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Blog do Desemprego Zero

Recriminações tardias

Escrito por Imprensa, postado em 22 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

Fonte: Valor Econômico (21/07/09)

Em um de seus posts no site do Financial Times, o economista Willem Buiter apontou as armas da crítica na direção das autoridades encarregadas de supervisionar e regulamentar os sistemas financeiros nos últimos 30 anos. Buiter detona o processo de criação e operação de um sistema financeiro “intrinsecamente disfuncional, ineficiente, injusto e regressivo, vulnerável a episódios de colapso”, um exemplo de “capitalismo de compadres”, sem paralelo na história econômica do Ocidente. “É uma questão interessante, para a qual não tenho resposta, saber se os que presidiram e contribuíram para a criação e operação [desse sistema] eram ignorantes, cognitivamente e culturalmente capturados ou, talvez, capturados de forma mais direta e convencional pelos interesses financeiros”.

Buiter lista as personalidades envolvidas na administração da economia americana e seu desempenho na avaliação dos riscos decorrentes da desregulamentação. Ao longo dos 20 anos em que presidiu o Federal Reserve, Alan Greenspan foi incapaz de enxergar um palmo adiante do nariz; o mesmo pode ser dito de Ben Bernanke, membro do Board of Governors do Federal Reserve System de 2002 a 2005, chairman do President’s Council of Economic Advisers de junho de 2005 a janeiro de 2006 e chairman do Fed desde fevereiro de 2006. Hank Paulson, esse não percebeu qualquer ameaça de crise financeira, quer no período em que trabalhou na Goldman Sachs (1974-2006), quer durante os anos de sua função como secretário do Tesouro (de julho de 2006 à janeiro de 2009). Tim Geithner também fracassou ao não antecipar a crise enquanto subsecretário do Tesouro (1998-2001), sob o comando de Bob Rubin e Larry Summers, ou como presidente do Fed de Nova Iorque (2003-2009). Larry Summers ficou embevecido com as luzes da ribalta durante o período em que ocupou o posto de secretário do Tesouro dos Estados Unidos. Leia o resto do artigo»

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Cuidado com o Lobão: O pré-sal não é deles!

Escrito por beatriz, postado em 21 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Correio da Cidadania  

Os jornais anunciaram em 13 de julho uma reunião do presidente Lula com a comissão encarregada de elaborar a proposta para o novo marco regulatório do pré-sal. O tema apresenta-se em nossa imprensa cercado de preconceitos ideológicos, visto que até hoje muitos órgãos de comunicação ainda não perceberam a morte do modelo regulatório (ou neoliberal) e insistem no velho discurso (ganhou força nos anos de 1940) da incapacidade econômica do Brasil, exigindo a entrega de nossos recursos minerais aos “competentes” e “sempre dispostos a investir” oligopólios internacionais.  

Este velho discurso colonial repetido à exaustão através da UDN do general Távora (http://farolcomunitario.blogspot.com/2008/02/histria-do-petrleo-no-brasil.html) foi transformado em política econômica do petróleo em diferentes momentos. A primeira vez através de um antigo militante do “petróleo é nosso” – o general Geisel -, quando criou o chamado contrato de risco, depois, durante o fundamentalismo regulatório do governo FHC, através da quebra do monopólio estatal de 1988.   Leia o resto do artigo»

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O Copom e as Contas Públicas

Escrito por beatriz, postado em 21 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Estado de S. Paulo

Hoje o Comitê de Política Monetária – Copom completa treze anos e um mês de existência. Nasceu em 20 de junho de 1996 com a finalidade de estabelecer as diretrizes da política monetária e a taxa básica de juros Selic.

A sistemática de “metas para a inflação” como diretriz de política monetária foi regulamentada pelo Decreto 3.088 de 21/06/99. Desde então, a política monetária passou a ter como objetivo cumprir as metas para a inflação definidas pelo Conselho Monetário Nacional. O único instrumento para isso é a Selic.

Desde o início do funcionamento do Copom até 19 de julho de 2006, a Selic esteve acima de 15% ao ano, com média neste período de 20,5%, inflação de 6,9%, ou seja, uma taxa real de 12,8%! Só a partir de 20 de julho de 2006, ou seja, há três anos que a Selic passou a ficar abaixo de 15% ao ano. Assim, desde a existência do Copom até três meses atrás é provável que o Brasil tenha ostentado o desonroso título de campeão mundial da mais alta taxa básica de juros. Essa é a maior distorção macroeconômica da economia brasileira que contribuiu para travar o crescimento econômico e causar forte dano às finanças públicas. Leia o resto do artigo»

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Estudantes imprimem mais energia na Campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso

Escrito por beatriz, postado em 21 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

Veja fotos do ato em www.apn.org.br

Puxada pela União Nacional dos Estudantes (UNE), a passeata que reuniu cerca de 4 mil pessoas em Brasília, no dia 16, foi um marco na campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso. Essa é a avaliação do secretário geral do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, que representou a Frente Nacional dos Petroleiros (FNP), no palanque. Além da UNE e da FNP, participaram da coordenação do evento o MST, a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) e a CUT. Outras centrais sindicais também estiverem presentes -Intersindical, CTB e CGTB.

De volta ao Rio, Cancella trouxe na bagagem uma dose extra de entusiasmo, convencido de que o envolvimento massivo dos universitários vai contagiar a sociedade, levando a campanha para todos os estados e municípios brasileiros. Independente dos conteúdos das reportagens, em face da relevância política do Congresso da UNE, os principais jornais do país tiveram que destacar a imagem da imensa faixa que abriu a passeata em Brasília, estendida pelos organizadores: “Em defesa do Petróleo e da Petrobrás”. É o grito em favor da soberania nacional que já não pode ser contido nem omitido, estampado nas primeiras páginas da grande imprensa.
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Boletim Semanal: Bresser-Pereira, Dantas, Kichner

Escrito por beatriz, postado em 21 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

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A volta da velha cantilena neoliberal

Escrito por beatriz, postado em 20 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: JB

Por J. Carlos de Assis

No auge do machismo dos anos 50, o humorista italiano Pitigrilli dizia de louras pouco inteligentes que eram incapazes de dizer três coisas bonitinhas sem acrescentar logo uma bobagem. O relatório recente da OCDE sobre o Brasil não consegue evitar a conclusão de que o país tem enfrentado a crise com relativa competência, mas não resiste em acrescentar que, para o futuro, precisa cortar gastos públicos a fim de não comprometer o crescimento a longo prazo.

Nenhuma política pública específica em nenhum país acerta 100%. A política fiscal do governo Lula para enfrentar os efeitos da crise acertou em 90%. A política monetária ficou a meio caminho, talvez 50%: não reduziu suficientemente os juros. Mas sabemos que ela nunca funciona mesmo com crise de demanda, em especial quando combinada com crises financeiras. Leia o resto do artigo»

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Regiões ricas pagam tarifa menor de energia

Escrito por beatriz, postado em 20 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Folha de S. Paulo

Com a 2ª pior renda per capita do país, Maranhão tem o maior custo; em Brasília, que lidera em rendimentos, conta é mais barata

Aneel, que regula as tarifas, afirma que diferença não é “tolerável” e afeta até o poder de atração de novos investimentos nos Estados

Por PEDRO SOARES e HUMBERTO MEDINA


Um paradoxo rege o modelo brasileiro de tarifas de energia elétrica: enquanto as mais baixas taxas são cobradas em áreas mais ricas, as regiões mais pobres convivem com os maiores preços do serviço.
O Maranhão, por exemplo, tem a segunda menor renda per capita do Brasil, mas sua população paga a maior tarifa de energia dentre as 64 distribuidoras instaladas no país.
A tarifa da Cemar, distribuidora local, é 72% maior do que a da CEB em Brasília, que tem o maior PIB per capita do país e onde a energia é a mais barata (o preço só é menor no Amapá por razões atípicas, pois a Aneel não autoriza reajustes da distribuidora porque ela está inadimplente com geradoras).
Na comparação com os consumidores residenciais da Eletropaulo, maior distribuidora do país, a tarifa no Maranhão é 43% mais cara. Todas essas concessionárias figuram entre as com menores tarifas do país.
Os cálculos foram feitos com base em dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e consideram a tarifa básica, ou seja, apenas o custo da energia. Não estão embutidos encargos (como a taxa de iluminação pública de alguns Estados) e o ICMS, diferenciado em cada Estado -que pode variar de 12% a 30%, dependendo do Estado e da faixa de consumo de energia. Em alguns Estados, a baixa renda é isenta do tributo. Leia o resto do artigo»

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Conferencia sobre Realismo Crítico na UFF

Escrito por beatriz, postado em 20 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Programa*

23 de julho (quinta-feira)
 
09:00
Inscrições e distribuição de material
 
10:00
Abertura
Alan Norrie (IACR)
João Leonardo Medeiros (UFF)

 
10:30 – 12:30
Conferência I (Realismo e Emancipação Humana)
Roy Bhaskar
(Universidade de Londres, Instituto de Educação)
Mario Duayer
(UFF, Departamento de Economia)
Moishe Postone (Universidade de Chicago, Departamento de História)
 
14:00 – 15:45
Mesas Paralelas I
 
16:15 – 17:30
Mesas Paralelas II
 
18:15 – 20:15
Conferência II (Realismo, Educação e Emancipação Humana)
Mediadora: Patricia Laura Torriglia (UFSC, Faculdade de Educação)
Newton Duarte (UNESP, Departamento de Psicologia da Educação)
Marcos Barbosa de Oliveira (USP, Departamento de Filosofia da Educação e Ciências da Educação)
Tone Skinningsrud (Universidade de Tromsø, Departamento de Educação)
 
 
24 de julho (sexta-feira)
 
9:00 – 11:00
Conferência III (Realismo, Teoria Social e Emancipação Humana)
Mediador: Hugh Lacey (Swarthmore College, EUA)
Ricardo Antunes (UNICAMP, Departamento de Sociologia)
Margaret Archer (Universidade de Warwick, Departamento de Sociologia)
Maria Orlanda Pinassi (UNESP, Departamento de Sociologia)
 
11:00 – 12:00
Reunião Anual de Trabalho da IACR
 
14:00 – 15:45
Mesas Paralelas III
 
16:15 – 17:30
Mesas Paralelas IV
 
18:15 – 20:15
Conferência IV (Realismo, Economia e Emancipação Humana)
Mediador: Marcelo Carcanholo (UFF, Departamento de Economia)
Andrew Brown (Universidade de Leeds, Business School)
Tony Lawson (Universidade de Cambridge, Departamento de Economia)
Leda Paulani (USP, Departamento de Economia)
 
 
25 de julho (sábado)

 
10:00 – 12:00
Conferência V (Realismo, História e Emancipação Humana)
Mediador: Marcelo Badaró (UFF, Departamento de História)
Alex Callinicos
(Universidade de Londres, King’s College)
Virgínia Fontes
(UFF, Pós-graduação em História; Fiocruz, EPSJV)
Alan Norrie (Universidade de Londres, King’s College e Presidente da IACR)
 
14:00 – 15:45
Mesas Paralelas V
 
16:15 – 18:15
Conferência de Encerramento (Realismo, Ontologia e Emancipação Humana)
Mediadora: Ester Vaisman (UFMG, Departamento de Filosofia)
Roy Bhaskar (Universidade de Londres, Instituto de Educação)
Nicolas Tertulian (EHESS – Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais)
Miguel Vedda (Universidade de Buenos Aires, Faculdade de Filosofia e Letras) 

* O programa pode sofrer alterações

Clique aqui para ver a programação na íntegra

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