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Blog do Desemprego Zero

Usina de Belo Monte: batalha à vista

Escrito por beatriz, postado em 18 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Estado de São Paulo

Às vésperas da liberação ambiental, Altamira enfrenta série de manifestações contra e a favor da obra

Por Renée Pereira, ALTAMIRA

A proximidade do leilão da Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, marcado para 21 de dezembro, tem mexido com os ânimos da população do Oeste do Pará. Nas últimas semanas, movimentos contrários e a favor da usina – maior empreendimento do setor elétrico do Brasil, equivalente à construção do Canal do Panamá, em termos de escavações – reforçaram os protestos pelas ruas da tumultuada Altamira, no interior do Pará. Por lá, os moradores – sejam crianças, jovens ou idosos – “respiram” Belo Monte 24 horas por dia, numa polêmica nem sempre amistosa. 

A partir de amanhã, o clima deve esquentar ainda mais, com a expectativa de liberação da licença prévia para o início da obra. Ambientalistas e povos indígenas prometem não se curvar à decisão do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “Não vamos desistir agora dos nossos direitos”, afirma o cacique da tribo Arara, José Carlos Arara, que teme os impactos da construção da usina em sua aldeia. Leia o resto do artigo»

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Reunião Lula-Kirchner tenta reduzir tensão

Escrito por beatriz, postado em 18 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Folha de São Paulo

Em encontro marcado para a próxima quarta, em Brasília, governantes devem procurar saída para impasse comercial

Atrito começou com entrave argentino a importações de 14% da pauta exportadora brasileira; Brasil retaliou sobre 10% da pauta vizinha 

Por SILVANA ARANTES
DE BUENOS AIRES 

“Esse tango se baila a dois” é a expressão usada na Argentina para situações em que os parceiros não querem se deixar.
É também o resumo do desfecho que o lado argentino espera para a reunião dos presidentes Lula e Cristina Kirchner, que ocorre na próxima quarta, em Brasília, cercada por elevada tensão na relação comercial entre os dois países.
“Não é a primeira vez que acontece [a tensão bilateral] e certamente não será a última. Tivemos muitas situações parecidas no passado. Sempre as autoridades máximas dos dois países se reuniram e encontraram soluções mais ou menos satisfatórias para ambas as partes”, afirma Juan Cantarella, gerente-geral da Associação de Fábricas Argentinas de Componentes, que representa o setor de autopeças.
O problema é que, desta vez, a solução “mais ou menos satisfatória” parece distante. “Houve mudança de atitude da administração Lula, que sempre foi muito complacente [com a Argentina]. Acho que acabou a paciência do governo brasileiro”, diz o consultor Dante Sica, ex-secretário de Indústria e Comércio da Argentina. Leia o resto do artigo»

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Bases militares estadounidenses en Colombia

Escrito por beatriz, postado em 18 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

 Fonte:Tribuna El País             

 Por ERNESTO SAMPER PIZANO*
 El acuerdo firmado el pasado 30 de octubre entre los Gobiernos de Colombia y Estados Unidos, para permitir la presencia de tropas y el estacionamiento de aeronaves de guerra norteamericanas en siete bases estratégicas colombianas, tendrá unas graves implicaciones en la determinación de la futura política exterior colombiana apenas comparables a las que resultaron cuando, a comienzos del siglo XIX, el país perdió el istmo de Panamá.

En los documentos internos del Pentágono de enero de este año, antes de existir cualquier negociación con Colombia, ya aparecían señaladas las bases como parte de la estrategia de “aseguramiento estratégico” de los Estados Unidos en el hemisfério suramericano.

Pasado el 11 de septiembre, los Estados Unidos resolvieron comenzar a levantar sus 800 bases en el mundo y construir un nuevo tipo de ellas, las denominadas “bases expedicionarias”, que les permitieran vigilar, desde corredores geográficos determinados, a través de distintos sitios de abastecimiento, distintas aéreas del mundo. Leia o resto do artigo»

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Cai o mito do real desvalorizado

Escrito por Imprensa, postado em 18 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luís Nassif (blog)

Quando o mercado fechou ontem, primeiro dia após o anúncio da demissão de Mário Torós do cargo de Diretor de Política Monetária do Banco Central, os juros futuros tinham caído. De ontem para hoje, o DI (Depósito Interbancário) de janeiro de 2011 caiu de 10,27% ao ano para 10,20% ao ano. O DI de julho de 2010, de 9,14% para 9,10% ao ano.

Qual a lógica? De acordo com a retórica terrorista do mercado, se sai um diretor ortodoxo e há sinais de afrouxamento da política monetária, os juros podem cair no curto prazo, mas deveriam subir no longo – porque, pela leitura do mercado, o afrouxamento da política monetária produziria mais inflação obrigando, mais à frente, a outro movimento de alta nas taxas.

Nada disso ocorreu. Pelo contrário, o mercado sequer reagiu à declaração do Ministro da Fazenda Guido Mantega, de que a taxa ideal para o dólar é em R$ 2,60. Nesse nível, declarou Mantega, não tem China, Coréia ou Japão que segure o Brasil.

O significado desse jogo é que começa a cair o último grande mito da economia brasileira, que é a taxa de câmbio baixa. Leia o resto do artigo»

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O avesso do avesso

Escrito por beatriz, postado em 18 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Revista Piauí
Por FRANCISCO DE OLIVEIRA

O artigo “Hegemonia às avessas” (piauí, janeiro de 2007) pretendeu fazer uma provocação gramsciana para melhor entender os regimes políticos que, avalizados por uma intensa participação popular (a “socialização da política”, segundo Antonio Gramsci), ao chegar ao poder praticam políticas que são o avesso do mandato de classes recebido nas urnas. É o caso das duas presidências do Partido dos Trabalhadores no Brasil. E da destruição do apartheid na África do Sul, por meio de uma longa guerra de posições e das seguidas reeleições do Congresso Nacional Africano, uma frente de esquerda com forte influência do Partido Comunista.

Quase sete anos de exercício da Presidência por Luiz Inácio Lula da Silva já tornam possível uma avaliação dessa hegemonia às avessas e dos resultados que ela produziu. Não se parte aqui, e não fiz essa presunção também no artigo provocador original, de que Lula recebeu um mandato revolucionário dos eleitores e sua Presidência apenas se rendeu ao capitalismo periférico. Mas o mandato, sem dúvida,  era intensamente reformista no sentido clássico que a sociologia política aplicou ao termo: avanços na socialização da política em termos gerais e, especificamente, alargamento dos espaços de participação nas decisões da grande massa popular, intensa redistribuição da renda num país obscenamente desigual
e, por fim, uma reforma política e da política que desse fim à longa persistência do patrimonialismo. Leia o resto do artigo»

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A velha mídia e sua batalha inglória

Escrito por Imprensa, postado em 17 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

A Folha de São Paulo publicou editorial neste domingo criticando “práticas desleais na internet” que estariam “colocando em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo no país”. A Folha, no caso, se apresenta como porta-voz deste jornalismo independente. Para o jornalista Luis Nassif, o editorial aponta o objetivo final do processo que explica o comportamento da mídia a partir de 2005: “a politização descabida, as tentativas sucessivas de golpes políticos, os assassinatos de reputação de políticos, juízes, jornalistas”.

O jornalista Luis Nassif comenta neste domingo em seu blog o editorial publicado na Folha de São Paulo, que critica “práticas desleais na internet” que, supostamente, estariam “colocando em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo independente no país”. A Folha, no caso, se apresenta como porta-voz do “jornalismo independente”. Uma piada, diz Nassif, que questiona:

“Qual o direito de conhecer a verdade que a Folha propõe? A ficha falsa de Dilma? Os arreglos com Daniel Dantas? A série sistemática e diária de matérias falsas, manipuladas, a deslealdade reiterada contra seus próprios jornalistas que não seguiram a cartilha?”

Clique aqui para ler a matéria

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Os jovens vão ‘estar tomando’ o poder

Escrito por Imprensa, postado em 17 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Conhecidos pelo uso do gerúndio e pelo bordão “vamos estar solucionando”, os operadores de telemarketing são considerados os metalúrgicos dos dias atuais. A função surgiu como fruto das novas relações de trabalho e do avanço tecnológico, mas carrega problemas parecidos aos das antigas linhas de produção industriais.

Os operadores de telemarketing somam 1,075 milhão de profissionais hoje no País. A maioria é jovem no primeiro emprego, com idades entre 18 e 29 anos. É a categoria que mais cresceu no Brasil: 10% ao ano em uma década. Setenta por cento são mulheres.

Esses jovens significam hoje para o PCdoB quase a mesma coisa que os operários do ABC representaram para o PT. Sindicatos da categoria, como os de São Paulo e Belo Horizonte, são ligados à União da Juventude Socialista (UJS), o braço jovem do PCdoB. Durante o 12º. Congresso do partido, realizado entre os dias 5 e 8 no Anhembi, em São Paulo, a atividade e a mobilização dessa categoria foi ressaltada pelos dirigentes comunistas. (Clique aqui para ler mais.)

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Como o BC quase quebrou o país

Escrito por Imprensa, postado em 16 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luís Nassif (blog)

Já há algum tempo a diretoria do Banco Central (BC) tem dado mostras de desfaçatez inéditas no mercado financeiro – área em que os melhores se pautam por comportamento discreto e análises técnicas.

No final do ano passado, o Diretor de Política Monetária Mário Torós e o de Política Econômica Mário Mesquita cometeram a imprudência de, em pleno período de tensão do mercado com a crise, darem entrevistas em “off” – isto é, sem revelar o nome, com as declarações sendo atribuídas a “fontes do BC”- ameaçando se demitirem se a Fazenda adotasse determinadas medidas.

Foram desautorizados publicamente pelo presidente do BC, Henrique Meirelles. Mereciam uma denúncia à polícia, por ameaça de perturbação da ordem econômica. Leia o resto do artigo»

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