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Blog do Desemprego Zero

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40 anos da Revolução Sexual: a mulher continua “Brinquedo de Homem”

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

1968 foi um ano em que a palavra revolução enchia o coração e as mentes de milhões de jovens pelo mundo afora, falava-se de várias revoluções: na educação, na família, na escola. Mas as principais eram a revolução social e a revolução sexual. A mulher estava lutando para conquistar seu lugar no mundo. Quarenta anos passaram-se e até hoje as mulheres são tratadas apenas como um símbolo, muitos homens ainda vêem as mulheres apenas como um troféu bonito, composto apenas por uma camada exterior bonita e reluzente, porém sem cérebro. O autor do blog Desemprego Zero em seu artigo “40 anos da Revolução Sexual (…)”, explica melhor a relação da mulher após 40 anos ainda ser vista apenas como um brinquedo.

Por Luciana Sergeiro

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40 anos da Revolução Sexual: a mulher continua “Brinquedo do Homem”

Por Vito Giannotti*

Está na moda falar dos 40 anos de 1968. Foi um ano de vendaval contra todas as instituições autoritárias. A palavra revolução enchia o coração e as mentes de milhões de jovens pelo mundo afora. Falava-se de várias revoluções: na educação, na família, na escola, nas religiões. Mas as duas principais revoluções, que iam lado a lado uma da outra eram a revolução social e a revolução sexual. A mulher estava lutando para conquistar seu lugar no mundo. Queria deixar de ser considerada um simples “objeto de cama e mesa” como dizia o título de um livro de Heloneida Studart. Outro livro da mesma autora se intitulava “Mulher brinquedo do Homem”. E isso a mulher não queria ser mais. Queria ser tratada como gente, com direitos iguais aos seus irmãos machos. 

Pois isto era coisa daquele distante 1968.

Hoje, jornais, revistas, programas à la Big Brother e músicas estão cheios de mulheres à moda antiga: pedaços de carne, bundas à vontade e pouco uso do cérebro.  Leia o resto do artigo »

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Uma vez Veja, sempre Veja ou a Veja fala o que o Busch manda

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 Por Vito Giannotti*

 A capa da Veja de 12 de março só podia ser assim. Está na lógica da
revista definida por José Arbex como “a maior revista estadunidense do
mundo, escrita em português”. Está na dela. Está no script. É só
compará-la com a capa de Carta Capital. Mas o mais interessante está numa
prática que é tradicional nesta revista. Primeiro afirma uma coisa dizendo
que já aconteceu ou poderia ter acontecido. Ou seja, não há provas. Não é
certeza que tal fato já tenha acontecido.

Logo em seguida, apostando que
todos os leitores tenham esquecido que dez linhas acima aquela tal
afirmação era incerta, estava-se em dúvida, passa a afirmar, com todas as
letras que tal fato aconteceu sim. E ponto final. Agora passa a será
verdade. A verdade da Veja. É só olhar na página 43 do artigo referente à
capa, com a manchete: “Por que Chávez quer a guerra”. Antes de tudo, quem
disse que Chávez quer a guerra? Sabe quem? Bush e sua revista editada no
Brasil. Mas vamos deixar pra lá esta manchete. Vamos ao texto. Na segunda
coluna desta página está escrito: “Nos arquivos digitais estava a
correspondência interna da organização. Nela se pode ler que Chávez
entregou, ou iria entregar 300 milhões de dólares ao terror…”. Está
claro: entregou, ou iria entregar. Nada de definido.

Na página seguinte, num Box “O que diz o laptop de Reyes” a coisa muda de
figura. À distância de uma lauda a certeza já chegou à revista. Agora as
dúvidas acabaram. Vejamos: “Os terroristas receberam 300 milhões de
dólares e a oportunidade de criar…”. E então receberam, ou receberiam?
Chavez entregou ou iria entregar estes 300 mil dólares? Para Veja esta
dúvida é insignificante. Bobagem pura. Está tudo claro. Entregou, sim.
Recebeu sim. E a possível dúvida do leitor como é que fica? Pergunte para
Bush.

* Vito Giannotti: Escritor e coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), entidade que realiza cursos para dirigentes sindicais e jornalistas sobre comunicação sindical e popular.

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Para o filme Tropa de Elite, “favelado bom é favelado morto”

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

[Por Vito Giannotti]

“Homens de preto, qual é sua missão? É entrar na favela e deixar corpo no chão”. Começo este artigo copiando a abertura de outros dois artigos dos que mais gostei no mar de análises sobre o filme Tropa de Elite. Claudia Santiago e Ivan Pinheiro iniciam seus textos reproduzindo o refrão cantado pelo Bope nos seus treinamentos. É nele, exatamente, que está a linha geral do filme que, independentemente das intenções do produtor e dos atores, é um hino ao Bope (Batalhão de Operações Especiais que atua nas favelas do Rio). Neste refrão, está a mensagem central do filme. Leia o resto do artigo »

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Aula da Veja de como esconder a verdade

Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Por Vito Giannotti


JANEIRO DE 2007. Ainda estava no ar a fumaça do tiroteio da recente eleição presidencial na qual a disputa por votos se concentrou nos candidatos Lula e Alckmin. A mídia empresarial, independentemente das avaliações mais variadas de seus donos, concentrou suas preferências no candidato Alckmin. Especificamente a revista Veja, incansável porta-voz da direita. Toda essa mídia se esbaldou em mostrar as virtudes do seu candidato, que iria dar um “banho de gestão” na política pátria. Uma gestão transparente, honesta e competente.

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As mil lições da Revolução Russa

Postado em 14 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Por Vito Giannotti

Em 90 anos, a Revolução Russa suscitou milhares de artigos, livros, textos de todo tipo. Muitos tiveram um título quase padrão: “As lições da Revolução Russa”. Hoje, é difícil dizer algo sobre este tema que já não tenha sido dito. Mesmo assim, vale a pena refletir sobre sua história e sobre que nos resta desta herança.

Refletir para podermos responder, honestamente, aos mais jovens que nos perguntam: “Por que não deu certo? Leia o resto do artigo »

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