiu 2,07%. No ano, o Discount acumula baixa de 17% e o Boden 12, de 16,8% . Os papéis da dívida argentina já vinham caindo fortemente há vários dias, desde que o Ministério da Economia do país confirmou a venda de títulos Boden 15 (vencimento em 2015) para a Venezuela, no valor de US$ 1 bilhão. Leia o resto do artigo »

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