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Blog do Desemprego Zero

Dupla Lula-Dilma dá de 10 a zero em FHC-Serra

Escrito por Imprensa, postado em 25 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por que será? Clique aqui e tire suas próprias conclusões…

Apesar da política monetária.

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2012: O “fim” do mundo, artigo de Marcelo Gleiser

Escrito por Imprensa, postado em 25 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

“Neutrinos sofrendo mutações? Darwin virou astrofísico?”

Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA).

Fonte: Jornal da Ciência

No fim de semana passado, o filme “2012″, dirigido pelo mestre do cinema-catástrofe Roland Emmerich (de “Independence Day” e “O Dia Depois de Amanhã”), explodiu nas telas mundo afora. Segundo o jornal L.A. Times, o faturamento estimado, só no primeiro fim-de-semana, foi de US$ 225 milhões.

Um dos maiores da história. Por que tanta gente quer ver o mundo acabar? Leia o resto do artigo»

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Pré-candidatura de Requião à presidência da República será registrada

Escrito por beatriz, postado em 25 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

O PMDB do Paraná informa :

Os presidentes dos diretórios do PMDB do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul registram na próxima terça-feira (1º de dezembro) em Brasília, a pré-candidatura do governador do Paraná, Roberto Requião, à Presidência da República. O partido vai definir sua participação no pleito presidencial em convenção nacional que será realizada de 10 a 30 de junho de 2010. Leia o resto do artigo»

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O BNDES que temos e o país que não temos

Escrito por beatriz, postado em 25 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Correio da Cidadania           

 por Luiz Fernando Novoa Garzon   

O país em si já oferece, pela sua continentalidade e dotação de recursos naturais, uma espécie de pré-subsídio às empresas que aqui concentram e multiplicam seus investimentos. A conversão de sócio e biodiversidade, com suas distintas possibilidades de desenvolvimento, em vantagens comparativas estáticas, consuma-se com esses financiamentos que cristalizam especializações regressivas, fundadas na devastação ambiental, no apossamento de bacias hidrográficas inteiras, na grilagem de terras, no avanço do latifúndio com massacre de povos indígenas e camponeses.  

A composição da diversidade produzida pelo desmonte neoliberal em uma nova unidade, em patamar diferenciado no mercado global, e com base regional ampliada, é a missão específica do BNDES. O Banco nucleia a construção ativa dessa internacionalização retardatária, que se dá com a otimização das especializações econômicas regressivas, iniciadas nos anos de desmonte.   Leia o resto do artigo»

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Sem clima para salvar o clima

Escrito por beatriz, postado em 25 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Carta Capital 

Por Delfim Netto

Não há clima para salvar o clima na cúpula de Copenhague. Ponto. Toda aquela gigantesca expectativa de que se iria pavimentar um acordo agora em dezembro, limitando a emissão de CO2 para que a Terra aqueça “apenas” 2% até 2020 (o Plano 450), desmanchou-se no ar… 

Estados Unidos e China honestamente assumiram, domingo passado, em Cingapura, durante o Fórum de Cooperação Ásia-Pacífico, a posição que não há tempo para costurar nenhum tratado com força de lei. Diante da indignação geral, cinicamente acomodaram-se. Deve-se agora esperar apenas algum tipo de comprometimento político de cortar as emissões. O G-2, formado pelos dois maiores emissores de gases de efeito estufa, decidiu que o mundo deve aguardar o ano que vem e nisso obtiveram a adesão dos demais dezenove países asiáticos presentes no fórum.  Leia o resto do artigo»

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O que o Brasil deve aprender para ter escolas dignas de nota

Escrito por beatriz, postado em 25 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Brasil Econômico - 23/11/2009

A utilização de instrumentos privados de gestão costuma ser considerada como uma das saídas para melhorar os processos administrativos do setor público. Porém,uma vez instituídos, tais mecanismos causam polêmica. O exemplo mais recente é a meritocracia para remuneração de professores. Trata-se da avaliação da performance individual como forma de garantir bonificações.

O projeto iniciado no Estado de São Paulo está ganhando adeptos em várias partes do país. Pernambuco já conta com um programa de bonificação por resultados, assim como Distrito Federal,Minas Gerais e Rio de Janeiro. O Rio Grande do Sul encaminhou há pouco mais de uma semana um projeto para a Assembleia Legislativa para a criação de um programa de valorização por mérito dos servidores públicos. A aposta desses estados segue a lógica de que melhorar o salário dos professores é uma forma de diminuir o absenteísmo, tornar a carreira do magistério mais interessante e conseguir melhorar os indicadores de qualidade na sala de aula. Leia o resto do artigo»

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CEPAL – PANORAMA SOCIAL DA AMÉRICA LATINA 2009

Escrito por beatriz, postado em 24 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

DOCUMENTO INFORMATIVO 

A edição de 2009 do Panorama social da América Latina vincula as dinâmicas de pobreza e distribuição da renda com os sistemas de proteção social, dando especial atenção às respostas destes sistemas aos impactos sociais da atual crise e suas projeções no médio e longo prazo. Neste contexto, presta-se especial atenção ao impacto das transferências públicas, dinâmica do gasto social, mecanismos de reprodução da vulnerabilidade social e mudanças em relações de gênero e geração. Estas mudanças apresentam desafios significativos na combinação entre o Estado, o mercado e as famílias na provisão do bem-estar. 

Neste contexto, a edição se divide em duas partes. A primeira inclui o capítulo permanente sobre a pobreza e a distribuição da renda na região; no segundo capítulo essa dinâmica se vê matizada com análises sobre o gasto social, transferências monetárias e programas de transferências com condicionalidade; no terceiro, a pobreza e a vulnerabilidade social são examinadas à luz do cenário de crise e pós-crise, e como isso é mediado pelos sistemas de proteção social de que dispõem os países. A segunda parte se dedica com especial atenção à economia do cuidado. Inclui um capítulo sobre o trabalho remunerado e não remunerado, sob uma perspectiva de gênero, que destaca as desigualdades e dívidas pendentes na divisão sexual do trabalho; um capítulo que mostra as dinâmicas e projeções demográficas e como elas colocam urgências de curto e médio prazo nas atividades de cuidado; e um capítulo final dedicado às implicações normativas destas transformações.

Clique aqui para ler na íntegra

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Adeus, FHC

Escrito por Imprensa, postado em 24 novembro 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Leandro Fortes

Fernando Henrique Cardoso foi um presidente da República limítrofe, transformado, quase sem luta, em uma marionete das elites mais violentas e atrasadas do país. Era uma vistosa autoridade entronizada no Palácio do Planalto, cheia de diplomas e títulos honoris causa, mas condenada a ser puxada nos arreios por Antonio Carlos Magalhães e aquela sua entourage sinistra, cruel e sorridente, colocada, bem colocada, nas engrenagens do Estado. Eleito nas asas do Plano Real – idealizado, elaborado e colocado em prática pelo presidente Itamar Franco -, FHC notabilizou-se, no fim das contas, por ter sido co-partícipe do desmonte aleatório e irrecuperável desse mesmo Estado brasileiro, ao qual tratou com desprezo intelectual, para não dizer vilania, a julgá-lo um empecilho aos planos da Nova Ordem, expedida pelos americanos, os patrões de sempre.

Em nome de uma política nebulosa emanada do chamado Consenso de Washington, mas genericamente classificada, simplesmente, de “privatização”, Fernando Henrique promoveu uma ocupação privada no Estado, a tirar do estômago do doente o alimento que ainda lhe restava, em nome de uma eficiência a ser distribuída em enormes lucros, aos quais, por motivos óbvios, o eleitor nunca tem acesso. Clique aqui para ler mais o artigo.

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