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Blog do Desemprego Zero

INTEGRAÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO COM AS BACIAS DO NORDESTE SETENTRIONAL: RACIONALIDADE ECONÔMICA E IMPACTOS NA DINÂMICA DE CRESCIMENTO DO SEMIÁRIDO

Escrito por beatriz, postado em 4 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

 

Fonte: Anais do Seminário Internacional sobre o Desenvolvimento Regional do Nordeste

Por Eduardo Kaplan Barbosa  e Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Desde meados do século XIX, o Brasil vem implementando políticas de expansão da oferta hídrica no semiárido nordestino. Este artigo buscará compreender as possibilidades e restrições de suas vertentes em atuar como elementos de uma política de desenvolvimento regional. Para isso, centra sua análise no projeto de integração da bacia do rio São Francisco às bacias hidrográficas do nordeste setentrional, destacando seu efeito dinamizador não apenas da agricultura irrigada, mas de setores industriais e serviços urbanos. Para isso, o artigo comenta esforços teóricos na dimensão espacial da economia, centrados nos condicionantes da localização empresarial. A partir dessas contribuições, é apresentada uma síntese do corpo teórico do desenvolvimento regional, destacando principais as contribuições na identificação dos mecanismos causadores dos diferenciais de renda e das taxas de crescimento. O trabalho procura relacionar a ausência de garantia de suprimento contínuo de água com uma possível restrição à diversificação econômica. Argumenta-se que, ao fornecer um volume de água suficiente para homogeneizar níveis nacionais de consumo per capita, a integração da bacia do rio São Francisco às bacias hidrográficas do nordeste setentrional poderá ser um vetor de desenvolvimento econômico que viabilize um semiárido brasileiro mais rico e dinâmico.  

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

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LISARB, UM PAÍS DE CABEÇA PARA BAIXO

Escrito por beatriz, postado em 4 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Roberto Pereira d’Araujo

Ildo Sauer 

Era uma vez um pequeno país chamado Lisarb. Tinha uma vida feliz, não tinha inflação e não havia impostos. Sua população não passava de alguns milhares. Para uma sociedade razoavelmente igualitária, o único incômodo era que o Sr. Hertz, dono da empresa Lisarb Elétrica, não parava de enriquecer, o que era muito estranho já que a sua empresa era uma prestadora de serviço público regulada por uma austera Agência Lisarbiana de Energia Elétrica (ALEEL).

Eram apenas 1.000 consumidores de eletricidade e, por uma coincidência que só ocorre em Lisarb, todos consumiam exatamente a mesma quantidade de energia por ano. No ano zero dessa história, cada consumidor usou exatamente 1.000 kWh. A empresa distribuidora vendia essa energia por um “leal” (moeda local) por cada kWh. Portanto, a receita da empresa era exatamente L$ 1.000.000,00 (um milhão de leais).  Leia o resto do artigo»

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Um réquiem para FHC

Escrito por Imprensa, postado em 4 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

O texto do ex-presidente tucano, publicado em vários jornais no domingo, revela um erro de cálculo político sem precedentes. Contrariando seus aliados, que desejavam vê-lo distante da campanha do PSDB para presidente em 2010, FHC trouxe para o próximo pleito a comparação entre as políticas de seu governo e as do governo Lula: a única polarização que a direita não queria. Imaginando-se um estrategista, virou um fardo pesado para as possíveis candidaturas de José Serra e de Aécio Neves. O artigo é de Gilson Caroni Filho. (Clique aqui para ler o texto publicado na Carta Maior.)

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Os impasses da oposição

Escrito por Imprensa, postado em 3 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Blog do Nassif

A informação de Dora Kramer, ontem, em sua coluna, sobre a pesquisa encomendada pelo DEM no Distrito Federal e na Bahia, Rio Grande do Sul e Minas Gerais é fundamental para que possamos estabelecer um debate em torno da agenda política imediata.

Segundo a pesquisa, levada ao conhecimento do PSDB para que Serra assumisse sua candidatura ou abrisse espaço para Aécio, teve os seguintes resultados ( números não divulgados), em texto transcrito literalmente da colunista:

“Há quatro amostras: Distrito Federal, Bahia, Rio Grande do Sul e Bahia. Na capital, Ciro Gomes aparece em primeiro lugar, Dilma Rousseff em segundo e José Serra em terceiro. Em Salvador, Dilma empata com Serra e abre vantagem na região metropolitana. No Rio Grande do Sul, a candidata do presidente Lula também aparece na frente e, em Minas, diz o DEM, o quadro é de ‘aperto’.

Confrontado com os dados, o PSDB só contesta este último.”

Isso demonstra, em primeiro lugar, a total falta de conexão com a realidade das pesquisas divulgadas por IBOPE e DataFolha. O que não é novidade, mas agora é confirmada por uma fonte suspeita: o encomendante. Por isso, a preocupação com a “campanha antecipada” de Dilma, a exposição maior da Ministra está realmente dando resultados. Leia o resto do artigo»

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O Brasil ainda não entrou em campo

Escrito por Imprensa, postado em 3 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: CartaCapital

Espera-se que na Copa do Mundo de 2014, a ser sediada no Brasil, os craques da seleção nacional mostrem habilidade e competência para marcar gols e segurar a taça de campeão em campo natal. Até lá, entretanto, um outro time, formado por gestores públicos e agentes privados, precisa revelar talento para garantir uma realização impecável do maior evento midiático do planeta. Mais do que assegurar ótima organização do Mundial de Futebol, com o pleno atendimento das exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), esses profissionais precisam fazer valer a primorosa oportunidade de o Brasil promover um salto de qualidade em sua infraestrutura, fortalecendo a capacidade competitiva do País na dinâmica econômica global, e deixar um legado importante para a qualidade de vida dos cidadãos das doze cidades-sede do torneio.

A se considerar, por enquanto, o andamento de muitos dos projetos já definidos mesmo antes do anúncio da realização da Copa do Mundo, o time tem dado mais caneladas do que feito belas jogadas. Deficiência de gestão dos projetos é a principal causa, mas ainda há tempo – pouco, é verdade – para ajustar taticamente o time. Exemplos de falhas e incorreções na execução dos projetos brotam aos montes pelo País. Em entrevista concedida há duas semanas, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador da Copa 2014, Ricardo Teixeira, foi categórico ao apontar os problemas de infraestrutura para a realização do torneio: “Temos três grandes problemas para a Copa: aeroporto, aeroporto e aeroporto”. Leia o resto do artigo»

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Globalização e competição

Escrito por Imprensa, postado em 3 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA

Publicado na FSP de 02/11/09

A política de crescimento com poupança externa causa a elevação artificial dos salários reais e do consumo

NESTA SEMANA , deverá estar nas livrarias meu livro “Globalização e Competição”. Seu subtítulo completa o conteúdo do livro: “Por que alguns países emergentes têm sucesso e outros não”. É a síntese do meu trabalho dos últimos dez anos visando explicar o desenvolvimento econômico em um mundo em que os países competem duramente no plano econômico por maiores taxas de crescimento. É um livro de um economista keynesiano e estruturalista, pois minha visão da economia foi formada na escola de pensamento latino-americana formulada originalmente por Raul Prebisch e Celso Furtado após a Segunda Guerra. Na primeira parte, discuto a economia global em que vivemos e a estratégia correspondente: o novo desenvolvimentismo. Na segunda, procuro desenvolver uma macroeconomia estruturalista do desenvolvimento apropriada para nosso tempo.

O livro parte da tese de que a competição tornou os Estados-nação mais interdependentes, mas também mais estratégicos. Por isso, os países bem-sucedidos são os que adotam a estratégia que denomino novo desenvolvimentismo. O nacional-desenvolvimentismo que foi bem-sucedido na promoção da industrialização e em transformá-los em países de renda média entre 1930 e 1980. A crise da dívida externa nos anos 1980 e a nova hegemonia ideológica neoliberal, porém, levaram muitos países a adotar a ortodoxia convencional ou o “Consenso de Washington”, que causou as crises de balanço de pagamentos e elevou a desigualdade, em vez de promover o crescimento. Entretanto, depois das sucessivas crises financeiras dos anos 1990 e dado o êxito de diversos países asiáticos, está surgindo na América Latina o novo desenvolvimentismo, que comparo ao antigo nacional-desenvolvimentismo e à ortodoxia convencional. Leia o resto do artigo»

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É um lamentável fato consumado

Escrito por beatriz, postado em 1 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Estado de S. Paulo

Por Rubens Ricupero

Ex-embaixador na OMC 

O ingresso da Venezuela no Mercosul é um lamentável fato consumado. Um fato mal conduzido desde suas origens. Ele não deveria ter sido tratado como um caso político, mas sim como um caso de integração comercial, da mesma forma que acontece na Organização Mundial de Comércio (OMC), nos acordos de livre comércio e nas uniões aduaneiras. Em todos esses lugares, antes que o país ingresse é preciso completar as negociações das concessões tarifárias – o que não ocorreu aqui.

Para se ter uma ideia do que estou dizendo, vale recordar que a China demorou 12 anos para concluir o processo de negociações na OMC. O caso da Rússia é muito mais dramático: ela ainda não concluiu as negociações, que já duram 19 anos. Leia o resto do artigo»

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PAC pode ter recursos garantidos

Escrito por beatriz, postado em 31 outubro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Estado de S. Paulo

Relatório proíbe corte no Orçamento

Por Edna Simão
O relator-geral do Orçamento de 2010, deputado Geraldo Magela (PT-DF), embutiu em seu parecer preliminar uma cláusula especial para garantir os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no próximo ano, previstos em cerca de R$ 23,4 bilhões. Pela regra, os 10 relatores setoriais estarão impedidos de realizar cortes nos investimentos do PAC para equilibrar as receitas previstas para a área com as despesas. 

Essa mudança, que ainda depende de aprovação do plenário do Congresso, causa polêmica porque retira do relator setorial a liberdade para realizar os cortes que considerar necessários. Mas, segundo Magela, a medida tem como objetivo viabilizar a liberação de recursos em um ano onde o ritmo das obras deve subir. Leia o resto do artigo»

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