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Blog do Desemprego Zero

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Pilhagem do petróleo brasileiro

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Publicado em: Jornal do Brasil

Por: Sergio Ferolla* e Paulo Metri**

Com a possibilidade de ocorrência de grandes campos na região do pré-sal, cujos reservatórios ocupariam, cada um, mais de um bloco, recomenda-se a unificação das parcelas que estão em diferentes blocos, formando um único campo, o que, também, é chamado de “individualização da produção”. Às vezes, campos são descobertos em mais de um bloco, sem se saber, em um primeiro momento, que compõem um único campo. Nos contratos de concessão de blocos pela ANP, consta uma cláusula que trata da individualização da produção, estabelecendo regras para as concessionárias poderem produzir petróleo, em conjunto, do único campo, que se localiza em mais de um bloco. Esta cláusula busca evitar que cada dono de bloco tire, a partir de seu acesso ao campo, o máximo de petróleo, no menor período de tempo, visando levar mais petróleo do campo comum que o outro dono de bloco.

A conciliação reside em buscar dimensionar quanto petróleo cada dono de bloco possui naquele campo e, depois, eles passarem a repartir a produção coletiva na mesma proporção dos volumes de petróleo que possuem. Entretanto, esta conciliação não é tão fácil de ocorrer e a arbitragem da ANP pode ser necessária.

Se grandes campos forem confirmados na região do pré-sal e como muitos blocos desta região ainda não foram licitados, estes campos irão englobar, provavelmente, blocos não licitados. Não será válido considerar que o petróleo dos blocos não licitados de um campo não é de ninguém e que pode haver acordo de unificação do campo sem existirem representantes destes blocos. Outra proposta incorreta é a de se licitar, rapidamente, os blocos ainda não concedidos, para possibilitar o início da unificação do mesmo. Como o preço mínimo de venda de um bloco desse tipo, sobre o qual se tem uma boa estimativa do petróleo existente, deve corresponder ao valor do fluxo de caixa dos lucros futuros do negócio descontados para o presente e, como não se consegue estimar, ao certo, o preço do petróleo em diversas épocas futuras, torna-se difícil estabelecer o preço mínimo. Na hipótese desse fluxo poder ser montado, o preço mínimo do bloco ficaria justo, mas muito alto, e as empresas fariam grande dissimulação, com o argumento de não se sentirem atraídas para apresentar proposta, quando, na verdade, estariam tentando conseguir lucros extraordinários. Leia o resto do artigo »

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Olho grande sobre nosso urânio

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Paulo Metri* e Sérgio Ferolla**

O Balanço Energético Nacional de 2007 nos indica que, para a geração elétrica no mundo em 2005, foram utilizadas as seguintes fontes: o carvão mineral com participação de 40,3% do total gerado, o gás natural com 19,7%, a energia hidráulica com 16,0%, a nuclear com 15,2%, os derivados de petróleo com 6,6% e outras fontes com 2,2%. Com o preço do barril de petróleo ultrapassando a barreira dos US$ 100 e, obviamente, os preços dos derivados e do gás natural acompanhando essa escalada, somado ao fato da ameaça do efeito estufa em decorrência da queima dos hidrocarbonetos e do carvão, a humanidade enfrenta o desafio da busca de fontes geradoras de eletricidade mais limpas e competitivas. Alguns aproveitamentos hidráulicos causam fortes impactos ambientais, que proíbem seu uso, e muitas das fontes alternativas ainda não foram suficientemente desenvolvidas, como a solar, de forma que ainda fornecem eletricidade a preço proibitivo.

As necessidades de mais curto prazo estão a impor caminhos já conhecidos e a energia nuclear desponta sempre como forte candidata. Nesse contexto, os programas nucleares existentes no mundo começam a serem revisados, inclusive impondo-se a antecipação da construção de novas usinas. Como decorrência, prevê-se um crescimento considerável do consumo de urânio, em futuro próximo, com a acelerada valorização desse estratégico energético. Com o término da guerra fria, por volta de 1990, estoques de urânio destinados, inicialmente, para fins militares, foram ofertados em torno de US$ 10 por libra de urânio (U3O8), no mercado de geração elétrica, tanto pelos Estados Unidos como pela Rússia. Quando os estoques militares mostraram sinais de esgotamento, a libra de urânio atingiu US$ 130 em 2007, estando atualmente em torno dos US$ 95.

O Brasil, além de possuir 309.000 toneladas de reservas de urânio conhecidas, através da estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB), domina a tecnologia do enriquecimento, que agrega enorme valor ao produto, caso seja decida a exportação. O enriquecimento, em escala industrial, é realizado na INB, que também fabrica, depois do urânio ser enriquecido, os elementos combustíveis, significando mais agregação de valor ao produto final. Nossa capacitação tecnológica e industrial no setor nuclear precisa ser levada em consideração pelos órgãos federais e pelos congressistas, nesse momento em que algumas mineradoras, inclusive estrangeiras, demonstram a intenção de produzir urânio para exportá-lo na forma mais primária (U3O8). Leia o resto do artigo »

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Petróleo ENVOLVE DEZENAS DE BILHÕES DE DÓLARES e é assunto cada vez mais sério no Brasil! A ANP É AGÊNCIA DO PETRÓLEO DE QUE PAÍS?

Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado no Jornal do Commercio, de 06/03/2008

* Paulo Metri

* Sergio Ferolla

De todo o petróleo consumido no mundo em 2006, 24,1% se destinaram a satisfazer às vorazes necessidades dos Estados Unidos da América. Detendo esse país, no final desse ano, somente 2,5 % do total das reservas mundiais e sendo responsável por apenas 8 % da produção mundial, importaram 25,9 % do total comercializado no mundo no mesmo ano de 2006. Essa enorme dependência do petróleo estrangeiro, seu modelo predatório de desenvolvimento e sua política belicista traduzem a razão principal das calamitosas intervenções diplomáticas e militares que maculam a participação americana na história da humanidade. Leia o resto do artigo »

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Uma proposta para MEGA-RESERVAS de petróleo do PRÉ-SAL

Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Paulo MetriPaulo Metri *
Sergio Ferolla *

Jornal do Commercio, 19/02/08

A maior parte do lucro obtido pela exploração econômica dos recursos naturais de um país deve ser usufruída por sua sociedade. Tal conceito merece especial atenção em decorrência da descoberta de reserva na região do pré-sal, batizada de campo Tupi, com cinco a oito bilhões de barris de petróleo, representando riqueza imensa. Além disso, todo o pré-sal mostra-se extremamente promissor, podendo conter até 60 bilhões de barris. Leia o resto do artigo »

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DE MÃO BEIJADA

Postado em 2 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Publicado no Jornal do Commercio de 29/01/08)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

Alan Greenspan, o ex-presidente do Banco Central Americano, afirmou em seu
recém lançado livro de memórias: “Entristece-me que seja politicamente
inconveniente reconhecer o que todos sabem, que a guerra no Iraque é,
sobretudo, por causa do petróleo”. Dessa forma, os EUA e seus aliados,
dentre eles a Inglaterra, objetivavam não só garantir o suprimento do
petróleo a partir daquele país, como tornar mais seguros os fornecimentos
da Arábia Saudita e de outros países árabes. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Internacional, Paulo Metri, Política Brasileira, Política Econômica, Sergio Ferolla | Sem Comentários »

Inimigo predileto

Postado em 21 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

  Publicado no Jornal do Commercio de 19/12/07

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

Se observarmos o comportamento dos brasileiros frente à opção preferencial pelo capital ou o trabalho, poderemos classificá-los como conservadores ou progressistas, os primeiros privilegiando a competição sobre a solidariedade e os segundos buscando na solidariedade a razão motivadora da convivência no trabalho e na vida. Se trocarmos o ponto de vista da análise, teremos uma nova classificação dos brasileiros, identificando os que agem de forma a priorizar os interesses maiores da nossa sociedade, diferentemente daqueles que pregam ideologias “internacionalistas”, num teórico e hipotético mundo sem fronteiras, em benefício dos mais bafejados pela fortuna e sem considerar a localização de nossos domicílios e das nossas empresas.

Esses “internacionalistas” Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Internacional, Paulo Metri, Sergio Ferolla | 1 Comentário »

Quem pode, define rumos

Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

(Publicado no Jornal do Brasil de 07/12/07)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

A empresa de Eike Batista arrematou, sozinha ou em parceria, 21 blocos para exploração de petróleo, na 9ª rodada de leilões promovida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), tendo investido cerca de R$ 1,5 bilhão. Esse é um fato positivo, quando comparado com as rodadas anteriores, nas quais, em blocos no mar, alem da Petrobrás, só apareciam empresas estrangeiras, pois o lucro desse empresário, com maior probabilidade, será reinvestido no Brasil. Mas, persistem críticas em relação às rodadas da ANP.

Depois dos leilões, o referido empresário declarou que espera descobrir em cada bloco arrematado, baseado em estudos técnicos, uma média de 1,8 bilhão a 2 bilhões de barris. Leia o resto do artigo »

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Abaixo Assinado

Postado em 5 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Excelentíssimo Senhor Presidente,

As forças sociais do povo brasileiro, organizados em suas mais diferentes formas, como movimentos sociais, sindicatos, centrais sindicais, partidos, pastorais, dirigentes, militantes, intelectuais, e cidadãos brasileiros, preocupados com a política do petróleo, vêm trazer ao conhecimento de V. Exa., questões relevantes em relação à situação das áreas exploratórias em petróleo e gás no Brasil:

A. nossa produção de petróleo hoje, por conta da atuação da Petrobrás, é voltada prioritariamente para o nosso consumo interno, garantindo nosso abastecimento, no País inteiro, desde a criação de Petrobrás até hoje;

B. pela lei do petróleo em vigor a partir de 1997, Lei 9478/97, o petróleo encontrado é propriedade da empresa que o produzir e esta empresa pode fazer com ele o que quiser, inclusive exportar 100% dele;

C. durante 44 anos anteriores à vigência da Lei 9478/97, de 1953 a 1997, a Petrobrás encontrou reservas de petróleo e gás, e tendo sido a Petrobrás proprietária de 100% delas, e produz o petróleo e gás que abastecem o Brasil hoje e garantem nossa auto-suficiência em petróleo e equilibra nossa necessidade de gás;

D. de 1998 a 2007, com os leilões das áreas promissoras em petróleo e gás, as multinacionais já controlam mais da metade das áreas promissoras em petróleo e gás Leia o resto do artigo »

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