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Blog do Desemprego Zero

Petrobras pode assumir todos os blocos do pré-sal, diz Dilma

Escrito por beatriz, postado em 23 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Folha de S. Paulo

Em Washington, ministra afirma que modelo preferido será de partilha

Brasileira e grupo de empresários se encontram em Washington com Obama, que deve visitar o Brasil em agosto próximo

Por SÉRGIO DÁVILA

A maior parte do dinheiro do pré-sal ficará no Brasil. A promessa é da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante visita a Washington.
Falando sobre o novo marco regulatório para a exploração dos campos petrolíferos brasileiros, ela disse ainda que a Petrobras tem condições de assumir o controle de todos os blocos e que o modelo preferido de exploração será o de partilha -as petroleiras terão de entregar uma parcela mínima do óleo extraído à estatal que será criada para gerenciar o pré-sal.
Indagada sobre se isso não afastaria os investidores estrangeiros, disse que as petrolíferas são atraídas pelas reservas do pré-sal porque são grandes, situadas num país estável. “Então, não estamos nem um pouco preocupados se um investidor não vai estar interessado em explorar; ele vai.” Leia o resto do artigo»

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Juros da dívida consomem R$ 1tri

Escrito por beatriz, postado em 23 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Correio Braziliense

Corte de 0,50 ponto na taxa Selic, que deve ser anunciado hoje, ajudará o governo a economizar cerca de R$ 40 bi até o fim do ano com o pagamento de encargos do endividamento público

Por Vicente Nunes
Desde que foi empossado, em janeiro de 2003, até maio deste ano, o governo do presidente Lula já pagou R$ 1 trilhão em juros da dívida pública. Esse volume de dinheiro corresponde a um terço do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país. Somente nos quatro primeiros anos da atual administração, a dívida consumiu R$ 603,2 bilhões em juros, gasto 53% superior ao registrado nos últimos quatro anos da administração Fernando Henrique Cardoso (R$ 393,3 bilhões). Essa comparação é apontada pelos economistas como a mais correta, pois, nos dois períodos, a economia brasileira esteve sustentada pelo mesmo tripé: câmbio flutuante, superávit primário e metas de inflação. 

Não é à toa que Lula torce, dia e noite, para que o Banco Central (BC) não interrompa o processo de ciclo de corte da taxa básica de juros (Selic), iniciado em janeiro deste ano. No seu entender, despesas menores com a dívida permitem ao governo destinar mais recursos para projetos que tenham maior impacto na atividade econômica, como a redução de impostos e o aumento a servidores públicos e à remuneração do Bolsa Família. Lula já foi avisado pelo presidente do BC, Henrique Meirelles, que, pelo menos hoje, a Selic cairá mais um pouco – 0,5 ponto percentual, segundo o mercado. Mas não há garantias de novas baixas a partir daí, apesar de a inflação estar sob controle e o nível da atividade se mostrar bastante fraco. 
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Seis Meses de Crise: O Impacto na Indústria Segundo a Intensidade Tecnológica

Escrito por Imprensa, postado em 23 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Nos seis primeiros meses da crise, a retração da indústria de transformação foi de 10,3%. Tomando-se só o 1º trim/2009, a queda foi maior, de 14,6%. Mais grave é que foram atingidos os fabricantes de bens de capital (média-alta tecnologia). Leia mais no IEDI…<-->

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Um Bric “no topo do mundo”

Escrito por Imprensa, postado em 23 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

O Brasil é o exemplo a ser seguido, mas, como bom caipira, fico desconfiado com tanto elogio para nosso país.

Em sua coluna de 12 deste mês, Clóvis Rossi escreveu que o Brasil, que agora deve participar do G14, chegou ao “topo do mundo”, mas continua caipira. Não sei se nosso problema é realmente o caipirismo. A dialética entre o elemento nacional e o cosmopolita foi sempre uma fonte fértil do progresso humano. Mas, como ao notável jornalista, também me preocupa esse “topo do mundo”. No início do século 20, os brasileiros foram vítimas do ufanismo local; no início do século 21, é a vez de sermos vítimas do ufanismo alheio. Viajo bastante, e nunca vi tanto elogio para o Brasil e para Lula como atualmente. Fico feliz pelo presidente, mas, como bom caipira, fico desconfiado com tanto elogio para nosso país. Leia mais…

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A estratégia chinesa

Escrito por Imprensa, postado em 23 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Do Estadão

China vai usar reservas para comprar empresas

A China vai usar suas reservas internacionais, que já superam os US$ 2,132 trilhões, para expandir e apoiar aquisições de empresas no exterior pelas companhias chinesas, afirmou Wen Jiabao, o primeiro-ministro chinês. “Devemos acelerar a execução de “estratégias de saída” e combinar o uso de reservas de divisas com a “saída” das nossas empresas”, disse a diplomatas chineses, segundo informou o jornal britânico Finantial Times.

O governo quer que as empresas chinesas aumentem sua participação nas exportações mundiais, disse Wen. A estratégia de saída da crise para a China é o incentivo aos investimentos e aquisições no exterior, principalmente por grandes grupos industriais, de propriedade estatal, como a PetroChina, Chinalco, China Telecom e o Banco da China. Leia o resto do artigo»

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Democracia e crescimento

Escrito por beatriz, postado em 22 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Carta Capital 

Por Delfim Netto 

O desenvolvimento econômico estável e saudável em um ambiente democrático exige respeito às regras de um jogo cooperativo entre três parceiros: os trabalhadores, os empresários e o governo. É preciso construir instituições que, sem prejudicar a eficiência, garantam aos trabalhadores uma realidade participativa, faceta fundamental da aspiração por uma relativa igualdade que persegue o homem. A sobrevivência da democracia exige que eles se percebam parte integrante, respeitada e beneficiada no processo de crescimento da sociedade e não seres alienados, para os quais o desenvolvimento material não chega e a liberdade é irrelevante.

Como parte importante da vida do cidadão é na empresa, fica evidente a implicação, para a conservação e estabilidade do regime democrático, das políticas internas das corporações. É preciso que elas levem à razoável realização do indivíduo dentro do seu exercício produtivo. Devem tentar captar a imaginação do trabalhador e dar-lhe perspectivas de cooperação como parceiros, na liberdade criativa e na relativa igualdade. As empresas só podem fazer isso dentro de um contexto macroeconômico que lhes seja amigável. Cabe ao governo a construção desse ambiente, estimulando a criação e o crescimento das instituições que assegurem a plena apropriação, a cada um, dos resultados do seu trabalho e, simultaneamente, garantam o efetivo exercício da competição. É este o desafio que, juntamente com seus furúnculos, o velho Karl Marx deixou para o capitalismo e que a economia social de mercado tentou implementar na Alemanha antes de se perder, nos anos 70, no estado providência da Social Democracia e dissolver-se, afinal, na terza via. Leia o resto do artigo»

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Desdobramento de uma crise inacabada

Escrito por Imprensa, postado em 22 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Os desdobramentos da crise norte-americana não são promissores. Leia mais em Luís Nassif…

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De Sanctis dá o drible da vaca no Gilmar

Escrito por Imprensa, postado em 22 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Na prática, como empresário ou cidadão, Dantas está desmoralizado irreversivelmente. Leia mais no Conversa Afiada…

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