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Blog do Desemprego Zero

A geopolítica e a geoeconomia das nações no início do século XXI

Escrito por Imprensa, postado em 11 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

As transformações geoeconômicas e as reconfigurações geopolíticas deste início de século XXI explicitam a natureza do poder capitalista em geral, mas não evidenciam a derrocada do poder norte-americano em particular. Essa é uma das teses centrais do livro “O mito do colapso americano” (Record), de José Luís Fiori, Carlos Medeiros e Franklin Serrano, que consagra uma década e meia de reflexões críticas sobre as transformações nas relações entre poder e dinheiro, Estados e moedas, no capitalismo contemporâneo. A resenha é de William Vella Nozaki. Leia mais em Carta Maior…

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O reino da Dinamarca

Escrito por Imprensa, postado em 11 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Mauricio Dias

Fonte: Carta Capital

A instalação da CPI da Petrobras tem combustível suficiente para levar os conflitos no Senado muito mais longe do que foram até agora. E é mesmo possível que ninguém saia incólume do confronto. Há estoques de problemas e explicações a serem dadas para todos os gostos e tamanhos. No presente e no passado.

Foram fartos em recursos da estatal, por exemplo, os programas desenvolvidos pelo Comunidade Solidária, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, que era presidido pela primeira-dama, Ruth Cardoso. Nem por isso se deve, em princípio, levantar suspeitas de relações espúrias. Mas há problemas diversos nas prestações de contas.

Há também registro de trabalhos remunerados feitos por Luciana Cardoso, filha do então presidente, prontamente aprovados e pagos. Mas que problema haveria nisso se o que a filha do presidente propôs, executou e comprovou atendia aos interesses da empresa estatal? Leia o resto do artigo»

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CPI da Aneel ouve economista e contador do BNDES

Escrito por Imprensa, postado em 11 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Câmara dos Deputados

A CPI da Aneel, que vai investigar a política tarifária para o setor de energia elétrica, realiza hoje sua primeira audiência. Serão ouvidos o contador Ronaldo da Silva de Abreu e o economista Gustavo Antônio Galvão dos Santos, co-autores de artigo sobre o setor elétrico brasileiro, publicado na Revista do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

No artigo, os dois servidores do BNDES afirmam que o sistema elétrico brasileiro é um dos sistemas mais confiáveis e de mais baixo custo operacional e ambiental do mundo. Eles demonstram, no entanto, que, depois das privatizações, a tarifa se tornou uma das mais caras do mundo. A privatização do sistema, segundo eles, aumentou os custos desnecessários e tornou o sistema menos confiável.

Eles defendem o retorno do sistema de remuneração pelo custo e do gerenciamento e planejamento do sistema pela Eletrobrás. A audiência está marcada para as 14 horas no plenário 11.

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Bolsa Família tem portas de saída

Escrito por beatriz, postado em 10 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

2 milhões de famílias fora da pobreza

Fonte: Jornal do Brasil

Por Gabriel Costa e Natalia Pacheco

Pessoas saem do programa por alcançarem renda superior à estabelecida para participantes

Alvo de críticas, elogios e polêmica no governo, na mídia e em meio à própria população, o Bolsa Família já possibilitou que até 2 milhões de famílias saíssem das condições de pobreza e extrema pobreza que caracterizam os beneficiários do programa.

De acordo com dados fornecidos ao Jornal do Brasil pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), desde o início do programa de transferência direta de renda com condicionalidades, em 2003, até julho deste ano, 1,96 milhão de famílias saíram do Bolsa Família por alcançarem um nível de renda per capita superior à estabelecida para o recebimento dos benefícios, de até R$ 140,00 por pessoa – ou porque já tinham renda acima desse patamar, por fraude ou equívoco.

Outras 50.643 pediram voluntariamente o desligamento do programa desde 2003, muitos também por não precisarem mais do benefício.

Essa debandada tem proporcionado a entrada de milhares de novos beneficiários, numa rotatividade silenciosa.

- O processo de transferência de renda tem proporcionado mudanças tanto do ponto de vista individual das famílias, mas também nas comunidades – destaca a secretária nacional de Renda e Cidadania do MDS, Lúcia Modesto, responsável pelo programa. Leia o resto do artigo»

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Prestação “que cabe no bolso” faz mercado imobiliário reagir à crise

Escrito por beatriz, postado em 10 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Estado de S. Paulo

Demanda da população de baixa renda leva ao crescimento das vendas, que pode chegar a 100% no 2.º trimestre

Por Raquel Landim

O mercado imobiliário brasileiro está se recuperando da crise, impulsionado pela demanda da população de baixa renda. As grandes incorporadoras relatam aumentos significativos nas vendas de casas e apartamentos no segundo trimestre do ano em relação ao primeiro. As taxas de crescimento variam de 10% a quase 100%, conforme os resultados prévios dos balanços das empresas.

Uma conjunção de fatores colabora para a retomada. Com a queda da taxa de juros e a volta do crédito, as incorporadoras recobram o fôlego financeiro para tocar as obras. Os clientes ficaram mais confiantes, ao perceberem que não vão perder o emprego e sua renda foi preservada, apesar da crise. As vantagens oferecidas pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” também aquecem as vendas.

“O que oferecem hoje para a classe baixa não é o preço do imóvel, mas da prestação”, disse Marcos Levy, sócio da consultoria Sapiens. O fenômeno é similar ao que ocorreu nos eletrodomésticos e carros. Nos imóveis, os prazos eram longos, mas os preços continuavam salgados. A queda dos juros e os subsídios do programa do governo permitiram às empresas fixarem prestações que cabem no bolso da população pobre. Leia o resto do artigo»

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Os dez estragos de FHC na Petrobras

Escrito por beatriz, postado em 10 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Blog do OniPresente

Para refrescar a memória do senador tucano Sérgio Guerra (PSDB-PE) e demais entusiastas da CPI da Petrobrás, o presidente da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobras), Fernando Leite Siqueira, selecionou dez estragos produzidos pelo Governo FHC no Sistema Petrobrás, que seguem:

1993 – Como ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso fez um corte de 52% no orçamento da Petrobrás previsto para o ano de 1994, sem nenhuma fundamentação ou justificativa técnica. Ele teria inviabilizado a empresa se não tivesse estourado o escândalo do orçamento, envolvendo vários parlamentares apelidados de `anões do orçamento`, no Congresso Nacional, assunto que desviou a atenção do País, fazendo com que se esquecessem da Petrobrás. Todavia, isto causou um atraso de cerca de 6 meses na programação da empresa, que teve de mobilizar as suas melhores equipes para rever e repriorizar os projetos integrantes daquele orçamento; Leia o resto do artigo»

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Convite: filme “O Petróleo tem que ser nosso – a última fronteira”

Escrito por beatriz, postado em 10 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

O Movimento em Defesa da Economia Nacional – MODECON, fundado pelo jornalista Barbosa Lima Sobrinho, convida V.Sa. para assistir ao filme documentário “O petróleo tem que ser nosso – a última fronteira” no dia 10 de agosto, segunda-feira, começando às 18 horas, no auditório do 7º andar do prédio da ABI, na rua Araújo Porto Alegre esquina com a rua México. 

O filme é composto do depoimento de 34 pessoas, com duração total de uma hora. Entre os depoentes estão Carlos Lessa, Roberto Requião, Luiz Pinguelli Rosa, Sergio Ferolla, Cezar Britto, Maria Augusta Tibiriça, João Pedro Stédile, Fernando Siqueira, Paulo Betti, Cesar Benjamin, Ildo Sauer, João Victor Campos, Marcos Arruda, Manoel Cancella, Francisco Soriano, João Moraes, Abílio Tozini, Andre Bucaresky, Adriano Pires, Valério Queiroz, Hênio Barreto, Ivan Pinheiro, Paulo Metri e outros. O Diretor é Peter Cordenonsi. Foi patrocinado pelo Sindicato dos Petroleiros do RJ – SINDIPETRO-RJ e pela Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET. 

A pré-estreia foi no Cinema Odeon, no dia 30 de julho, tendo o cinema de 600 lugares ficado lotado. Ao término, a audiência aplaudiu de pé o filme. 

A entrada é gratuita. A médica Maria Augusta Tibiriça, uma das líderes do movimento “O Petróleo é nosso” das décadas de 40 e 50, com seus atuais 94 anos de idade, irá coordenar um debate, logo após a apresentação do filme, sobre o momento atual com relação à área de petróleo.

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Por que o câmbio é importante?

Escrito por Imprensa, postado em 7 agosto 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luís Nassif

Há uma discussão retórica em torno do câmbio. No pano de fundo, estão dois modelos de desenvolvimento, beneficiando grupos distintos. O que importa para a discussão é saber qual modelo é mais adequado para o país como um todo.

No modelo livre-cambista, deixa-se a porteira aberta para a entrada e saída de capitais. Beneficia os detentores desses capitais internacionais – a maior parte dos quais capital brasileiro que saiu do país por diversas vias, inclusive por doleiros.

O principal argumento dos defensores desse modelo é que o Brasil não teria poupança interna suficiente para investir, necessitando assim de recursos externos.

É argumento capcioso por diversos motivos. O primeiro deles é que o capital de investimento, de fato, aquele que traz indústrias, moderniza a economia, não é de curto prazo. É um capital que aposta no longo prazo e não gosta de variações constantes do câmbio – como ocorre com economias expostas a esses fluxos de curto prazo. Portanto, os fluxos de curto prazo prejudicam a entrada de capitais de longo prazo. Leia mais…

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