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Blog do Desemprego Zero

As propostas para o pré-sal

Escrito por beatriz, postado em 8 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Paulo Passarinho 

O governo finalmente definiu as suas propostas para o pré-sal. Em discussão no âmbito do governo desde meados de 2008, inicialmente previa-se que os projetos de alteração da legislação vigente, e criação de uma nova institucionalidade para melhor aproveitarmos a riqueza do petróleo oceânico, iriam ser apresentados antes mesmo das eleições municipais de 2008.

Contudo, depois de sucessivos adiamentos, somente agora temos a oportunidade de conhecer o projeto do governo em toda sua amplitude. Ele foi corporificado em quatro distintos projetos de lei. Esses projetos tratam, respectivamente, do novo marco regulatório, exclusivo para a exploração do petróleo do pré-sal, baseado no regime de partilha da produção; da criação de uma nova estatal – a Petrosal – para a gestão dos futuros contratos de partilha; da criação do Fundo Social que administrará os recursos a serem obtidos pela União com a venda do petróleo, e que deverão ser investidos nas áreas de educação, combate à pobreza, desenvolvimento científico e tecnológico, cultura e sustentabilidade ambiental; e da autorização para o aumento do capital da Petrobrás, através de um mecanismo onde a União cede à empresa áreas do pré-sal, até o limite de cinco bilhões de barris, é remunerada através de títulos públicos de propriedade da estatal, e ao mesmo tempo aporta na Petrobrás recursos no mesmo montante do valor da operação envolvendo esses títulos. Leia o resto do artigo»

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Boletim semanal:Política monetária pós-Plano Real, Redução do IPI x Emprego, FHC, Pré-sal, Bernanke

Escrito por beatriz, postado em 8 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

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Confissões e verdades raras

Escrito por Imprensa, postado em 7 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Thomaz Wood Jr.

Fonte: CartaCapital

Em meados da década de 1990, as empresas de consultoria estavam eufóricas. A liberalização econômica, iniciada na década anterior, implantara um clima de desassossego no mundo corporativo. Beneficiada pelo pânico latente, a indústria do conselho comemorava ano após ano crescimentos a taxas de dois dígitos. À luz da ribalta, sucediam-se cenas de superação e sucesso. Nos bastidores, entretanto, a realidade não era tão dourada. Eis que, na curvatura da década, um consultor anônimo publicou, na revista Fortune, uma inspirada diatribe. Sob o sugestivo título Confissões de um ex-Consultor, o impenitente autor revelou mazelas de seus pares e clientes.

Começou por explicar a necessidade de consultores: em uma escala de 0 a 10, os presidentes de empresas são nota 5; eles (e elas) são profissionais medianos, que circularam pela empresa tempo suficiente para mostrar que são minimamente confiáveis; então, precisam dos consultores para resolver os problemas mais difíceis. Os consultores, por sua vez, têm mais interesse nos problemas do que nas soluções, e raramente têm a experiência de implementar suas próprias receitas. Eles flanam de cliente em cliente sem nunca realmente fincar o pé na realidade; cultivam a arte de se fazerem indispensáveis; e gastam mais tempo tentando vender novos projetos para seus clientes do que resolvendo problemas. E arremata: “Você pode não estar doente, mas o diagnóstico de um consultor vai convencê-lo de que você está”. Curiosamente, algumas organizações viciam-se em consultores. Por falta de confiança em seus próprios quadros, elas terceirizam as decisões estratégicas, a gestão e até a liderança. Leia o resto do artigo»

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Recuperação é mera reposição de estoque e não vai durar, diz Wade

Escrito por Imprensa, postado em 7 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Valor Econômico (02.09.2009)

O economista anglo-neozelandês Robert Wade, 65, professor de política econômica e desenvolvimento da London School of Economics, não compartilha do otimismo que tem permeado os mercados nas últimas semanas quanto ao fim da crise econômica mundial. Em entrevista ao Valor, ele pintou um quadro preocupante. Disse que o movimento de recuperação industrial em curso no mundo desenvolvido é apenas uma recomposição de estoques. E que, por não ter sustentação, vai desaguar em nova crise em 2010, provocada pelos altos preços do petróleo e dos alimentos.

Com os países ricos retraídos e a China mantendo uma política exportadora agressiva, Wade avalia que os chamados países emergentes, como o Brasil, têm motivos para se preocupar, pois as exportações chinesas tendem a se direcionar para esses mercados. Não é a China, mas a especulação dos bancos ocidentais com dinheiro emprestado por seus governos para combater a crise que está elevando os preços do petróleo e dos alimentos, diz ele.

Além disso, o economista vê a formação de uma bolha imobiliária na China que deve estourar em algum momento, causando novo abalo. Segundo Wade, os empréstimos bancários na China cresceram mais de 60% no primeiro semestre deste ano, e o quadro em gestação é semelhante ao da crise asiática de 1997, o que a maioria dos economistas ainda rejeita.

Todo esse panorama, na sua avaliação, não é bom para o Brasil, país cuja economia ele diz não conhecer em profundidade. Para Wade, a estratégia comercial exportadora chinesa tem entre seus efeitos inibir a industrialização em países como o Brasil, mantendo-os majoritariamente como fornecedores de commodities. Leia o resto do artigo»

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Redução do IPI manteve entre 50 mil e 60 mil empregos

Escrito por Imprensa, postado em 7 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) teve um efeito satisfatório sobre a economia brasileira ao manter 50 mil a 60 mil postos de trabalho diretos e indiretos no primeiro semestre de 2009. Essa é uma das principais conclusões da nota técnica Impactos da Redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de Automóveis, apresentada na sede da Fecomércio de São Paulo, na manhã desta terça-feira, dia 1º.

Os números foram revelados pelo diretor de Estudos Macroeconômicos (Dimac) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú, e pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Fábio Roitman. “Entre janeiro e junho, 1,420 milhão de veículos (automóveis e comerciais leves) foram vendidos no país. Destes, 191 mil podem ser atribuídos à medida de redução do IPI. Ou seja, 13,4% do que foi vendido é atribuído à redução do imposto”, afirmou Sicsú. A conta não inclui a venda de caminhões. Leia o resto do artigo»

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A campanha e a rotina engolem a crise

Escrito por Imprensa, postado em 7 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Villas-Bôas Corrêa

Fonte: Jb online

De repente, a crise da roubalheira do Senado foi sendo rebaixada das manchetes e da primeira página dos jornais, das capas de revistas e dos destaques dos noticiários das emissoras de televisão, com a promoção da campanha eleitoral e do bate-boca sobre o pré-sal.

Não é apenas o cansaço e o tédio enojado sobre as trapaças escondidas pelos atos secretos, a conivência e a audácia de diretores qualificados, cúmplices e autores de mágicas com o dinheiro da Viúva que desaparecia sem deixar rastro, com o desvio de milhões. Mas a dupla evidência que entrava pelas butucas até dos mais sonsos, que a desmoralização do Congresso – a níveis só igualados nos 21 anos da ditadura militar, com o rodízio dos cinco generais-presidentes, que manteve o Legislativo aberto mas sob a tutela da censura à imprensa, dos atos institucionais, das cassações de mais de uma centena de mandatos, dos senadores biônicos, da prática da tortura nas câmaras de suplício dos Doi-Codis, das prisões arbitrárias, da bomba do Riocentro – desembocaria num colapso da democracia, que não se sabe aonde iria parar. Os parlamentares afinal caíram em si. E, em poucos dias, trocaram o enredo da trama para a comédia que nos diverte e irrita. Leia o resto do artigo»

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Política monetária pós-Plano Real:história de sucesso ou episódio trágico?

Escrito por Imprensa, postado em 4 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Manuel Alcino Ribeiro da Fonseca

Os resultados atribuídos à política monetária que têm marcado a economia brasileira nos últimos quatorze anos são frequentemente comemorados como uma história de sucesso inquestionável. Parece claro que, de modo geral, poucos discordam da veracidade dessa tese. Certamente essa avaliação positiva ajuda a explicar o fato de que os fundamentos econômicos desse longo período mantiveram-se relativamente inalterados ao longo de quatro mandatos de dois presidentes que, na origem de suas trajetórias políticas, estavam ambos entre os principais opositores a diretrizes econômicas percebidas como conservadoras.

Segundo a avaliação de muitos economistas, defensores do status quo, a estabilidade econômica do período pós-Real deve-se a três elementos fundamentais: disciplina monetária, responsabilidade fiscal e equilíbrio financeiro do Estado. A estratégia econômica atual, que tem na política monetária seu elemento principal, foi estabelecida a partir de 1999, após a crise cambial que forçou o País a fechar um acordo com o FMI.

O principal objetivo deste artigo é examinar criticamente a experiência econômica do período pós-Real – em particular, a política monetária – e, dessa forma, avaliar se o julgamento predominantemente favorável se justifica. Para isso, as principais informações macroeconômicas e financeiras da última década e meia serão investigadas. A próxima Seção contém uma análise em perspectiva histórica da política monetária. Posteriormente, nas Seções 3 e 4, as principais tendências econômicas do período pós-Real são examinadas. Na Seção 5, são analisadas as mudanças ocorridas nos mercados financeiros domésticos, que refletem as principais tendências internacionais do período. Finalmente, algumas conclusões são incluídas na última Seção. Leia o artigo…

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A esquerda é burra?

Escrito por Imprensa, postado em 4 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Tragicamente para FHC e seus aliados a frase de autoria do ex-presidente brasileiro mostrou-se errada em todos os seus significados desde a eleição de Lula até à crise do agora defunto (ressuscitará?) neoliberalismo.

Por Boaventura de Sousa Santos

A frase “a esquerda é burra” é de autoria de Fernando Henrique Cardoso (FHC), sociólogo de renome internacional e Presidente do Brasil entre 1995 e 2003. Ficou famosa pelo simplismo com que desqualificava os adversários das políticas neoliberais do seu governo. Curiosamente tais políticas desqualificavam tudo o que ele antes tinha escrito enquanto sociólogo, o que o levou a pronunciar outra frase que ficou igualmente famosa: “esqueçam tudo o que eu escrevi”. Leia mais…

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