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Blog do Desemprego Zero

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Desafios do século XXI

Postado em 2 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros*

“(…) estabelecer prioridades em função de objetivos sociais coerentes e compatíveis com o esforço de acumulação seria a única forma de liberar a economia da tutela das grandes empresas”. – Celso Furtado, O mito do desenvolvimento econômico (Paz e Terra, 1974).

Considerado pela ONU como o Ano Internacional do Planeta Terra, 2008 promete interessantes debates desenvolvimentistas. Embora já se tenha adentrado formalmente no século XXI, observa-se a tradicional inércia brasileira. Certamente essa assertiva vale para muitos países ibero-americanos. Divididos pelo enfrentamento de problemas do passado e os desafios do futuro, essas sociedades escorregam no presente.

Uma coisa é clara: dificilmente os desafios do presente podem ser integralmente superados com soluções do passado. O mundo se tornou mais complexo, mais acelerado e menos generoso. Países retardatários não podem, portanto, contar com a boa vontade do sistema internacional. Leia o resto do artigo »

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Tributos e serviços públicos: um debate necessário

Postado em 27 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Rodrigo Loureiro Medeiros*

Não se trata de nenhuma novidade o fato do brasileiro ter que conviver com uma das mais altas cargas tributárias do planeta. Segundo a Receita Federal, 34,23% do PIB brasileiro foram arrecadados em 2006.

Quando se analisa quantos dias o brasileiro precisou trabalhar para impostos, chaga-se a marca dos 146 dias do ano, considerando-se apenas a tributação direta (IR, INSS, IPVA e IPTU). Tributos arrecadados com extrema eficiência, porém a contrapartida do conjunto dos serviços públicos é de lastimar. Na França, por exemplo, o trabalhador precisa de 149 dias do ano para pagar seus impostos, já nos EUA, 102 dias. Em outros países latino-americanos, trabalha-se menos para sustentar as atividades de Estado: 97 dias na Argentina, 92 dias no Chile e 91 dias no México. Os dados são do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Leia o resto do artigo »

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Nova Agenda de Desenvolvimento Nacional: Uma perspectiva Evolucionária

Postado em 23 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Artigo apresentado no SIMGEN 2007, 12/09/2007.

Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc.

Pesquisador associado à Reggen/Unesco

O artigo discute, a partir da análise comparativa de sistemas socioeconômicos, os desafios ao processo de desenvolvimento brasileiro. Convergências entre as escolas institucional e evolucionária são exploradas, estimulando a busca por alternativas engendradas endogenamente. Exemplos e conquistas alheias oferecem valiosos subsídios para o Brasil. A expansão da economia global e o baixo crescimento brasileiro revelam que muito poderia estar sendo feito pelas organizações públicas e privadas nacionais. Há, certamente, muitos diagnósticos e variadas intenções. Debater os caminhos viáveis para a evolução socioeconômica brasileira é o desafio aqui proposto. A questão institucional descrita pela teoria evolucionária da mudança tecnológica tem um papel central na argumentação. O recente lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento certamente é um ingrediente estimulador do debate. Leia o resto do artigo »

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INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS E O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Rodrigo Loureiro Medeiros*

VERSÃO PARA IMPRESSÃO

Resumo – O artigo aborda a temática da inovação tecnológica e sua relação com o processo de desenvolvimento econômico. Trata-se claramente de um assunto polêmico. No entanto, durante o século 20 e atualmente há vários registros acadêmicos qualificados de como políticas dessa natureza impulsionam transformações em diversos aspectos da vida humana. Observa-se que o relacionamento entre instituições é um dos seus aspectos centrais. Para um país como o Brasil, esse debate traduz-se na exploração das possibilidades de construção de uma sociedade mais eqüitativa, além de se buscar evitar erros e omissões do passado. Ressalta-se ao longo do texto como o sistema nacional de intermediação financeira revela-se o principal ponto de estrangulamento ao desenvolvimento econômico sustentado brasileiro. Destaca-se, também, que o desenvolvimento dos países não é obra do acaso. A construção de competências tecnológicas é parte integrante desse complexo processo histórico.

Palavras-chave – Inovações tecnológicas. Desenvolvimento econômico. Competências tecnológicas.

Abstract – This paper deals with the relation between technological innovations and economic development, which has been clearly a controversial subject. However, during the 20 century and currently, there are some qualified academic registers of such matter showing how human life has been changed. It is observed that the relationship between institutions is one of its central aspects. For a country as Brazil, this debate expresses the exploration of the possibilities to construct a more equitable society. Errors and omissions from the past can be prevented. The Brazilian financial market is the main bottleneck to the country’s sustained economic development. It is also distinguished that the development of the countries is not the work of an invisible hand. The construction of technological competencies is part of this process.

Key words – Technological innovation. Economic development. Technological competencies.

Jel Classification – O, Economic development, technological change and growth. O25, Industrial policy. O32, Management of technological innovation and R&D.

* Pesquisador associado à Reggen/Unesco.

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Sustentabilidade Sócio-Ambiental nas Regiões Metropolitanas Brasileiras: Evitando o Colapso dos Sistemas de Abastecimento de Água.

Postado em 11 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Versão do artigo publicado na revista do Observatorio Iberoamericano del Desarrollo Local y la Economía Social (OIDLES), v. 1, n.0, jun.2007.

Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc. – Cátedra e Rede de Economia Global e Desenvolvimento Sustentável (Reggen/Unesco)

Resumo

O artigo discute, a partir da perspectiva sistêmica, as dificuldades de gestão sustentável dos recursos hídricos nas metrópoles brasileiras. Ao longo da segunda metade do século XX, a aglomeração urbana foi agravada pela concentração dos investimentos industriais. Embates políticos travados nos episódios da guerra fiscal da década de 1990 tampouco contribuíram para equilibrar as oportunidades de desenvolvimento. Apesar de o Brasil ter sediado o importante evento Rio 1992, a fragmentada agenda nacional devotou poucos esforços na efetivação de uma proposta de desenvolvimento sustentável. O recente alarme global provocado pelo Painel Intergovernamental para Mudança Climática das Nações Unidas demanda uma nova postura da sociedade brasileira. Dificilmente os desafios presentes podem ser enfrentados com as soluções do passado. Subsídios das experiências estrangeiras podem ajudar, porém a criatividade nacional precisará ser exercitada. Leia o resto do artigo »

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Capitalismo familiar e desenvolvimento nacional: tradição x modernidade?

Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Rodrigo Loureiro Medeiros*

Famílias controlam de 60% a 90% do total das empresas no mundo. Dois terços do Produto Nacional Bruto e dos empregos em diversos países são administrados pelas mesmas. A lista da Fortune 500 revela que um terço das quinhentas maiores empresas eram controladas por famílias ao longo da década de 1990. Seu desempenho médio foi superior ao das concorrentes não-familiares.

Estranho silêncio quanto a essa temática presencia-se no Brasil. O livro Dinastias (Rio de Janeiro: Elsevier, 2007), do renomado professor David Landes, representa uma oportunidade de se retomar o debate do desenvolvimento nacional, em alto nível, a partir de uma perspectiva considerada “fora de moda”. Pode-se seguramente dizer que os adeptos do neoliberalismo deverão reagir. Sua concepção ideológica da impessoalidade das relações nos mercados seria seriamente abalada. A mão visível das relações sociológicas, por sua vez, dificilmente poderia ser descrita por modelos abstracionistas de uma suposta economia matemática. Leia o resto do artigo »

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A Ausência de Celso Furtado

Postado em 18 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Por Rodrigo Loureiro Medeiros

Há três anos atrás, mais especificamente no dia 20/11, falecia Celso Furtado.   Tratou-se de um dos fundadores da economia política no Brasil e um dos maiores pensadores do desenvolvimento periférico, o subdesenvolvimento. Furtado nasceu em Pombal, em 1920, interior da Paraíba, e cresceu no meio das iniqüidades brasileiras e das grandes transformações globais provocadas pela crise de 1929.

Mudou-se para o Rio de Janeiro no final da década de 1930 para cursar Direito na Universidade do Brasil. Posteriormente, esteve nos campos de batalha da Itália durante a Segunda Guerra com a Força Expedicionária Brasileira ao lado dos Aliados, contra o nazi-fascismo. Ao longo de seu doutoramento em Economia na Universidade de Paris, vivenciou a grande concertação política da reconstrução européia. Sob a influência de pensadores dos quilates de Mannheim e Marx, percebe claramente a relação entre economia e política. Leia o resto do artigo »

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REPÚBLICA E CIDADANIA

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

“A cidade, a República e a cidadania continuam dissociadas, quando muito perversamente entrelaçadas. O esforço de associá-las segundo o modelo Ocidental tem-se revelado tarefa de Sísifo. Já é tempo talvez de se fazer a pergunta se o caminho para a cidadania não deve ser outro”. – José Murilo de Carvalho, Os bestializados (Companhia das Letras, 1987).

A formação econômica brasileira já foi objeto de trabalhos clássicos. Os ciclos econômicos mundiais afetaram a organização do espaço sócio-político brasileiro desde os tempos coloniais. A inserção externa primário-exportadora, irmã siamesa da concentração de renda, legitimou práticas abomináveis como a escravidão praticada pelos donos dos meios de produção.

Não é de se estranhar que a mentalidade escravista ainda se faz presente na postura de muitos. O trabalho escravo, apesar de proibido pela Constituição de 1988 e veemente condenado pela Organização Internacional do Trabalho, ainda é uma praga que assola o Brasil. Leia o resto do artigo »

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