prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Redução do papel do Estado na economia sempre foi mito

Escrito por Imprensa, postado em 15 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Publicado na FSP de 14 de Setembro de 2009

A PESAR de todas as manchetes sobre a volta do Estado à economia, ele nunca se retirou, e os EUA são o maior exemplo disso, afirma Linda Weiss, especialista em desenvolvimento e professora do Departamento de Governo e Relações Internacionais da Universidade de Sydney (Austrália). Weiss cita especificamente a política de inovação tecnológica americana, organizada por meio de encomendas da área militar do governo, como exemplo do que chama de “ativismo estatal” que nunca diminuiu nas economias mais ricas.

Weiss afirma que a China está adaptando o modelo americano para começar a produzir tecnologias próprias, e sugere que o Brasil estude o exemplo.

Ela deu entrevista à Folha depois de participar, no Rio de Janeiro, de seminário no Instituto de Economia da UFRJ sobre Reposicionamentos Estratégicos, Políticas e Inovação em Tempo de Crise. Abaixo, os principais trechos.

FOLHA – A senhora diz que não é possível falar em volta do Estado à economia porque ele nunca foi embora. Pode explicar?

LINDA WEISS – A ideia predominante no debate sobre a globalização e a sua relação com as opções de política econômica é que o Estado foi posto numa camisa de força e recuou da economia.

Fez isso para atrair investimentos num mundo de capitais móveis. O melhor governo é o que reduz impostos e regulações. O Estado atua nas margens da economia, sem presença ativa e muito menos desenvolvimentista. Contesto essa ideia olhando para o que os Estados mais poderosos vêm fazendo.

FOLHA – E quais são os principais exemplos?

WEISS – O primeiro é o paradoxo de que a desregulamentação requer rerregulamentação. Por exemplo, o governo privatiza, mas acaba se tornando muito ativo na arena regulatória, criando agências.

Isso de certo modo aumentou o envolvimento do Estado, sem necessariamente passar pelas autoridades executivas, que têm que responder ao eleitorado. Leia o resto do artigo»

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, política industrial | Tags: , , | Sem Comentários »

Lula dá sinal verde a negociação de ações da Vale com Eike

Escrito por beatriz, postado em 14 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Kennedy Alencar
Empresário mais rico do país mira parcela da mineradora que hoje pertence aos fundos de pensão e ao BNDESpar

Bilionário também fez proposta ao Bradesco, que considerou baixo o valor oferecido pelas ações da gigante da mineração 

O empresário Eike Batista negocia com fundos de pensão de estatais e com o BNDESPar a compra de parte das ações dessas instituições na Vale. Segundo a Folha apurou, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu sinal verde para que as negociações prossigam.
Mais: nas tratativas, o empresário está disposto a firmar um arranjo contratual pelo qual, caso queira vender futuramente sua parte na Vale, deve dar preferência aos fundos e aos BNDESPar. Como segunda opção, a venda só poderia ser feita para um grupo nacional. Essas condições agradam ao presidente, caso o negócio venha mesmo a se concretizar.
Lula teme que, feito um negócio dessa dimensão, o comprador possa, no futuro, vender sua parte a um grupo internacional. Eike se dispõe a aceitar essas condições como forma de demonstrar que não se trata de aventura, mas de um interesse de entrar e ficar na Vale. Homem mais rico do Brasil, segundo a lista da revista americana “Forbes”, Eike tem negócios em mineração, petróleo, geração de energia e logística (porto e estaleiro). Leia o resto do artigo»

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Tags: , , | 1 Comentário »

A PETROBRÁS E A FEDERAÇÃO

Escrito por beatriz, postado em 14 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Mauro Santayana

Quando, em outubro de 1953, o presidente Vargas sancionou a Lei 2.004, criando a Petrobras, o Brasil importava 95,6% de todos os derivados do petróleo que consumia: gasolina, querosene, óleo diesel, óleo combustível, gás liquefeito, aguarrás, óleo lubrificante – e outros produtos. As refinarias, que eram privadas, só tinham capacidade de transformar 2.300 barris de petróleo bruto por dia – que equivaliam a 3% de nossas importações totais do combustível. Produzíamos, em poços pioneiros, apenas 2% de petróleo bruto. Naquele momento, a prioridade era construir grandes refinarias no país – a fim de comprar mais petróleo bruto do que derivados e, assim, aliviar o peso das importações de energia. Conforme relata o general Arthur Levy – o segundo presidente da Petrobras (Juracy Magalhães foi o primeiro) – em seu livro Energia não se importa, as compras de derivados eram crescentes, e absolutamente necessárias ao desenvolvimento do país. Não tínhamos outra saída que não fosse a do endividamento. Chegaria o momento em que o país se tornaria inviável, pela impossibilidade de gerar recursos para a administração dos compromissos internacionais. A Petrobras foi, assim, uma imposição da necessidade. Leia o resto do artigo»

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Tags: , | Sem Comentários »

Maioria quer mais controle do governo sobre economia, diz pesquisa da BBC

Escrito por Imprensa, postado em 14 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

14/09/2009 – BBC Brasil

Uma pesquisa da BBC divulgada nesta segunda-feira afirma que a maior parte das pessoas em 20 países diferentes, entre eles o Brasil, quer maior controle dos governos sobre a regulação e administração das economias nacionais. No total, 67% das pessoas entrevistadas preferem mais regulação do governo e supervisão da economia nacional. No Brasil, esse índice foi de 75%.

Nos 20 países pesquisados, 60% disseram apoiar um aumento dos gastos governamentais para incentivar a economia. Leia o resto do artigo»

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Tags: , , | Sem Comentários »

Tendências globais para 2025

Escrito por Imprensa, postado em 13 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luís Nassif

O relatório “Tendências Globais 2025: um Mundo Transformado” – lançado em forma de livro no país, com o nome “O Novo Relatório da CIA” (Geração Editorial) – é uma amplo apanhado sobre as tendências que serão dominantes na economia global, assim como os fatores de incerteza.

O trabalho foi coordenado pelo Conselho Nacional de Inteligência, grupo constituído por 16 agências de inteligência, incumbido de definir as estratégias de médio e longo prazo da comunidade de inteligência dos EUA.

No campo econômico, o trabalho faz uma boa avaliação sobre a volta do capitalismo de Estado, que se fortalece a partir do modelo asiático e da crise internacional de setembro do ano passado.

As principais características dessa volta do capitalismo de Estado, no fundo retomam ideias já defendidas pela CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina) nos anos 50: Leia mais…

Postado em Desenvolvimento, Internacional | Tags: , | Sem Comentários »

Corrupção e governabilidade

Escrito por Imprensa, postado em 13 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Rubens Ricupero

Publicano na FSP de 13/09/2009

No país, substituíram-se a violência e a tortura como suposta condição para ter segurança e governar

A CORRUPÇÃO passou a ser condição da governabilidade. É essa a justificativa de dirigentes de partidos do governo para sua cumplicidade no enterro dos escândalos parlamentares. A diferença com o regime militar é uma só: substituíram-se a violência e a tortura pela corrupção como suposta condição para ter segurança e governar.

Corrupção e violência, ensinava o filósofo Norberto Bobbio, são os dois tipos de câncer que destroem a democracia. No regime militar sacrificou-se a democracia em nome da segurança, elemento da governabilidade. Hoje a situação mudou e se usa o mesmo pretexto para fazer engolir o conluio ou a indulgência com a corrupção. Não sendo apanágio apenas de um governo, o vício se agrava ano a ano.

Nem a seriedade dos últimos escândalos, que comprometem instituições inteiras, conseguiu alterar a complacência dos governos, que pode não ser eterna, mas tem se revelado infinita enquanto dura.

Outro escândalo, agora de caráter intelectual, é que os politicólogos julgam o sistema de “presidencialismo de coalizão” como perfeitamente funcional, pois produziria governabilidade. Aparentam-se os nossos sábios aos fundamentalistas do mercado, que também acreditavam na neutralidade moral do mercado, que seria autorregulável, capaz de se corrigir automaticamente. Leia o resto do artigo»

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Tags: | 1 Comentário »

Kirchner x Clarín

Escrito por Imprensa, postado em 13 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

O grupo de comunicação Clarín, que se insurgiu contra uma operação da Receita Federal argentina, realizada ontem na sede da empresa, é diretamente afetado pelo projeto que regula as comunicações, enviado ao Congresso daquele país pela presidente Cristina Kirchner.

Desde o envio do projeto, nos últimos dias, aumentou a temperatura do confronto entre os principais conglomerados da mídia, como o Clárin, e o governo Cristina Kirchner. “Esse confronto já era previsível”, afirma o jornalista Dênis de Moares, professor do Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Leia mais no Conversa Afiada…

Postado em Conjuntura, Internacional | Tags: | 1 Comentário »

Energia no Brasil custa o mesmo que a europeia

Escrito por Imprensa, postado em 13 setembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Publicado na FSP de 12/09/2009

Tarifa para consumidor residencial do país  é mais cara que a cobrada na Suíça

Em abril houve aumento de mais de 20% na tarifa de consumidores residenciais; câmbio, chuvas e modelo de privatização explicam custo

Os brasileiros pagam pela energia elétrica tarifas semelhantes às dos principais países europeus. Em ranking feito com base em dados divulgados pela Agência Internacional de Energia, o Brasil fica no meio, em 11º lugar em uma lista com 23 países. Os consumidores residenciais da Suíça, por exemplo, pagam menos pela energia do que os brasileiros.

Segundo a lista feita pela AIE (Agência Internacional de Energia), a tarifa mais cara é cobrada pelos consumidores residenciais da Dinamarca e a mais barata é a que vigora em Taiwan. A diferença entre a mais cara e a mais barata é de quase cinco vezes. Leia o resto do artigo»

Postado em Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Roberto D'Araujo | Tags: , , | 5 Comentários »