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Blog do Desemprego Zero

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Contrariando o “consenso”

Postado em 3 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

 Ricardo Summa

Presidente do Bradesco acredita que é consenso entre os economistas de que não é a taxa de juros alta a causa predominante para a valorização cambial. “Aliás, o atrativo para o investimento de curto prazo é decrescente. Há 13 meses a taxa Selic está caindo. Era de 14,75% em julho de 2006 e fechou em 11,5% em julho último. E a perspectiva é que a trajetória declinante permaneça.”

Já foi discutido antes que o diferencial de juros entre Brasil e EUA é demasiado elevado. E também já foi discutido o fato de que a valorização cambial foi muito maior no Brasil que em outros países.

Contrariando o suposto consenso, acreditamos que é o diferencial de juros e as expectativas de que ele durará por grande tempo as verdadeiras causas de tamanha valorização. Afinal, os especuladores estão apostando na queda do dólar porque esperam que por um bom momento haverá diferencial de juros elevados.

  

Talvez a frase melhor seria: é um consenso entre economistas de banco que a alta taxa de juros não é a causa predominante para a valorização cambial.

 

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? Juros, Previdência e Economia Política

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2007

 Ricardo Summa

As transferências do governo para os rentistas (que recebem a taxa de juros) e para os trabalhadores aposentados (que viveram de salários) tem enorme influência na distribuição da renda entre as classes sociais.

Conforme visto em artigo anterior, os gastos com o pagamento de juros são consequência de política deliberada do BC em fixar a taxa básica em patamares altíssimos. Se por um lado o pagamento de juros é um gasto do governo, de outro ele é renda dos detentores de títulos. Como os detentores de títulos são, por definição, detentores de riqueza, a alta tranferência de renda do governo para essa classe que recebe juros de títulos públicos (a classe rentista) é uma política regressiva em termos de distribuição de renda.

A segunda parte da equação se fecha. Se a taxa de juros é sagrada e por determinação política se move lentamente, e como consequencia os gastos com o endividamento também são altíssimos, a lógica ortodoxa vai dizer que se deve cortar outros gastos. E justamente os gastos para aqueles que viveram de salários são o alvo da vez para serem cortados (Nova reforma da previdência).

Assim sendo, do ponto de vista da Economia Política e da distribuição da renda entre as classes socias, os imensos gastos com juros e a diminuição das tranferências para os aposentados refletem uma política de redistribuição de renda duplamente negativa por parte do Estado.

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? Por que não se discute os gastos com juros?

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2007

 Ricardo Summa

No primeiro semestre de 2007, os juros nominais somaram R$ 78,854 bilhões, ou 6,49% do PIB ou mais de 20% de toda arrecadação de impostos!!  

Os gastos com juros são definidos pelo governo, pois o Banco Central define soberanamente a taxa básica – SELIC – e as taxas de juros de médio e longo prazo dos LTN seguem a taxa básica como foi demonstrado em artigo anterior.

Como sabemos, o Banco Central escolheu impor ao país a maior taxa de juros real do mundo e por isso os gastos com juros são também recordes mundiais.

Porém, o mais estranho é que pouco alarde é feito com relação a esse grande montante de gastos com juros, enquanto os gastos previdênciários são constantemente alvos de ataque.  Muito estranho…

Primeiro, não há um déficit na previdência, como demonstrou a Profa. Denise Getil (ver texto). Afinal, as receitas previdenciárias são previstas pela constituição. Mesmo assim, dentro do argumento ortodoxo, para todo o ano de 2007, o suposto déficit da previdência é de R$ 45 bi. Como os recursos são previstos por lei, não é necessário cortar gastos para arcar com as transferencias previdênciárias.   

Por outro lado, os gastos com juros, definidos autonomamente pelo Banco Central, e em um montante muito maior do que o suposto déficit previdenciário, aumentam velozmente mês a mês levando a Secretaria do Tesouro (pela lógica ortodoxa) a cortar outros gastos. Para formalizar esse processo criaram o supérávit primário, que é uma meta de adminitração do orçamento público que coloca o pagamento de juros como prioridade absoluta. Para pagar juros, eles exigem que se corte gastos em educação, saúde e até em segurança nos aeroportos. Obviamente tal corte de gastos são desastrosos para o país. Esses cortes significam baixo nível de gastos sociais e em infra-estrutura, o que já foi frisado em outros artigos:  Quem vai agora comemorar o Superávit Primário? e A crise aérea e o superávit

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? A falácia da queda de braço entre o BC e o mercado

Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2007

Taxa de juros de curto prazo e longo prazo   (Ver Gráficos)

Ricardo Summa

Ideólogos do mercado propagam a idéia de que, por mais que o BC fixe a taxa básica de juros, as taxas de prazo mais longos são determinadas exclusivamente pelo mercado, que tem poder de travar uma “queda de braço” e pressionar o BC. No presente texto, defenderemos que o BC tem muito mais controle sobre o conjunto das taxas de juros do que os ideólogos advocam.

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