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Blog do Desemprego Zero

QUAL desenvolvimento, afinal de contas?

Postado em 24 dEurope/London maio dEurope/London 2008

As correntes do debate econômico na América Latina

O que sabemos, depois de 25 anos de políticas ortodoxas, é que as exportações cresceram e os salários não, a taxa de formação bruta de capital está estancada, com maior concentração de renda, e surgiu a consciência de que a privatização significou passar ativos do Estado principalmente para empresas transnacionais, não trazendo uma melhoria nos serviços, senão tornando-os mais caros.

Oscar Ugarteche

Fonte: Agência Carta Maior

ALAI AMLATINA, México DF – Apesar de, às vezes, não parecer, há discussões econômicas alternativas sobre desenvolvimento econômico na América Latina. Mais na América do Sul do que em outras latitudes, e estão em curso de uma forma ou de outra. Existem essencialmente duas vertentes teóricas circulando na América Latina até agora. A primeira, que poderíamos denominar vertente do conhecimento, parte do princípio de que estamos na era do conhecimento e que a utilização deste conhecimento para agregar valor a bens e serviços pode ser um motor para o desenvolvimento sustentável. Por trás disto estariam Jorge Katz e Carlota Pérez, basicamente, embora este seja um ponto sobre o qual é preciso refletir e elaborar muito mais.

Do outro lado estariam aqueles chamados de “populistas”, que não são propriamente uma escola nem uma corrente teórica, mas que a partir de uma prática política real de redistribuição de renda conseguiram fazer crescer suas economias, reduzir a pobreza, e amortecer o efeito da crise internacional que, de fato, ainda não começou a ser sentido na América Latina a não ser pelo efeito inflacionário. Estão nessa linha os governos da Bolívia, Argentina, Brasil e Venezuela, junto com o recém chegado Equador, que também está tentando fazer isto. Todos têm um componente de expansão da demanda interna bastante importante, que provoca um impacto sobre os preços dos alimentos e causa a escassez de alguns artigos que eles não produzem.

Não estão pensando no desenvolvimento futuro, mas em como recuperar os 25 anos perdidos desde 1981 e em como fazer para retornar aos níveis de renda por habitante da década de 1970, quando chegou ao seu ponto mais alto. Estes e os primeiros têm em comum uma preocupação pela atuação do Estado e precisam com urgência de maiores arrecadações fiscais para poder alimentar o crescimento liderado pelo gasto público, que, na verdade, agora é, parcialmente, um subsídio ao consumo.

Há um terceiro grupo, que eu chamaria de “escola asiática de Cambridge” e que é um grupo de pós-keynesianos que refletiram sobre o que tem sido feito na Ásia durante as últimas décadas e, além disso, sobre os impedimentos para o desenvolvimento econômico colocados pelo Ocidente, seja através do FMI, do BM, da OMC ou pela soma de todos eles. Neste grupo estão Jomo K.S., autor de The Misunderstood Asian Miracle; Ha-Joon Chang, com The Bad Samaritans; Ajit Singh, com Jayayit e, de alguma maneira, os trabalhos de Walden Bello, que têm um viés mais político do que estritamente econômico. Uma preocupação desse grupo é o contrabando do desenvolvimento asiático que está sendo feito no Ocidente, como se fosse sob as linhas ortodoxas. Como ocorre, por exemplo, com The World is Flat, de Thomas Friedman.

Todos eles coincidem em indicar que o alto crescimento asiático é possível porque há política industrial, intervenção pública no investimento, regulamentações, proteção do mercado em algumas etapas e um processo de acumulação de conhecimentos. A Ásia desenvolveu-se nesta visão com muita poupança interna, que vem de altos impostos, um nível de proteção às industrias jovens e muito investimento em educação. O comum denominador dos asiáticos é a falta de recursos naturais, o que os tem obrigado a lançar mão da sua única fonte real de riqueza: o tamanho do seu mercado, a qualidade da sua força de trabalho e a capacidade de inovação. Leia o resto do artigo »

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Se acabó la hegemonía de EU en América Latina (Council on Foreign Relations, o CFR)

Postado em 17 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nueva York, 14 de mayo. “Si hubo una era de hegemonía de Estados Unidos en América Latina, se acabó”, concluye un informe sobre las relaciones de Washington con la región emitido hoy por el centro de estudios de relaciones internacionales más influyente del país.

El informe Relaciones Estados Unidos-América Latina: Una nueva dirección para una nueva realidad fue elaborado por un grupo independiente de expertos patrocinado por el Consejo sobre Relaciones Exteriores (Council on Foreign Relations, o CFR), el cual afirma que “la política estadunidense ya no puede ser basada sobre la suposición de que Estados Unidos es el actor exterior más importante en América Latina”.

Establece que “por más de 150 años la Doctrina Monroe ofreció los principios que guiaban la política estadunidense hacia América Latina, afirmando la primacía de Estados Unidos en las relaciones exteriores de la región. Durante las últimas dos décadas estos principios se han vuelto cada vez más obsoletos”.

El problema ahora, añade, es que “el marco básico de la política en Washington no ha cambiado lo suficiente para reflejar esa nueva realidad”. Por lo tanto, sugiere que los formuladores de política hacia la región tienen que cambiar la manera de pensar: “América Latina no es de Washington para perderla; tampoco es de Washington para salvarla. El destino de América Latina está, en gran medida, en las manos de América Latina”. Leia o resto do artigo »

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Renascimento Desenvolvimentista e Integração Econômica na América Latina

Postado em 29 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros (?)

Fonte: OBSERVATORIO IBEROAMERICANO DEL DESARROLLO LOCAL Y LA ECONOMÍA SOCIAL.

Resumo:

O artigo em questão aborda o renascimento do pensamento desenvolvimentista na América Latina. Suscitam releituras dos intelectuais desenvolvimentistas os fracassos das políticas neoliberais em fornecer respostas satisfatórias aos dilemas da região. A escola cepalina passa a ser um ponto de passagem intelectual obrigatório para se debater novos projetos. Como não existem soluções prontas ou mesmo transplantáveis, as sociedades latino-americanas enfrentam os desafios da experimentação institucional. Questões associadas a projetos de integração regional integram o escopo desse artigo.

Palavras-chave: pensamento desenvolvimentista; América Latina; novos projetos; experimentação; integração regional.

(?) Doutor em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ, pesquisador associado à REGGEN/UNESCO e membro da rede EFE do Levy Economics Institute of Bard College.

artigooidlesrmedeiros2008.pdf

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O adeus à era Bush

Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Fonte: CartaCapital, 15/02/2008.

Nouriel Roubini

O economista da New York University e chefe do site de análises econômicas RGE Monitor, Nouriel Roubini, compara as diferenças entre as propostas para a economia norte-americana dos três principais candidatos a assumir a Casa Branca: Hillary Clinton, Barack Obama e John McCain. Comenta ainda os reflexos da eleição sobre a economia global. A conclusão é inequívoca. Seja quem for o novo morador da Casa Branca, haverá menor ênfase na guerra antiterror e maior aproximação com a América Latina.

CartaCapital: A começar pelos democratas, o que diferencia Hillary de Obama?

Nouriel Roubini: Não há diferenças fundamentais entre eles. Mas é possível se detectar algumas ênfases, principalmente no que se refere ao sistema de saúde. De maneira geral, os democratas vêm engrossando o discurso da universalização dos cuidados médicos. Hillary promete que todos terão planos de assistência médica, com subsídios do governo. Já Obama vai focar a política de saúde na assistência às crianças, e não necessariamente aos seus pais. Cálculos de alguns estudos mostram que essas iniciativas elevariam os gastos com saúde de 120 bilhões de dólares para cerca 140 bilhões de dólares ao ano. Em contrapartida, com 20 bilhões de dólares a mais por ano, o dobro de americanos teria acesso, de alguma forma, à assistência médica. Leia o resto do artigo »

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LANÇAMENTO

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

A economia latino-americana – formação histórica e problemas contemporâneos

Celso FURTADO

Ed. Companhia das Letras

São Paulo, novembro de 2007

496 páginas

ISSN: 9788535910926

www.companhiadasletras.com.br

Prefácio de Luiz Felipe de Alencastro

Como já fizera em Formação econômica do Brasil (reeditado pela Companhia das Letras em fevereiro de 2007), neste livro Celso Furtado estuda a América Latina com o duplo enfoque histórico e econômico. As estruturas criadas pelos conquistadores, voltadas para os interesses da metrópole, as conseqüências da inserção no sistema internacional de trabalho como continente fornecedor de matérias-primas, a fase de industrialização, as reformas agrárias do México, Bolívia, Peru e Chile, a economia de Cuba, as dificuldades de formação de mercados comuns continentais – são apenas alguns dos temas estudados. A economia latino-americana, cuja primeira edição é de 1969, e que estava esgotado desde 1982, é também uma análise da contribuição dos economistas latino-americanos da CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina) para a solução de problemas como a inflação, o planejamento e a superação do subdesenvolvimento.

Os temas tratados por Celso Furtado se apóiam em dados quantitativos que se estendem até o primeiro choque do petróleo, em meados dos anos 70. O autor preferiu não atualizar as estatísticas nas sucessivas reedições, por considerar que A economia latino-americana é, acima de tudo, uma introdução à história e à economia da sociedade da América Latina desde os tempos coloniais, e um estudo das tendências de longo prazo do desenvolvimento do continente.

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América latina está fracturada

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Clarín, 22/11/2007

El balance de la última Cumbre Iberoamericana quedó banalizado por el episodio entre el rey de España y el presidente Hugo Chávez. Es necesario ahondar la mirada y calibrar la confrontación de modelos que divide a la región.  
 

Por: Carlos Pérez Llana 
EXPERTO EN RELACIONES INTERNACIONALES (UNIV. DI TELLA Y SIGLO 21) 
 
Desafortunadamente la XVII Cumbre Iberoamericana pasará a la historia como el evento de los desencuentros y no se la recordará como un aporte a la homogeneización social, una empresa pendiente en América latina que figuraba como tema central de la convocatoria. 
 
Inicio y final estuvieron marcados por las diferencias: el conflicto argentino uruguayo, en torno a las papeleras y el contrapunto político entre Chávez y el rey de España. Comunicacionalmente hablando, no existió otra agenda y la mayoría de las crónicas tratan de explicar por qué Tabaré Vazquez impartió en plena Cumbre la orden de funcionamiento a Botnia y por qué Chávez se lanzó contra el gobierno y la corona española.  Leia o resto do artigo »

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