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Blog do Desemprego Zero

Quanto do mundo está preso numa armadilha de liquidez?

Escrito por Imprensa, postado em 18 março 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Por Paul Krugman

Como já afirmei tantas vezes em diferentes contextos desde o início da crise, quando se está numa armadilha de liquidez, muitas das regras habituais da política econômica funcionam ao contrário. A virtude se transforma em vício: as tentativas de poupar mais só nos tornam mais pobres, tanto no curto quanto no longo prazo. A prudência vira extravagância: uma determinação firme para equilibrar os orçamentos e evitar todo o risco de inflação é o caminho para o desastre. O mercantilismo funciona: países que subsidiam as exportações e restringem as importações realmente lucram às custas de seus parceiros comerciais.

No momento, vivemos num mundo onde nada do que aprendemos nas primeiras aulas de economia é válido – situação que, na verdade, deve durar alguns anos. Mas, afinal, qual é a definição de uma armadilha de liquidez? Quantos são os países do mundo que se encontram nessa situação? Há muita confusão em relação a isso; eis a minha maneira de enxergar a questão. Clique aqui para ler mais.

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A falácia da composição e o paradoxo do arrocho fiscal na política econômica

Escrito por Imprensa, postado em 17 março 2010 Imprimir Enviar para Amigo

A Letônia mostra toda a miséria que a instituição de restrições politicamente auto-impostas traz para a ação pública. O governo letão abandonou os instrumentos de política pública que poderiam melhorar a vida dos seus cidadãos. Os líderes políticos ataram seus pés e mãos, a fim de que os mercados pudessem conseguir seus milagrosos ajustes espontâneos. Fixaram seu tipo de câmbio, estão cortando furiosamente seu gasto público e a economia segue se deteriorando. Algo parecido está ocorrendo na Grécia. Estes países estão experimentando o que a Argentina descobriu na crise de 2001-2002: o paradoxo do arrocho público. O artigo é de Marshall Auerback e Rob Parenteau. Clique aqui para ler mais.

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Investimento em educação chega a 4,7% do PIB

Escrito por Imprensa, postado em 17 março 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Recomendação da Unesco é que o país aplique 8% do produto interno bruto

Em 2008, o investimento público em educação foi de 4,7% em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), um crescimento de 0,2% em comparação com o ano anterior. Em valores, foi algo em torno de R$ 140 bilhões. É o que aponta estudo divulgado nesta terça-feira (16) pelo Ministério da Educação. A série histórica indica que entre 2000 e 2008 o percentual passou de 3,9% para 4,7%, com alguns períodos de estabilidade e até de queda. Clique aqui para ler mais.

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Deficiência no ensino básico e médio dificulta formação de engenheiros no Brasil

Escrito por Imprensa, postado em 17 março 2010 Imprimir Enviar para Amigo

As deficiências existentes no ensino médio brasileiro foram apontadas pelo diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp), Carlos Henrique de Brito Cruz, como causa principal da escassez de mão-de-obra especializada nas áreas de engenharia no país. Ele foi um dos participantes da audiência pública sobre os desafios, necessidades e perspectivas da formação e capacitação de profissionais da área de engenharia no Brasil, promovida pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), nesta segunda-feira (15). Clique aqui para ler mais.

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Por que as reuniões do Copom são secretas?

Escrito por Imprensa, postado em 16 março 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Por José Paulo Kupfer

Começa, nesta terça-feira, a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que decidirá amanhã a taxa básica de juros a vigorar até o fim de abril. Entre as pitonisas do mercado financeiro, há uma divergência em relação ao momento em que o Copom decidirá dar início a um novo ciclo de elevações nos juros. Entre os analistas, a tendência dominante, mas não esmagadora, é a de que a retomada das altas não se dará agora em março, mas na próxima reunião, prevista para 27 e 28 de abril. Clique aqui para ler mais.

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Os EUA estão doentes

Escrito por Imprensa, postado em 16 março 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Os EUA são o único país do mundo desenvolvido em que a saúde foi transformada em mercadoria e o seu provimento entregue ao mercado privado das seguradoras. Os resultados são assustadores. 49 milhões de cidadãos não têm seguro de saúde e 45 mil morrem por ano por falta dele. O artigo é de Boaventura de Sousa Santos. Clique aqui para ler mais.

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Desemprego ao estilo tucano

Escrito por Imprensa, postado em 16 março 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Ante a deterioração do mercado de trabalho nos anos 90, os ideólogos do PSDB culpavam os trabalhadores

Esqueçam o que eu fiz. Poderia ser essa a resposta de Fernando Henrique Cardoso sobre o tema geração de empregos. A vantagem de Lula nesse quesito é abissal.

Enquanto a economia no período de FHC criou 797 mil postos de trabalho com carteira assinada, sobretudo após a recuperação entre 2000 e 2002, quando a desvalorização do real impulsionou as exportações, na era Lula foram quase 9 milhões de empregos formais. A taxa de formalização pela primeira vez ultrapassou a marca de 50% da força de trabalho. O fenômeno recente derruba mais um dogma dos anos 90 alimentado pelos neoliberais: o de que a economia globalizada havia decretado a morte dos empregos com carteira assinada. Foi o tempo em que o ministro do Trabalho de FHC, Edward Amadeo, lançou o neologismo “inempregável”, como se a culpa da falta de vagas fosse de quem buscava uma colocação e não dos problemas da economia. Outro herói do período foi o economista José Pastore, da USP, sempre pronto a defender uma maior flexibilidade das leis trabalhistas ante a nova realidade. Clique aqui para ler mais.

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PF investiga suspeita de fraude cambial na Sadia

Escrito por Imprensa, postado em 16 março 2010 Imprimir Enviar para Amigo

A Polícia Federal (PF) investiga a possibilidade da Sadia ter usado operações bancárias ligadas à exportação para fraudes cambiais, antes de se fundir à Perdigão. Clique aqui para ler mais.

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