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Blog do Desemprego Zero

Quem quer liquidar Sarney?

Escrito por beatriz, postado em 29 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Correio da Cidadania 

Por  Wladimir Pomar   

O senador Sarney é um dos remanescentes das antigas oligarquias, que participaram, por longo tempo, do comando do Estado brasileiro. Como todos os demais, ele migrou da classe dos latifundiários para a burguesia. Apoiou o golpe militar de 1964 e foi figura de proa na Arena. No final desta, foi para a Frente Liberal. Mas apercebeu-se, antes dos outros de seu partido, que o regime militar estava no fim e que, para salvar sua classe, era preciso trocar de lado e realizar uma transição negociada.  

Foi essa visão que lhe valeu a candidatura a vice-presidente, na eleição indireta de Tancredo, e a presidência, ante a morte prematura do cabeça da chapa. Seu governo foi medíocre, embora tenha contribuído positivamente para a concretização das primeiras eleições presidenciais diretas, após mais de 25 anos, fundamentais para a consolidação do processo democrático no Brasil. O que não foi pouco. Leia o resto do artigo»

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Modelo do setor elétrico brasileiro

Escrito por beatriz, postado em 29 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

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Velhinho bom de briga

Escrito por beatriz, postado em 29 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Jackson Lago foi o único político maranhense que conseguiu derrotar o clã Sarney no Maranhão. Está pagando caro por isso. Porém enverga mas não perde a fibra!

Primeira manifestação pública de Jackson Lago (PDT) depois de ter sido afastado pela Justiça do governo do Maranhão e substituído por Roseana Sarney (PMDB):
“O verdadeiro ato secreto é o Maranhão. Aqui, não são os parentes que são nomeados para os cargos, são os cargos que são criados para os parentes.

As instituições têm dono. Nomeiam-se tribunais, fóruns, assembléias, câmaras e até cidade com o sobrenome Sarney.

Aqui, o presidente Lula jamais inaugurou uma obra. Leia o resto do artigo»

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Boletim Semanal: Juros, Celso Furtado, Sarney

Escrito por beatriz, postado em 28 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

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Se correr, ele pega; se ficar, ele come; mas se mobilizar, é ele que se ferra

Escrito por beatriz, postado em 28 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Correio da Cidadania

Por Paulo Metri 

Os ministros Lobão e Dilma vão aos Estados Unidos para uma reunião de executivos americanos e brasileiros, e para reuniões com autoridades americanas, incluindo o presidente Obama, com o tema principal dos debates sendo o pré-sal. Lembro, de pronto, que amigos me falam há anos sobre o Diálogo Interamericano, entidade com a qual as lideranças brasileiras submissas ao capital internacional, principalmente ao anglo-saxão, selam acordos antes de se candidatarem à Presidência da República, permitindo a elas ter acréscimos consideráveis em suas chances de vencer as eleições. Sempre achei que estes amigos tinham muito da “teoria da conspiração”, conceito exposto no filme de mesmo nome, em que o personagem principal via conspiração de grupos e países fortes em diversos atos e fatos. Hoje, começo a achar que existe a possibilidade de eles não estarem tão errados.

Mesmo que não haja a submissão criminosa e impatriótica citada, até porque ela seria um complô contra a sociedade brasileira, existe na atitude dos ministros, inquestionavelmente, um erro de prioridade e outro de entendimento sobre o que representa o pré-sal, ambos muito preocupantes. Erro de prioridade porque os ministros não explicaram, salvo engano, as novas medidas a serem tomadas com relação ao pré-sal para sindicatos, associações de funcionários, federações sindicais, centrais de trabalhadores e nem para nenhum movimento social. A classe trabalhadora e os movimentos sociais não precisam ser ouvidos, segundo os ministros? Pensam eles que estes grupos não têm para onde correr em 2010? Leia o resto do artigo»

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A hora do planejamento

Escrito por beatriz, postado em 28 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Folha de S. Paulo   

Por CESAR BENJAMIN

Economistas que não sabem a diferença entre campos de petróleo e plantação de chuchu deveriam parar de tagarelar. 

A DESCOBERTA dos campos do pré-sal abre uma oportunidade única para o Brasil. Não podemos errar, como vários países já o fizeram em situações semelhantes.

É compreensível que o governo prepare internamente a sua proposta. Porém, uma vez formulada, ela deve submeter-se a um debate público exaustivo. A simples tramitação de um projeto de lei ou uma medida provisória no Congresso não será suficiente para conferir legitimidade a decisões que terão tamanha influência sobre o nosso futuro. O ano de 2010 se aproxima. O financiamento de campanhas eleitorais, como se sabe, é decisivo na formação das convicções de grande número de parlamentares.

A duração desse debate deve subordinar-se ao tempo que a sociedade brasileira necessita para definir com clareza o seu próprio caminho, de forma democrática e tecnicamente consistente, ouvindo todos os atores legítimos, sem pressões espúrias, seja de empresas, seja de grandes consumidores do exterior. Leia o resto do artigo»

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CPI reforça papel da Petrobras no pré-sal

Escrito por beatriz, postado em 27 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Governo se opõe a discurso da oposição e deve conceder liberdade vigiada em campos, por meio da nova empresa do setor 

Apesar do receio de que Petrobras vire um “Estado dentro do Estado”, governo afirma que precisa da tecnologia da empresa 

Fonte: Folha de S. Paulo

 Razões estratégicas e políticas levaram o governo federal a optar por uma proposta que era defendida desde o início pela Petrobras, mas que inicialmente não era vista com bons olhos pela comissão interministerial que estudava as novas regras do setor de petróleo: transformar a estatal petrolífera na operadora de todos os campos do pré-sal no país.
Desde o final do ano passado, o governo vinha mudando seu discurso em relação à Petrobras. Se anteriormente a ideia era não fortalecer a estatal para evitar a formação de um “Estado dentro do Estado”, depois o governo se deu conta de que, para manter o controle estratégico sobre a riqueza que será gerada pelo pré-sal, precisaria de todo o conhecimento e da tecnologia da empresa.
Daí a decisão, amadurecida no início deste ano, de transformá-la em parceira preferencial da futura estatal a ser criada para gerir a riqueza do pré-sal. Leia o resto do artigo»

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A produção do petróleo no mundo e no pré-sal

Escrito por beatriz, postado em 27 julho 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Correio Braziliense

Por  LUIZ GONZAGA BERTELLI 
Diretor da Fiesp, presidente-executivo do CIEE e da Academia Paulista de História (APH)
O petróleo continua sendo o principal componente da demanda energética mundial. Hoje, entre os 10 maiores consumidores, sete deles são grandes importadores: Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, China, Índia, Alemanha e França. Quanto às nações produtoras, 70% das vendas mundiais são provenientes de quatro regiões: Oriente Médio (Arábia Saudita, Kuwait, Irã e Emirados Árabes Unidos), África (Nigéria e Argélia), Rússia e América Latina (Venezuela). 

Nos dias atuais, a Noruega é o país que tem sabido, com enorme competência, administrar as suas reservas petrolíferas, no mar Ártico, responsáveis por 25% do seu PIB. Os noruegueses são os maiores produtores europeus, possuindo, aproximadamente, 50% das reservas, ainda existentes na Europa Ocidental. 

Toda a receita advinda das exportações do petróleo norueguês (cerca de 3 milhões de barris diários) é gerida por um fundo soberano, com ativos estimados em US$ 400 bilhões. Graças a essa fantástica riqueza, o governo norueguês tem aumentado os investimentos públicos, em infraestrutura, educação e isenção de tributos para os empreendimentos privados.  Leia o resto do artigo»

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