prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Os barões da mídia

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Mauricio Dias

Depois de muita hesitação, o presidente Lula abriu caminho para a realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, marcada para dezembro. Entra em pauta, pela primeira vez no Brasil, a discussão sobre a imprensa, suas virtudes e vícios.

Dois livros, lançados recentemente, ajudam na reflexão sobre o papel da mídia no Brasil e em toda a América Latina e põem foco em uma questão crucial para a democracia: o monopólio da informação.

A Batalha da Mídia (Editora Pão e Rosas) é de Dênis de Moraes, jornalista e doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ. A Ditadura da Mídia (Editora Anita Garibaldi) é do jornalista e secretário de comunicação do PCdoB, Altamiro Borges.

Os dois textos abaixo, escritos pelos dois autores a pedido do colunista, iluminam melhor a compreensão dos livros que escreveram. Leia mais em Carta Capital…

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Cátedra Memorial da América Latina promove curso de extensão “Ciência, Tecnologia e Atividade Econômica na América Latina”

Postado em 9 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Inscrições até 17 de julho!

Fonte: Jornal da Ciência

O Memorial da América Latina, através da sua Cátedra, apresentará no segundo semestre deste ano oportunidade para alunos e outros interessados nas relações entre Ciência, Tecnologia e Atividade Econômica na América Latina.

Um conjunto de cientistas, diplomatas e empresários, ocupando posições de destaque no Brasil, oferecerá suas visões sobre este tema a partir das suas experiências.

Análises recentes sugerem que a ciência produzida no continente não criou ligações virtuosas com os atores socialmente relevantes, estando majoritariamente determinada pelos caminhos seguidos pelos países centrais. Outras apreciações apontam para o pouco impacto da ciência produzida na América latina no contexto mundial. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional | Sem Comentários »

América Latina: aprofundamento ou restauração?

Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior

Por Emir Sader

Três acontecimentos simultâneos refletem, em direções distintas, os dilemas latinoamericanos atuais: o golpe em Honduras, a derrota eleitoral dos Kirchner na Argentina e a escolha dos candidatos a presidente para as eleições uruguaias. Os três apontam para o tema da continuidade e aprofundamento dos processos de transformação que estão vivendo grande parte dos países latinoamericanos ou a restauração conservadora, com o retorno da direita aos governos da região.

O golpe em Honduras – que tem possibilidade de ser revertido pela rejeição internacional e pelas mobilizações populares internas – aponta para a tentativa do presidente Zelaya de obter um segundo mandato via referendo, para dar continuidade ao processo recém iniciado de transformações internas na contracorrente do neoliberalismo até então vigente no país. O golpe, por sua vez, dado pela cúpula do Judiciário, das FFAA e do Congresso, expressa a inércia das forças conservadoras que sempre dirigiram a Honduras. Zelaya, filho desgarrado do Partido Liberal que, em rodízio com o Partido Conservador, dirigiram por décadas ao país, de forma praticamente harmônica. Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional | 1 Comentário »

Argentina, Brasil e México diante da crise internacional

Postado em 13 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Pierre Salama

A crise financeira não deveria chegar à América Latina, segundo a maioria dos economistas e governantes: o conjunto de indicadores de vulnerabilidade melhorou na maior parte dessas economias. No entanto, ela chegou e, à medida que os dias passam, anuncia-se cada vez mais severa. Os indicadores de vulnerabilidade, portanto, não são suficientes para estabelecer prognósticos confiáveis. É necessário combiná-los com indicadores de fragilidade mais confiáveis como a apreciação da taxa cambial, as desigualdades mais elevadas. Quanto piores forem esses indicadores, mais difícil será resistir à crise, e vice-versa. Como a crise nos países desenvolvidos adquiriu um caráter sistêmico e os indicadores de fragilidade não são muito bons, suas repercussões serão consideráveis nessas economias emergentes, apesar de indicadores de vulnerabilidade terem apresentado melhoras.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

Postado em Internacional, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

O que Obama pode fazer na América Latina?

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Cinco dias antes do início da Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, o historiador da New York University, Greg Grandin, um dos maiores especialistas norte-americanos em história latino-americana escreveu sobre as possibilidades, limites e o contexto do encontro de Barack Obama com a região. “Pela primeira vez em muitas décadas, um presidente dos Estados Unidos pode dar-se conta de que os dias em que os EUA podiam usar a América Latina como um espaço para o ensaio do imperialismo estão chegando ao fim”, diz Grandin em artigo publicado em The Nation.

Leia mais em Carta Maior

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento Regional, Internacional, O que deu na Imprensa | 1 Comentário »

“Precisamos assentar nosso crescimento na poupança interna e defender nossos recursos”, afirma Aldo Ferrer.

Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Ex-ministro, diretor da cátedra de Estratégia Econômica Internacional da Universidade de Buenos Aires e uma referência intelectual do pensamento econômico latino-americano, Aldo Ferrer destaca, em entrevista à Carta Maior, as dificuldades que a crise atual impõe à luta pelo desenvolvimento regional. E rechaça o fatalismo econômico diante da crise. “Nossos países não têm possibilidade alguma de mudar o mundo, mas temos a responsabilidade intransferível de decidir o lugar que ocuparemos nele”.

O papel da integração sul-americana na resistência à crise

O avanço da integração no MERCOSUL e a ampliação das relações políticas e diplomáticas na UNASUL abrem a possibilidade de ações conjuntas frente à crise. Sem dúvida, porém, essa possibilidade é limitada pelas assimetrias de escala, bem como entre níveis relativos de desenvolvimento, ademais, de contextos e políticas macro-econômicas distintas. O fato é que cada país tem a responsabilidade primeira de responder à turbulência externa.

Na medida em que se conseguir colocar a casa em ordem, teremos maior capacidade de criar espaços monetários para uso das moedas locais, bem como instalar clearings (caixas de compensação para ajuste de déficits, impedindo desequilíbrios que inviabilizam o comércio regional), incluindo-se a criação de fundos de contingência e um banco de desenvolvimento regional (do qual Brasil e Argentina podem se beneficiar menos, mas que será muito importante para outros, como Uruguai e Paraguai).

Evitar que a crise promova uma guerra comercial no MERCOSUL

A medida mais urgente de coordenação nesse momento é evitar que o impacto da contração dos mercados mundiais sobre cada país sul-americano seja transferido aos demais. Esse contágio provocaria uma espiral regressiva nas relações comerciais dentro do bloco. É preciso evitar o protecionismo intra-regional; ao mesmo tempo, é imperioso administrar as peculiaridades que afetam o comércio em cada país, acionando a mediação do Mecanismo de Adaptação Competitiva;

Prerrogativa política: definir o espaço a ocupar no mundo pós-crise

Nossos países não têm possibilidade alguma de mudar o mundo, mas temos a responsabilidade intransferível de decidir o lugar que ocuparemos nele. Historicamente não escolhemos bem. Por isso, dois séculos depois da independência continuamos a ser economias periféricas e subdesenvolvidas.

Temos que viver com o que temos; assentar nosso crescimento na poupança interna; defender nossos recursos; consolidar equilíbrios macro-econômicos; repartir melhor a renda e a riqueza; transformar a estrutura produtiva; ampliar o grau de educação e promover a integração das estruturas produtivas nacionais. Essa empresa é, em primeiro lugar, um desafio que cada país deve assumir com seu povo.

Para que possamos fazer políticas regionais, os Estados membros têm que ter capacidade de implementar políticas nacionais. É assim que a integração do MERCOSUL e a UNSAUL poderá fortalecer as esferas nacionais abrindo novas frentes comuns de luta no plano internacional. Hoje, podemos dar bons conselhos, nada muito além disso, no que diz respeito à nova arquitetura financeira mundial.

A Argentina resiste mas não pode incorrer no erro de valorizar o juro e a moeda

A Argentina resiste bem à crise financeira internacional porque o país se financia com poupança interna, sem acesso ao crédito internacional; não tem sofrido bolhas especulativas e seu reduzido setor financeiro está sólido e líquido.

O BC argentino tem bom nível de reservas, cerca de US$ 50 bilhões. Todos os problemas argentinos são de fabricação interna, não resultam da crise internacional. Entre eles, o conflito com os ruralistas; a polêmica sobre o regime de previdência, a inflação e a valorização cambial. O impacto da queda nos preços das commodities sobre o balanço de pagamentos está por vir ainda. Mas o maior risco atualmente, para a atividade econômica e o emprego é que o Governo – ao contrário das políticas que permitiram a recuperação nacional- siga agora uma receita de dólar barato e juro alto.

Leia a seguir (em espanhol) excertos do artigo enviado por Aldo Ferrer para a Carta Maior (publicaremos o artigo na íntegra em português): Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional | Sem Comentários »

A biodiversidade, mesa da humanidade

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

 Por Katia Alves

Em toda a América Latina, os movimentos indígenas e camponeses estão lutando para que se resgatem os velhos cultivos e se recupere a biodiversidade. Para eles, isso depende muito da concepção que se tem da mãe Terra, precisa de uma reforma agrária justa e pacífica, assim como supõe que se valorize a agricultura familiar e camponesa.

Por Marcelo Barros

Publicado originalmente no Brasil de Fato

A alta dos preços de alimentos básicos assusta porque significa mais fome para os empobrecidos da terra. E o mais assustador é que os preços subiram não porque houve alguma tragédia natural que diminuísse o volume da produção agrícola, ou porque aumentou o petróleo. A razão maior do aumento é a política de monopólio das multinacionais que compram safras inteiras e se apoderam dos bens para especular e forçar o aumento de preços, à custa da fome e da miséria de grande parte da humanidade. A FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) acredita que o aumento de preços dos alimentos aumentará em 100 milhões o contingente de pessoas que passam fome no mundo, hoje calculado em 850 milhões. Na reunião dos países ricos, os presidentes disseram claramente que não podiam fazer nada para reverter este quadro.

Quem está fazendo alguma coisa para vencer a crise é a sociedade civil e especificamente os movimentos sociais do campo. Nesta semana, em muitos Estados do Brasil, celebrou-se o 25 de julho como o dia do trabalhador rural. E durante toda esta semana se realizam conferências e fóruns de reflexão e aprofundamento para muitas comunidades que se consagram, cada vez mais, a um ou vários ramos da agricultura ecológica.

Quando se entra neste assunto, uma descoberta espantosa é o fato salientado pelas Nações Unidas de que, em sua história, a humanidade tem consumido mais de sete mil espécies vegetais. Entretanto, nos últimos anos, deixou de cultivar mais de ¾ destas sementes e fica dependendo apenas de três – milho, arroz e trigo – para atender a quase 70% de suas necessidades caloríficas (Revista Fórum, junho de 2008). Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, Política Social | Sem Comentários »

Os vários desafios das pequenas e médias empresas latino-americanas

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Os vários desafios das pequenas e médias empresas latino-americanas

Fonte: Wharton Universia

As pequenas e médias empresas (PMEs) respondem por cerca de 90% a 98% das unidades produtivas na América Latina, gerando cerca de 63% do emprego disponível, além de participarem com cerca de 35% a 40% do produto total da região, de acordo com os mais recentes estudos de organismos como o Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal).

As PMEs estão espalhadas por todos os setores, do comércio à indústria, no segmento de serviços, saúde e no sistema financeiro. De acordo com estatísticas do Banco Mundial, elas constituem a fibra-mestra do tecido social de todo o continente, já que se encontram em grandes centros urbanos, cidades de porte intermediário, pequenas populações e nas mais remotas e distantes regiões rurais – uma vez que, no campo,  essas empresas estão presentes nas mais diversas atividades da produção agropecuária.

Contudo, as PMEs padecem de diversos problemas que lhes roubam eficiência, produtividade e competitividade. “São tantas suas dificuldades quanto o número de empresas existentes, e embora não haja governo que não as incorpore às suas políticas sociais – através de leis, decretos e resoluções que possam beneficiá-las – seu atraso em relação à grande empresa é significativo”, afirma Jorge Yarce Maya, presidente do Instituto Latino-americano de Liderança, consultor internacional e professor universitário. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, Destaques da Semana, política industrial | Sem Comentários »