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Blog do Desemprego Zero

BANCO DE RESERVA PARA BOLSISTAS

Escrito por beatriz, postado em 20 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

As pessoas que quiserem receber bolsas para desenvolver projetos de pesquisa em áreas relacionadas ao desenvolvimento nacional poderão procurar o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – *Ipea*. O Instituto fará um banco de reserva para a seleção de pesquisadores que serão contemplados com a Bolsa Pesquisa em estudos e projetos.

A Bolsa Pesquisa foi criada com o objetivo de contribuir com o aperfeiçoamento dos profissionais e também para promover o intercâmbio entre os técnicos do *Ipea* e de outras instituições, inclusive das universidades. As bolsas são concedidas em diversas modalidades, de auxiliar de pesquisas, para candidatos matriculados em nível superior; a doutores, por meio do Programa de Pesquisa para o Desenvolvimento Nacional (PNPD).

 Podem se candidatar às bolsas pessoas que estejam cursando ou tenham concluído algum curso de graduação ou pós-graduação ou pós-graduação; profissionais de outras instituições de pesquisa ou de órgãos públicos e universidades; servidores inativos do *Ipea* ou de outras instituições, com reconhecida competência e experiência. A concessão de bolsa ocorrerá mediante análise curricular e de outros requisitos determinados pela coordenação do projeto.”

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Entrevista com Bresser-Pereira: Arauto do Estado republicano

Escrito por beatriz, postado em 20 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

À frente do Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado, durante o primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, o economista e cientista social Luiz Carlos Bresser-Pereira ajudou não só a inscrever a palavra “eficiência” como principio fundamental em nossa Carta, como definiu as diretrizes de uma das mais bem sucedidas reformas gerenciais já realizadas no mundo – cujo modelo é apresentado em minúcias no livro Construindo o Estado Republicano: Democracia e Reforma da Gestão Pública, recém-publicado pela Editora FGV. Dono de uma fecunda produção acadêmica, professor Bresser e também um comentarista arguto de nossa realidade, como fica evidente nesta entrevista exclusiva. Com argumentos cristalinos, ele aponta a emergência dos “direitos republicanos” como um novo capitulo da luta cidadã; critica com veemência a ideologia neoliberal e afirma que o SUS e um dos grandes êxitos da democracia brasileira.

Clique aqui para ler a entrevista

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O “accountibility” de conveniência

Escrito por Imprensa, postado em 19 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Da Folha

Por Clóvis Rossi

(…) De quebra, Sarney refugia-se na velhíssima e fajutíssima tese de perseguição da mídia. Não, senador, é perseguição dos fatos, e enquanto eles não forem total e definitivamente explicados, continuarão a persegui-lo, no Maranhão, em Brasília, onde for.

É essa fuga à “accountability” que explica os parlamentares que se lixam para a opinião pública. Ela paga os salários de todo esse “band of brothers”, mas eles não se sentem compelidos a dizer ao púbico o que fazem, o que só aumenta a suspeita de que o que fazem só cabe mesmo em BOs.

O caso de Sarney é mais grave porque tem um espaço semanal, aqui ao lado, em que poderia dar todas as explicações sem ser interrompido por perguntas. Prefere mudar de assunto. Sempre.

Comentário de Luís Nassif

Por que o “accountibility” demorou vinte anos para ser praticado em relação à Sarney e só se manifestou agora? E por que a Folha deu vinte anos de espaço a Sarney sem jamais tê-lo cobrado por seus atos? E por que a cobrança é apenas sobre Sarney, se todos os senadores participaram de uma lambança que tem no mínimo 14 anos?<-->

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Crise e trabalho no Brasil

Escrito por Imprensa, postado em 19 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Marcio Pochmann

Fonte: Revista Fórum, Edição 76, julho de 2009.

A contaminação do Brasil pela crise internacional a partir do mês de outubro de 2008 fez com que o Produto Interno Bruto (PIB) acumulasse queda de mais de 4% entre o último trimestre do ano passado e o primeiro semestre de 2009. O setor industrial, com redução de 11,6% neste mesmo período, foi o principal responsável pela inflexão na evolução do PIB, uma vez que o setor agropecuário registrou leve expansão de 0,6% e o setor terciário cresceu 4,2%.

Apesar dos importantes sinais da recessão industrial instalada na economia brasileira, há situações distintas entre os setores de atividade, com dimensões diferenciadas no total da produção e da ocupação nacional. Enquanto a queda da produção atingiu fundamentalmente o setor industrial, que representa quase 31% da produção e 22% da ocupação do país, o setor de serviços, que responde por mais de 2/3 da produção e quase 60% da ocupação nacional, apresenta importante expansão. Leia o resto do artigo»

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The Joy of Sach

Escrito por Imprensa, postado em 17 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

By PAUL KRUGMAN

The American economy remains in dire straits, with one worker in six unemployed or underemployed. Yet Goldman Sachs just reported record quarterly profits – and it’s preparing to hand out huge bonuses, comparable to what it was paying before the crisis. What does this contrast tell us?

First, it tells us that Goldman is very good at what it does. Unfortunately, what it does is bad for America.

Second, it shows that Wall Street’s bad habits – above all, the system of compensation that helped cause the financial crisis – have not gone away.

Third, it shows that by rescuing the financial system without reforming it, Washington has done nothing to protect us from a new crisis, and, in fact, has made another crisis more likely.

Let’s start by talking about how Goldman makes money.

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No alvo, finalmente

Escrito por Imprensa, postado em 17 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Leandro Fortes

Fonte: Carta Capital

Ao tomar conhecimento, na segunda-feira 6, da denúncia do Ministério Público Federal contra o banqueiro Daniel Valente Dantas e mais 14 pessoas, Protógenes Queiroz comemorou o fim de um longo, interminável, ano. Em 8 de julho de 2008, após quatro anos de investigação, o delegado deflagrou a Operação Satiagraha. Prendeu, então, além de Dantas, dono do Grupo Opportunity, o especulador Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta. Mas, para o delegado da Polícia Federal, foi como abrir as portas de um inferno particular. Um mês depois, estava afastado da investigação. A partir de então, teve a casa invadida por colegas da PF, computadores e documentos pessoais apreendidos, foi processado, sofreu sindicância interna e, finalmente, foi afastado das funções de delegado, em abril de 2009, acusado de atividade político-partidária.

Em meio a tudo isso, perdeu vantagens salariais, sofreu ameaças de morte e foi obrigado a submeter um dos filhos, de apenas 8 anos de idade, a tratamento psicológico. O garoto estava presente, em novembro do ano passado, quando agentes da PF entraram na casa de Protógenes Queiroz, com um mandado judicial, atrás de provas que o ligassem a vazamentos de informação durante a Satiagraha. Desde então, o menino passou a ter pesadelos, insônia, pavor de ficar sozinho e problemas de aprendizado. Enquanto isso, Daniel Dantas flanava em liberdade graças a dois habeas corpus concedidos, em menos de 48 horas, pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes.

Para piorar a situação, o nome “Satiagraha” passou a ser uma expressão maldita dentro da Polícia Federal comandada pelo diretor-geral Luiz Fernando Corrêa. O inquérito, assumido pelo delegado Ricardo Saadi, depois do afastamento de Queiroz, caminhou lentamente e sem novidades. Deixou de levar em conta uma série de informações, por exemplo, sobre as movimentações fraudulentas de Dantas em torno da unificação das telefônicas Brasil Telecom e Telemar/Oi – a chamada “BrOi”. Também ignorou a participação do ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, do PT, no esquema de tráfico de influência do dono do Opportunity dentro do Palácio do Planalto. Leia o resto do artigo»

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Quem é a Norma que ia travar a investigação sobre Dantas? O que faz a CVM?

Escrito por Imprensa, postado em 17 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

O Conversa Afiada recebeu o seguiunte e-mail de amigo navegante:

Na matéria do Estadão de hoje (página A9, “Operação Satiagraha – Novo inquérito mira investidor em fundos – de acordo com relatório da PF, Opportunity Fund possibilitava lavagem de recursos a cotistas brasileiros”), a coisa mais importante está no fim, para variar.

O Estadão trata de conversas e e-mails entre Daniel Dantas e o operador Roberto Amaral, denunciado com Dantas pelo Ministério Público.

Quem é a tal Norma que deveria – segundo instrução de Dantas a Amaral – “criar algum entrave no protocolo do pedido e o que faria ser negado”?

Sugiro olhar a composição da CVM na época. Estava lá a Norma Parente, irmã do Pedro Parente e ex-advogada do Opportunity. Diretora da CVM em um mesmo colegiado que contava com a presidência de Luis Leonardo Cantidiano, outro ex-advogado de Dantas.

Ou será que o Roberto Amaral e o Dantas falavam da Norma Bengel?

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Juros, miséria e democracia

Escrito por Imprensa, postado em 16 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Alcino Ferreira Camara Neto e Matias Vernengo

Acreditamos que a crise financeira, lastimavelmente, não servirá para que reavaliemos as políticas dos últimos 6 anos. A notícia de que, em função da queda da receita tributária, pretende-se cortar gastos e reduzir a política de contratação e recuperação salarial que vinha sendo anunciada reforça a tese de que não teremos uma transformação de política na direção e na magnitude que se necessita. Entre o medo de arriscar do governo e a invulnerável fortaleza das elites rentistas acasteladas no Comitê de Política Monetária (Copom), restam poucas esperanças.

É provável, portanto, que a opressão da conta de juro grande sobre a favela se mantenha, e que nosso déficit democrático continue favorecendo os privilegiados que votam no Copom, em lugar dos pobres coitados que o fazem em seus respectivos distritos eleitorais! Leia o artigo…

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