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Blog do Desemprego Zero

Política de Pleno Emprego

O que é o DESEMPREGO ZERO?

O site do Desemprego Zero (desempregozero.org.br) surgiu em 7 de outubro de 2003. Quando a ortodoxia Paloccista (ou Palacciana) começava a comemorar com fogos de artifícios suas “conquistas”. Aquele foi um ano histórico. Desde o golpe de 64, era a primeira vez que um partido de esquerda estava no poder. Poucos inícios de governo foram tão decepcionantes. O Governo Lula procurou registrar sua chegada com demonstrações (Leia mais…)

O que é política de Pleno Emprego?

Uma Economia de Guerra contra o Desemprego e a Exclusão Social José Carlos Assis (desempregozero.org.br) É uma política de desenvolvimento acelerado. Pode-se conceituá-la também como uma economia de guerra. Ela se caracteriza pela expansão do dispêndio público em serviços públicos essenciais e em infra-estrutura, pela redução para níveis internacionais da taxa básica de juros e pelo aumento da disponibilidade de crédito interno. Em uma palavra, é o oposto da política aplicada pelo Governo FHC, e que o Governo Lula se obrigou a seguir nesta que ainda acreditamos ser uma fase de transição. (Leia mais…)

Campanha do Pleno Emprego

Um Passo Decisivo para a Conquista da Democracia Social no Brasil “Fizemos uma revolução política contra a ditadura, e agora a geração contemporânea tem tudo para dar um passo adiante, isto é, garantir a democracia econômica numa sociedade solidária e com menos desigualdades.” Essa é a proposta do jornalista, economista e professor J. Carlos de Assis, coordenador do Movimento Desemprego Zero e autor do livro ‘A Quarta Via’1, no qual sustenta que a promoção do pleno emprego é um imperativo inexorável da democracia política ampliada no Brasil. Ele está convencido de que o povo brasileiro está maduro para conquistar a democracia social. (Leia mais…)

Queremos dar trabalho!

Helio Pires da Silveira Vice- Presidente da AFBNDES Relembrando Gonzaguinha: “Um homem se humilha se castram seus sonhos. Seu sonho é sua vida, e vida é trabalho. E sem o seu trabalho, um homem não tem honra. E sem a sua honra, se morre, se mata .” Somos das Associações de Funcionários do Sistema BNDES: AFBNDES, AFBNDESPAR e AFFINAME estamos engajados na Campanha do Pleno Emprego e explicamos porquê! De 1930 a 1980, nosso país crescia 7% a.a. surpreendíamos o mundo. A partir deste período, rastejamos num crescimento de 2,4% a.a., ou repetindo o economista César Benjamin:”Assim, a economia mais dinâmica do mundo, que dobrou seu produto cinco vezes seguidas em cinqüenta anos, caminha para experimentar a terceira década rastejante”. (Leia mais…)

Disposições Constitucionais relativas ao Pleno Emprego

As políticas de governo implementadas visam a atender os interesses sociais. Como há interesses difusos e conflitantes na sociedade, há um padrão demarcado na Constituição da República que não pode ser deixado de lado sob quaisquer argumentos, tendo em vista que a democracia impõe o respeito às normas. No topo dessas normas está a Constituição, como bem definiu Hans Kelsen. Sob essa ótica, deve se considerar que a maioria da população sobrevive com recursos advindos dos frutos do trabalho assalariado. Em razão disso não é fato irrelevante as medidas de política econômica, tendo em vista que estas medidas produzem efeito direto sobre o nível de emprego, salários e bem estar social. Uma medida de tamanho alcance muda as perspectivas da indústria, do mercado financeiro e afeta diretamente aos cidadãos. A urgência e o anseio de mudanças não podem dar lugar a ações precipitadas de nenhum responsável por políticas de governo, especialmente quando a Constituição da República estabelece os limites. (Leia mais…)

Proposta de Atuação do Estado como Empregador de Última Instância no Brasil

Zoraide Bezerra Gomes

Uma Síntese

O programa empregador de última instância (ELR, do inglês employer of last resort), foi proposto inicialmente por Minsky (1986) e, posteriormente, desenvolvido por Wray (2003) para o contexto da economia estadunidense. Em linhas gerais, a política do ELR consiste no oferecimento permanente por parte do Estado de um emprego básico do setor público (EBSP) a todas as pessoas aptas e dispostas a trabalhar a um salário nominal pré-fixado, denominado salário básico do setor público (SBSP), formando um estoque regulador de empregos. Esses trabalhadores ficariam disponíveis para contratação pelo setor privado ou mesmo pelo setor público convencional. (Leia mais…)

OS ASPECTOS POLÍTICOS DO PLENO EMPREGO

KALECKI – 1944

A manutenção do pleno emprego por meio da despesa governamental financiada por empréstimos tem sido amplamente discutida nos anos recentes. Essa discussão, porém, concentra-se nos aspectos puramente econômicos do problema, sem dar a devida atenção às realidades políticas. É falsa a suposição de que um Governo manterá o pleno emprego numa economia capitalista se ele sabe como faze-Io. Com relação a isso é de crucial importância a desconfiança dos grandes empresários acerca da manutenção do pleno emprego por meio do gasto governamental.Leia o resto deste post »

TRÊS CAMINHOS PARA O PLENO EMPREGO

KALECKI – 1944

O propósito deste artigo é discutir os métodos para atingir e manter o pleno emprego numa sociedade capitalista. Vamos considera-Ios num sistema econômico fechado. Isto não significa que negligenciamos os problemas do comércio exterior na discussão do pleno emprego, os quais apresentam talvez as maiores dificuldades práticas. Eles serão tratados num estudo à parte. Aqui, entretanto, vamo-nos abstrair deles, para poder deixar claros os problemas teóricos fundamentais do pleno emprego. De forma semelhante, vamo-nos abstrair da questão da mobilidade da mão-de-obra, que também é examinada num artigo específico. No momento, podemos supor que a jornada de trabalho é variável dentro de certos limites, o que proporciona elasticidade suficiente à oferta de força de trabalho no curto prazo, enquanto no longo prazo pode-se contar com o treinamento da mão-de-obra para restaurar o equilíbrio quando a estrutura da demanda se altera.

Primeiro, e principalmente, vamos tratar neste artigo da geração da adequada demanda efetiva para assegurar e manter o pleno emprego. Leia o resto deste post »

O QUE KEYNES PENSA DOS NEOLIBERAIS

“A crença conservadora de que existe alguma lei da natureza que impede as pessoas de conseguir emprego, de que é ‘imprudente’ empregar pessoas e financeiramente ‘saudável’ manter um décimo da população na ociosidade por um período indefinido é totalmente inverossímil – o tipo de coisa em que nenhum homem poderia acreditar se não tivesse a cabeça entulhada de idéias insensatas durante anos e anos (…) Nossa principal tarefa, portanto, será a de confirmar o instinto do leitor: o que parece sensato é sensato, e o que parece insensato é insensato. (…) colocar os desempregados para trabalhar em tarefas úteis terá as conseqüências que parece que deveria ter, ou seja, aumenta a riqueza nacional; e a noção de que, por tortuosas razões, vamos nos arruinar financeiramente se usarmos esses meios para aumentar nosso bem-estar é o que parece ser – um fantasma”. Leia o resto deste post »

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