prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Política econômica e democracia política no Brasil

Escrito por Imprensa, postado em 7 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Rodrigo L. Medeiros e Manuel S. Jaufe

Fonte: Monitor Mercantil (07/08/2009)

Causa certo espanto a defasagem da condução da política monetária brasileira em relação aos desdobramentos da crise financeira iniciada em Wall Street. Todos devem se recordar de que, no início de outubro passado, a partir de uma ação coordenada, seis dos principais bancos centrais do mundo realizaram cortes simultâneos nas taxas básicas de juros.

Posteriormente, foram realizados novos cortes individuais pelos bancos centrais das economias industrializadas. Para a grande maioria dos casos, as taxas básicas de juros foram reduzidas ao patamar próximo de zero. Estímulos fiscais foram introduzidos no final de 2008 para conter a contração violenta das atividades econômicas inclusive no Brasil. Keynes foi redescoberto pela prática política.

Remando em sentido contrário, o Banco Central do Brasil (BCB) elevou a taxa básica de juros da economia no primeiro momento da crise, seguindo as expectativas pessimistas do mercado financeiro expressas no relatório de mercado Focus. Efeitos se fizeram sentir no câmbio e no balanço de pagamentos. Ao invés de influenciar positivamente as expectativas do mercado, o BCB replicou na prática as expectativas do mesmo. O mercado financeiro falava “em pressões de demanda” no início da crise financeira. Leia o resto do artigo»

Postado em Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, Rodrigo Medeiros | Tags: , , | 1 Comentário »

Capacidade de gasto, democracia e financeirização

Escrito por beatriz, postado em 7 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Valor

Por Marcio Pochmann

No início dos anos 80, a crise da dívida externa no Brasil não interrompeu apenas o mais bem-sucedido ciclo de expansão industrial da periferia do capitalismo mundial. Representou também o fim de uma maioria política consagrada desde a Revolução de 30 em torno da construção do projeto nacional de desenvolvimento.

Essa maioria política não foi necessariamente democrática, tendo permanecido somente 22 anos sob o regime de eleições gerais e diretas em 50 anos de forte expansão econômica. Tampouco se mostrou engajada com a redistribuição da renda e riqueza geradas, tendo descartado, sempre que possível, a realização das chamadas reformas civilizatórias (agrária, tributária e social) do século 20.

Na convergência de “fugir para frente” por meio do avanço das forças produtivas, a maioria política garantiu as condições necessárias para transformar o país da condição primário-exportadora para uma economia urbana e industrial quase que completa. Não fosse o desmanche da crise da dívida externa, o Brasil despontaria nos dias de hoje como a terceira maior economia do mundo. Leia o resto do artigo»

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Pré-sal e os brasileiros

Escrito por beatriz, postado em 7 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Correio da Cidadania

Por   Henrique Sotoma   

O Brasil é um país de dimensões continentais e detém as maiores reservas de recursos naturais, ou seja, possui uma das maiores reservas florestais e uma das maiores reservas de água doce e também uma das maiores reservas de minérios de ferro. Sim, mas e daí? E nós brasileiros que nela habitamos e executamos um trabalho árduo para sobreviver? Nós temos os maiores problemas sociais: temos as maiores favelas, um dos maiores índices de analfabetismo, uma das maiores cargas tributárias etc. Enfim, temos as maiores desigualdades sociais: um dos menores índices de saneamento básico e de distribuição de água potável, faltam hospitais públicos com equipamentos para dar uma assistência médica aos mais necessitados, faltam moradias decentes para os mais pobres, faltam escolas decentemente equipadas e professores suficientemente preparados e remunerados para suprir uma boa educação aos jovens. Leia o resto do artigo»

Postado em A questão do Petróleo, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil, Política Brasileira | Tags: | Sem Comentários »

Jovens são jogados no mercado informal

Escrito por beatriz, postado em 7 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Correio Braziliense

Brasileiros entre 15 e 24 anos são os que mais sofrem com a falta de vagas. O desemprego é três vezes maior que entre os adultos

Por Vânia Cristino 

A dificuldade dos jovens em conseguir um trabalho decente vai além da pouca experiência. A falta de emprego para a população entre 15 e 24 anos está ligada à escassez e à precariedade dos postos de trabalho, que os empurram para o mercado informal. Na informalidade, eles enfrentam jornadas excessivas e, muitas vezes, abandonam os estudos. Esse círculo vicioso, que não deixa o jovem chegar à idade adulta em condições de disputar um mercado cada dia mais competitivo, é diagnosticado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), cujo escritório no Brasil acaba de preparar um estudo sobre o Trabalho Decente e a Juventude no Brasil. 

Segundo a chefe do escritório da OIT no Brasil, Laís Abramo, o mundo do trabalho é ainda mais perverso para as jovens mulheres negras que vivem nas periferias das grandes cidades. O índice de desemprego desse grupo chega a incríveis 30,8%, enquanto que a taxa entre os jovens, de 16,8%, já é quase três vezes superior à dos adultos.  Leia o resto do artigo»

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Tags: , | Sem Comentários »

Por que taxa real de câmbio importa?

Escrito por Imprensa, postado em 6 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Marcio Holland

Fonte: Valor Econômico (05/08/2009)

O Brasil é um país de renda per capita média, de acordo com a generosa classificação do Banco Mundial. Mesmo sendo a nona economia industrial do mundo, ainda produz pouco menos de 2% do PIB mundial e contribui com menos de 1,5% do comércio mundial. Mais do que isso, mesmo com uma pauta de exportações razoavelmente diversificada se comparada com a de outras economias da América do Sul, o Brasil é basicamente um exportador de commodities. Exportamos muito do mesmo, cada vez mais do mesmo. Até quando crescemos nosso comércio mundial, estamos lá exportando cada vez mais do mesmo. Somos definitivamente uma economia pequena e pobre. Nada de ilusões.

Para se ter uma ideia, em 1990, quando o Brasil exportava pouco mais de 2% do total exportado para a China, 45% de tais exportações eram de produtos primários e baseados em recursos naturais. Hoje em dia, mandamos para a China, nosso principal parceiro comercial individual, mais de 85% destes mesmos produtos. Quase nada de produtos manufaturados e de média e alta tecnologia. Cada vez menos destes para Estados Unidos e Europa. Aos nossos produtos manufaturados e de média e alta tecnologia restam ainda nossos vizinhos sul-americanos. Os chineses, ao contrário, inundam o mundo como o maior exportador mundial, lado a lado com a poderosa Alemanha, com produtos predominantemente de alta tecnologia. A China é hoje muito mais um retrato de nossa maldição de recursos naturais do que de oportunidades de negócios. Leia o resto do artigo»

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, política industrial | Tags: , , | Sem Comentários »

Imprecisões do pré-sal

Escrito por beatriz, postado em 6 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

(Publicado no Jornal do Brasil de 02/08/09)  

Paulo Metri, conselheiro da Federação Brasileira das Associações de Engenheiros  

Os prepostos das petroleiras estrangeiras repetem na mídia que, com o advento do pré-sal, a lei 9.478 não precisa ser mudada, bastando a alíquota da participação especial, cuja definição pode ocorrer por decreto do Executivo, ser aumentada. Esta lei tem satisfeito plenamente as petroleiras estrangeiras, pois elas recebem o petróleo que aqui produzem, o mandam para onde querem, compram plataformas, outros bens e serviços onde acham melhor, pagam pouquíssimos tributos ao Brasil, contratam desenvolvimentos tecnológicos nos seus países de origem e empregam alguns poucos trabalhadores no Brasil. Mas, estes prepostos não avisam que os usos da arrecadação estão na lei e, sem sua mudança, a destinação social que o Presidente Lula e a sociedade querem dar ao acréscimo de arrecadação não pode ser realizada.

O Ministro Lobão diz que não se pode entregar o pré-sal para a Petrobrás porque esta empresa, hoje, tem 60% de suas ações em mãos privadas. O cidadão comum imagina que, se a entrega ocorresse, 60% do petróleo do pré-sal passariam para os entes privados, o que não é verdade. As empresas entregam para seus acionistas dividendos, que, no caso da Petrobrás, correspondem a 25% do lucro, depois do pagamento de tributos e após a retirada das reservas. Os tributos são da ordem de 40% do lucro e as reservas variam de ano para ano, mas, são no mínimo 10% do mesmo. Assim, se as contas forem feitas, a parcela de dividendos que vai para os acionistas privados corresponde a somente 8% do valor do lucro antes do pagamento de tributos e da retirada das reservas. Leia o resto do artigo»

Postado em A questão do Petróleo, Destaques da Semana, Paulo Metri, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil, Política Econômica | Tags: | Sem Comentários »

Conflito nos Andes

Escrito por Imprensa, postado em 6 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Mauro Santayana

Fonte: JB Política

Nada nos poderá dizer Uribe que não saibamos. Ele pertence a uma oligarquia de brancos de origem europeia, que gostariam de transformar a Colômbia em estado associado norte-americano, como é Porto Rico. Não entendem esses grandes senhores que Porto Rico é uma ilha, como também o Havaí, e que o destino da Colômbia está ligado ao futuro da América do Sul, a que pertence, na história e na geografia.

A imprensa colombiana defende o presidente Uribe, afirmando que Chávez quer instalar bases russas na Venezuela. O Brasil, em razão de sua história, se opõe à presença de tropas norte-americanas em sua vizinhança e não deve aceitar as russas. Amanhã ou depois, a China talvez queira ter também suas forças no continente. Leia o resto do artigo»

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa | Tags: | Sem Comentários »

A bolha que ainda não estourou

Escrito por Imprensa, postado em 6 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Matthew Lynn

Fonte: Valor Econômico (05/08/2009)

A bolha dos bônus estourará, pois não se pode esperar que governos mantenham eternamente uma elite remunerada

Nos últimos 18 meses, explodiram praticamente todas as bolhas de investimentos no mundo. O mercado imobiliário foi ao colapso, ações despencaram, commodities desabaram e até mesmo no mundo das artes os preços baixaram da estratosfera. Mas há uma bolha que se recusa a estourar: os bônus pagos aos executivos do setor bancário.

Mesmo depois de receber bilhões de dólares em dinheiro governamental para socorrer o setor – cuja “cultura de benefícios” foi identificada como uma das causas da crise de 2008 -, os executivos de bancos de investimentos reassumiram seus velhos hábitos. No entanto, a lição que podemos tirar do ano passado é que todas as bolhas acabam estourando. Os bônus gigantescos estão se mantendo à tona, sobre uma onda de dinheiro barato e com o suporte do contribuinte do fisco. Um dia, essa sustentação será removida e as consequências danosas serão enormes. O setor bancário deveria ter se modificado enquanto teve a chance. Agora pode ser tarde demais for tentar. Leia o resto do artigo»

Postado em Conjuntura, Internacional | Tags: , | 1 Comentário »