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Blog do Desemprego Zero

Relator aumenta para 44% royalties para estados e municípios

Escrito por beatriz, postado em 29 outubro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Vermelho

O parecer do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) ao projeto que adota o regime de partilha para a exploração pré-sal aumenta de 10% para 15% a alíquota dos royalties pagos pela exploração do petróleo e também eleva de 7,5% para 44% os recursos que irão para todos os estados e municípios do País.

As Comissões Especiais da Câmara que analisam os projetos de lei que visam regulamentar a exploração, produção e destinação dos recursos do pré-sal começaram a apresentar nesta terça-feira (27), os pareceres dos relatores. A votação dos relatórios, no entanto, ocorrerá na semana que vem, pois está havendo pedido de vistas coletivo sobre os pareceres apresentados.

Após votação nas comissões, os projetos serão encaminhados ao plenário, seguindo o calendário proposto pelo governo, cuja data prevista é 10 de novembro. Leia o resto do artigo»

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Carta IEDI n. 386 – O Peso da Indústria de Transformação na Economia Global

Escrito por Imprensa, postado em 29 outubro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Tomando-se a National Accounts Main Aggregates Database da Divisão de Estatística das Nações Unidas (United Nations Statistics Division), pode-se afirmar que os serviços ampliaram sua parcela no VA da economia mundial entre 1970 e 2007, de 56,9% para 63,1%; de um lado, a agropecuária, produção florestal e pesca viu sua parte na VA mundial cair de 6,8% para 5,0%; de outro, a indústria percebeu uma redução de participação de 36,6% para 32,0%.

Todavia é necessário melhor avaliar tanto a redução da participação da indústria, quanto as particularidades do próprio incremento participativo do VA dos serviços. O menor peso do setor industrial tem ocorrido pelo declínio tanto na participação do VA das indústrias extrativas e serviços industriais de utilidade pública (SIUP), caindo de 5,3% para 4,3%, quanto do VA da construção, de 8,4% para 4,8%. O valor adicionado pela indústria de transformação tem mantido uma proporção estável: em 1970, respondia por 22,8% e, em 2007, por 23,0%.

O segmento de transporte, armazenagem e comunicações, conjunto de serviços associado às atividades produtoras de bens, viu sua parcela no VA mundial subir de 5,9% em 1970 para 8,5% em 2007. Já o conjunto formado pelas atividades comerciais, de alojamento e alimentação, por sua vez, teve uma participação no VA total de 13,6% em 1970, proporção esta que subiu para 15,8%, representando acréscimo de 2,2 pontos percentuais. As demais atividades de serviços observaram aumento em sua parcela no valor adicionado, de 37,4% para 38,8% em 1970.

Em suma, apesar da ampliação da participação dos serviços no valor adicionado mundial, a indústria de transformação tem mantido sua importância. Em paralelo, dentre os grandes grupos de atividades de serviços, o que mais ampliou sua parcela – transporte, armazenagem e comunicações – tem seu dinamismo costumeiramente associado ao desempenho da indústria de transformação. Clique aqui para ler mais.

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Democracia política e ciência

Escrito por Imprensa, postado em 28 outubro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros

Publicado no Monitor Mercantil

É com espanto que constatamos na América do Sul certo descompasso em relação aos tempos de democracia política no Brasil. Hugo Chávez, presidente da Venezuela, tem na ciência livre uma nova inimiga?

A perseguição de cientistas por motivos ideológicos não seria constitucionalmente aceitável no Brasil. Na Venezuela “bolivariana” do senhor Chávez, entretanto, muito se tem mostrado possível. Segundo informações da imprensa, Chávez exigiu dos membros do Instituto Venezuelano de Pesquisas Científicas que “façam uma ciência útil para elevar o nível de vida do povo”.

- Não daremos dinheiro para que o Professor Pardal (personagem da Disney) investigue a vida em Vênus. Senhores cientistas: entrem nos bairros, saiam de suas cápsulas e façam uma ciência útil para elevar a vida do povo – disse Chávez. Leia o resto do artigo»

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O desafio de reconstruir a oposição

Escrito por Imprensa, postado em 28 outubro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luís Nassif

O modelo político partidário brasileiro está em meio a mudanças radicais, as mais radicais desde meados dos anos 90, quando o PSDB ganhou corpo e elegeu seu primeiro presidente, Fernando Henrique Cardoso.

Depois da redemocratização, a rigor foram dois os partidos com vocação de poder, o PSDB e o PT. E dois agregados, partidos-ônibus sem discurso para assumir a presidência, mas com importância: o PMDB e o DEM.

O PSDB surge de uma costela do PMDB, pretendendo-se menos fisiológico. No governo Collor, quase chega ao poder, depois da crise que culminou com a saída de Zélia Cardoso de Mello. Alguns anos depois, o Real ajudou a eleger Fernando Henrique Cardoso. E o partido ficou oito anos no poder. Nos primeiros quatros anos, impulsionado pelo fogo sagrado de Sérgio Motta. Depois, perdendo gradativamente a vitalidade, à medida que várias lideranças expressivas (Motta, Covas e Montoro) desapareciam e que FHC se enrolava com a falta de garra para governar e com o “apagão” elétrico. Leia o resto do artigo»

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Brasil entra na rota para ser o principal mercado de caminhões

Escrito por beatriz, postado em 28 outubro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Brasil Econômico 
O Brasil não é mais uma promessa para o mercado de caminhões: já se tornou o maior mercado para muitas montadoras. Este deverá ser o segundo melhor ano da história da indústria no país, com vendas entre 105 mil a 110 mil veículos, como já adiantara o Brasil Econômico.

A unidade brasileira da Volvo, por exemplo, será sede este ano da maior operação da empresa sueca no mundo, ultrapassando inclusive os Estados Unidos. A montadora está preparando o lançamento de caminhões leves e médios no mercado brasileiro, produzidos pela Renault Truck, comprada pela companhia.

A Volkswagen Caminhões e Ônibus também tinha o Brasil como seu maior mercado. Este ano ela foi comprada pela Man e passou a se chamar Man Latin America, e agora o país entrou na briga pelo primeiro lugar do ranking contra a Europa. Leia o resto do artigo»

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Falta de asfalto paralisa obras do PAC no Nordeste

Escrito por beatriz, postado em 28 outubro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

MAIS INVESTIMENTOS EM ESTRADAS NO NORDESTE POR CAUSA DO PAC ELEVAM PROCURA PELO ASFALTO, E ESCASSEZ ATRASA CRONOGRAMA

Petrobras, responsável pelo fornecimento, não atende demanda e importa produto 

Fonte: Folha de S .Paulo

 Por ANNA CAROLINA CARDOSO e ESTELITA HASS CARAZZAI 

A grande demanda por asfalto no Nordeste nos últimos dois meses provocou uma crise de abastecimento que prejudicou o ritmo de obras de pavimentação na região. Pelo menos quatro grandes obras em rodovias federais, incluindo duas do PAC, tiveram de ser paralisadas ou foram desaceleradas devido à falta do produto.
Nas últimas semanas, o presidente Lula criticou as fiscalizações do TCU (Tribunal de Contas da União) nas obras do PAC, atribuindo a elas a responsabilidade por um possível atraso no cronograma. Mas, no Nordeste, o atraso é atribuído a uma estatal, a Petrobras.
Os superintendentes regionais do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) dizem que, se o fornecimento do asfalto -de responsabilidade da Petrobras- não for normalizado em 30 dias, as obras podem sofrer alteração do cronograma e não ser entregues dentro do prazo. Leia o resto do artigo»

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Crises e história

Escrito por beatriz, postado em 28 outubro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Carta Capital

 Por Delfim Netto

O criador da sigla BRIC, Jim O’Neill, sabia bem o que estava dizendo quando fez rasgados elogios à conduta do governo brasileiro no enfrentamento da crise que abalou os mercados financeiros a partir de setembro de 2008. Ele anda pelo mundo como chefe de pesquisa econômica global do Goldman Sachs. Esteve em São Paulo recentemente para palestras aos clientes do banco e falou da capacidade que a equipe dirigente do País revelou no auge da crise. Sua referência ao papel desempenhado pelo chefe da nação brasileira foi superlativa: “Dá para argumentar que o presidente Lula é o melhor e mais bem-sucedido gestor político desta década em um grande país”.  Leia o resto do artigo»

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A oposição abandonou o barco da mídia

Escrito por Imprensa, postado em 27 outubro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luís Nassif

Um dos fenômenos mais ridículos dessa longa noite de insanidade política dos últimos anos, foi a terceirização da política pelo PSDB (clique aqui para ler post sobre o tema).

Aqui analisei esse fenômeno, que é facilmente explicável:

José Serra assumiu a herança de FHC. Juntos, vieram colunistas políticos e econômicos adeptos da internacionalização, do suposto papel civilizatória dos mercados, do racionalismo vesgo contra qualquer forma de gastos sociais, tendo como tacape um iPod que repetia mantras, slogans e refrões. Jamais conseguiram entender o pais como um todo, composto de mercados eficientes, sim, mas também de políticas públicas, políticas sociais, indústria, agricultura, movimentos sociais.

As idéias de Serra não batiam com o reducionismo deles. Em vez de cumprir o papel de líder, convencendo-os de que os tempos mudaram, de que esse neoliberalismo exacerbado era coisa velha até para os mercadistas empedernidos, que política e política econômica são feitas com pragmatismo e não com ideologização de porta de banco de investimento, o neo-Serra decidiu não entrar em nenhuma dividida. E se eximiu da função básica de qualquer candidato a líder: fornecer o fio condutor das idéias capaz de organizar o discurso de seus liderados. Leia o resto do artigo»

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