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Blog do Desemprego Zero

Adeus, periferia

Postado em 6 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Fonte: CartaCapital

Pouco conhecido e muito falado, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães deixou a Secretaria de Relações Exteriores do Itamaraty para ocupar, há duas semanas, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Trata-se do homem acusado de tentar doutrinar diplomatas e de ser o representante do anti-imperialismo mais retrógrado nas relações internacionais do governo Lula.

O tempo lhe deu razão ao defender a política Sul-Sul, de favorecimento das relações com a África e os vizinhos sul-americanos. Em entrevista exclusiva à CartaCapital, o embaixador, que aos 70 anos estava às vésperas de se aposentar do serviço público, assume seu nacionalismo e as restrições à globalização, e acusa os governos anteriores de terem se alinhado “em excesso” aos EUA.

Chamado de “guru de Hugo Chávez” pelo próprio Lula, Guimarães recebeu do presidente a incumbência de planejar estratégias para 2022, quando se completam 200 anos de independência. Muito embora, para o autor de Quinhentos Anos de Periferia (Contraponto Editora), o futuro do “país do futuro” já tenha chegado. “Ainda há muito a ser feito, mas o Brasil está deixando a periferia, sem dúvida.”

CartaCapital: Depois de anos no Itamaraty, o senhor está estranhando a mudança para outro ministério? Leia o resto do artigo »

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Democracia política e ciência

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros

Publicado no Monitor Mercantil

É com espanto que constatamos na América do Sul certo descompasso em relação aos tempos de democracia política no Brasil. Hugo Chávez, presidente da Venezuela, tem na ciência livre uma nova inimiga?

A perseguição de cientistas por motivos ideológicos não seria constitucionalmente aceitável no Brasil. Na Venezuela “bolivariana” do senhor Chávez, entretanto, muito se tem mostrado possível. Segundo informações da imprensa, Chávez exigiu dos membros do Instituto Venezuelano de Pesquisas Científicas que “façam uma ciência útil para elevar o nível de vida do povo”.

- Não daremos dinheiro para que o Professor Pardal (personagem da Disney) investigue a vida em Vênus. Senhores cientistas: entrem nos bairros, saiam de suas cápsulas e façam uma ciência útil para elevar a vida do povo – disse Chávez. Leia o resto do artigo »

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Washington jamais será tão influente na AL, diz Hobsbawm

Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Publicado na FSP de 15/09/2009.

Historiador marxista volta a defender-se com relação a ataques às suas convicções ideológicas “me recuso a dizer que perdi a esperança”

FOLHA – O que mais deveria ser discutido no aniversário de 20 anos da queda do Muro de Berlim?

ERIC HOBSBAWM – A celebração é oportuna porque o capitalismo agora chegou a seu limite. A crise econômica mundial é o fim de um ciclo, que começou a ruir quando caiu o Muro em Berlim. No Leste Europeu, vejo dificuldade em rompimento com o legado comunista. Mas é o Ocidente quem deve refletir mais sobre o que ocorreu na Guerra Fria e o que pode ser feito para evitar um novo colapso.

FOLHA – As “Eras” são consideradas um exemplo de boa análise histórica dedicada a um amplo período. O sr. acha que falta ambição a historiadores hoje?

HOBSBAWM – Para fazer história com uma perspectiva maior, é preciso ser um intelectual maduro. Hoje, os jovens historiadores gastam muito mais tempo em suas especializações. Quando estão aptos a dar um passo maior, hesitam. A história equivocadamente se afastou da “história total” que fazia Fernand Braudel [1902-1985].

FOLHA – O sr. começa “A Era dos Impérios” contando uma história autobiográfica (a do encontro de seus pais no Egito) e então propõe uma reflexão sobre história e memória. Quão diferente foi escrever este volume, que se refere a passagens mais próximas do seu olhar no tempo, do que os anteriores? Leia o resto do artigo »

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A glória e a infâmia

Postado em 4 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Mino Carta

Fonte: CartaCapital

Há coisas do Brasil louvadas mundo afora, e não me refiro às ações da Petrobras e da Vale. Falo do refúgio dado pela embaixada brasileira em Tegucigalpa ao presidente José Manuel Zelaya. Há coisas do Brasil verberadas País adentro. Falo da mesma posição que o resto do planeta aprecia e que já começa a provar seu acerto.

Coisas nossas, diria o sambista. Típicas. Clássicas. Com raras exceções, a mídia nativa condena irreparavelmente o presidente Lula e o Itamaraty, réus por terem garantido abrigo a um presidente deposto por mais um golpe de Estado nesta América Latina ainda tão distante da contemporaneidade. Ou, se quiserem, de um ideal de contemporaneidade. Leia o resto do artigo »

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Denúncia: Jungmann vai a Honduras pela Globo. É isso? O PiG(Partido da Imprensa Golpista) já chegou a esse ponto?

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

O Conversa Afiada recebeu a seguinte denúncia de amigo navegante:

Meu caro, uma informação passada de dentro da TV Globo: Raul Jungmann teve e tem relação muito estreita com a redação da Globo em Brasília.

Durante a CPI dos Grampos, alguns jornalistas da Globo chegaram a reclamar da obrigatoriedade de se ouvir Jungmann e colocá-lo no ar em todas as matérias nas quais o alvo era o delegado Protógenes Queiroz (estratégia, aliás, para lá de idiota).

Hoje, soltaram fogos na TV Globo de Brasília, para qual Jungmann vai trabalhar, informalmente, em Tegucigalpa, ao passar  informações internas da Embaixada do Brasil para desmoralizar a diplomacia brasileira.

Ele já avisou que vai obrigar os diplomatas brasileiros a abrirem  todas as informações internas, inclusive troca de e-mails, para determinar qual foi a participação brasileira na operação que levou Manuel Zelaya de volta à capital hondurenha.

Um produtor e um repórter do Jornal Nacional ficarão à disposição, com exclusividade, para produzir matérias especificamente com Jungmann em Honduras.

Esse é o estado a que chegamos: a terceirização jornalística por meio de um deputado federal que priva da intimidade da TV Globo na capital do país.

Clique aqui para ler “Jungmann vai a Honduras para tumultuar“.

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Para ‘Time’, Brasil é ‘primeiro contrapeso real aos EUA no Ocidente’

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Da BBC Brasil

Uma reportagem publicada nesta quarta-feira na edição online da revista americana Time diz que, ao mediar a crise hondurenha, o Brasil se tornou “o primeiro contrapeso real” à influência americana “no hemisfério ocidental”.

Considerando que o Brasil foi “trazido” para o coração do imbróglio pelos vizinhos, mais especificamente pela Venezuela do presidente Hugo Chávez, a revista diz que “Brasília se vê no tipo de centro das atenções diplomático do qual no passado procurou se afastar”.

Entretanto, diz a Time, o país “não deveria se surpreender” com o fato de ser chamado a assumir tal responsabilidade. Leia o resto do artigo »

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“América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo”, diz Chomsky

Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Em entrevista ao La Jornada, Noam Chomsky fala sobre a América Latina, definindo-a como uma das únicas regiões do mundo onde há uma resistência real ao poder do império. “Pela primeira vez em 500 anos há movimentos rumo a uma verdadeira independência e separação do mundo imperial. Países que historicamente estiveram separados estão começando a se integrar. Esta integração é um pré-requisito para a independência. Historicamente, os EUA derrubaram um governo após outro; agora já não podem fazê-lo”, diz Chomsky.

Fonte: Carta Maior

A América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo, diz Noam Chomsky. Há aqui uma resistência real ao império; não existem muitas regiões das quais se possa dizer o mesmo. Entrevistado pelo La Jornada, um dos intelectuais dissidentes mais relevantes de nossos tempos assinala que a esperança e a mudança anunciada por Barack Obama é uma ilusão, já que são as instituições e não os indivíduos que determinam o rumo da política. Em última instância, o que Obama representa, para Chomsky, é um giro da extrema direita rumo ao centro da política tradicional dos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »

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Nova lei de comunicação argentina compra briga contra monopólios

Postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Aprovada por ampla maioria, a “Nueva Ley de Medios” cria uma comissão bicameral de controle, um Conselho Federal de Comunicação Audiovisual e a figura do Defensor Público de consumidores de serviços audiovisuais. Entre outras coisas, a nova legislação estabelece que uma mesma empresa não possa possuir canais de TV aberta e a cabo, além de reduzir de 24 para dez o limite das concessões de rádio e TV em mãos de um mesmo proprietário. Leia mais em Carta Maior…

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